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Gastrite em cachorro: conheça os sintomas e como tratar

  • julho 14, 2022
  • 12:11
Um dos motivos que pode causar desconforto e fazer com que seu pet não tenha vontade de comer pode ser a gastrite em cachorro. Quanto antes o problema for diagnosticado, a fim de dar início a um tratamento correto, melhor será para ele. Vamos conhecer os sintomas e aprender a como tratar essa doença? Continue a leitura. O que é a gastrite em cachorro? A gastrite nada mais é do que uma inflamação na camada da parede do estômago (mucosa gástrica). Pode ser causada por uma alteração no próprio estômago, sendo chamada de gastrite primária em cães, ou ser secundária a outra doença ou alteração sistêmica. Para entender qual é o caso, é necessário levar o seu pet ao veterinário, para que ele seja examinado e receba o diagnóstico correto, especialmente porque muitas patologias também podem provocar os mesmos sintomas e gerar apatia. Gastrite em cachorro: quais os sintomas? De um modo geral, o quadro de gastrite é caracterizado por um conjunto de sinais ligados ao sistema gastrointestinal, que vai deixar o pet bastante indisposto. Entre eles, é possível citar alguns, como: Dor abdominal; Náuseas; Vômitos constantes com ou sem sangramento; Febre; Falta de apetite; Salivação excessiva; Rigidez abdominal. Afinal, o que causa gastrite em cachorro? Os motivos podem ser os mais diferentes possíveis, como: Ingestão de substâncias tóxicas; Ingestão de corpos estranhos que causam lesão à mucosa gástrica; Administração de medicamentos sem prescrição médica; Verminoses, Elevação de cortisol no sangue; Alimentação incorreta. É essencial que o tutor fique atento a esse último tópico, porque, em muitos casos, os pets podem acabar ingerindo restos de alimentos, que têm condimentos que não são apropriados para o sistema gastrointestinal do pet. Leia também: Pancoleucopenia felina Doença do gato Cachorro vomitando sangue Como é realizado o diagnóstico de gastrite em cachorro? Diagnosticar o problema rapidamente será muito importante para devolver a qualidade de vida do seu amigo. Mas, para ter um diagnóstico preciso, é necessário procurar um veterinário, que fará sua avaliação baseada em três pilares: a conversa com o tutor (anamnese), avaliação física/clínica e exames complementares, que podem ser tanto os laboratoriais (como os de sangue), quanto os de imagem (ultrassonografia). Em alguns casos, pode ser necessário também a endoscopia diagnóstica. A etapa inicial auxilia o médico veterinário a entender melhor o histórico de saúde, relacionado aos sintomas apresentados e escolher outros exames mais adequados para o diagnóstico completo. Como tratar gastrite em cachorro O tratamento pode variar de acordo com a causa identificada pelo veterinário e pelo tempo de evolução da doença. Com esses critérios, ele saberá como curar gastrite em cachorro. Na maioria dos casos, é prescrito um remédio para gastrite em cachorro. Fora isso, o veterinário pode indicar uma alimentação natural e especificar qual alimento que cachorro não pode comer. É muito importante que o tutor siga as recomendações do profissional para livrar o pet dos desconfortos. Prevenção É importante ressaltar que com os exames, consultas e vacinas em dia, esse problema pode ser evitado ou resolvido logo no início, por isso, visite o veterinário regularmente e siga todas as orientações do mesmo. Leia mais: Verme em cachorro Conheça a Inova A Inova é um hospital veterinário 24h que nasceu com a missão de oferecer o melhor para o seu pet a qualquer hora do dia, transmitindo segurança aos seus tutores. Com 2 unidades de atendimento, a clínica de especialidades da Inova, é um local que oferece rapidez no diagnóstico e no tratamento. Foi criada para entregar mais conforto aos atendimentos rotineiros e prontos para receber o encaminhamento após um acompanhamento com o veterinário externo. Além disso, a Inova conta com o atendimento da especialidade de Gastroenterologia Veterinária, em uma estrutura completa para atender tudo que o seu pet precisar, oferecendo ambulatório central, diagnóstico por imagem, centro INOSCOPE (serviço de endoscopia) emergência e pronto atendimento, internação, microchipagem, entre outros serviços. Temos também uma parceria com a Prime Diagnóstico Veterinário, oferecendo o serviço de tomografia caso seu pet necessite. Entre em contato conosco e venha fazer uma visita para conhecer nosso espaço pensado para seu pet do coração.

Um dos motivos que pode causar desconforto e fazer com que seu pet não tenha vontade de comer pode ser a gastrite em cachorro.

Quanto antes o problema for diagnosticado, a fim de dar início a um tratamento correto, melhor será para ele. Vamos conhecer os sintomas e aprender a como tratar essa doença? Continue a leitura.

O que é a gastrite em cachorro?

A gastrite nada mais é do que uma inflamação na camada da parede do estômago (mucosa gástrica). Pode ser causada por uma alteração no próprio estômago, sendo chamada de gastrite primária em cães, ou ser secundária  a outra doença ou alteração sistêmica.

Para entender qual é o caso, é necessário levar o seu pet ao veterinário, para que ele seja examinado e receba o diagnóstico correto, especialmente porque muitas patologias também podem provocar os mesmos sintomas e gerar apatia.

Gastrite em cachorro: quais os sintomas?

De um modo geral, o quadro de gastrite é caracterizado por um conjunto de sinais ligados ao sistema gastrointestinal, que vai deixar o pet bastante indisposto. Entre eles, é possível citar alguns, como:

  • Dor abdominal;
  • Náuseas;
  • Vômitos constantes com ou sem sangramento;
  • Febre;
  • Falta de apetite;
  • Salivação excessiva;
  • Rigidez abdominal.

Afinal, o que causa gastrite em cachorro? Os motivos podem ser os mais diferentes possíveis, como:

  • Ingestão de substâncias tóxicas;
  • Ingestão de corpos estranhos que causam lesão à mucosa gástrica;
  • Administração de medicamentos sem prescrição médica;
  • Verminoses,
  • Elevação de cortisol no sangue;
  • Alimentação incorreta.

É essencial que o tutor fique atento a esse último tópico, porque, em muitos casos, os pets podem acabar ingerindo  restos de alimentos, que têm condimentos que não são apropriados para o sistema gastrointestinal do pet.

Leia também:

  • Pancoleucopenia felina
  • Doença do gato
  • Cachorro vomitando sangue

Como é realizado o diagnóstico de gastrite em cachorro?

Diagnosticar o problema rapidamente será muito importante para devolver a qualidade de vida do seu amigo.

Mas, para ter um diagnóstico preciso, é necessário procurar um veterinário, que fará sua avaliação baseada em três pilares: a conversa com o tutor (anamnese), avaliação física/clínica e exames complementares, que podem ser tanto os laboratoriais (como os de sangue), quanto os de imagem (ultrassonografia). Em alguns casos, pode ser necessário também a endoscopia diagnóstica.

A etapa inicial auxilia o médico veterinário a entender melhor o histórico de saúde, relacionado aos sintomas apresentados e escolher outros exames mais adequados para o diagnóstico completo.

Como tratar gastrite em cachorro

O tratamento pode variar de acordo com a causa identificada pelo veterinário e pelo tempo de evolução da doença. Com esses critérios, ele saberá como curar gastrite em cachorro.

Na maioria dos casos, é prescrito um remédio para gastrite em cachorro. Fora isso, o veterinário pode indicar uma alimentação natural e especificar qual alimento que cachorro não pode comer. 

É muito importante que o tutor siga as recomendações do profissional para livrar o pet dos desconfortos.

Prevenção

É importante ressaltar que com os exames, consultas e vacinas em dia, esse problema pode ser evitado ou resolvido logo no início, por isso, visite o veterinário regularmente e siga todas as orientações do mesmo.

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Conheça a Inova

A Inova é um hospital veterinário 24h que nasceu com a missão de oferecer o melhor para o seu pet a qualquer hora do dia, transmitindo segurança aos seus tutores.

Com 2 unidades de atendimento, a clínica de especialidades da Inova, é um local que oferece rapidez no diagnóstico e no tratamento. Foi criada para entregar mais conforto aos atendimentos rotineiros e prontos para receber o encaminhamento após um acompanhamento com o veterinário externo.

Além disso, a Inova conta com o atendimento da especialidade de Gastroenterologia Veterinária, em uma estrutura completa para atender tudo que o seu pet precisar, oferecendo ambulatório central, diagnóstico por imagem, centro INOSCOPE (serviço de endoscopia) emergência e pronto atendimento, internação, microchipagem, entre outros serviços. 

Temos também uma parceria com a Prime Diagnóstico Veterinário, oferecendo o serviço de tomografia caso seu pet necessite. 

Entre em contato conosco e venha fazer uma visita para conhecer nosso espaço pensado para seu pet do coração.

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A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

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