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Comportamentos estranhos em gatos? Saiba se é hiperestesia felina e como tratar

  • setembro 9, 2025
  • 09:19
Gato com hiperestesia felina sentado em sofá.

Seu gatinho já apresentou comportamentos diferentes, como lamber excessivamente a cauda, correr freneticamente pela casa ou parecer incomodado ao ser tocado nas costas?

Esses podem ser sinais de hiperestesia felina, uma condição que afeta alguns felinos e preocupa muitos tutores. 

Esses episódios podem durar de segundos a minutos, deixando o pet desorientado e os tutores preocupados.

Saiba mais sobre o que é essa condição, seus sintomas, causas e como tratá-la para garantir o bem-estar do seu bichano.

O que é hiperestesia felina?

A hiperestesia felina é uma condição neurológica que causa sensibilidade exagerada em gatos, levando a comportamentos incomuns e, às vezes, compulsivos. 

Durante uma crise de síndrome da hiperestesia felina, seu felino pode apresentar agitação, lamber ou morder a base da cauda, arranhar-se intensamente ou até miar alto de forma inesperada. 

O comportamento do gato estressado dura pouco tempo, de segundos a minutos.

Embora não seja contagiosa e, na maioria dos casos, não seja considerada grave, ela pode causar desconforto ao seu companheiro e até levar a ferimentos se ele se machucar durante uma crise. 

Por isso, é essencial buscar orientação com um veterinário especializado em comportamento felino ou neurologia para um diagnóstico preciso.

Quais são os sintomas da hiperestesia felina?

Os sinais da síndrome da hiperestesia felina podem variar, mas os mais comuns incluem:

  • Contrações ou tremores na pele das costas;
  • Pupilas dilatadas;
  • Corridas frenéticas e descoordenadas;
  • Mordidas ou lambidas excessivas, especialmente na cauda ou nas costas;
  • Miados altos e incomuns;
  • Reações exageradas ao toque, principalmente na região lombar;
  • Movimentos como se estivesse “caçando” algo invisível.
  • Antes de uma crise, alguns gatos mostram sinais sutis como inquietação ou fixação na cauda. 

Se você notar esses comportamentos, é importante observar a frequência e intensidade para relatar a um veterinário especializado.

O que pode causar a hiperestesia felina?

As causas dessa síndrome ainda não são totalmente conhecidas, mas pode ser desencadeada por uma combinação de fatores, como:

  • Estresse ou ansiedade: mudanças na rotina, barulhos altos ou excesso de estímulos podem ser gatilhos;
  • Problemas neurológicos: a síndrome pode estar relacionada a alterações neurológicas semelhantes a convulsões, mas isso não significa que todo gatinho terá crises epilépticas;
  • Irritações na pele: pulgas, alergias ou dermatites podem intensificar os episódios;
  • Fatores ambientais: falta de enriquecimento, como brinquedos ou arranhadores, pode contribuir.

Gatos jovens (de 1 a 5 anos) e raças orientais, como Siamês, Burmês e Abyssinian, parecem ser mais propensos, mas qualquer felino está propenso a desenvolver a condição.

Embora essa condição não leve diretamente à morte, é fundamental proteger seu companheiro durante os episódios para evitar lesões. 

A hiperestesia felina é grave? Pode causar dor ou levar à morte?

Essa síndrome não é contagiosa e, na maioria dos casos, não é considerada uma condição fatal. 

No entanto, durante as crises, o gatinho tem a possibilidade de sentir desconforto ou dor, especialmente se for tocado nas áreas sensíveis, como as costas. 

Além disso, ele pode se machucar ao correr descontroladamente, cair de locais altos ou se morder ou arranhar de forma intensa.

Como tratar hiperestesia felina?

Embora não haja uma cura definitiva para a hiperestesia felina, é possível que a condição seja bem controlada com o acompanhamento certo. 

Algumas estratégias incluem:

  • Controle do estresse: use feromônios sintéticos, como Feliway, e mantenha uma rotina estável com brinquedos e enriquecimento ambiental;
  • Terapia medicamentosa: um veterinário especializado pode recomendar medicamentos como anticonvulsivantes ou ansiolíticos para reduzir a frequência das crises;
  • Terapias complementares: acupuntura veterinária, fitoterapia ou florais podem ajudar a acalmar seu gatinho;
  • Cuidados com a pele: controle rigoroso de pulgas e uma alimentação rica em ômega-3 podem minimizar irritações;
  • Ambiente seguro: acolchoe áreas onde o gato costuma ficar, corte as unhas regularmente e evite acesso a locais altos durante crises.

Para um tratamento eficaz, agende uma consulta com nossos veterinários especializados em uma de nossas unidades. 

Agende uma consulta com um especialista felinos Entre contato com a gente

Como acalmar o gato durante uma crise?

Se seu gatinho estiver em uma crise de hiperestesia felina, siga estas dicas para protegê-lo:

  • Mantenha a calma: evite tocar o gato, pois ele pode reagir de forma agressiva devido ao desconforto;
  • Reduza estímulos: diminua luzes, desligue a TV ou música e feche cortinas para criar um ambiente tranquilo;
  • Garanta segurança: afaste objetos perigosos e evite que o gato tenha acesso a superfícies altas;
  • Dê espaço: fique por perto, mas permita que ele se acalme sozinho.

A hiperestesia felina afeta a expectativa de vida do gato?

Com os cuidados certos, a hiperestesia felina não reduz a expectativa de vida do seu companheiro. 

Muitos gatos vivem mais de 15 anos com qualidade, desde que recebam acompanhamento veterinário regular e vivam em um ambiente seguro e tranquilo.

Na Inova Hospital Veterinário 24h, nossos veterinários especializados em comportamento felino e em neurologia estão prontos para ajudar seu felino a ter uma vida longa e feliz.

Como a Inova pode ajudar seu gatinho?

A Inova Hospital Veterinário 24h oferece atendimento de excelência com profissionais especializados para diagnosticar e tratar a hiperestesia felina. 

Nossas unidades em Sorocaba, São Paulo, contam com estrutura completa:

  • Unidade Nogueira Padilha: hospital 24h e clínica de especialidades, ideal para casos neurológicos e emergências.
  • Unidade Campolim: clínica de vacinas e especialidades, perfeita para consultas e acompanhamento.

Agende sua consulta e traga seu companheiro para uma avaliação com um veterinário especializado. 

Nosso compromisso é promover a saúde e o bem-estar do seu felino com um atendimento humanizado e acolhedor.

Se você suspeita que seu gatinho pode estar com hiperestesia felina, não espere! Preencha o formulário e garanta o cuidado que seu melhor amigo merece.

Conheça nossas unidades em Sorocaba:

Unidade Nogueira Padilha: Hospital 24h e Clínica de Especialidades

Rua Cel. Nogueira Padilha, 1770, Vila Hortência – Sorocaba, SP

Unidade Campolim: Clínica de Vacinas e Especialidades

Av. Gisele Constantino, 1495, Pq. Campolim – Sorocaba, SP

Leia também:

A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

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