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Cachorro pode comer tomate? Benefícios e riscos

  • julho 29, 2025
  • 10:00
Cachorro com tomate segurando tomate na boca para representar se o fruto pode ser comido por cães.

O cachorro pode comer tomate, mas com moderação. O fruto maduro é seguro, enquanto folhas, caule e tomates verdes contêm substâncias tóxicas. 

Será que cachorro pode comer tomate? Algumas frutas, legumes e verduras podem ser nocivos para os pets, por isso é fundamental perguntar aos veterinários quais alimentos podem ser oferecidos aos cães antes que comam.

É seguro oferecer tomate ao cachorro como petisco, desde que esteja maduro. Por outro lado, não deve dar outras partes da planta, como folhas e caule, porque contêm substâncias tóxicas.

Neste artigo, você vai entender os benefícios e os riscos do tomate para cachorros, como oferecer esse alimento de forma segura, e em quais situações ele deve ser evitado. 

Existem benefícios de oferecer tomate para o cachorro?

Oferecer tomate maduro ao seu cão, de forma segura e em pequenas quantidades, pode trazer alguns benefícios nutricionais. 

O tomate é rico em vitaminas A, C e K, nutrientes importantes para a manutenção da saúde dos pets. 

Além disso, é fonte de licopeno, um antioxidante natural que pode contribuir para a proteção celular e auxiliar no fortalecimento do sistema imunológico dos cães.

Outro benefício é que o tomate contém baixo teor calórico, por isso, é uma opção interessante para oferecer como petisco ocasional para cachorros com tendência ao sobrepeso. 

O tomate ainda pode ajudar a manter a hidratação do cão, já que sua composição é majoritariamente de água.

Veja também:

Saiba aqui tudo o que cachorro pode comer… 

Tomate pode fazer mal para cachorro?

Sim, embora o fruto maduro seja geralmente seguro, outras partes da planta do tomate, como folhas, caule e o próprio tomate verde não são seguros.

Essas partes do fruto contêm solanina, uma substância tóxica para cães, portanto, sua ingestão pode provocar sinais clínicos como:

  • Vômito;
  • Diarreia;
  • Fraqueza;
  • Tremores.

Além disso, a ingestão inadequada do tomate pode causar alterações cardíacas, em casos mais graves. Até o consumo exagerado de tomate maduro pode causar desconforto gastrointestinal, mesmo que a fruta esteja em boas condições. 

Por isso, o ideal é sempre oferecer pequenas quantidades e observar a reação do pet.

Se você observar qualquer sintoma após seu cachorro comer tomate, principalmente se ele ingeriu partes verdes da planta ou alimentos com molho de tomate, procure um veterinário imediatamente.

Leia mais sobre: 

Alimentos que cachorro não pode comer: guia completo 

Como oferecer tomate para cachorro com segurança?

Para garantir que seu cachorro consuma tomate sem passar mal, siga as recomendações abaixo:

  • Prefira sempre tomates maduros e frescos, aqueles bem vermelhos;
  • Lave bem com água corrente antes de oferecer para remover possíveis resíduos de agrotóxicos ou sujeiras;
  • Retire o talo e qualquer parte verde, porque essas partes concentram substâncias tóxicas;
  • Corte o tomate em pedaços pequenos para facilitar a mastigação e evitar engasgos, principalmente no caso de raças pequenas como o Shih Tzu;
  • O tomate deve ser oferecido como um petisco natural, e não como substituto da alimentação principal.

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Cuidados importantes ao oferecer tomate para cachorro

O cachorro pode comer tomate cru e maduro em pequenas quantidades. A porção para cada pet depende do seu porte e da saúde do cão. 

Para cães pequenos, um ou dois pedaços já são suficientes. Para cães maiores, a porção pode ser um pouco maior, mas sempre com moderação. O tomate deve ser um petisco esporádico, não uma parte fixa da dieta diária.

Além disso, se o seu pet tem diabetes, gastrite, colite, síndrome do intestino irritável ou qualquer condição digestiva crônica, o ideal é conversar com o veterinário antes de oferecer tomate. 

Em casos assim, a introdução de novos alimentos deve ser feita com orientação profissional, para evitar desequilíbrios ou agravar o quadro clínico.

Abaixo, veja outras dúvidas que os tutores têm em relação ao alimentos:

Cachorro pode comer tomate seco?

O tomate seco pode ser oferecido ocasionalmente, mas com muita cautela. Isso porque, durante o processo de secagem, é comum o uso de temperos como alho e cebola, que são tóxicos para os cães, mesmo em pequenas quantidades. 

Portanto, se for oferecer tomate seco, certifique que o alimento seja livre de condimentos, e limite a quantidade oferecida.

Cachorro pode comer molho de tomate?

Apesar de parecer inofensivo, o molho de tomate industrializado ou caseiro costuma conter ingredientes prejudiciais, como cebola, alho, sal, pimenta, açúcar ou conservantes. 

Todos esses componentes podem causar problemas gastrointestinais ou até intoxicações. Por isso, molho ou extrato de tomate não são recomendados para cachorros.

Cachorro pode comer tomates verdes?

O tomate verde (ainda imaturo) contém níveis mais elevados de solanina, que é tóxica para os cães. 

A ingestão pode causar sintomas como apatia, vômitos, diarreia e fraqueza. Por isso, não ofereça tomates verdes ou partes verdes da planta (folhas, talo ou ramos) ao seu pet.

Cachorro pode comer tomate cozido?

Sim, desde que seja preparado sem temperos, óleos ou condimentos. O cozimento pode até facilitar a digestão e aumentar a disponibilidade de certos nutrientes, como o licopeno, um antioxidante benéfico.

No entanto, é essencial que o tomate esteja maduro e que partes tóxicas, como caule e folhas, sejam completamente removidas antes do cozimento. 

Cachorro pode comer tomate cereja?

Também é seguro oferecer o alimento seguindo os mesmos cuidados que se aplicam ao tomate comum. 

O tomate cereja é uma variedade menor e mais adocicada, e, quando maduro, também é seguro para cães em pequenas quantidades.

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Inova Veterinária

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Na Inova Hospital Veterinário 24h, contamos com veterinários especializados que avaliam o estado nutricional do seu companheiro fiel e desenvolvem planos alimentares de acordo com suas necessidades clínicas e fisiológicas.

Esse acompanhamento é fundamental para cães com diabetes, alergias alimentares, doenças renais e gastrointestinais, para evitar que reações ou complicações com a ingestão de alimentos inadequados.

O acompanhamento regular também é importante para quem busca prevenir problemas por meio de uma alimentação balanceada, inclusive, para obter orientações sobre a ingestão de alimentos no dia a dia, como o tomate.

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Conheça nossas unidades em Sorocaba:

Unidade Nogueira Padilha: Hospital 24h e Clínica de Especialidades

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A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

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