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Hamster sente frio?

  • julho 25, 2023
  • 09:02
Hamster na gaiola

O inverno está batendo à porta e, enquanto nós humanos nos preparamos para enfrentar o frio com roupas quentes e aquecedores, surge uma dúvida comum entre os tutores: será que hamster sente frio?

Se você é apaixonado por esses adoráveis pets e quer garantir o bem-estar deles durante a estação mais gelada do ano, este artigo é para você. 

Saiba mais sobre o assunto! Boa leitura!

Hamster sente frio?

Os hamsters são pets de origem desértica, acostumados com climas quentes e secos. Por esse motivo, é natural que muitos tutores se preocupem com as baixas temperaturas e seus possíveis efeitos negativos na saúde de seus pequenos companheiros. 

Mas será que os hamsters realmente sentem frio da mesma forma que nós?

A resposta é sim, os pequenos sentem frio sempre que sentimos também. Em situações em que o frio esteja muito intenso, eles podem entrar em estado de hibernação.

Por isso, as medidas preventivas são muito importantes para deixar o pet o mais confortável possível.

Quais os tipos de hamsters?

No Brasil, apenas dois tipos de hamsters são permitidos pelo Ibama, o Hamster Sírio e o Hamster Anão Russo. 

Hamster Sírio (Mesocricetus auratus)

O Hamster Sírio é uma das espécies mais comuns encontradas no Brasil. São conhecidos por seu tamanho maior em comparação com outras espécies de hamsters, variando de 13 a 18 centímetros de comprimento. 

Possuem uma pelagem densa e podem apresentar diferentes cores, como dourado, creme, cinza e preto. São hamsters solitários por natureza e geralmente preferem viver sozinhos. 

São bem amigáveis e fáceis de cuidar, tornando-se uma excelente opção para famílias e pessoas que estão procurando um pet tranquilo.

O Hamster Sírio consegue suportar temperaturas de até 15°C. 

Hamster Anão Russo (Phodopus sungorus)

O Hamster Anão Russo, também conhecido como Hamster Anão Siberiano, é outra espécie popular encontrada no Brasil. 

São menores em comparação com o Hamster Sírio, medindo cerca de 7 a 10 centímetros de comprimento. 

Possuem uma pelagem espessa e podem apresentar diferentes combinações de cores, como cinza, branco e marrom. 

Ao contrário dos Hamsters Sírios, os Hamsters Anões Russos podem viver em grupos, desde que sejam introduzidos corretamente. 

São pets ativos, curiosos e divertidos de se observar. Por serem pequenos, exigem menos espaço e são ideais para pessoas que vivem em apartamentos ou casas menores.

Em relação à temperatura, o Hamster Anão Russo sente frio, porém, consegue suportar quando os termômetros marcam temperaturas próximas a 0°C.

Como saber quando o hamster está com frio? 

É importante observar alguns sinais que podem indicar que o hamster sente muito frio. Mesmo possuindo pelos, em temperaturas baixas, eles podem não suportar.

Veja alguns sinais que devemos ficar atentos:

Observe o comportamento

Os hamsters são muito ativos e curiosos. Se você notar que estão se movendo mais devagar do que o normal ou passando muito tempo no abrigo, pode ser um sinal de que ele está com frio. 

Hamsters com frio tendem a ficar mais letárgicos e podem até mesmo apresentar tremores.

Toque no corpo do hamster

Uma maneira simples de verificar se o seu hamster está com frio é tocando suavemente em seu corpo. Se ele estiver gelado ao toque, é um indicativo de que está com frio.

Hamsters com temperatura corporal abaixo do normal podem sofrer de hipotermia, o que é extremamente perigoso para eles.

Verifique a temperatura do ambiente

São pets sensíveis às mudanças de temperatura. Eles se sentem mais confortáveis em um ambiente com temperatura entre 18°C e 24°C. 

Se o ambiente estiver abaixo dessas temperaturas, o hamster pode sentir frio constantemente. Certifique-se de que a gaiola do pet esteja localizada em um lugar onde a temperatura seja estável e adequada.

O que fazer para aquecer o hamster?

Ao perceber que a temperatura está caindo, já inicie algumas medidas para deixar seu pet confortável para suportar o frio.

Se o ambiente estiver muito frio ou se você morar em uma região com invernos rigorosos, você pode considerar fornecer aquecimento adicional para o seu hamster. 

Confira as melhores medidas:

Aquecimento

Uma opção é utilizar uma almofada térmica ou uma garrafa de água quente embrulhada em um pano para criar uma área aquecida na gaiola. 

Certifique-se de que o aquecimento seja colocado de forma segura, evitando qualquer risco de queimaduras.

Forneça abrigo e ninho adequados

Os hamsters gostam de se esconder e se aninhar em ninhos. Certifique-se de que a gaiola do seu hamster tenha um local adequado para abrigo, como uma casinha ou túnel, onde ele possa se refugiar e se manter aquecido.

Além disso, forneça materiais macios, como papel higiênico ou feno, para que ele possa construir um ninho aconchegante.

Evite correntes de ar

Os hamsters não gostam de correntes de ar. Certifique-se de que a gaiola do seu hamster esteja posicionada longe de janelas, portas ou qualquer outra fonte de corrente de ar. 

Isso ajudará a manter a temperatura do ambiente mais estável e evitará que o seu hamster sinta frio.

Confira outras maneiras para aquecer seu pet:

  • Gaiolas longe de ventos;
  • Aquecedores no ambiente;
  • Reforce a serragem da gaiola;
  • Reforce a alimentação.

Como saber se o hamster está hibernando?

Quando os hamsters sentem muito frio, o corpo acaba tendo uma reação de proteção e os pequenos roedores hibernam.

É um estado de dormência em que o metabolismo do hamster diminui significativamente para conservar energia durante os meses mais frios.

Nem todos os hamsters hibernam, pois depende da espécie e do ambiente em que vivem. Entre as espécies de hamster mais propensas à hibernação estão o hamster sírio.

A hibernação pode ser confusa para os tutores de hamsters, pois pode parecer que seus peludinhos estão doentes ou tenham ido a óbito. 

Eles entram em um estado de sono profundo, e você pode notar os seguintes sinais:

  • Diminuição da atividade: o hamster ficará inativo por longos períodos, dormindo profundamente e movendo-se muito pouco;
  • Redução da temperatura corporal: o corpo do hamster ficará mais frio ao toque. No entanto, tenha cuidado para não confundir com um hamster doente, pois a hibernação é um processo natural;
  • Respiração lenta: a respiração do hamster durante a hibernação será mais lenta e rítmica;
  • Frequência cardíaca reduzida: a frequência cardíaca do hamster diminuirá consideravelmente durante esse período.

O que fazer quando acontecer a hibernação?

É fundamental tomar certas medidas para garantir a segurança e o conforto do seu hamster enquanto ele hiberna. Observe:

  • Temperatura adequada: certifique-se de que a temperatura ambiente do local onde o hamster está alojado seja estável e adequada para evitar oscilações extremas;
  •  Monitoramento regular: verifique seu hamster regularmente para garantir que ele esteja respirando e com batimentos cardíacos normais. Se houver alguma preocupação, consulte um médico veterinário especializado em silvestres;
  • Alimentação e hidratação: durante a hibernação, os hamsters não requerem alimentação frequente. No entanto, é essencial manter a água fresca disponível para eles o tempo todo;
  • Tente reanimar: por não possuírem reservas de gordura corporal, é importante reanimar o hamster, pois a hibernação pode ser perigosa.

Por que hibernar pode ser perigoso ao hamster?

A hibernação pode ser perigosa para os hamsters porque seus corpos não estão preparados para isso. Durante a hibernação, a temperatura corporal do animal diminui drasticamente e seu metabolismo diminui para um nível muito baixo.

Isso pode levar a uma série de complicações e riscos para a saúde, incluindo:

  • Hipotermia: a temperatura corporal pode cair para níveis perigosamente baixos, levando à hipotermia, o que pode ser fatal para o hamster;
  • Baixa taxa metabólica: a diminuição do metabolismo durante a hibernação pode resultar em uma redução na função dos órgãos, o que pode causar problemas de saúde graves;
  • Desidratação: durante a hibernação, os hamsters não bebem água regularmente, o que pode levar à desidratação;
  • Risco de infecções: nesse período, o sistema imunológico do hamster fica enfraquecido, tornando-o mais suscetível a infecções.

Portanto, é importante manter os hamsters em uma temperatura adequada, geralmente, entre 18°C e 24°C, para evitar que entrem em hibernação. 

Se você notar que seu hamster está apresentando sintomas de hibernação, é fundamental procurar um médico veterinário especializado em silvestres imediatamente.

Leia também:

  • Alimento que cachorro não pode comer
  • Gravidez e pets

Conheça a Inova

A Inova nasceu com a missão de promover a saúde e bem-estar para nossos pacientes e transmitir segurança aos tutores. Oferece a mais elevada competência técnica do corpo clínico e corpo de apoio, com um atendimento de excelência e medicina humanizada aos pacientes e seus tutores.

Nossas unidades contam com profissionais especializados para atender as necessidades do seu pet. Possuímos médicos especializados em silvestres, que estão prontos para atender seu amigo.

Seu pet apresentou algum sintoma ou sinal de que algo não está bem? Não importa a hora, procure o plantão Veterinário 24h da Inova Hospital Veterinário.

Nossas unidades estão localizadas nos endereços abaixo:

  • Unidade Nogueira Padilha: Hospital 24h e Clínica de Especialidades:
    Rua Cel. Nogueira Padilha, 1770, Vila Hortência.
  • Unidade Campolim: Clínica de Vacinas e Especialidades:
    Av. Gisele Constantino, 1495, Pq. Campolim.

Conte sempre com a Inova para cuidar do seu amigo quando ele mais precisar. Agende uma consulta e venha nos visitar! 

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A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

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