Pet transmite doenças? Conheça os mitos e verdades

Estar atento à saúde dos nossos pets é fundamental para que nada aconteça com eles e com a gente! Isso porque existem algumas doenças que podem ser transmitidas entre os animais e os humanos. Essas doenças são chamadas de zoonoses. No post de hoje, reunimos alguns mitos e verdades sobre o assunto para te ajudar! ZOONOSE: O QUE É? São chamadas de zoonose as infecções transmitidas de um pet para os seres humanos, podendo ser por vírus, bactérias, parasitas ou fungos. ZOONOSE: COMO SÃO TRANSMITIDAS? As formas de transmissão das zoonoses podem ser divididas em contato direto, indireto, por vetores ou por alimentos. O contato direto pode acontecer por meio da saliva do pet, urina, fezes e até mesmo mordidas e arranhões. Já o contato indireto é o contato com áreas onde esses pets vivem ou objetos que possam estar contaminados. A transmissão por vetores é aquela feita por picadas de carrapatos, pulgas, mosquitos entre outros. A ingestão de alimentos ou água contaminada entra na transmissão por alimentos. ZOONOSE: MITOS E VERDADES Muitas são as suposições criadas acerca da transmissão de doenças por pets. Sendo assim, separamos alguns mitos e verdades para você! CÃES TRANSMITEM SARNA AOS HUMANOS? Verdade! Existe um tipo de sarna canina, chamada de Escabiose, que pode ser transmitida aos seres humanos. CÃES E GATOS TRANSMITEM RESFRIADO/GRIPE PARA O HOMEM Mito! Cães e gatos não transmitem gripe ou resfriado para humanos, já que os agentes virais são diferentes em cada espécie. PETS PODEM TRANSMITIR LEPTOSPIROSE AOS HUMANOS Verdade! A leptospirose é uma doença causada por uma bactéria que pode ser encontrada na urina ou fezes de pets com a doença, como os ratos , cachorros e os gatos, havendo a contaminação caso haja contato. A contaminação pode ocorrer pelo contato com a urina ou fezes contaminadas. A vacinação dos pets previne diversas doenças que podem ser transmitidas ao homem Verdade! Os pets devem ser vacinados anualmente com a orientação de um médico veterinário, podendo evitar muitas zoonoses com esse simples ato de cuidado que é a vacinação. PÁSSAROS NÃO TRANSMITEM DOENÇAS Mito! Algumas doenças podem sim ser transmitidas pelas aves, por exemplo, micoses e a salmonelose. Porém, são mais comuns em animais de vida livre. PETS PODEM TRANSMITIR RAIVA PARA O SER HUMANO Verdade! A raiva humana é uma doença causada por um vírus, que pode estar presente na saliva dos pets. Os cães, por exemplo, podem transmitir raiva para uma pessoa por meio de mordidas, caso não seja vacinado. Porém, a doença também pode ser transmitida por gatos, morcegos e guaxinins. Caso um episódio aconteça o recomendado é lavar o local da mordida e ir ao hospital ou pronto-socorro mais próximo para iniciar o tratamento adequado. PETS PODEM TRANSMITIR COVID-19 Mito! Não há provas de transmissão de COVID-19 por pets, mas é necessário tomar cuidado caso você esteja com a doença para não contaminar seu amigo também. Deve ser evitado ficar com o bichinho no colo, beijar e dormir junto, visando a proteção. Assim como em objetos, o seu pet pode se tornar uma fonte de transmissão indireta. Porém, fique tranquilo! É possível evitar muitas dessas doenças com o acompanhamento veterinário. Conte com a Inova para isso!

Estar atento à saúde dos nossos pets é fundamental para que nada aconteça com eles e com a gente! Isso porque existem algumas doenças que podem ser transmitidas entre os animais e os humanos. Essas doenças são chamadas de zoonoses. No post de hoje, reunimos alguns mitos e verdades sobre o assunto para te ajudar! […]

Gravidez e pets: mitos e verdades

Gerar uma vida é sempre um momento especial! Porém, muitas pessoas que já tem um pet na família ficam preocupadas com o processo de adaptação, já que não querem correr o risco de deixar de dar atenção para nenhum dos dois. Além disso, existem muitas dúvidas sobre doenças que os pets podem transmitir aos bebês durante a gestação. Neste post, trouxemos alguns mitos e verdades sobre gravidez x pets. Confira! GRAVIDEZ X PETS: É SEGURO? Tomados os devidos cuidados, os pets são ótimos companheiros durante os 9 meses de gestação, além de poderem ser bons amigos do o bebê que está a caminho. As doenças causadas por animais ao homem (chamadas de zoonoses), por exemplo, só são transmitidas se o pet estiver infectado, mas isso dificilmente acontece se o pet é estiver bem de saúde.. Isso inclui estar com todas as vacinas em dia, fazer check-ups regularmente, tomar banhos com a frequência indicada pelo veterinário e ter uma alimentação adequada e balanceada. GRAVIDEZ X PETS: CONFIRA MAIS ALGUNS MITOS E VERDADES Para entender mais sobre o assunto e sanar algumas dúvidas, separamos alguns mitos e verdades sobre gravidez x pets. Crianças e gestantes devem evitar o contato com animais de estimação: mito! Conviver com animais de estimação é muito benéfico e estando a grávida, não há porque evitar a convivência se o bebê e o pet estão com a saúde em dia. Os pets ajudam a desenvolver a curiosidade, dão segurança e muito amor! Conviver com pets diminui o estresse: verdade! Alguns estudos, como o realizado pelo Instituto de Pesquisa Médica Baker, já comprovou que pessoas que convivem com pets são menos propensas a sofrer com estresse. E evitar o estresse é muito importante durante a gestação, tanto para a saúde da mãe, quanto a do bebê! Gestantes não devem fazer a limpeza de gaiolas de hamsters: verdade! Se você está esperando um bebê e tem um hamster em casa, é aconselhado que você não faça a limpeza da gaiola do pet. O perigo está no vírus Lymphocytic choriomeningitis, que pode ser transmitido pela urina do pet e que pode provocar doenças congênitas no bebê. Mas calma! De modo geral, é muito difícil um pet roedor transmitir alguma doença. Isso pode acontecer se ele já tiver sido contaminado antes de chegar em sua casa, por isso é importante se atentar ao locais onde são criados e levá-lo para check-ups e avaliações periódicas com o veterinário. Pets transmitem doenças respiratórias, como asma: mito! As doenças respiratórias não são transmissíveis. O que acontece é que os ambientes com animais devem ser higienizados frequentemente para não desencadear nenhuma crise em pessoas que já tem esse problema, e claro, para a saúde daquele pet. Gatos podem transmitir toxoplasmose: verdade! Sim, ele também pode, assim como alimentos mal higienizados e água contaminada, que são os grandes causadores da doença! A toxoplasmose é uma doença causada por um protozoário chamado toxoplasma gondii, sendo o gato um hospedeiro definitivo desse protozoário, podendo transmiti-lo pelas fezes. Para evitar contaminação, é indicado que outro membro da família limpe o local onde o gatinho fica. Caso não seja possível, é indicado o uso de luvas e pazinha para limpar as fezes do pet, além de higienizar as mãos após terminar. O primeiro contato do pet com o novo membro da família deve ser monitorado: verdade! A gente entende a ansiedade de apresentar o bebê ao novo membro da família, mas é importante que esse contato seja monitorado e nada forçado! Deixe que eles se reconheçam no tempo de cada um, sempre monitorando para evitar acidentes e estranhamentos de ambas as partes. Tem um bebê a caminho na sua casa? Conte com a Inova para dar toda a assistência que esse momento precisa! Entre em contato com a gente!

Gerar uma vida é sempre um momento especial! Porém, muitas pessoas que já tem um pet na família ficam preocupadas com o processo de adaptação, já que não querem correr o risco de deixar de dar atenção para nenhum dos dois. Além disso, existem muitas dúvidas sobre doenças que os pets podem transmitir aos bebês […]

Alimentação para papagaios: entenda TUDO sobre o assunto

Assim como nós, os papagaios também precisam de uma dieta equilibrada e balanceada, pensada especialmente para eles. Você sabe o que oferecer para o seu papagaio comer? Entenda tudo sobre o assunto neste post! A ALIMENTAÇÃO DO PAPAGAIO: COMO DEVE SER? É comum achar que a base da alimentação dos papagaios deve ser composta apenas por sementes, mas não é bem assim. Frutas (como maçã e laranja), verduras e legumes (como cenoura e brócolis) devem ser oferecidos ao papagaio desde filhote, por conta dos nutrientes. Também existem rações feitas especialmente para os papagaios. O ideal é conversar com um veterinário e escolher junto a ele a melhor opção para o seu pet. E claro, sempre deixe à disposição do seu papagaio água limpa e fresca. A ALIMENTAÇÃO DO PAPAGAIO: O MITO DA SEMENTE DE GIRASSOL Uma alimentação para papagaios baseada somente em semente de girassol, além de pobre em nutrientes, pode ser muito perigosa! A semente de girassol é muito gordurosa e deve ser dada com bom senso. O excesso desse item na dieta pode causar problemas como gordura no fígado ou até mesmo a obesidade, quando o gasto energético desses pets for menor que a quantidade de calorias ingerida. Se você tem dúvida sobre a quantidade de semente de girassol que você pode dar ao seu papagaio, é aconselhável que procure um veterinário de confiança. Ele te orientará da melhor maneira sobre o assunto. ALIMENTOS PROIBIDOS PARA OS PAPAGAIOS Vale lembrar que existem alimentos que são proibidos de se oferecer ao papagaio, sendo muitos deles tóxicos e podendo levar a morte do pet. Alguns exemplos são: Chocolate (cacau) Abacate Leite Açúcares em geral Alho Cebola Frituras Tomate Ainda tem alguma dúvida sobre o assunto? Conte nos comentários para gente ou entre em contato com um de nossos especialistas!

Assim como nós, os papagaios também precisam de uma dieta equilibrada e balanceada, pensada especialmente para eles.  Você sabe o que oferecer para o seu papagaio comer? Entenda tudo sobre o assunto neste post! A alimentação do papagaio: como deve ser? É comum achar que a base da alimentação dos papagaios deve ser composta apenas […]

PETS IDOSOS X ANESTESIA: entenda o assunto

É comum na medicina veterinária a necessidade de sedação ou anestesia para muitos procedimentos, porém isso pode trazer riscos ao animal. Sabemos que existem muitas dúvidas relacionadas à anestesia em pets, principalmente em idosos. Por isso, preparamos um post explicando melhor para você. Acompanhe abaixo! TIPOS DE ANESTESIA O tipo de anestesia indicado depende do procedimento a ser realizado. Pode ser necessária apenas uma tranquilização ou sedação, para raio-x ou uma biópsia por exemplo. Grande parte dos procedimentos são realizados com anestesia geral, que pode ser injetável ou inalatória. Ambas as formas, podem ser complementadas com infusões analgésicas e bloqueios locais utilizando equipamentos modernos para que o pet não sinta dor durante o procedimento, e também auxiliando a manter o paciente mais estável durante a anestesia. Todos os tipos de anestesia podem ser muito seguros, porém é de extrema importância que um anestesista veterinário capacitado acompanhe o paciente durante todo o procedimento, monitorando todos os parâmetros para que possa agir rapidamente caso aconteça qualquer intercorrência. ANESTESIA EM PETS IDOSOS Para reduzir ao máximo o risco anestésico em pacientes idosos, devemos realizar exames pré-operatórios, como exames cardíacos e de sangue, para avaliar a saúde geral do pet, já que os animais idosos tendem a ter mais problemas de saúde do que os pets mais jovens. Ao analisarmos todos esses exames, concluímos se esse paciente pode ou não ser submetido à anestesia naquele momento de forma muito mais segura e eficaz. Ficou alguma dúvida sobre o assunto? Conte com nossos especialistas para te ajudar! Nós, da Inova Hospital Veterinário estamos à disposição para atender você e seu pet!

É comum na medicina veterinária a necessidade de sedação ou anestesia para muitos procedimentos, porém isso pode trazer riscos ao animal.  Sabemos que existem muitas dúvidas relacionadas à anestesia em pets, principalmente em idosos. Por isso, preparamos um post explicando melhor para você. Acompanhe abaixo!  Tipos de Anestesia O tipo de anestesia indicado depende do […]

Dipirona para gatos: quando é indicada?

A dipirona é um remédio que foi sintetizado pela primeira vez na Alemanha, em meados de 1920, e começou a ser comercializada no Brasil em 1922, sendo composta por uma substância chamada de metamizol, que é um ácido enólico de fraca ação anti inflamatória, e de ação analgésica sendo um dos principais motivos dos quais se é indicada a dipirona para gatos. Leia e entenda quando você pode dar dipirona para gatos! Afinal, gato pode tomar dipirona? A dipirona é um medicamento de uso comum para humanos, porém muitas dúvidas surgem quando a pergunta é “posso dar dipirona para gatos?” Sim, dipirona pode ser dada para gatos! Porém, é preciso ter cuidado: a dipirona é um composto fenólico e os gatos apresentam uma certa limitação para metabolizar essa substância. Em doses erradas, pode levar à intoxicação do pet. Qual a dose de dipirona para gatos? Sabendo da limitação dos felinos quanto ao uso da dipirona, a orientação é utilizar o medicamento com cautela, em doses e frequências prescritas por um médico veterinário. Para saber quantas gotas de dipirona dar para seu gato é necessário fazer um cálculo a partir do peso e tamanho do seu pet. Ou seja: cada caso deve ser avaliado de maneira individual, com acompanhamento e orientação de um especialista. Dipirona para gatos: é necessário descobrir a fonte da dor A dipirona é um remédio para alívio de dor nos gatos, porém ela não trata a doença em si. É necessário encontrar a origem dessa dor, que pode ser desde um resfriado até mesmo um problema de saúde mais sério. O diagnóstico deve ser feito por um especialista, que saberá a melhor forma de prosseguir com o tratamento da doença. Substâncias proibidas para gatos: conheça algumas Apesar do uso da dipirona para gatos ser permitido, outras substâncias podem ser letais para os felinos. Confira algumas: Paracetamol; Diclofenaco; Piretrinas e piretróides (inseticidas vendidos para o tratamento de infestações de pulgas e carrapatos em cães); Fenazopiridina - PYRIDIUM/UROVIT; Lírio (planta); Azul de metileno - SEPURIN. Seu gatinho está apresentado algum sinal de dor? Entre em contato com a gente!

A dipirona é um remédio que foi sintetizado pela primeira vez na Alemanha, em meados de 1920, e começou a ser comercializada no Brasil em 1922, sendo composta por uma substância chamada de metamizol, que é um ácido enólico de fraca ação anti inflamatória, e de ação analgésica sendo um dos principais motivos dos quais […]

Leucemia felina: guia completo

A leucemia felina, também conhecida como Felv (Feline leukemia vírus), é ocasionada por um vírus que pode provocar infecção permanente nos gatos, produzindo sintomas muito parecidos com os da leucemia em seres humanos, podendo levar o pet à morte. Por esse motivo, a FELV é considerada uma das doenças mais graves para os bichanos, sendo muito mais comum do que a maioria das pessoas pensam. Leia o texto abaixo e saiba tudo sobre essa patologia! COMO ACONTECE A TRANSMISSÃO DA LEUCEMIA FELINA? Enquanto a leucemia possui causas desconhecidas em seres humanos, a Felv (leucemia viral felina), pode ser transmitida através do contato de gatos saudáveis com a saliva, fezes, leite e urina de um bichano afetado. Isso quer dizer que a transmissão é muito frequente entre gatos que convivem juntos e compartilham seus potinhos de alimentos, caixas de areia e bebedouros e em gatos que têm acesso a rua, podendo entrar em contato com outros gatos contaminados. Por esse motivo, é muito importante saber se o gato é positivo para Felv e evitar que ele tenha acesso a rua. Além disso, o vírus da leucemia felina também pode ser transmitido em brigas e quando a gata dá à luz a filhotes por via transplacentária. QUAIS OS PRINCIPAIS SINTOMAS DA LEUCEMIA FELINA? Antes de conhecer os sintomas da leucemia viral felina, é importante ter em mente que existem muitos gatos que são positivos para a doença, mas que não apresentam sintomas, transmitindo a doença para outros felinos. Por isso, existem muitos tutores que nem ficam sabendo que o seu pet é positivo para o vírus. Os principais sintomas perceptíveis da leucemia felina são: 1- Perda de peso; 2- Anemia; 3- Estomatites (inflamações intensas na boca); 4- Anorexia; 5- Febre; 6- Apatia; 7- Problemas respiratórios. Sendo assim, ao perceber qualquer um desses sintomas, é de extrema importância que o tutor procure por um veterinário, visando começar o tratamento da doença antes que ela possa causar complicações mais graves ao pet. LEUCEMIA FELINA MATA? Infelizmente, a leucemia viral felina não tem cura e suas complicações são graves, fazendo com que a expectativa de vida de um felino contaminado pela Felv seja de aproximadamente 3 anos pós-diagnóstico, já que o vírus ataca o sistema imunológico e possui capacidade de desenvolver tumores nos órgãos e medula óssea. PORTANTO, COMO DIAGNOSTICAR E TRATAR LEUCEMIA FELINA? Quando há suspeita de Felv, é importante encaminhar o pet o quanto antes para um hospital veterinário, onde serão realizados exames laboratoriais, iniciando pelo teste de antígenos Elisa e/ou o exame PCR, para o diagnóstico da doença Caso a doença seja confirmada, vale lembrar que ela é uma patologia que não possui cura. Porém, isso não quer dizer que nada pode ser feito para prolongar a vida do gato. No caso, o tratamento da leucemia viral felina será realizado através da amenização das infecções secundárias, o que diminuirá o impacto da doença no bichano. Os passos para o tratamento serão dados pelo veterinário e dependerão do estado do animal. Também é importante frisar que o gato não estará livre do vírus, portanto, vai precisar de cuidados especiais pelo resto de sua vida, seja com os tratamentos indicados e orientações de como prevenir outras doenças e a disseminação do vírus para outros gatos. LEUCEMIA FELINA: COMO PREVENIR? Saiba que, ao contrário do que algumas pessoas pensam, é possível prevenir que o pet se contamine com a leucemia viral felina. Para isso, é importante levar gato ao veterinário, realizar os testes de check-up, fazer a vacina quíntupla (V5) – que além de prevenir a Felv também previne outras 4 viroses, e evitar que o bichano tenha acesso à rua. A castração de gatos é uma aliada para diminuir as chances do gato querer fugir de casa, evitando assim o contato com outros felinos e as brigas de disputa por território e fêmeas. Além disso, é importante o cuidado ao incluir um novo felino no ambiente sem ter o histórico de saúde do novo bichano. A Inova possui equipe atualizada e especializada em felinos para que seu pet possa receber sempre a melhor assistência e tratamento.

A leucemia felina, também conhecida como Felv (Feline leukemia vírus), é ocasionada por um vírus que pode provocar infecção permanente nos gatos, produzindo sintomas muito parecidos com os da leucemia em seres humanos, podendo levar o pet à morte. Por esse motivo, a FELV é considerada uma das doenças mais graves para os bichanos, sendo […]

Como saber se o cachorro está com febre?

Uma das dúvidas de quem acaba de adotar um cão é sobre as doenças que o pet pode ter, como por exemplo, como saber se o cachorro está com febre. Bom, ao contrário de nós, seres humanos, os cães não avisam quando estão doentes, portanto é necessário prestar muita atenção para perceber algo errado. A febre, por exemplo, quando acontece nos cachorros, pode indicar algo fora do comum, que vai muito além da alta temperatura e pode ser extremamente prejudicial para a vida do animal. Por isso, leia o texto abaixo e descubra como saber se o seu cachorro está com febre e o que fazer quando isso acontecer! COMO SABER SE O CACHORRO ESTÁ COM FEBRE: CONHEÇA OS PRIMEIROS SINTOMAS! Conforme seu pet vai se desenvolvendo, é normal que você perceba alguns traços da personalidade e do comportamento do seu cão e, se você quer saber se o seu cachorro está com febre, isso é a primeira coisa que muda quando eles não estão na temperatura normal de cachorro, é possível perceber uma mudança no comportamento e na disposição do pet. Na maioria das vezes, os sintomas de febre em cachorro levam os animais a ficar mais apáticos e quietos, assim como quando estão com cinomose. Além disso, a condição de febre também pode afetar a aparência do focinho, que fica mais seco, sendo possível sentir, a respiração do cão muito mais quente do que se estava acostumado. COMO SABER SE O CACHORRO ESTÁ COM FEBRE: COMO MEDIR A TEMPERATURA? Caso o seu cão esteja dando indícios de estar com febre, saiba que é possível medir a temperatura sem precisar visitar um veterinário. Você pode utilizar um termômetro digital, mas nunca um de mercúrio, que pode ser prejudicial para o pet. Confira como saber se meu cachorro está com febre medindo a temperatura: 1- Mantenha o cachorro em uma posição confortável; 2- Introduza o termômetro digital no ânus do animal, com muito cuidado, até encostar na parede anal; 3- Por fim, aperte o botão para inicializar o termômetro digital e aguarde para que a ferramenta detecte a temperatura do cão. O ideal é fazer isso com a ajuda de outra pessoa, já que o cão pode ficar incomodado e acabar não deixando que você introduza o aparelho. Porém, caso não queira tentar, leve-o a um veterinário, que irá realizar esse procedimento para medir a temperatura e detectar a febre. COMO SABER SE O MEU CACHORRO ESTÁ COM FEBRE: QUAL É A TEMPERATURA NORMAL DE CACHORRO? Essa é a dúvida de muitos tutores de primeira viagem. Afinal, qual é a temperatura normal de cachorro? Bom, ao contrário dos seres humanos, os animais costumam ter uma temperatura mais alta mesmo. Enquanto para nós, 36ºC é normal, para os cães, entre 38ºC e 39,3ºC é considerado absolutamente normal. Se estiver com mais do que isso, provavelmente está com febre e precisa ser encaminhado, o quanto antes, a um hospital veterinário. MEU CACHORRO ESTÁ COM FEBRE. O QUE PODE SER? A febre, assim como nos seres humanos, é um mecanismo de defesa do organismo dos cães para avisar que há algo errado. Pode ser desencadeada por diversos problemas, que vão desde viroses leves até doenças fatais, portanto, não deve ser ignorada. Infecções por bactérias e vírus estão entre as principais causadoras de febre em cachorros, variando o seu nível de complicação de acordo com o tipo de vírus ou bactéria que contaminou o animal. Doenças que afetam o sistema imunológico dos cachorros também podem ser causadoras de febre e ter ela como primeiro sintoma. São exemplos a meningite, lúpus, a vasculite, entre outras. Até mesmo a raiva, uma das doenças mais perigosas para os cães, pode ter a febre como um dos primeiros sintomas, portanto, saiba que, assim que seu cão estiver com indícios de estar com febre, a visita a um veterinário é indispensável!

Uma das dúvidas de quem acaba de adotar um cão é sobre as doenças que o pet pode ter, como por exemplo, como saber se o cachorro está com febre. Bom, ao contrário de nós, seres humanos, os cães não avisam quando estão doentes, portanto é necessário prestar muita atenção para perceber algo errado. A […]

Cachorro vomitando sangue: o que pode ser?

Um cachorro vomitando sangue é sempre motivo de atenção, pois, pode estar associado a algum problema sério na saúde do pet. Da mesma maneira de que para os humanos, é um sinal de alerta vermelho do organismo, um pet vomitando sangue deve ser levado imediatamente para uma avaliação veterinária. Leia e saiba o que fazer! CACHORRO VOMITANDO SANGUE: A PRIMEIRA COISA QUE SE DEVE FAZER É OBSERVAR! Se o seu cachorro estiver vomitando sangue, saiba que a primeira coisa que deve fazer é observar a consistência e a coloração do sangue, já que, ao contrário do que a maioria das pessoas pensam, nem todo sangue expelido pelo cão vem dos órgãos internos. Ele também pode vir de algum ferimento da boca, onde o sangue é engolido e o pet pode colocar para fora posteriormente. Nesse caso o sangue costuma se apresentar mais escuro e em coágulos sendo um caso menos preocupante. Se o vômito de sangue do cachorro apresentar pontos de sangue brilhantes, como se fosse “fresco”, é muito improvável que o problema seja gastrointestinal, que geralmente apresenta um sangue com a “cor de café” (vômito de cachorro coagulado) e também pode aparecer nas fezes. Essas observações são importantes e ajudarão o veterinário a investigar o motivo pelo qual o seu cachorro vomitou sangue! QUANDO O CACHORRO VOMITA SANGUE: QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS CAUSAS? Além de problemas gastrointestinais, existem diversas outras causas que podem resultar no vômito com sangue do cachorro. Confira: 1- Ingestão de objetos pontiagudos e estranhos; 2- Intoxicação por veneno; 3- Verminose; 4- Coagulopatia (distúrbio muito comum de coagulação do sangue); 5- Cinomose; 6- Lesões internas; 7- Câncer; 8- Infecções; 9- Síndrome do intestino irritado; 10- Transtornos autoimunes. O QUE FAZER QUANDO O CACHORRO ESTÁ VOMITANDO SANGUE? Se o seu pet estiver vomitando sangue, você deve levá-lo imediatamente ao veterinário. Caso tente dar algum remédio caseiro para vômito de cachorro com sangue por conta própria e ele não for o ideal para aquela situação, saiba que isso pode agravar ainda mais o problema e fazer com que seu pet sinta um desconforto ainda maior. Portanto, a ajuda profissional, nesse momento, é mais do que essencial, sendo necessário, na maioria das vezes, que o cão passe por uma radiografia, ultrassonografia e um exame de sangue para fazer uma avaliação completa das funções renais e hepáticas do pet, a fim de identificar o problema. Além das características do vômito de cachorro com sangue, também é importante que você passe outras informações para o veterinário, como por exemplo, quando foi a última vermifugação do animal (para descartar a verminose), se sumiu algo de casa nos últimos dias e, principalmente, levar todos os exames que o pet fez nos últimos tempos, para que assim o profissional consiga analisar quaisquer mudanças em seu quadro de saúde. A partir dessas informações, o veterinário identificará a razão pela qual o seu cachorro está vomitando sangue coagulado ou normal e recomendar o tratamento e os medicamentos adequados. COMO PREVENIR O VÔMITO COM SANGUE EM CACHORROS? Na grande maioria das vezes, o cachorro vomitando sangue é algo inesperado, o que aumenta ainda mais a importância de se fazer check-ups periódicos, a fim de identificar precocemente infecções ou doenças que podem, de alguma maneira, causar o vômito com sangue. Também é importante observar a rotina e o comportamento do seu pet, assim como o ambiente em que ele está vivendo. É essencial ter a informação do que ele come, se ele gosta de comer plantas que, por algum motivo, podem fazer mal ao seu organismo, qual pet ou ser humano passa mais tempo com ele e, principalmente, se ele gosta de mastigar objetos e outras coisas que não são alimentos, sendo necessário reduzir ao máximo potenciais causadores do problema.

Um cachorro vomitando sangue é sempre motivo de atenção, pois, pode estar associado a algum problema sério na saúde do pet. Da mesma maneira de que para os humanos, é um sinal de alerta vermelho do organismo, um pet vomitando sangue deve ser levado imediatamente para uma avaliação veterinária. Leia e saiba o que fazer! […]

Como cuidar de um cágado tigre d´água?

Cágados ou tigres d´água são um dos animais mais populares entre pessoas que desejam ter um pet em casa que não seja um cachorro ou um gatinho. Porém, por falta de conhecimento, existem muitas dúvidas de como cuidar de um cágado. Se você quer saber como cuidar de um cágado, leia o texto abaixo e descubra! ANTES DE TUDO, O QUE ESPERAR DE UM CÁGADO COMO ANIMAL DE ESTIMAÇÃO? A primeira coisa que se precisa ter em mente para cuidar de um cágado é que ele é um compromisso de longo prazo. Quando bem cuidado, esse animal pode viver por até 30 anos, podendo passar, inclusive, por mais de uma geração da família. Além disso, a maioria dos cágados ou tigre d´água cresce bastante e necessitam de grandes tanques ou caixas para viver bem. Eles podem chegar à vida adulta com até seis vezes seu tamanho inicial. Também é importante que esses pets tenham um espaço grande no exterior de seu ambiente. Os cágados, principalmente as maiores, podem produzir uma grande quantidade de resíduos, necessitando de limpezas constantes. É importante ressaltar aqui sobre a importância de sempre buscar um pet legalizado, com autorização do IBAMA. Ao fazer isso, você se certifica que aquele cágado foi criado em cativeiro, e não capturado na natureza. Com isso, você estará contribuindo para a preservação desses animais e do meio ambiente, além de evitar penalidades de acordo com a Lei de Crimes Ambientais. COMO CUIDAR DE UM CÁGADO? CONFIRA ALGUMAS DICAS! Alguns fatores são extremamente necessários para que um cágado viva bem, como por exemplo, permanecer em uma temperatura adequada e ter uma alimentação que condiz com a sua espécie. Confira algumas dicas: 1- Temperatura correta É importante que o cágado viva em um ambiente em que a temperatura fique em 25 a 28 graus C. Isso porque esses pets costumam ficar mais lentos e parar de comer em baixas temperaturas. 2- Exposição solar A exposição solar é importante para a metabolização da vitamina D que, por sua vez, auxilia na absorção do cálcio. Sem isso, o cágado corre o risco de desenvolver doenças ósseas como o raquitismo e a osteoporose. Aconselhamos que o cágado tome sol por, pelo menos, 15 minutos por dia. 3- Mantenha a água limpa para evitar problemas de saúde Se você tem cágados em espaços abertos, mantenha os espaços com água sempre limpa e se tiver um lago artificial, que haja água corrente. Manter a água suja pode trazer doenças e afetar a qualidade de vida do pet. 4- Configure o habitat do cágado O ambiente ideal para manter o cágado é um aquaterrário. Esses espaços, em geral, possuem uma plataforma em que o animal sobe para descansar e tomar sol. Não esqueça que o cágado é um animal que tende a crescer bastante, então o aquaterrário deve ser pensado de modo que haja espaço suficiente para isso. 5- Mantenha uma alimentação adequada É importante oferecer uma dieta completa e balanceada feita especificamente para os cágados. Para isso, é necessário visitar um especialista, procurando montar uma dieta com base nas características da raça do animal. As rações oferecidas devem ser peletizadas flutuantes, de marcas confiáveis (feitas com tratamento de vapor e compressão, a ração peletizada tem valor nutricional maior). Pequenos peixes e pequenos invertebrados também podem ser oferecidos, além da suplementação de cálcio, feita com orientação veterinária. COMO CUIDAR DE CÁGADOS: Apesar de demandar cuidados específicos, um cágado pode trazer muita felicidade para a casa de quem o adota. Portanto, se você veio aqui querendo saber como cuidar de um cágado, saiba que seguir as dicas é fundamental, além de procurar por um veterinário especializado em silvestres para acompanhar a saúde do seu pet rotineiramente.

Cágados ou tigres d´água são um dos animais mais populares entre pessoas que desejam ter um pet em casa que não seja um cachorro ou um gatinho. Porém, por falta de conhecimento, existem muitas dúvidas de como cuidar de um cágado. Se você quer saber como cuidar de um cágado, leia o texto abaixo e […]

Tártaro em cães: complicações e tratamento

Assim como nós, os nossos amigos de 4 patas também precisam de uma atenção especial à saúde bucal. O tártaro em cães, por exemplo, é um assunto que deve ser levado a sério pois, se não tratado, pode levar a perda dos dentes de forma precoce ou até mesmo a outras doenças graves. Entenda mais sobre as causas e tratamento do tártaro em cães no texto abaixo! TÁRTARO EM CÃES: O QUE É E POR QUE ACONTECE? Assim como nos humanos, o tártaro em cães é o acúmulo de sujeira nos dentes devido a falta de limpeza e escovação, formando uma placa bacteriana. COMO PREVENIR O TÁRTARO EM CÃES? Existem muitas dúvidas sobre como limpar o dente dos cachorros e prevenir o tártaro em cães. O ideal é realizar a escovação dos dentes do seu pet diariamente utilizando escovas adequadas ao porte do pet e pastas específicas para cães. A ração deve ser a base da alimentação do cãozinho, evitando oferecer a ele alimentos inadequados que facilitam a formação do tártaro em cachorros. TÁRTARO EM CÃES: COMO IDENTIFICAR? Muitas pessoas ainda tem dúvidas sobre como identificar o tártaro em cães. O mau-hálito e manchas amareladas nos dentes são sinais de que é necessário dar uma atenção maior a higiene bucal do seu cãozinho. A presença de dor é um sinal de tártaro avançado em cães. TÁRTARO EM CÃES: COMPLICAÇÕES E TRATAMENTO A saúde do seu pet é um assunto sério, por isso, nunca recorra a remédios caseiros para tártaro em cães sem a orientação de um especialista veterinário. Além da escovação diária, como citamos acima, é fundamental o acompanhamento feito por um veterinário de confiança, que examinará os dentes do pet e fará a limpeza, se necessário. Se não tratado, o tártaro pode ser a porta de entrada para doenças mais graves, como infecções renais, infecções cardíacas e, até mesmo infecções generalizadas nos cães. Que tal aproveitar o final do ano para fazer um check-up completo do seu amiguinho aqui na Inova? Agende uma consulta hoje mesmo! Leia também: Obesidade canina: como evitar e cuidar desse problema

Assim como nós, os nossos amigos de 4 patas também precisam de uma atenção especial à saúde bucal. O tártaro em cães, por exemplo, é um assunto que deve ser levado a sério pois, se não tratado, pode levar a perda dos dentes de forma precoce ou até mesmo a outras doenças graves.  Entenda mais […]