Alimentos que cachorro não pode comer: guia completo

ALIMENTOS QUE CACHORRO NÃO PODEM COMER GUIA COMPLETO

Mesmo com aquela carinha de pidão, alguns alimentos são extremamente proibidos para os cães! Confira o texto e descubra quais os alimentos que cachorro não pode comer. O que cachorro pode comer? É muito comum tutores utilizarem sites de buscas para tirar dúvidas a respeito de alimentos que cachorro pode comer: “cachorro pode comer banana?”, […]

Verme em cachorro: tudo o que você precisa saber

O verme em cachorro é um dos problemas mais comuns no dia a dia dos consultórios veterinários, e com certeza você já deve ter ouvido falar no assunto. Porém, você sabe quais são os sintomas de verme em cachorro e o que fazer diante da situação? Entenda tudo sobre o assunto! Verme em cachorro: o que é? Como o nome já diz, a doença se trata de um quadro de verminose nos pets. Por isso, os cães devem ser vermifugados corretamente e seguindo um calendário correto, indicado pelo veterinário. Porém, mesmo vermifugados, o problema pode acabar ocorrendo, ao frequentar locais com muitos animais - como praças e parques - por exemplo. Além disso, o problema pode ocorrer independentemente da idade do pet. Os casos de verme em cachorro filhotes também são comuns. Verme de cachorro em humanos: é possível? Verme de cachorro pega em humano? A resposta é sim! O verme de cachorro em pessoas realmente pode acontecer, mas não são todos os tipos que são transmissíveis aos humanos. Alguns cuidados básicos com a higiene, como lavar bem as mãos após o contato com os pets, podem ser suficientes para que o problema não ocorra. Além disso, o consumo de carnes mal cozidas e água não filtrada podem causar vermes também, como a Toxoplasmose. Tipos de vermes em cachorros Os vermes em cachorro podem ser divididos em alguns tipos. Conheça: Vermes intestinais em cachorro Os vermes que afetam o intestino dos cães são muito comuns e alguns podem até mesmo ser transmitidos para os seres humanos. Entre os tipos estão: Vermes chatos ou cestodos; Vermes redondos ou nematodos (transmissível aos seres humanos); Vermes ganchudos (transmissível aos seres humanos) e os Vermes chicote. Vermes pulmonares em cachorro Os vermes também podem estar nos pulmões, seja diretamente, ou por meio dos vermes intestinais que acabam ao longo do ciclo indo parar no sistema respiratório. Verme do coração em cachorro Além do intestino e do pulmão, eles também podem encontrar-se no coração do pet. Um exemplo é a Dirofilaria immitis, transmitida por meio de picadas de mosquito. Vermes oculares em cachorro Por fim, eles também podem acometer a região dos olhos. Um exemplo é a Thelazia, também transmissível aos seres humanos. O que causa verme em cachorro? Agora que você já sabe o que é verme em cachorro e quais os tipos, está na hora de entender o que dá verme em cachorro. Existem diversas maneiras dos pets contraírem vermes e até alguns mitos que rondam o assunto, como aquele em que o leite da verme em cachorro, o que não é verdade, apesar da ingestão do leite não ser recomendado por outras razões. Dentre as causas, podemos citar: Ao passear e explorar parques, praças e outros gramados , o seu amiguinho pode acabar pegando algum parasita que vive na grama e na terra do ambiente; Lambidas - se os ovos de verme grudarem no pelo do seu pet e ele lamber o local, ele também pode acabar contraindo algum parasita; Picadas de mosquitos. O que causa verme em filhote de cachorro Além das maneiras citadas acima, os vermes também podem ser transmitidos de mãe para filhote, por meio da placenta ou nos primeiros dias de vida do pet, ao amamentar. Verme em cachorro: sintomas Você sabe quais os sintomas de verme em cachorro? A verdade é que existem muitos, e até mesmo a tosse em cachorro pode ser verme, no caso do pulmonar. Conheça alguns sintomas de verme em cachorro: Diarréia; Cachorro com febre; Cachorro com tosse; Diminuição ou perda de apetite; Mudança na textura das fezes; Vômito; Fraqueza; Presença de verme nas fezes (estágio mais avançado). Se você notar algum desses sintomas em seu pet, leve-o a um veterinário o mais rápido possível para dar início ao tratamento. Como tratar verme em cachorro Somente um veterinário pode orientar a respeito do tratamento para verme em cachorro. Por mais que você queira ajudar, os remédios caseiros para verme em cachorro não são recomendados, pois podem acabar piorando o problema. Um médico veterinário realizará exames, como o de verificação de fezes no caso de verme intestinal, para saber o tipo de verme e como proceder. Geralmente um remédio de verme para cachorro será indicado, mas antes disso é preciso que o veterinário faça o diagnóstico correto do tipo de verme. Dependendo do diagnóstico será determinado o medicamento e o tempo de uso. Remédio de verme para cachorro: de quanto em quanto tempo? Para saber de quanto em quanto tempo devem ser administrados vermífugos (remédio para verme em cachorro) de maneira preventiva é necessário orientação veterinária. De modo geral, pode-se dizer que o tempo varia: entre 3 a 6 meses, ou até mesmo um ano. Porém, para cuidar da saúde do seu amiguinho e prevenir que qualquer doença o acometa, check ups anuais e visitas de rotina ao veterinário são necessárias. Precisando de ajuda para cuidar do seu amiguinho? Entre em contato conosco e agende uma consulta!

Verme em cachorro é um dos problemas mais comuns no dia a dia dos consultórios veterinários. Certamente, quem tem pet,  já deve ter ouvido falar no assunto. Porém, sabe quais são os sintomas de verme em cachorro e de quanto em quanto tempo o vermífugo para cachorro deve ser aplicado? Continue lendo esse texto e […]

Cachorro fezes gelatinosa com sangue

É certo que encontrar sangue nas fezes do pet pode causar espanto para muitos tutores. Entretanto, esse sinal pode indicar diferentes problemas, como vermes, por exemplo, que devem ser acompanhados por um médico veterinário. Continue acompanhando o texto e entenda mais sobre cachorro: fezes gelatinosa com sangue. Sangue nas fezes do cachorro: o que pode ser? Um cachorro fazendo coco com sangue pode apresentar inúmeras causas de problemas, alguns não tão graves e outros mais preocupantes. A primeira etapa para descobrir o que pode estar causando o problema é realizar uma tarefa que pode não ser tão agradável, mas é extremamente necessária: identificar o tipo de sangue nas fezes do cachorro. Existem dois tipos: melena e hematoquezia, que se diferenciam pelo tipo de cor. Sangue do tipo melena Fezes de cachorro com sangue do tipo melena tem a seguinte característica: sangue e fezes de coloração escura com mau cheiro. Isso porque o sangramento começa no sistema digestivo superior, podendo ser um sinal de alerta para um problema mais grave. Sangue do tipo hematoquezia Já um cachorro com sangue nas fezes do tipo hematoquezia possui características um pouco diferentes. O sangue tem cor de vermelho vivo. Ou seja, um sangue fresco, que provém do sistema digestivo inferior. Muitas pessoas relatam, inclusive, episódios de cachorro evacuando sangue puro, sem a presença de fezes. Na maioria dos casos de hematoquezia, o cão apresenta diarreia (fezes amolecidas) acompanhada de sangue vivo. Sangue nas fezes de cachorro: conheça as possíveis causas Agora que você já sabe definir o cocô de cachorro com sangue, chegou a hora de entender as possíveis causas. No caso de sangue do tipo melena, os problemas mais comuns são: Parasitas; Tumores ou câncer; Úlcera intestinal; Pancreatite canina; Insuficiência renal; Complicações pós-cirúrgicas; Problemas na coagulação do sangue; Úlceras pépticas (ferida que se desenvolve na mucosa do esôfago, estômago ou intestino delgado). Agora, em casos de sangue do tipo hematoquezia, podemos citar: Parvovirose; Lesões retais, principalmente em casos de ingestão de materiais não digeríveis; Bactérias, protozoários ou parasitas intestinais, como por exemplo a giárdia; Gastroenterite hemorrágica; Alergias ou intolerâncias alimentares; Estresse; Hemorróidas; Doenças inflamatórias intestinais, dentre outras doenças; Por serem doenças tão distintas entre si, diante de qualquer sintoma, o recomendado é procurar um médico veterinário o mais rápido possível, a fim de realizar exames clínicos e laboratoriais para chegar ao diagnóstico correto e dar início ao tratamento. Fezes de cachorro gelatinosa com sangue: cuidado com o verme em cachorro Como o nome já diz, a doença se trata de um quadro de verminose nos pets. O problema pode ocorrer independentemente da idade do pet. Dentre as formas de contrair vermes, podemos citar: Ao passear e explorar parques, praças e outros gramados, o seu amiguinho pode acabar pegando algum parasita que vive na grama e na terra do ambiente; Lambidas – se os ovos de verme grudam no pelo do seu pet e ele lambe o local, ele também pode acabar contraindo algum parasita; Picadas de mosquitos. Um cachorro com fezes gelatinosa com sangue e vômito pode indicar sinais da doença. Porém, outros sinais como febre, perda de apetite e fraqueza também são indícios de que algo não vai bem. Remédio de verme para cachorro: quando administrar? De modo geral, pode-se dizer que o tempo varia: entre 3 a 6 meses, ou até mesmo um ano. Porém, um veterinário de confiança que conheça o histórico de saúde e os hábitos do seu amiguinho pode te ajudar da melhor maneira. Sangue nas fezes do cachorro: tratamento Feito o diagnóstico correto do problema, o veterinário é responsável por determinar o melhor tratamento de acordo com o caso, como um remédio para cachorro com diarreia com sangue. Isso porque, como vimos acima, um cachorro com diarreia com sangue pode ter inúmeras causas. Diante de problemas mais graves, pode até mesmo ser necessário internação e intervenção cirúrgica, uma vez que podem apresentar riscos fatais ao pet. Portanto, realizar exames de rotina, seguir uma dieta balanceada com exercícios físicos na rotina, aplicar vermífugos periodicamente e seguir o calendário correto de vacinação são ações que ajudam a prevenir que o problema apareça no seu amiguinho. E, precisando de atendimento médico veterinário, conte com a Inova para te ajudar. Estamos funcionando 24 horas por dia, inclusive aos finais de semana e feriados. Venha nos visitar! Leia também: Hematoparasitose; Cinomose.

É certo que encontrar sangue nas fezes do pet pode causar espanto para muitos tutores. Entretanto, esse sinal pode indicar diferentes problemas, como vermes, por exemplo, que devem ser acompanhados por um médico veterinário. Continue acompanhando o texto e entenda mais sobre cachorro: fezes gelatinosa com sangue. Sangue nas fezes do cachorro: o que pode […]

Infecção urinária em cachorro: como identificar e tratar

Apesar de ser uma doença que atinge muito os seres humanos, os cães também podem apresentar infecção urinária. Continue lendo e entenda tudo sobre infecção urinária em cachorro: o que é, sintomas e tratamento. Infecção urinária em cachorro: o que é? Já percebeu o seu cachorro pedindo para sair para urinar várias vezes seguidas, muito além do que sua frequência normal? Ou que ele se esforça muito, chora e geme ao urinar? E que ele vem deixando pingos de urina pelo chão e lambendo muito os órgãos genitais? Esses podem ser sinais claros que ele está com uma infecção urinária. Sim, cães também são vítimas de infecções no trato urinário. Assim como nos seres humanos, a infecção urinária em cães também é muito comum, e costuma afetar os órgãos do sistema urinário, por isso, também recebe o nome de infecção do trato urinário (ITU). Essa infecção ocorre devido à presença de micro-organismos nas vias urinárias e pode abranger todo o trato urinário, dos rins à uretra. Outra semelhança da infecção urinária canina em relação ao que ocorre com as pessoas é que essa doença costuma afetar mais frequentemente as fêmeas, por 3 motivos: Têm o órgão reprodutor mais exposto ao fazer xixi; Costumam ter uma frequência urinária menor do que os machos; Têm a uretra mais curta e larga, facilitando o desenvolvimento da doença. Essa é uma patologia que pode afetar cães de qualquer idade ou raça, por isso, vale observar as mudanças de comportamentos no seu pet, porque, ao contrário dos seres humanos, eles não podem se queixar verbalmente. Assim, fique atento (a) diante de qualquer mudança de comportamento dos seus amiguinhos de quatro patas. Essa vigilância vai permitir que o diagnóstico seja feito o mais rápido possível, impedindo que ocorram complicações maiores com eles, como uma infecção renal ou formação de cálculos na bexiga. O que causa infecção urinária em cachorro? Essa patologia, em geral, é causada por bactérias, as principais são: Escherichia coli; Proteus mirabilis; Klebsiella pneumoniae; Staphylococcus spp.; Enterococcus spp.; Corynebacterium urealyticum; dentre outras. O contágio ocorre tanto pela entrada de bactérias pela uretra do pet, pelo contato direto ou não com outro cãozinho, ou se desenvolve isoladamente no organismo, por diversos fatores. Em geral, até a metade proximal da uretra, o trato urinário do cachorro é estéril, porém, por alterações do pH, questões funcionais ou anatômicas, as bactérias (ou fungos) encontram uma situação favorável para se desenvolver. No entanto, a infecção urinária canina também pode acontecer devido a algumas doenças, como o diabetes mellitus, ou até mesmo pela presença de fungos no organismo do pet. Cães idosos, especialmente os que têm problemas de próstata, também estão propensos ao desenvolvimento desse problema no trato urinário. Além dessas, outras causas associadas à doença são: baixa imunidade, obesidade canina, baixa ingestão de água, dentre outros tópicos, que devem ser investigados por um médico veterinário. Infecção urinária em cachorro: sintomas Muitas vezes, os cães demoram a demonstrar os sintomas de infecção urinária, não manifestando dores ou indícios de que algo pode estar errado em seus organismos. Então, a doença vai se desenvolvendo de forma silenciosa, levando até mesmo a quadros mais graves, que podem trazer prejuízos ao funcionamento renal. Então, se você fica se perguntando como saber se o cachorro está com infecção urinária, observe esses sintomas: Urina de cachorro com cheiro forte ou com sangue; Aumento da frequência urinária ou dificuldade e dor ao urinar; Urinar em locais não habituais; Sede excessiva; Cachorro com febre; Fraqueza; Perda de apetite, dentre outros. Ao perceber esses sinais, leve o seu pet o quanto antes ao veterinário para realizar o diagnóstico correto, com a ajuda de exames como de sangue e de urina, e descobrir como tratar essa patologia. Infecção urinária cachorro: tratamento O tratamento do problema vai depender da causa, mas, geralmente, inclui a indicação de um remédio para infecção urinária de cachorro, como antibióticos ou antifúngicos, e também as medicações para controle da dor. Vale lembrar que não é indicado administrar nenhum tipo de remédio caseiro para infecção urinária em cães. Por mais que você queira ajudar o seu amiguinho, essa iniciativa poderá agravar a situação. Somente um médico veterinário saberá tratar corretamente o problema e responder dúvidas como: qual é o remédio para infecção urinária em cães mais adequado? Em alguns casos, a medicação será via oral, em outras são injeções subcutâneas, que podem ser mais eficazes porque nem todos os cães aceitam bem a ingestão de remédios e, muitas vezes, os próprios donos se esquecem de ministrar a medicação no prazo correto, o que pode fazer as bactérias sobreviverem ao tratamento, dificultando a cura da doença. No entanto, pode ser que o remédio sozinho não funcione, e uma intervenção cirúrgica pode ser necessária, caso seja preciso retirar os cálculos urinários. Um dado importante: cistite e infecção urinária são patologias diferentes Outra questão importante é que a cistite em cachorro não é a mesma coisa que um cachorro com infecção urinária. A cistite é uma inflamação que limita-se à bexiga, que pode também se tornar uma infecção, enquanto a infecção urinária vai acometer todo o trato urinário. É possível prevenir a infecção urinária em cães? Agora que você sabe que cachorro tem infecção urinária, a boa notícia é que é possível sim tomar alguns cuidados para prevenir o problema. Conheça essa dicas simples, mas preciosas: Disponibilizar água limpa e fresca; Oferecer uma dieta balanceada e praticar exercícios físicos, como caminhadas com o seu pet; Manter os check-ups dele sempre em dia são dicas preciosas. Está precisando de ajuda para evitar ou tratar a infecção de urina nos seus cães? A Inova oferece atendimento 24h, de domingo a domingo, com uma equipe multidisciplinar completa, inclusive de nefrologistas, especialidade médica que se ocupa do diagnóstico e tratamento clínico das doenças do sistema urinário para cuidar do seu pet da melhor maneira possível. Agende uma consulta!

Apesar de ser uma doença que atinge muito os seres humanos, os cães também podem apresentar infecção urinária. Continue lendo e entenda tudo sobre infecção urinária em cachorro: o que é, sintomas e tratamento. Infecção urinária em cachorro: o que é? Já percebeu o seu cachorro pedindo para sair para urinar várias vezes seguidas, muito […]

Giárdia canina: saiba mais sobre a doença

A giárdia é mais um exemplo de doenças que são bastante comuns no dia a dia dos consultórios veterinários. Entenda mais sobre a giárdia canina no texto que preparamos. O que é giárdia em cães? Também conhecida como giardíase, é uma parasitose causada pelo protozoário Giardia lamblia. O problema atinge o trato intestinal do pet, provocando diversos sintomas bastante desagradáveis. Vale lembrar que a giárdia em cães filhotes pode acontecer mais facilmente, isso porque nessa fase os pets estão mais suscetíveis a doenças, uma vez que o sistema imunológico não está 100% fortalecido. Porém, isso não quer dizer que cães adultos e idosos não podem contrair a doença. Pelo contrário, todos estão expostos ao risco. Outra curiosidade é que os casos de giardia comumente aumentam no verão, uma vez que o clima quente e úmido auxilia na proliferação do protozoário. Portanto, é necessário ficar muito atento, principalmente nos passeios que são mais frequentes nessa estação. Giárdia passa para os seres humanos? A giardia em cães é conhecida como uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida de animais para seres humanos. Sendo assim, a giárdia pode sim ser transmitida para você e sua família e até mesmo para outros animais, sendo necessário ter ainda mais cuidado, higienizando o ambiente onde o pet que está contaminado vive e lavando as mãos corretamente após mexer nas fezes do seu amiguinho. Giardíase: transmissão A giárdia pode ser transmitida indiretamente, a partir da ingestão acidental de cistos presentes nas fezes, nos alimentos e na água contaminada. Durante algum passeio, por exemplo, seu pet pode acabar entrando em contato com fezes com giárdia canina, contaminando-o. Além disso, o problema também pode ser transmitido de maneira direta, pelo contato com outros animais infectados. Se o pet for infectado, as fezes de cachorro com giardia terão oocistos, que podem sobreviver por meses no ambiente. Quais são os sintomas de giárdia em cães? Os sintomas de giárdia canina podem debilitar bastante o pet. Conheça alguns: Fezes pastosas e de odor fétido, com a presença ou não de sangue ou muco; Vômito; Falta de apetite e perda de peso; Cachorro com febre; Fraqueza; Dor; Gases, dentre outros sintomas. Também existem casos mais graves, principalmente em filhotes, que acabam levando o pet a ficar internado e, até mesmo, ao óbito. Por outro lado, alguns cães não apresentam sintomas, mas mesmo assim continuam eliminando cistos no ambiente, apresentando grande perigo de transmissão para outros pets ou seres humanos. Diante de qualquer sinal descrito acima, procure ajuda veterinária o mais rápido possível, para que o diagnóstico - feito por meio de exames clínicos e laboratoriais - seja realizado e o tratamento de giárdia em cães iniciado. Giárdia em cães: tratamento A boa notícia é que, seguindo o protocolo correto de tratamento de giardia em cães, a doença tem cura. O médico veterinário responsável pelo caso é a pessoa mais indicada para orientar como tratar giardia em cachorro, recomendando remédio para giárdia em cães, como antibióticos, vermífugos, dentre outros que forem necessários. É importante ressaltar que além do tratamento do animal a desinfecção do ambiente é fundamental para que o pet não seja contaminado novamente. Giárdia canina: tratamento caseiro Outra dúvida de quem quer saber como tratar giardia em cães é a respeito do tratamento caseiro. Sabemos que pode ser difícil ver o seu pet em situação de dor e desconforto, porém não é recomendado administrar nenhum remédio caseiro para giárdia em cães, podendo trazer consequências como o agravamento do problema. Quanto tempo dura o tratamento da giardia em cães? O tempo de tratamento varia de pet para pet, a depender da gravidade da doença. Nesse período, é fundamental fazer uma limpeza e desinfecção dos ambientes que o pet frequenta em sua casa e também utensílios como caminha, pote de ração e água, dentre outros acessórios pertencentes ao seu amiguinho. Giárdia em cães: como prevenir? Algumas ações ajudam e muito no controle e prevenção da doença: Mantenha o calendário de vacinação do seu pet em dia, principalmente com a vacina contra a giárdia; Tome cuidado, durante os passeios, para o seu amiguinho não cheirar e interagir com as fezes de outros cães; Mantenha o ambiente sempre limpo; Mantenha a vermifugação do seu amiguinho em dia. Vale ressaltar que não existe um vermífugo exclusivo para giárdia em cães, mas sim um medicamento que combate verme em cachorro no geral, sendo muito útil no controle de doenças. Está precisando de ajuda para cuidar da saúde do seu pet e manter os check-ups em dia? Conheça a Inova e se surpreenda! Agende uma consulta hoje mesmo.

A giárdia é mais um exemplo de doenças que são bastante comuns no dia a dia dos consultórios veterinários. Entenda mais sobre a giárdia canina no texto que preparamos. O que é giárdia em cães? Também conhecida como giardíase, é uma parasitose causada pelo protozoário Giardia lamblia.  O problema atinge o trato intestinal do pet, […]

Mastectomia em cadelas: quais os tipos e como é o pós-operatório

Infelizmente, o câncer de mama em cachorro é um dos tipos de tumor mais comum em cadelas. Na maioria das vezes, a mastectomia em cadelas é o tratamento mais indicado, mas nem sempre é a única opção. Saiba mais sobre o assunto nesse texto que preparamos para você, com informações importantes dos nossos especialistas. O que causa o câncer de mama em cadelas? Uma das doenças comuns entre os seres humanos e os cães é o câncer de mama. O câncer é caracterizado como um crescimento desordenado de células no organismo. No caso do tumor de mama em cachorro, essa multiplicação celular ocorre nas glândulas mamárias do pet. Esse é o segundo câncer mais comum em cães, especialmente para cadelas que não foram castradas ou foram castrados após passar por inúmeros cios (período em que a cadela está pronta para acasalar). Apesar de ser mais comum em fêmeas, engana-se quem pensa que essa doença também não atinge os cachorros machos. Muitos fatores podem causar o problema, como componentes genéticos, hormonais - como anticoncepcionais, ambientais e até mesmo nutricionais (a exemplo da obesidade canina). Conheça os sintomas da doença Os sinais mais comuns do câncer de mama são: Inchaço ou dilatação nas mamas; Caroços nas glândulas mamárias; Dor ou incômodo na região com frequência; Presença de secreções; Apatia; Febre; Perda de apetite, dentre outros. Tratamento do câncer de mama: entenda como funciona a mastectomia canina Ao receber o diagnóstico, muitos tutores se perguntam se o câncer em cachorro tem cura. Dependendo do tipo de câncer e do estágio em que se encontra, o câncer pode sim ter cura. Uma das opções, quando o assunto é câncer de mama em cães, é a cirurgia para retirada de tumor de mama em cadelas, conhecida como mastectomia canina. Existem 4 tipos de mastectomia em cadelas: Mastectomia unilateral em cadelas; Mastectomia bilateral em cadelas; Mastectomia regional; Lumpectomia. Entenda cada um deles: Mastectomia unilateral Na mastectomia unilateral é retirada toda a cadeia mamária de um lado. Mastectomia bilateral Na mastectomia bilateral é retirada toda a cadeia mamária de ambos os lados, utilizada em casos mais específicos. Mastectomia regional A mastectomia regional é realizada em blocos, com a retirada das glândulas envolvidas e adjacentes. Lumpectomia Já a cirurgia de mastectomia em cadelas conhecida como lumpectomia é mais simples, envolvendo a retirada de uma única mama. Mastectomia em cadelas: pós operatório Como em qualquer pós-operatório, é crucial atenção e cuidados redobrados pelos tutores. Isso porque se trata de um procedimento invasivo e que causa dor. Os remédios indicados pelo médico veterinário, como antibióticos, anti-inflamatórios e analgésicos devem ser administrados nos horários corretos. Além disso, o uso de roupa cirúrgica e/ou colar elisabetano, além de repouso, são essenciais para o sucesso do procedimento. Porém, a realização de exames pré-operatórios, o procedimento executado com materiais devidamente esterilizados e o acompanhamento feito por profissionais veterinários capacitados são um dos pontos mais importantes para que o seu pet se recupere adequadamente. Prevenção é o melhor caminho O câncer de mama em cadelas costuma ser até mais comum do que nos seres humanos. Por isso, a prevenção é sempre o melhor caminho para evitar o problema ou para realizar o tratamento precoce, aumentando as chances de cura. Estar sempre atento à presença de nódulos e/ou caroços na mama do pet é uma forma de autoexame e pode ajudar bastante quando é possível descobrir esses nódulos no estágio inicial. Além disso, atente-se a outros sinais como a região das mamas avermelhadas, inchadas, com secreção e/ou odor desagradável. E claro, a castração é um ato de amor que ajuda a reduzir o risco de neoplasia em mais de 95%, quando feito antes do primeiro cio. Mas, caso sua pet já tenha ficado no cio, acalme-se, pois existe um benefício importante na redução da incidência de tumor de mama em cadelas castradas até o quarto cio. Além disso, o uso de anticoncepcionais e vacinas anti-cio é altamente desaconselhável e aumentam muito a chance do problema. Conte com a Inova para cuidar da saúde do seu pet. Venha nos visitar!

Infelizmente, o câncer de mama em cachorro é um dos tipos de tumor mais comum em cadelas. Na maioria das vezes, a mastectomia em cadelas é o tratamento mais indicado, mas nem sempre é a única opção. Saiba mais sobre o assunto nesse texto que preparamos para você, com informações importantes dos nossos especialistas. O […]

Pancreatite canina: seu pet vai precisar de ajuda

A pancreatite canina é uma inflamação séria no pâncreas, que requer cuidados o mais rápido possível. Continue lendo e saiba como ajudar o seu amiguinho nesses casos. Pancreatite em cachorro: o que é? A pancreatite em cães ocorre quando há uma inflamação no pâncreas, causando muita dor e desconforto ao pet. Já a pancreatite aguda em cães, como o próprio nome já diz, é o processo inflamatório agudo, podendo ou não envolver outros tecidos ou órgãos próximos, como o estômago, o intestino e o fígado. É uma doença considerada grave, uma vez que o pâncreas realiza funções como a produção de enzimas que ajudam na digestão e absorção dos alimentos e a produção de hormônios como a insulina, responsável por controlar os níveis de glicose no sangue. Pancreatite canina: causas Mas por que será que um pet desenvolve a pancreatite? Existem algumas possíveis causas: Obesidade canina; Ingestão rica em carboidratos e gorduras, principalmente de alimentos para humanos que o pet não está acostumado (Exemplo: churrasco, queijo, etc); Hipotireoidismo; Diabetes; Doença biliar; Predisposição genética, dentre outros fatores. Ou seja, o pâncreas começa a ter problemas na produção das enzimas digestivas, o que leva à lesão e inflamação do tecido. Pancreatite canina: sintomas A pancreatite costuma causar dor abdominal intensa nos cães, mas esse não é o único sintoma da doença. Cachorro vomitando, cachorro com febre, perda de apetite (levando ao emagrecimento), apatia e diminuição ou aumento do consumo de água também são sinais que merecem alerta. Em quadros mais agudos, as fezes de cão com pancreatite podem vir acompanhadas de sangue. Quando a doença não recebe o tratamento necessário, pode acarretar em problemas mais sérios como falência renal e coagulação intravascular disseminada (formação de coágulos, que impedem que o sangue chegue aos órgãos) e, em casos extremos, a pancreatite em cães pode matar. Pancreatite canina: diagnóstico Caso haja a desconfiança que o seu pet apresenta um quadro de pancreatite, o ideal é levá-lo a um veterinário de confiança o mais breve possível. Para realizar o diagnóstico, além dos sinais clínicos, também serão solicitados exames laboratoriais e de imagem específicos para o caso, como exames de sangue e ultrassom do abdômen. Em casos positivos de cachorro com pancreatite, deverá ser realizado um tratamento para pancreatite canina, prescrito pelo veterinário responsável pelo caso. Pancreatite canina: tratamento O tratamento da pancreatite em cães, na maioria dos casos, consiste na internação do pet, para tratar os sintomas como vômito, diarreia e febre, além da inflamação do pâncreas, mantendo-o hidratado e sem dor. A fluidoterapia (soro feito na veia) é fundamental na maioria dos casos. Pode ser utilizado remédio para pancreatite canina, como antibióticos e analgésicos, mas somente quando prescritos pelo veterinário. Como alimentar um cão com pancreatite? A alimentação para pancreatite canina também tem papel importante na cura da doença, que deve ser rica em fibras. Contar com a ajuda de um nutricionista veterinário pode ser recomendável, uma vez que ele (a) saberá o que um cachorro com pancreatite pode comer e orientará qual a melhor dieta para pancreatite canina, podendo ser ela natural, como verduras e legumes, ou rações específicas para o caso. De qualquer forma, é fundamental excluir alimentos gordurosos e ricos em carboidratos da vida do pet, além de realizar check ups periódicos, sendo essa uma forma de prevenção dessa e de outras doenças. E a saúde do seu pet, está em dia? Conte com a Inova para levar mais qualidade de vida ao seu amiguinho.

A pancreatite canina é uma inflamação séria no pâncreas, que requer cuidados o mais rápido possível. Continue lendo e saiba como ajudar o seu amiguinho nesses casos. Pancreatite em cachorro: o que é? A pancreatite em cães ocorre quando há uma inflamação no pâncreas, causando muita dor e desconforto ao pet.  Já a pancreatite aguda […]

Cirurgia de catarata em cães diabéticos: é seguro?

Seu amiguinho tem diabetes, e você notou que o olho dele (a) começou a ficar com uma coloração azulada e/ou esbranquiçada, recebendo o diagnóstico de catarata canina? Em muitos casos, o tratamento acaba sendo cirúrgico. Porém, será que a cirurgia de catarata em cães diabéticos é segura? Tire suas dúvidas e entenda o assunto na matéria a seguir. Catarata canina: entenda mais sobre a doença Se você já ouviu falar sobre o assunto, mas não sabe o que é catarata canina, vamos te explicar: essa doença causa uma alteração nas lentes dos olhos do pet, que passam de cristalinas para uma coloração esbranquiçada ou azulada, sendo esse o sintoma mais comum da doença, que não causa mudanças tão visíveis como cachorro com febre, por exemplo. Essa alteração pode levar a perda gradativa ou abrupta da visão. Existem algumas raças com predisposição a apresentar o problema, como o Poodle, o Labrador Retriever, o Cocker Spaniel Americano e Inglês e o West Highland White Terrier, por exemplo. Apesar do seu aparecimento ser bastante comum com a chegada da terceira idade, a catarata em cães também pode ser causada por problemas congênitos, hereditários, traumáticos (como uma inflamação) ou até mesmo como consequência de outras doenças, como a diabetes. Assim como a úlcera de córnea em cães, a catarata também pode levar a perda da visão do pet, apresentando comportamentos como esbarrar em objetos e se tornar mais inseguro ao andar. Além de cegueira e claro, o desconforto, a doença também pode causar inflamação crônica intraocular e glaucoma secundário. Por que a diabetes pode causar catarata nos cães? Como dito acima, a diabetes canina pode ter como consequência o aparecimento da catarata nos cães. Mas você sabe por que isso acontece? De forma geral, a diabetes é caracterizada pelo aumento da glicose no sangue (hiperglicemia), causando alterações metabólicas que modificam as proteínas do cristalino dos olhos que se transformam em sorbitol, aumentando o influxo de água no local. Esse aumento de água irá provocar a quebra das fibras da lente e uma ruptura da estrutura normal, resultando em uma visão turva, ou até mesmo na perda da visão. Por isso a extrema necessidade de evitar oscilações glicêmicas, fazendo o controle da insulina no pet. Porém, em casos em que a catarata já acometeu o olho do pet, buscar atendimento médico veterinário, mais especificamente um veterinário oftalmologista, é de suma importância para definir a conduta correta de tratamento, que costuma ser exclusivamente cirúrgica. Cirurgia catarata em cachorro: entenda o tratamento Realizado o diagnóstico da doença por meio de exames clínicos e de imagem, o tratamento é exclusivamente cirúrgico, não sendo recomendado o uso de medicamentos como o colírio para catarata de cachorro, por exemplo. Infelizmente, a catarata é um problema que não tem cura, já que uma vez que a lente se torna opaca, é necessário removê-la ou substituí-la por meio de uma cirurgia. E, apesar de uma cirurgia bem sucedida trazer de volta a qualidade de vida do seu amiguinho, o procedimento não é garantia de devolução completa da visão do pet. De qualquer forma, é muito importante contar com uma equipe veterinária de confiança, que saberá qual o procedimento mais indicado no caso, já que nem todos os cães estão aptos a realizar a cirurgia, sendo necessário realizar exames prévios. Mas, e quanto à cirurgia de catarata em cães diabéticos, será que ela pode ser realizada? A resposta é sim! É claro que, para que ela seja realizada de forma segura, a taxa de glicemia deve estar controlada no pet por, pelo menos, três meses, seguindo o tratamento adequado para diabetes indicado pelo veterinário. Com todos os exames em dia, a cirurgia pode ser realizada e trazer muitos benefícios ao pet. Isso porque, se não tratada, a catarata pode causar inflamação intraocular e glaucoma, como já dissemos acima. Porém, o mais aconselhável, no momento em que se recebe o diagnóstico de diabetes, é fazer o acompanhamento com o veterinário oftalmologista para prevenir o aparecimento da catarata ou até mesmo tratá-la o mais precocemente possível. Cirurgia de catarata canina: pós-operatório é a chave do sucesso Para que a cirurgia seja bem sucedida, o pós-operatório deve ser seguido criteriosamente, evitando assim inflamações e infecções no local. Para isso, podem ser recomendados medicamentos, como colírios, e o uso do colar elisabetano, impedindo que o pet coce o local. Precisa de ajuda para cuidar do seu amiguinho? Entre em contato com a Inova e agende uma visita!

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Diabetes em cachorro: sintomas e tratamento para o seu pet

A diabetes é uma doença crônica caracterizada pelo aumento dos níveis de açúcar no sangue, mas engana-se quem pensa que esse problema é exclusivamente dos seres humanos. Continue lendo e entenda tudo sobre diabetes em cachorro! Diabetes em cães: entenda a doença É isso mesmo: a diabetes mellitus em cães também pode acontecer, e o problema é muito semelhante a doença que também pode acometer os seres humanos. Resumidamente, o organismo - mais precisamente o pâncreas - para de produzir insulina, ou até mesmo produz em uma quantidade reduzida e insuficiente, aumentando o nível de glicose no sangue, culminando na hiperglicemia. Esse problema, além de deixar o pet sem energia, também pode causar uma série de complicações mais sérias, como a cegueira. O que causa diabetes em cachorro? Muitos tutores não sabem, mas o sedentarismo, atrelado a alta ingestão de gordura, pode levar não só a obesidade canina, como também o aparecimento do diabetes, causando glicemia alta em cães. Porém, outros fatores como o genético, a administração inadequada de medicamentos, fatores hormonais e até mesmo a pancreatite, que é uma inflamação no pâncreas, podem causar diabetes. A endocrinologia veterinária é a especialidade responsável pelo diagnóstico e tratamento de doenças hormonais nos pets, sendo de suma importância realizar check ups periódicos, a fim de descobrir se o organismo do pet vem funcionando bem como um todo, prevenindo ou fazendo o tratamento precoce dessa e de outras doenças. Quais os sintomas de diabetes em cachorro? Está desconfiado (a) que o seu cachorro tem diabetes? Apesar do problema ser mais comum em pets de meia idade ou mais velhos, todos os cães podem apresentar a doença. Por isso, confira quais são os sintomas de diabete em cães: Aumento da frequência urinária; Sede excessiva, sendo comum queixas como “meu cachorro bebe muita água”; Aumento do apetite; Cansaço excessivo; Sedentarismo. Alguns tutores também podem notar formiga na urina do cachorro, fato que pode ser explicado pelo aumento da glicose no xixi do pet. Sintomas como cachorro com febre e cachorro com tosse não são comuns, porém em casos mais avançados o cachorro diabetico pode apresentar cegueira, insuficiência renal, lentidão no processo de cicatrização de machucados, dentre outros problemas. Se você notar que o seu pet apresenta alguns desses sintomas de diabetes em cachorro, o mais indicado é procurar um veterinário de confiança o mais rápido possível, para que o diagnóstico e o tratamento sejam feitos o quanto antes. Cachorro com diabetes: como cuidar? Assim como qualquer doença, um pet com diabetes precisa de cuidados especiais. Entenda! Diabetes em cachorro: tratamento Realizado o diagnóstico com base em sinais clínicos e exames laboratoriais, um médico veterinário é o mais indicado quando o assunto é como tratar diabetes em cachorro. A doença infelizmente não tem cura, porém alguns cuidados como a aplicação de injeções de insulina no pet, exercícios físicos/brincadeiras e uma dieta equilibrada são fundamentais para melhorar a qualidade de vida do seu amiguinho. A castração, além de ser um ato de amor e prevenir diversas doenças, também é muito indicada no tratamento de diabetes nas fêmeas, já que a progesterona interfere na ação da insulina. Cachorro com diabetes: o que pode comer? Se o seu amiguinho tem diabetes, pode ser interessante também consultar um nutricionista veterinário, que prescreverá uma dieta adequada para o pet. A ideia é evitar oscilações glicêmicas e fazer o controle do peso. Por isso, alimentos gordurosos e com açúcar não devem fazer parte da dieta. Outra dica é ter regularidade nos horários das refeições, e não variar o tamanho das porções. Essas mudanças de hábitos são necessárias para garantir conforto e saúde ao seu pet. Tem como prevenir diabetes em cães? Pode parecer clichê, mas manter uma rotina regular de exercícios físicos e/ou brincadeiras, uma dieta equilibrada e as visitas ao veterinário em dia são fundamentais na prevenção não só da diabetes, como também de outras doenças. A saúde do seu amiguinho está em dia? Caso ainda não tenha feito uma visita ao veterinário esse ano, entre em contato conosco. Ficaremos felizes em receber vocês!

A diabetes é uma doença crônica caracterizada pelo aumento dos níveis de açúcar no sangue, mas engana-se quem pensa que esse problema é exclusivamente dos seres humanos. Continue lendo e entenda tudo sobre diabetes em cachorro!  Diabetes em cães: entenda a doença É isso mesmo: a diabetes mellitus em cães também pode acontecer, e o […]

Hemoparasitose: conheça os perigos da doença do carrapato

A hemoparasitose, muito conhecida como “doença do carrapato”, pode trazer muitos perigos ao pet, podendo até mesmo ser fatal quando não tratada. Para entender mais sobre esse assunto, continue lendo o post que preparamos. O que é hemoparasitose? A hemoparasitose é uma doença séria, causada por protozoários ou bactérias, atingindo os pets pela corrente sanguínea. Esse problema ficou popularmente conhecido como “doença do carrapato”, já que o carrapato é um aracnídeo ectoparasita hematófago, que se instala no corpo do hospedeiro (no caso, o pet), picando-o e se alimentando do seu sangue, introduzindo assim bactérias e/ou protozoários. Aliás, é importante ficar atento, pois essa doença pode ser tanto uma hemoparasitose em cães, quanto uma hemoparasitose em gatos, afetando gravemente ambos os pets. Doença do carrapato: conheça os tipos Os principais hemoparasitoses em animais são: Erlichiose (bactéria - cães) A Erlichiose é transmitida por carrapatos e é a forma mais severa da doença, já que ataca os glóbulos brancos do sangue do pet, deixando o sistema imune comprometido. Hemobartonelose (cães e gatos) A Hemobartonelose pode ser transmitida por pulgas e carrapatos, afetando tanto cães como gatos e atacando os glóbulos vermelhos, causando anemia. Babesiose (protozoário - cães) A Babesiose é transmitida por carrapatos e ataca os glóbulos vermelhos do cão. Hemoparasitose humana também acontece? Muitas pessoas têm dúvida se os cães e gatos infectados transmitem a doença do carrapato aos seus tutores. Para essa pergunta, a resposta é não. Porém, os carrapatos infectados podem sim transmitir a doença aos seres humanos. Ou seja, nenhum pet é responsável pela transmissão da doença a não ser o próprio carrapato! Quem nunca ouviu uma história de alguém que foi passar o dia em uma chácara ou sítio e encontrou um carrapato em seu corpo? É dessa forma que um indivíduo pode contrair a doença, uma vez que com o carrapato infectado fixado em sua pele, vai se alimentar do sangue e transmitir bactérias e/ou protozoários do mesmo modo que acontece nos pets. É importante, nesses casos, conversar com um médico de confiança, já que algumas enfermidades podem ser silenciosas e demorar a apresentar sintomas. Hemoparasitose: sintomas Os sintomas mais frequentes de um pet infectado pela doença do carrapato são: Fraqueza; Cachorro com febre ou gato com febre; Perda de apetite; Cachorro vomitando ou gato vomitando; Dificuldades respiratórias; Apatia; Manchas avermelhadas na pele; Queda da imunidade, facilitando o aparecimento de outras doenças, dentre outros. De qualquer forma, é importante ficar atento (a) ao comportamento do pet, e ao sinal de qualquer mudança ou dos sintomas descritos acima, consultar um médico veterinário o mais rápido possível, já que essa doença costuma ser agressiva. O diagnóstico tanto da hemoparasitose em cães quanto da hemoparasitose felina é feito por meio de exames laboratoriais, como o de sangue, testes rápidos, testes sorológicos e PCR. Hemoparasitose: tratamento A hemoparasitose tem cura, desde que tratada adequadamente, já que em muitos casos ela acaba sendo fatal. O tratamento é feito por meio de medicamentos específicos, chamados babesicidas ou piroplasmicidas, combatendo tanto a causa quanto os sintomas da doença. A automedicação, assim como em outros casos, não é recomendada, uma vez que muitos medicamentos, em doses inadequadas, podem causar intoxicação nos pets, como a dipirona para gatos. Por isso, contar com um veterinário de confiança é o mais recomendado nesses casos, já que o tratamento de hemoparasitose em cães e gatos pode ser diferente dependendo do microorganismo que atacou o pet. Doença do carrapato: como prevenir? Sempre frisamos por aqui a importância da prevenção das doenças, e dessa vez não poderia ser diferente. Apesar de não existir uma vacina, é possível sim prevenir a doença com a aplicação periódica de antipulgas e anticarrapatos no seu pet, além de se atentar aos locais em que vocês passeiam e manter a higiene sempre em dia. E precisando de ajuda para cuidar da saúde do seu amiguinho, entre em contato com a gente!

A hemoparasitose, muito conhecida como “doença do carrapato”, pode trazer muitos perigos ao pet, podendo até mesmo ser fatal quando não tratada. Para entender mais sobre esse assunto, continue lendo o post que preparamos. O que é hemoparasitose? A hemoparasitose é uma doença séria, causada por protozoários ou bactérias, atingindo os pets pela corrente sanguínea.  […]