RG Pet: entenda o que é, a importância e como emitir

Você já ouviu falar em RG Pet? Esse é o principal registro da população pet no Brasil e tem como objetivo identificar os animais domésticos com segurança e confiabilidade por meio de um número, assim como acontece com o RG dos seres humanos. Entenda mais sobre essa solução que pode ajudar e proteger os seus pets. RG Pet: o que é? O RG Pet é um sistema criado e desenvolvido pelo Instituto Pet Brasil, entidade de representação oficial do setor PET no Brasil. Busca cadastrar os pets em um número único, que também é intransferível e insubstituível. Esse cadastro irá vincular diversas informações cadastrais do pet e seu tutor, concentrando todo o histórico e atividades principais em um único registro. No momento, é possível fazer RG Pet para gatos, cachorros, pássaros, canoras, ornamentais, peixes, pequenos roedores e répteis. RG Pet: importância O RG para pets é de extrema importância para garantir a identificação dos pets por meio de um chip ou sistema biométrico, garantindo a reciprocidade da informação do pet com o seu RG. É um processo similar ao RG que os seres humanos utilizam. O cadastro do RG de Pet também permite benefícios como: Controle e contagem da população pet; Estatísticas confiáveis acerca da população pet no Brasil; Responsabilizar o proprietário no caso de abandono do pet (promoção da posse responsável); Centralização do prontuário veterinário e vacinas; Promoções junto à rede de Pet shops e veterinários parceiros. Leia mais: Pet friendly Gravidez e pets Como fazer o rg do meu pet? Como fazer o RG do pet, com certeza, é uma grande dúvida dos tutores após ficarem sabendo sobre a existência desse registro e da sua importância. O processo é muito simples e fácil. Será preciso apenas realizar o cadastro dos dados do tutor, como nome, CPF, endereço, celular etc. e do pet no site do RG Pet. O número de RG do pet será atribuído a ele quando o cadastro for finalizado. O processo de cadastro e criação do RG Pet é gratuito, mas, caso o tutor queira realizar a etapa da identificação (chip ou sistema biométrico), precisa procurar um veterinário, pet shop ou clínica credenciada para finalizar o processo. Essa parte é paga diretamente para quem fizer a implantação. Não é um procedimento obrigatório, mas garante a reciprocidade entre o cadastro e o pet. Microchipagem Os microchips são minicircuitos do tamanho de um grão de arroz, produzidos para serem implantados sob a pele dos pets. O material utilizado é biocompatível, ou seja, não causa nenhum tipo de reação no seu amiguinho ou no local de aplicação. Essa identidade (RG Pet) faz com que o pet seja facilmente identificado em clínicas veterinárias e centro de zoonoses, oferecendo segurança para ele e auxiliando em sua identificação em caso de fuga, perda ou roubo. Leia também: Como cuidar de um cágado Pet transmite doença? RG Pet: faça a aplicação do chip na Inova! Depois de descobrir como fazer RG para pet, quem estiver procurando por um hospital veterinário para fazer a aplicação do chip subcutâneo pode contar com a Inova. A Inova oferece o serviço de microchipagem, que é uma forma moderna e eficaz de identificação dos pets. A aplicação é simples e rápida, seguindo os princípios da administração subcutânea de qualquer medicamento, podendo ser realizada a partir dos 2 meses de idade. A Inova respeita as normas internacionais quanto ao local de aplicação do transponder, ou seja, no subcutâneo do dorso, entre as escápulas. Após a implantação, o microchip não requer nenhum tipo de manutenção e permanece ativo durante toda a vida do pet. Ficou interessado em registrar o seu pet? Faça o RG Pet grátis e procure a Inova para Implantação do chip.

Você já ouviu falar em RG Pet? Esse é o principal registro da população pet no Brasil e tem como objetivo identificar os animais domésticos com segurança e confiabilidade por meio de um número, assim como acontece com o RG dos seres humanos.  Entenda mais sobre essa solução que pode ajudar e proteger os seus […]

Leishmaniose: quais os riscos para o seu pet?

A Leishmaniose é uma infecção parasitária que pode apresentar quadros graves, com diversos riscos para o pet, como emagrecimento intenso, anemia, acometimento de órgãos e até óbito. Continue lendo e entenda por que deve ser tratada o quanto antes. O que é Leishmaniose? Essa doença é uma uma infecção parasitária. O que causa Leishmaniose é o protozoário do tipo Leishmania, transmitido pela picada de mosquitos flebotomíneos, popularmente conhecidos como mosquito-palha. Essa é uma zoonose muito comum em países tropicais, com clima quente e úmido. Por isso, no nosso país, é preciso muita atenção no estado de saúde do seu pet pois a leishmaniose em cachorros é um quadro bastante perigoso, que, muitas vezes, pode ser subestimado. Se a patologia não for tratada devidamente, dependendo do tipo, pode levar a óbito em 90% dos casos, porque com o protozoário no organismo do pet, as células do sistema imunológico são atacadas, assim como na hemoparasitose, podendo atingir órgãos como baço, fígado e medula óssea. Outro ponto que merece destaque é que a doença também pode acometer os seres humanos, por isso é denominada de zoonose. Segundo dados do Ministério da Saúde, no Brasil, a patologia afeta mais de 3.500 pessoas todos os anos, e para cada humano afetado, a estimativa é que haja 200 cães infectados. Leishmaniose cutânea, visceral e mucocutânea: qual a diferença? A doença é dividida em: Leishmaniose Visceral, que ataca os órgãos internos (e também a pele); Leishmaniose Cutânea, que ataca a pele; Leishmaniose Mucocutânea, que ataca mucosas e pele. A Leishmaniose em cães mais comum é a visceral (LV ou calazar, como também é conhecida), já que a cutânea é causada por um agente diferente, que não tem o cachorro como seu principal alvo. Mas, diferente de outras doenças, como a cinomose, a transmissão não acontece pelo contato direto com cães infectados e nem de pessoa para pessoa. A transmissão da Leishmaniose Visceral Canina vai ocorrer por meio da picada do mosquito-palha de gênero feminino, conhecido cientificamente como Lutzomyia Longipalpis. O período de incubação - que é o intervalo entre a data de contato com o micro-organismo (picada) até o início dos sintomas - pode levar meses ou até mesmo anos. Por isso, a Leishmaniose é conhecida como uma doença silenciosa. Mesmo sem sinais da doença, o pet pode ser um potencial transmissor da doença, infectando outros mosquitos. Leishmaniose: sintomas Os sintomas da Leishmaniose podem variar de pet para pet, mas, no geral, um cachorro com leishmaniose pode apresentar: Lesões e descamações na pele; Emagrecimento e perda de apetite; Unhas deformadas e espessas; Quadros de desnutrição; Febre; Dificuldade na cicatrização de feridas; Nódulos e caroços; Hemorragias nasais; Problemas relacionados à visão, dentre outros sintomas. Como saber se o cachorro está com Leishmaniose? Diante de qualquer sintoma da doença, leve o seu amiguinho a uma consulta veterinária o mais breve possível, para que o diagnóstico correto seja feito por meio de exames de sangue de sorologia, parasitológico e molecular. Leishmaniose: tratamento Ainda não existe cura definitiva da Leishmaniose canina, apenas cura clínica. O que pode ser feito é o tratamento dos sintomas causados pela doença. O tratamento pode ser longo, porque visa, especialmente, diminuir a carga de parasitas no organismo do pet. Também podem ser indicados remédios para aliviar os sintomas. Vale lembrar que o pet infectado torna-se um reservatório da doença, então são necessários cuidados específicos com o ambiente no qual ele vive, pois caso o mosquito (Lutzomyia Longipalpis) volte a picá-lo, o mosquito também se infecta, e assim, pode levar a doença para outros animais e pessoas, que passam a ser novos hospedeiros, tornando-se um sério risco. Quanto tempo vive um cão com leishmaniose? Não há uma resposta precisa para essa questão. Quando o pet recebe o resultado positivo da doença, o que deve ficar claro para o tutor, é que o acompanhamento com um veterinário deve ser feito pelo resto da vida dele, tratando os sintomas provenientes da doença. Com o problema controlado, o pet, mesmo ainda infectado, costuma ter uma boa qualidade de vida e apresenta um risco menor na transmissão da doença. Porém, caso o tutor não possa realizar esse tratamento, o ideal é procurar o centro de zoonoses da cidade. Como tratar ferida de Leishmaniose? Ainda durante a consulta, o veterinário poderá orientar da melhor maneira sobre como limpar feridas de Leishmaniose, indicando muitas vezes pomadas e medicamentos com foco na cicatrização do local. Como prevenir a Leishmaniose? Já que a doença apresenta quadros tão graves, a melhor medida é tentar preveni-la: O mosquito-palha se reproduz colocando os seus ovos em matéria orgânica, logo é crucial prevenir a doença com algumas iniciativas, como por exemplo, manter a limpeza do ambiente sempre em dia, para evitar a proliferação de mosquitos. Usar repelentes contínuos como coleiras ou pipetas que previnem contra a picada do mosquito. Podemos também utilizar repelentes de controle no ambiente e telar a casa, evitando a presença do mosquito dentro de casa. A vacinação é de suma importância para auxiliar na proteção. A vacina pode ser aplicada a partir de 4 meses de vida do filhote, sendo administrada em 3 doses, com intervalo de 21 dias entre elas. Importante ressaltar que o reforço dessa vacina após as primeiras doses, é realizado anualmente! A carteirinha de vacinação do seu amiguinho está em dia? Conte com a Inova nesse processo! Agende uma consulta e venha nos visitar!

A Leishmaniose é uma infecção parasitária que pode apresentar quadros graves, com  diversos riscos para o pet, como emagrecimento intenso, anemia, acometimento de órgãos  e até óbito. Continue lendo e entenda por que deve ser tratada o quanto antes.  O que é Leishmaniose? Essa doença  é uma uma infecção parasitária.  O que causa Leishmaniose é […]

Câncer de mama em cachorro: guia completo

O câncer de mama em cachorros é uma das principais neoplasias que atingem esses pets. Segundo o Conselho Federal de Medicina Veterinária, essa doença atinge cerca de 45% das fêmeas caninas no país. Uma boa notícia é que, quando se manifesta de forma benigna, não prejudica em nada a qualidade de vida do pet, ou seja, possui tratamento e recuperação rápida. Porém, mesmo nos casos de tumor maligno é muito importante fazer o diagnóstico precoce da doença para aumentar as chances de cura. Aproveitando a corrente do #OutubroRosa, confira, no texto abaixo, tudo sobre o tumor de mama em cadelas! QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS FATORES PARA OCORRER O CÂNCER DE MAMA EM CADELAS? O câncer é caracterizado como um crescimento desordenado de células no organismo. No caso do tumor de mama em cachorro, essa multiplicação celular ocorre nas glândulas mamárias do pet . É mais comum em fêmeas, principalmente por conta da produção de hormônios como estrógeno e progesterona, porém, essa patologia também pode atingir os cachorros machos, sendo essencial que a prevenção aconteça para ambos os sexos. Essa disfunção hormonal citada anteriormente está muito atrelada a gravidez psicológica, outro problema muito comum, e é um dos principais fatores que podem levar ao desenvolvimento desse tipo de tumor em cães, juntamente com a ingestão de medicamentos hormonais, como anticoncepcionais. Além disso, quando as fêmeas entram no período de cio, de forma natural, acabam tendo uma grande descarga hormonal no organismo, o que também pode levar ao aparecimento da neoplasia (isso demonstra a importância da castração precoce dos pets). Fora esses, existem outros fatores como o sobrepeso, a obesidade canina e a idade avançada, que também podem contribuir para o surgimentos dos tumores. QUAIS OS SINAIS MAIS COMUNS DO CÂNCER DE MAMA EM CACHORRO? Como acentuamos anteriormente, o diagnóstico precoce do câncer de mama é essencial para garantir a eficácia do tratamento da doença. Por esse motivo, é muito importante prestar bastante atenção no aparecimento de possíveis sintomas de câncer de mama em cachorro, como por exemplo: 1- Inchaço ou dilatação nas mamas; 2- Dor ou incômodo na região com frequência; 3- Presença de secreções; 4- Caroços nas glândulas mamárias. Vale lembrar que nem sempre é possível ver esses sinais ao olho nu, aumentando ainda mais a importância de realizar exames clínicos regulares no pet. Câncer de mama em cachorro guia completo COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO PRECOCE DO CÂNCER DE MAMA EM CADELAS? De modo geral, a análise clínica costuma ser realizada através da palpação da região, sendo possível encontrar nódulos que comprovem o desenvolvimento da doença, assim como a análise do histórico e dos fatores de risco do pet. Além disso, para que se tenha um diagnóstico mais completo, podem ser solicitados exames de imagem, como tomografias, radiografias de tórax e ultrassonografias do abdômen. Esses exames fornecem informações muito importantes para que o tratamento possa ser definido. É através deles, inclusive, que é possível saber, caso a neoplasia seja confirmada, se o tumor está se espalhando para outras partes do corpo, o que agrava ainda mais a situação do animal. Portanto, ao identificar os sinais do câncer de mama em cadela, é recolhido um material do corpo para que seja feita a biópsia, que será capaz de fazer com que o veterinário possa dizer se o tumor é benigno ou maligno, além de outros dados essenciais para saber se aquele câncer de mama tem cura.

O câncer de mama em cachorros é uma das principais neoplasias que atingem esses pets. Segundo o Conselho Federal de Medicina Veterinária, essa doença atinge cerca de 45% das fêmeas caninas no país.

Ração Premium e Ração Super Premium: entenda as diferenças!

Quando falamos em nutrição, uma dúvida muito comum entre os tutores é referente à escolha da ração ideal. Afinal, atualmente, temos diversas categorias de rações disponíveis no mercado, e que são classificadas segundo os próprios fabricantes como Ração Standard, Ração Premium e Ração Super Premium.

Obesidade canina: como evitar e cuidar desse problema?

Obesidade canina: como evitar e cuidar desse problema?

A obesidade canina é, assim como para os seres humanos, um ponto de preocupação, pois pode acarretar diversos problemas para o seu pet.  Leia o texto e saiba como identificar obesidade em cães e o que fazer para evitá-la! Como diagnosticar obesidade canina? Saber com exatidão se o cachorro está obeso é uma tarefa muito […]

Guia completo sobre castração de gatos

Guia completo sobre castração de gatos

A castração de gatos é um dos temas mais falados pelas pessoas que já tem ou que desejam ter um felino em sua residência, já que é algo que pode trazer inúmeros benefícios para esses bichanos que vivem em ambientes mais restritos, como casas e apartamentos, por exemplo. Além de evitar crias indesejadas, esse procedimento […]

Especialidade Inova: Endoscopia | Dra. Marina Char

Seu pet costuma ter vômitos e diarreia frequentes, ou tem costume de comer coisas indevidas por aí?   Antes de submetê-lo a exames mais invasivos ou procedimentos cirúrgicos, lembre-se de que a endoscopia pode ser a opção mais segura! A endoscopia permite a visualização dos órgãos internos de maneira minimamente invasiva e é indicada para inúmeras […]

Cinomose: principais dúvidas!

A cinomose é uma doença viral causada por um vírus semelhante ao sarampo, um PARAMIXOVIRUS.  Geralmente, a cinomose apresenta sintomas de doença gastrintestinal (diarreia e vômitos) e/ou doença respiratória (rinite e pneumonia) antes do acometimento neurológico ou mesmo pode ser concomitante com a disfunção neurológica, o conjunto de sintomas reforçam o diagnóstico.  Entre os sintomas comuns estão ressecamento (hiperqueratose) do nariz e coxins, conjuntivite mucopurulenta, rinite mucopurulenta e coriorretinite (acometimento ocular com secreção). Os cães jovens acometidos por cinomose apresentam sintomas cerebrais, isto é, convulsão, alteração de comportamento, coma ou semi-comatoso, cegueira, mudança de comportamento e vocalização excessiva, como gritos que aparentam dor são muito comuns. Já os cães acima de um ano tendem a manifestar sinais de tronco encefálico, cerebelo e medula espinhal, perda de equilíbrio, ataxia, incoordenação, alterações de andar e perda de força dos membros, quando popularmente as pessoas falam que “descadera”. Cães mais velhos apresentam lesões cerebrais mais leves levando a alterações de comportamento e déficits visuais sem necessariamente apresentar convulsão. A cinomose não acomete gatos e nem humanos, dessa forma não existe risco de contágio, no entanto pode infectar cachorros do mato e furões. A mioclonia, a contração muscular rítmica e repetitiva (tics), é um acometimento muito comum na cinomose. A mioclonia é causada pelo vírus da cinomose em 90% das vezes que se apresenta no consultório veterinário por isso o veterinário chega a esse diagnóstico quando observa a mioclonia, dando a ele mais certeza que se trata dessa doença. Existe uma dificuldade muito grande para fechar o diagnóstico, os testes sorológicos e moleculares confirmam somente 50% dos casos, tendo um alto índice de falso negativo. Dessa forma, o veterinário terá dificuldade em confirmar a sua suspeita por meio de exames laboratoriais sendo necessário a confiança do tutor na sua conduta, e mesmo na interpretação dos sintomas apresentados. O tratamento também gera muita contradição, não existe um tratamento considerado eficaz para matar o vírus, fato que ocorre em muitas doenças virais humanas principalmente quando acometem o sistema nervoso. As mais citadas são a poliomielite e o sarampo, para a Medicina o que funciona é a VACINAÇÃO. Devemos vacinar 90% da população para assegurarmos a não circulação do vírus.  A vacinação contra a cinomose só abrange em torno de 40-60% da população canina no Brasil. Na Europa, Canadá e EUA praticamente não existe a cinomose porque atingem os 90% da população canina vacinada. Quando se depara com um caso de cinomose (suspeita) recomenda-se o tratamento sintomático, e quando atinge o sistema nervoso central, indica-se uso de vitaminas e medicamentos específicos que ajudam na resposta do organismo as lesões do vírus. O que não se sabe é como o vírus está agindo e lesando o Sistema Nervoso. Existem mais de cinco formas de destruição do sistema nervoso que agem de formas distintas aos medicamentos. Mesmo o diagnóstico e tratamento serem muito frustrantes, recomenda-se considerar sempre o tratamento indicado por um veterinário e tenham cuidado com os tratamentos alternativos que encontrarão na internet. A melhor recomendação que pode ser dada: VACINE seu cãozinho com um veterinário quando filhote e faça os reforços em vida adulta. Isso irá garantir que ele esteja livre da dessa terrível doença.

A cinomose é uma doença viral causada por um vírus semelhante ao sarampo, um PARAMIXOVIRUS.  Geralmente, a cinomose apresenta sintomas de doença gastrintestinal (diarreia e vômitos) e/ou doença respiratória (rinite e pneumonia) antes do acometimento neurológico ou mesmo pode ser concomitante com a disfunção neurológica, o conjunto de sintomas reforçam o diagnóstico.  Entre os sintomas […]