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Papilomatose canina: o que é, causas, prevenção e tratamento

  • maio 20, 2025
  • 09:14
Filhote de cachorro com suspeita de infecção por papilomatose canina.

A papilomatose canina é uma infecção viral contagiosa entre cães, causada pelo papilomavírus canino, que provoca o aparecimento de verrugas na boca e em outras regiões do corpo. A condição é mais comum em filhotes e pode regredir espontaneamente.

A papilomatose canina é um problema que causa verrugas na boca ou na pele do pet. Essas pequenas lesões, geralmente benignas, podem indicar a presença do papilomavírus canino.

Esse vírus se aproveita do sistema imunológico ainda em desenvolvimento, principalmente em cães filhotes.

Embora não represente um risco para outros pets ou para os tutores, a papilomatose é contagiosa entre cachorros e pode se espalhar rapidamente, principalmente em ambientes com alta concentração de cães.

Por isso, é essencial entender melhor sobre a papilomatose canina viral, como ocorre a transmissão, quais são os sinais clínicos e como agir diante da doença.

Confira tudo neste material!

O que é papilomatose canina?

É uma infecção viral que provoca o surgimento de pequenas papilas ou verrugas na pele e nas mucosas, principalmente na região da boca. 

Essas alterações são causadas pelo papilomavírus canino (CPV), um vírus que atinge principalmente cães filhotes ou jovens, cujo sistema imunológico ainda está em fase de amadurecimento.

As verrugas costumam aparecer de forma repentina e, na maioria das vezes, são benignas. 

Apesar da doença ser altamente contagiosa entre a espécie, não é uma zoonose, portanto, a papilomatose canina não é contagiosa para humanos.

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Quais são os sintomas da papilomatose canina?

O principal sinal da infecção é o aparecimento de verrugas ou papilas, geralmente na boca, gengivas e língua. Mas também é possível que apareçam em outras partes do corpo, como olhos, focinho e patas. 

Essas lesões são arredondadas e se assemelham a uma couve-flor, variam de tamanho e número, podendo surgir isoladamente ou em grupos.

Em alguns casos, as verrugas são indolores, mas, em outros, as papilas podem ser bastante desconfortáveis.

Quando as lesões estão localizadas na cavidade oral, pode causar dificuldade para mastigar, engolir e até provocar sangramentos, em razão do atrito das papilas ou da inflamação.

Por causa disso, é comum que o tutor perceba mudanças no comportamento do pet, como falta de apetite, salivação excessiva e até irritabilidade.

Em cães adultos, é possível que sejam assintomáticos, porque já possuem um sistema imunológico desenvolvido, ao contrário de filhotes, que não consegue combater a infecção com eficiência.

O que causa papilomatose canina?

A contaminação do vírus ocorre pelo contato direto entre os cães, principalmente quando um deles apresenta verrugas causadas pela doença.

O vírus está presente nos fluidos das lesões e pode ser transmitido durante lambidas, brincadeiras ou até mesmo em disputas por alimento e brinquedos compartilhados.

Além do contato direto, superfícies contaminadas também podem representar risco. 

Ambientes com grande circulação de cães, como creches, hotéis, parques e abrigos, aumentam a chance de transmissão. 

Por esse motivo, a prevenção deve incluir cuidados com a higiene do ambiente e atenção ao convívio com outros pets, principalmente em espaços compartilhados. 

Além disso, cães mais jovens, com menos de 2 anos de idade, têm mais predisposição para se infectar, porque seu sistema imunológico ainda está em fase de desenvolvimento.

Qual é o tratamento da papilomatose canina?

A papilomatose canina tem cura. A doença é tratada como uma condição autolimitante, já que em muitos casos o próprio organismo do pet é capaz de combater o vírus. 

Isso significa que não é necessário agir para reverter os sinais clínicos, uma vez que as verrugas podem desaparecer ao longo do tempo.

No entanto, quando as lesões causam desconforto, se espalham rapidamente ou não estão cicatrizando com o tempo, é indispensável consultar um veterinário para definir a melhor forma de tratamento.

Entre as opções que podem ser recomendadas estão:

  • A remoção cirúrgica das verrugas, indicada quando causam dor ou atrapalham a alimentação e respiração do pet;
  • O tratamento tópico das lesões, com produtos antivirais que ajudam a reduzir as lesões e a controlar a infecção local;
  • O suporte imunológico, por meio de suplementação e remédio para papilomatose canina, quando o organismo do pet não consegue responder ao vírus.

A duração do tratamento pode variar conforme a área comprometida pelas lesões, a resposta imunológica do pet e a abordagem adotada. 

Em geral, os sinais de melhora começam a surgir após algumas semanas e a cicatrização completa pode levar de um a três meses.

Se as verrugas não cicatrizarem, é fundamental consultar um veterinário para avaliar a situação e, se necessário, realizar uma nova abordagem de tratamento ou investigar outras doenças.

Como prevenir a transmissão da papilomatose canina?

Por ser uma doença transmitida pelo contato direto com cães infectados, a papilomatose canina exige cuidados específicos para evitar sua propagação.

O primeiro passo é evitar o contato de cães saudáveis com cães infectados, mesmo que as lesões pareçam pequenas ou em fase de cicatrização.

Da mesma forma, é essencial higienizar os ambientes de convívio do pet, principalmente quando há grande circulação de pets. Também é importante evitar a aglomeração desnecessária.

Por fim, deve-se reforçar a imunidade do pet por meio da vacinação e de uma alimentação balanceada, rica em proteínas de qualidade, vitaminas e minerais.

Coloque as vacinas do seu pet em dia.

O pet também deve realizar atividade física de forma regular e realizar exames de rotina para identificar precocemente qualquer doença que possa comprometer sua imunidade.

O diagnóstico precoce é feito por um médico veterinário a partir da observação clínica das verrugas e da avaliação do histórico do pet. 

Em alguns casos, exames como citologia ou biópsia podem ser solicitados para confirmar a presença do vírus.

Onde tratar a papilomatose canina?

A doença, apesar de não apresentar riscos graves, exige atenção e acompanhamento especializado para garantir que o quadro evolua de forma segura e sem complicações. 

Na Inova Hospital Veterinário 24h, oferecemos atendimento completo e humanizado, com estrutura preparada para acolher seu pet em todos os momentos.

Nossas unidades são equipadas para atendimentos de urgência e emergência, além de uma equipe técnica experiente com diferentes especialidades.

Para tratar a papilomatose canina, nossos especialistas em Dermatologia Veterinária realizam uma avaliação minuciosa do quadro clínico do seu pet e fazem um acompanhamento individualizado de sua evolução.

Além disso, nossa equipe orienta sobre prevenção, vacinação e cuidados com a imunidade, para ajudar você a manter seu amigo de quatro patas saudável e protegido contra doenças virais como a papilomatose canina.

Se notar qualquer alteração na boca ou na pele do seu pet, agende uma consulta com a Inova Veterinária!

Conheça nossas unidades em Sorocaba:

Unidade Nogueira Padilha: Hospital 24h e Clínica de Especialidades

Rua Cel. Nogueira Padilha, 1770, Vila Hortência – Sorocaba, SP.

Unidade Campolim: Clínica de Vacinas e Especialidades

Av. Gisele Constantino, 1495, Pq. Campolim – Sorocaba, SP.

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A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

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Consultas agendadas:
Clínica de Especialidades – Unidade Nogueira Padilha
Segunda a Sexta-feira: das 08 às 21h
Sábados das 08h às 18h

 

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Segunda a Sexta-feira: das 09h às 20h
Sábados das 09h às 13h

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