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Saiba aqui tudo o que cachorro pode comer…

  • outubro 4, 2024
  • 10:00
Tutor oferecendo pote de legumes para seu cachorro da raça akita.

O seu cachorro pode comer diversos alimentos que não são prejudiciais à sua saúde, mas isso não significa que você deve oferecê-los indiscriminadamente.

Afinal, os pets possuem uma necessidade nutricional diferente dos humanos, que só consegue ser suprida com uma ração adequada.

Além disso, alguns cães possuem restrições alimentares devido a condições preexistentes, como diabetes. 

Nesse caso, eles não podem comer alimentos ricos em carboidratos ou açúcares, porque podem aumentar o índice glicêmico e levar a sérias complicações.

Por isso, o ideal é consultar um veterinário especialista em Nutrição para saber tudo o que seu cachorro pode comer.

Neste conteúdo, você vai conferir uma lista de alimentos liberados e entender porque alguns deles são prejudiciais à sua saúde.

Boa leitura!

O que cachorro pode comer?

É costume dos tutores querer agradar seu pet com alguns mimos, especialmente quando demonstram que querem comer algum alimento.

Existem diversos alimentos seguros para oferecer aos pets, como pão, amendoim e pipoca, já que não fazem mal à saúde.

Mas existem outros alimentos mais saudáveis que podem ser oferecidos ao pet. Veja quais são eles abaixo:

Frutos e frutas que o cachorro pode comer

  • Abacate;
  • Abacaxi;
  • Ameixa;
  • Banana;
  • Coco;
  • Goiaba;
  • Laranja;
  • Maçã;
  • Mamão;
  • Manga;
  • Melancia;
  • Melão;
  • Morango;
  • Pera;
  • Tomate.

De forma geral, todas as frutas estão liberadas para os cães, com exceção daqueles que possuem restrições alimentares e precisam de uma dieta controlada.

No entanto, é importante ressaltar que não é recomendado oferecer algumas frutas com caroços, como ameixas e pêssegos, porque os caroços podem obstruir o intestino do pet, além de poder envenená-lo.

Legumes que o cachorro pode comer

  • Batata (inglesa);
  • Batata doce;
  • Beterraba;
  • Cenoura;
  • Milho;
  • Pepino.

Não existe um legumes que cachorro não pode comer. Eles são ricos em água e fibras, por isso são excelentes petiscos para os pets.

Proteínas e carnes que o cachorro pode comer

  • Cordeiro;
  • Carne bovina;
  • Frango;
  • Ovo cozido;
  • Pato;
  • Peixe;
  • Porco;
  • Peru.

Apesar do ovo cru não fazer mal ao cachorro de forma direta, ele pode estar contaminado por bactérias, como a E. coli ou Salmonella, e provocar uma intoxicação alimentar. O mesmo vale para a ingestão de carnes cruas.

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Orientações para alimentar o cachorro

Qualquer alimento, inclusive petiscos e biscoitos para cães, devem ser oferecidos em pequenas quantidades e com pouca frequência.

Eles possuem calorias, e o seu excesso pode levar ao ganho de peso, que pode se transformar em obesidade, além de favorecer o desenvolvimento de doenças de fígado, pâncreas e ainda interfere na microbiota intestinal.

Para oferecer petiscos e biscoitos todo dia, é necessário reduzir a quantidade de calorias da ração.

Alguns tutores optam por preparar alimentos caseiros para seus pets. Por isso, para garantir a segurança alimentar, é necessário redobrar a atenção com os ingredientes.

Além disso, o tutor precisa ter um cuidado especial com as necessidades nutricionais do pet, para que ele não tenha deficiência de nutrientes ou ganhe ou perca peso excessivamente.

Por exemplo, cães filhotes precisam de alimentos mais calóricos do que os adultos, por estarem em fase de crescimento.

Por isso, ao preparar os alimentos, é preciso ter essas necessidades em mente.

Se o seu pet está rejeitando comer a ração, e aceita apenas outros alimentos, recomenda-se passar por uma avaliação com um nutrólogo veterinário.

Com o seu auxílio, deve-se realizar a transição do pet para a alimentação natural.

O que cachorros com restrições alimentares não podem comer?

No caso da diabetes em cachorro, o tutor não deve oferecer alimentos ricos em carboidratos ou açúcares, como pão e melancia, mesmo que não sejam alimentos liberados para os pets.

Já a gastrite em cachorro, que é inflamação no estômago, obriga que os pets evitem comer frutas e frutos, especialmente os mais cítricos, como a laranja e o tomate.

Aliás, o ideal é alimentar o pet apenas com a dieta de ração, porque, assim, é possível controlar as calorias e os nutrientes ingeridos.

Entre os legumes mais recomendados que o cachorro pode comer, estão chuchu, abobrinha, brócolis, vagem e pepino, mesmo quando há restrições ou alergias alimentares.

Porque eles possuem poucas calorias e aumentam a sensação de saciedade e têm baixo índice glicêmico, além de ajudarem na ingestão de água.

Apesar disso, em qualquer caso, o pet deve ter uma alimentação balanceada prescrita por um nutrólogo veterinário.

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O que cachorro não pode comer?

O pet saudável está liberado para comer quase todas as frutas, com exceção da uva, que é uma das únicas frutas que o cachorro não pode comer, e a carambola que também é extremamente perigosa, podendo causar uma intoxicação aos rins.

Contudo, mesmo que todas as outras frutas sejam liberadas para o pet, ainda é necessário oferecê-las com moderação.

Mas por que cachorro não pode comer uva? É que essa fruta possui uma toxina que pode levar a quadros de doença renal. 

Caso o pet coma a fruta acidentalmente, ele pode apresentar alguns sintomas, por exemplo, vômito, diarreia e falta de apetite.

Além da uva, o cachorro não pode comer chocolate, cebola e alho. 

Em seguida, veja as dúvidas mais comuns que os tutores têm em relação à alimentação do seu pet:

Por que cachorro não pode comer chocolate?

Apesar de ter um sabor muito prazeroso para os humanos, o chocolate não pode ser oferecido aos cães como petiscos.

O tutor não pode dar chocolate para cachorro por causa das substâncias teobromina e cafeína que são tóxicas.

A teobromina é especialmente perigosa, porque estimula o sistema cardiovascular, e pode causar arritmias.

De acordo com um artigo sobre intoxicação por chocolate em caninos, os chocolates meio amargo e amargo são os mais perigosos, por possuírem uma concentração maior dessas substâncias.

Portanto, quanto maior for a porcentagem de cacau no chocolate, maiores são os riscos para seu pet. 

Chocolate para cachorro: sintomas que indicam envenenamento Vômito Diarreia Tremores Taquicardia (ritmo cardíaco acelerado) Aumento da temperatura corporal Convulsões Taquipneia (respiração acelerada) Aumento da pressão arterial

Por que cachorro não pode comer cebola e alho?

Estes alimentos não devem ser oferecidos aos cães porque também são tóxicos. 

A ingestão regular de pequenas quantidades ou a ingestão de uma grande quantidade de uma única vez de cebola e alho pode causar anemia hemolítica.

Isso ocorre porque estes alimentos destroem os glóbulos vermelhos e prejudicam a membrana plasmática das células.

Dentre os sintomas da intoxicação por cebola e alho, podemos citar vômitos, diarreia, falta de apetite e apatia.

Por que cachorro não pode comer ração de gato?

Cães e gatos possuem necessidades nutricionais diferentes, com níveis específicos de proteína, carboidrato e gordura.

Por isso, rações, petiscos e biscoitos são produzidos especificamente para cada espécie. 

A ração dos gatos, por exemplo, possui uma concentração maior de sódio do que a ração canina, que é benéfica para eles, mas não para os cães.

O que fazer se o cachorro comer alimentos proibidos?

Se o tutor tiver oferecido inocentemente alguns dos alimentos citados ao seu pet, ou tiver suspeitas de que ele ingeriu sem sua supervisão, deve-se levá-lo imediatamente ao médico veterinário.

Aqui na Inova Veterinária, possuímos um Pronto Atendimento e Emergência que funciona 24h, com uma equipe de médico veterinário e enfermeiros.

Os pets são atendidos por ordem de chegada, mas, em casos de extrema emergência, eles são levados imediatamente para o atendimento de primeiros socorros e internação.

Além do Clínico Geral, também ficam à disposição o Cirurgião e o Anestesiologista Veterinário, caso seja necessário realizar uma intervenção cirúrgica.

As emergências são atendidas no Hospital Veterinário 24h.

Conheça nossas unidades em Sorocaba:

Unidade Nogueira Padilha: Hospital 24h e Clínica de Especialidades

Rua Cel. Nogueira Padilha, 1770, Vila Hortência – Sorocaba, SP.

Unidade Campolim: Clínica de Vacinas e Especialidades

Av. Gisele Constantino, 1495, Pq. Campolim – Sorocaba, SP.

Se você não precisar de um atendimento emergencial, agende uma consulta para seu pet. Temos diferentes especialidades e serviços disponíveis.

Para garantir a adequada nutrição para cães, você pode contar com nossa equipe de nutrólogos, que realiza o atendimento nas clínicas.

Preencha o formulário e agende uma consulta!    

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A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

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