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Cachorro com diarreia: o que pode ser e como tratar?

  • março 18, 2025
  • 10:00
Cachorro com diarreia sentado em cima de tapete higiênico.

Uma das situações mais comuns que o tutor pode se deparar é o cachorro com diarreia. 

Em alguns casos pode ser o resultado de um desequilíbrio na microbiota intestinal, causado pela ingestão de alimentos gordurosos ou por intolerância alimentar.

Mas, a condição também pode ser causada por outros fatores, como bactérias, vírus, parasitas, estresse, intoxicação e medicamentos.

Assim que identificar qualquer alteração nas fezes do cachorro, você deve procurar um veterinário, para iniciar o tratamento mais adequado o quanto antes.

Para te ajudar a entender melhor o que pode ser e o o que fazer com cachorro com diarreia, confira todas as informações e dicas que você precisa saber para cuidar do seu pet.

O que pode ser cachorro com diarreia?

O quadro é caracterizado pelo aumento da frequência de evacuação e na alteração da consistência das fezes, podendo ficar amolecida ou líquida. 

O cachorro com diarreia é um sinal de que existe um desequilíbrio na sua microbiota intestinal, que é causado por uma inflamação no trato digestivo.

Isso pode ser causado por alimentos com gordura ou ossos, que não fazem parte da dieta do cachorro, ou por alguma sensibilidade alimentar, ou causada por alimentos tóxicos para os pets, como o chocolate.

Alimentos de baixa qualidade, que têm muitos aditivos e conservantes, ou mudanças repentinas na dieta também podem desencadear diarreia temporária. 

Por isso, mudanças na dieta devem ser feitas gradualmente por 7 a 10 dias, para que o organismo se acostume.

Leia mais: 

Alimento que cachorro não pode comer 

A ingestão de medicamentos humanos, produtos de limpeza e outras substâncias é outro fator que pode irritar o trato intestinal.

O cachorro com diarreia também pode ser o resultado de estresse, que o pet pode sentir com a mudança de rotina ou introdução de um novo pet na família.

Além disso, o quadro pode ser causado por infecções virais, bacterianas ou parasitárias e doenças inflamatórias do intestino.

Veja quais são as principais doenças e micro-organismos que causam diarreia em cachorro:

  • Vírus: parvovirose (Parvovírus canino), coronavirose (Coronavírus canino) e rotavirose (Rotavírus canino);
  • Bactérias: salmonelose não tifoide (Salmonella) e Escherichia coli;
  • Parasitas: giardíase (protozoário Giardia canina) e teníase (verme Taenia);
  • Inflamação intestinal: enterite, colite e Doença Inflamatória Intestinal (DDI).

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Quais sintomas acompanham a diarreia no cachorro?

Sob nenhuma hipótese, a condição deve ser considerada como uma condição normal, mesmo que ocorra de forma esporádica.

O cachorro com diarreia com sangue pode indicar um quadro mais grave, que pode ser causado por inflamações severas ou micro-organismos específicos, como E. coli enterohemorrágica (EHEC). 

A diarreia pode vir acompanhada de outros sinais clínicos, como vômito, letargia, falta de apetite, cólicas abdominais e febre.

O cachorro vomitando e com diarreia também pode ser um indicativo de que existe um problema no estômago, e não somente no intestino.

Casos mais leves costumam durar menos de 2 dias, mas se o quadro persistir por mais de 48 horas pode causar severa desidratação, perda de eletrólitos e deficiências nutricionais, o que pode afetar o sistema neurológico e renal do pet.

O que dar para cachorro com diarreia?

O mais importante a se fazer é: não medicar o pet por conta própria, porque pode irritar ainda mais o aparelho digestivo e causar graves complicações.

Enquanto o pet estiver apresentando o quadro, é essencial seguir a dieta prescrita pelo médico veterinário. Na maioria dos casos, recomenda-se que a alimentação do pet inclua arroz branco e frango cozido, sem temperos e gorduras.

Também é fundamental estimular a hidratação do animal, já que a evacuação constante pode levar à desidratação.

Em alguns casos, o médico veterinário pode prescrever probiótico para cachorro com diarreia, para auxiliar a recuperação do equilíbrio intestinal e o fortalecimento do sistema imunológico.

Contudo, ele não deve ser administrado sem a orientação do profissional, já que a escolha do produto e da dosagem é fundamental para garantir a segurança do pet.

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Probiótico para cães: entenda para que serve 

Conheça o checkup feito para o seu pet! Entre em contato com a gente.

O que fazer quando o cachorro está com diarreia?

Ao identificar qualquer um dos sinais clínicos, o tutor deve levar o pet ao veterinário, principalmente se o quadro estiver durando mais de 24 horas, para diagnosticar a doença exata e seguir com o tratamento mais adequado.

O exame de fezes é um dos mais realizados, já que permite a detecção de parasitas no trato intestinal, e exame de sangue.

Como a diarreia no cachorro pode ser causada por diferentes fatores, o tratamento varia conforme a origem. 

O protocolo consiste na administração de medicamentos específicos para tratar a causa base e os sintomas, além de possíveis complicações secundárias.

A especialidade responsável por tratar condições do trato gastrointestinal é a Gastroenterologia, o profissional mais indicado para tratar cachorro com diarreia ou outras condições.

Além disso, até o cachorro se recuperar completamente, é ideal manter o local de convívio bem higienizado, e lavar as mãos sempre que tiver contato com as fezes do pet.

Algumas das possíveis causas do cachorro ter diarreia são contagiosas, para prevenir a transmissão para outros pets e até para os tutores.

Guia completo de vacinação para o seu pet Quero baixar

Onde tratar cachorro com diarreia?

No Inova Hospital Veterinário 24h, você encontra uma equipe altamente qualificada para atender cachorro com diarreia e outras condições gastrointestinais.

Com veterinários com a especialidade em Gastroenterologia Veterinária, o hospital oferece diagnósticos precisos, tratamento individualizado e suporte completo para a recuperação do seu amigo de quatro patas.

A infraestrutura moderna e os equipamentos garantem atendimento de alta qualidade e segurança. 

Sempre que precisar de ajuda para cuidar do seu pet, conte com a Inova Veterinária!

Conheça nossas unidades em Sorocaba:

Unidade Nogueira Padilha: Hospital 24h e Clínica de Especialidades

Rua Cel. Nogueira Padilha, 1770, Vila Hortência – Sorocaba, SP.

Unidade Campolim: Clínica de Vacinas e Especialidades

Av. Gisele Constantino, 1495, Pq. Campolim – Sorocaba, SP.

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A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

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