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 Cachorro com barriga inchada: o que pode ser e como tratar?

  • abril 1, 2025
  • 10:00
Cachorro com barriga inchada deitado no chão.

O cachorro com barriga inchada é um sinal que pode indicar gases, acúmulo de líquido ou até dilatação do estômago.

Algumas destas causas podem ser fatais, por isso, é essencial procurar um médico veterinário para investigar o problema e tratá-lo o quanto antes, para evitar complicações mais sérias.

Também é importante observar se o pet apresenta outros sinais clínicos, como vômito, dificuldade em evacuar ou dor abdominal, para auxiliar o veterinário a fazer um diagnóstico mais preciso.

Para você saber mais sobre cachorro com a barriga inchada, o que pode ser e o que fazer a respeito, preparamos um conteúdo com as principais dúvidas sobre o tema.

Não deixe de acompanhar!

O que pode ser cachorro com a barriga inchada?

Ingestão de alimentos

O sintoma pode ser o resultado da rápida ingestão de comida, que pode causar a deglutição de ar, ou de alimentos de difícil digestão, que podem fermentar no estômago, e levar ao acúmulo de gases.

Alimentos ricos em fibras ou com alto teor de carboidratos também podem contribuir para a formação de gases. Isso pode provocar flatulência, arrotos e cólicas abdominais.

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Dilatação e torção gástrica

Existem outras causas mais graves que podem provocar o inchaço, como a dilatação e torção do estômago.

Isso pode ocorrer após a ingestão de grande quantidade de alimento e/ou água que se acumula na câmara gástrica, e o conteúdo pode ser gasoso, líquido ou sólido..

Essa condição pode causar a dilatação e ainda pode ocorrer a torção do órgão, o que deixa o cachorro com a barriga inchada. 

Além disso, o pet não defeca porque o acesso ao intestino está bloqueado, o que impede o esvaziamento do conteúdo estomacal.

Esse problema, além de causar muita dor ao cãozinho, pode provocar a falência múltipla de órgãos e levá-lo ao óbito.

Verminoses

Além das causas relacionadas à alimentação, o inchaço pode ser um sintoma de verme em cachorro, principalmente se o pet apresenta outros sinais.

O cachorro filhote com barriga inchada e diarreia, por exemplo, pode ser um caso de verminose, verifique se o protocolo de vermifugação ainda não foi iniciado. 

A transmissão pode ocorrer tanto das fêmeas para os filhotes caso ela tenha a verminose ou por outros pets que têm acesso à rua e contagiam o ambiente em que o filhote está.

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Doenças e fatores emocionais

Por fim, o volume abdominal pode ser um sintoma secundário de diversas doenças  cardíacas, hepáticas e intestinais, que geram ascite, como é denominado o acúmulo de líquido no abdômen.

Também é possível que o inchaço seja causado por tumores que estão obstruindo o trato digestivo ou gerando o acúmulo de líquido na região.

O estresse, apesar de não ser uma doença, pode interferir na digestão e provocar a produção de gases. A ansiedade também pode fazer com que o pet coma mais rapidamente ou grandes quantidades, causando gases e inchaço.

Quais são os sintomas associados ao inchaço abdominal em cães?

É muito importante observar se o seu pet apresenta outros sinais clínicos, porque podem direcionar para a causa correta do problema.

Então, dependendo da origem da condição, o cachorro pode apresentar:

  • Inchaço súbito;
  • Vômitos;
  • Náuseas;
  • Salivação excessiva;
  • Respiração ofegante;
  • Letargia;
  • Diarreia;
  • Dificuldade para defecar;
  • Fezes com sangue;
  • Desconforto abdominal;
  • Falta de ar;
  • Agitação ou inquietação.

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O que fazer com cachorro com barriga inchada?

O melhor a se fazer com o cachorro com a barriga inchada e dura é levá-lo imediatamente ao veterinário, para que ele receba assistência rápida para evitar complicações.

A dilatação/torção gástrica e obstruções causadas por tumores podem ser fatais para o pet, se não ocorrer uma rápida intervenção.

Outras causas do inchaço abdominal em cães podem causar quadros de deficiência nutricional, que ocorre pela má absorção, ou insuficiência de órgãos, como o fígado e coração. 

Ao identificar a condição, o tutor não deve oferecer água ou comida ao pet, até ter certeza de que a ingestão de líquidos ou alimentos é segura e não agrava a condição, principalmente se o cão estiver com um grande volume abdominal.

Da mesma forma, o tutor não deve oferecer remédio caseiro para cachorro com barriga inchada sem saber qual é a origem do problema. Até mesmo o probiótico deve ser administrado somente com a orientação do veterinário.

Assim sendo, o tratamento depende da causa base. Em alguns casos, também pode ser necessário realizar uma drenagem, caso o inchaço abdominal seja causado por acúmulo de líquido.

Conheça o checkup feito para o seu pet! Entre em contato com a gente.

Como prevenir cachorro com barriga inchada?

Em primeiro lugar, o pet deve realizar check-ups regulares para que o veterinário consiga detectar qualquer alteração nos exames.

Com isso, é possível intervir em doenças em estágios iniciais, para evitar complicações mais graves e aumentar as chances de sucesso do tratamento.

O tutor também pode evitar o inchaço abdominal quando é relacionado à alimentação do cachorro, evitando oferecer alimentos de difícil digestão e rações de baixa qualidade.

Para evitar que o pet coma rapidamente ou grandes quantidades, recomenda-se fracionar a ração em porções menores, dividindo o horário das refeições de 3 a 4 vezes por dia.

Além disso, a atividade física pode auxiliar na digestão e ajudar na liberação de gases acumulados, mas se o pet estiver com dor ou desconforto abdominal, deve-se evitar exercícios intensos.

Não deixe de conferir nosso material sobre: 

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O que fazer com cachorro com a barriga inchada e dura?

Para que seu pet receba assistência rápida e segura, deve levá-lo ao pronto atendimento da Inova Veterinária!

Temos duas unidades, e a unidade da nogueira Padilha funciona 24 horas, contando com consultórios para atendimento, exames de imagem, centro de reabilitação, atendimento emergencial, laboratório, internação e UTI, centro cirúrgico, vacinação, entre outros serviços.

Oferecemos uma estrutura completa para atender seu pet, seja qual for sua necessidade, para garantir cuidado integral e atendimento humanizado.

Também contamos com veterinários de diferentes especialidades, como Gastroenterologia, Cirurgia Geral, Nutrologia, Oncologia e Tomografia Veterinária.

Conheça nossas unidades em Sorocaba:

Unidade Nogueira Padilha: Hospital 24h e Clínica de Especialidades

Rua Cel. Nogueira Padilha, 1770, Vila Hortência – Sorocaba, SP.

Unidade Campolim: Clínica de Vacinas e Especialidades

Av. Gisele Constantino, 1495, Pq. Campolim – Sorocaba, SP.

Preencha o formulário e agende uma consulta!     

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A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

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