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Meu pet pode ter hérnia de disco?

  • maio 3, 2019
  • 12:08

A hérnia de disco é o deslocamento do disco intervertebral ou do seu conteúdo para o canal medular. É o problema de coluna mais comum em cães, sendo muito raro em gato. Pode ocorrer de três formas:

1. Extrusão: hérnia/explosão do conteúdo interno do disco intervertebral (tipo 1). Afetam animais mais jovens 2-6 anos.

2. Protusão: hérnia/ deslocamento leve da porção fibrosa (tipo 2). Afetam animais mais velhos, mais de cinco anos.

3. Extrusão pontual: um pedaço do disco explode na medula, como um tiro (tipo 3).

A hérnia de disco é a deslocamento do disco ou parte dele para o canal medular normalmente causado pela degeneração discal prévia, fato que altera a sustentação das estruturas e a capacidade de absorver os impactos na coluna provocando assim, o deslocamento. Raramente um disco bem formado e normal irá se deslocar, mesmo o animal sendo bastante ativo, pulando, brincando, descendo e subindo escadas. O deslocamento de um disco normal pode acorrer em casos de um impacto muito importante na coluna como em um trauma, num atropelamento por exemplo. O mais comum é o disco degenerado se deslocar com movimentos moderados que causam impacto na coluna. Desse modo, é comum o veterinário recomendar que um paciente com evidência de degeneração discal ao raio-x ou mesmo sendo de uma raça comumente acometida que evite subir e descer escadas, assim como subir e descer de camas e sofás.

A hérnia de disco pode causar sintomas diversos como dor na coluna, gritos esporádicos, dificuldade em levantar, apatia, hiporexia, dor ao andar fazendo o paciente mancar, fraqueza nas patas, tremores, incoordenação ao andar, tropeçar e cruzar as patas, posicionar os dedos para baixo ao andar e em casos mais graves paralisia dos membros pélvicos ou dos 4 membros, incapacidade de andar e urinar. A dor na coluna pode ser incapacitante, principalmente quando atinge a região cervical (pescoço), o animal não consegue se mexer pela dor na coluna e não pela lesão grave da medula.  

Normalmente nesses casos de hérnia de disco, ocorre compressão da raiz nervosa e o paciente vai mancar do membro que o nervo referente percorre. É comum mancar das patas da frente (torácicos) se a hérnia é cervicotorácica e mancar das patas de trás (pélvicos) quando a hérnia eh lombar e/ou lombossacra.

Sempre nos casos de compressão de raiz nervosa, o paciente tem muita dor local e ao se movimentar. Algumas raças são mais afetadas que outras e a hereditariedade pode ocorrer. Raças condrodistróficas sofrem mais com sinais clínicos pela morfologia do esqueleto e por terem mais incidência de degeneração discal.

O canal medular dos condrodistróficos é mais estreito levando a medula sofrer mais com a compressão em qualquer deslocamento discal.  As raças condrodistróficas mais acometidas: Teckel(Dachshound), Beagle, Basset hound, Shih-tzu, Pequinês e Lhasa Apso, Raças de grande porte acometidas: Pastor alemão, Doberman, Rottweiler e Labrador retriver.

O tratamento da hérnia de disco baseia-se no repouso absoluto durante a crise pelo menos por três semanas e no tratamento da dor em pacientes com sinais leves a moderados. O tratamento cirúrgico é indicado para pacientes graves, que estão paralisados, ou mesmo quando o conservativo não resultou em melhora clínica.

Infográfico doenças ortopédicas

Aqui na Inova temos profissionais capacitados a elucidar a causa da paralisia e concluindo o diagnostico de hérnia de disco, indicar o tratamento mais adequado. A hérnia de disco é considerado um problema tanto ortopédico quanto neurológico, podendo ser atendida pelas 3 profissionais da área: a Dra. Caroline Estanislau, a Dra. Natália Nalesso e a Dra. Maíra.

Estamos à disposição!

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A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

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