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Yorkshire: saiba tudo sobre essa fofura de pet

  • novembro 1, 2023
  • 15:00
Inova veterinária

Os yorkshire terriers são verdadeiras estrelas no mundo dos pets, com sua pelagem luxuosa e personalidade cativante esses pequenos cãezinhos conquistaram o coração de muitos amantes de 4 patas. 

Neste texto, vamos explorar tudo o que você precisa saber sobre essa fofura de pet, desde o custo até os cuidados essenciais.

Conheça a origem do yorkshire terrier

Essa raça tão querida teve sua origem na Inglaterra no condado de Yorkshire e foi criada do cruzamento espontâneo de algumas raças como o skye terrier e o maltês. 

Os primeiros registros históricos dessa raça são datados ao longo do século XIX e tiveram sua apresentação oficial às federações caninas inglesas em 1870.

Uma curiosidade é que mesmo tendo sua origem em outro continente, os yorkshires terriers se tornaram extremamente populares em nosso país, a identificação que tivemos com eles foi tão grande que hoje ocupam o posto de 3ª raça mais popular por aqui. 

Quais as características do yorkshire terrier?

O yorkshire terrier é um cachorro muito inteligente, para se ter ideia ele ocupa a  27ª posição no ranking mundial de inteligência canina sendo o mais inteligente dentre os cães de sua categoria (Terrier).

São muito dóceis, adoram companhia, possuem muita energia e são muito ativos e brincalhões. 

Uma observação importante é que costumam se espelhar em seus tutores, o que acaba deixando seu temperamento variado entre mais calmo e agitado de acordo com o comportamento do tutor.

Entre as características físicas marcantes, estão olhos escuros brilhantes, orelhas eretas, pequenas e pontudas. 

Sua pelagem detém um tom amarronzado enquanto são filhotes e se tornam azul aço ou fulvo, tons que variam do cinza escuro ao acastanhado quando atingem a vida adulta. Seus pelos também se destacam por serem longos, retos e sedosos.

Por terem pele hipoalergênica, são muito recomendados para famílias com crianças.

Quais os tamanhos de yorkshire terrier?

O yorkshire terrier possui altura de 20 a 24 cm e pesa entre 2,3 a 3,5 quilos. Essa pequena estatura os tornam uma raça ideal para famílias que vivem em espaços menores, como apartamentos.

Alguns locais costumam anunciar os chamados yorkshire terrier mini ou zero com  altura inferior a 20 cm e peso inferior a 1,5 kg. É preciso muita atenção, pois essas medidas não condizem com o padrão da raça e são frutos de cruzamentos não saudáveis que prejudicam a saúde do cãozinho.

Quanto tempo vive um yorkshire terrier?

A longevidade do yorkshire terrier é uma das características marcantes da raça: a expectativa de vida deles varia entre 12 a 15 anos. Isso significa que você terá muitos anos de amor e carinho ao lado desse pequeno amigo de quatro patas. 

Claro que, para que seu cãozinho viva por muito tempo, é necessário ter muito zelo com sua saúde, por isso, é crucial levá-lo ao veterinário regularmente para um check-up a fim de detectar qualquer problema de saúde precocemente.

Quais são as doenças comuns da raça?

Os yorks costumam ser saudáveis e viverem longos anos quando bem cuidados, porém, como sabemos, a idade chega para todos e com o passar dos anos podem desenvolver algumas enfermidades, dentre as mais comuns estão:

  • Alterações cardiológicas;
  • Alterações pulmonares;
  • Distúrbios hormonais e neurológicos.

Por ser um cão pequeno, o york também tem uma predisposição a problemas ortopédicos sendo a luxação de patela o mais frequente. 

Uma dica para se evitar o surgimento desses problemas é evitar que seu cãozinho pule de grandes alturas, como da cama ou do sofá para o chão. 

Se você gosta de dormir juntinho com o seu amigo de 4 patas, o ideal é colocar uma escadinha para que ele possa subir e descer tranquilamente, sem prejudicar suas patinhas.

Quanto custa um yorkshire terrier?

O preço de um yorkshire terrier pode variar consideravelmente. Em geral, você pode encontrar filhotes de R$ 1,5 mil até R$ 6 mil ou mais, dependendo da linhagem e do criador. 

É importante pesquisar e escolher um criador responsável, que garanta o cuidado e saúde do seu futuro companheiro.

O que deve ser avaliado:

  • Cães de linhagens puras e campeãs geralmente são mais caros do que cães de linhagens menos conhecidas;
  • O criador também é um fator importante. Criadores responsáveis e renomados costumam cobrar mais caro por seus filhotes, pois investem em cuidados de qualidade e saúde dos cães;
  • A região do Brasil também pode influenciar o preço, filhotes de yorkshire terrier são mais caros nas grandes cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro, do que em cidades menores.

O que um yorkshire pode comer?

Os yorkshire terriers têm necessidades alimentares específicas devido ao seu tamanho. Deve-se sempre optar por rações de alta qualidade formuladas para cães de pequeno porte, evitando alimentos não adequados para eles. 

Alguns tutores têm o costume de utilizar alimentação caseira com os seus yorks, porém, indicamos sempre consultar um veterinário para obter orientações adequadas e solicitar uma dieta personalizada para seu cãozinho ter o seu buchinho sempre cheio e bem cuidado.

Quantas refeições por dia o york costuma ter?

Os yorks são muito ativos e necessitam manter o nível de energia constante ao longo do dia. É indicado que eles tenham várias refeições ao dia quando filhotes (de 4 a 5x), podendo diminuir de forma gradativa, mantendo alimentação de 2 a 3x ao dia na fase adulta.

Como e quais são as tosas de yorkshire?

A pelagem exuberante do yorkshire terrier permite que se tenham diferentes estilos de tosa para essa raça, a mais comum é a “tosa bebê“, sendo uma excelente opção para o verão, pois além de deixar o york com uma aparência jovial também diminui sua pelagem, evitando nós e deixando o cão mais fresquinho.

Existem alguns tipos de tosas que os tutores aderem para deixar seu york com a aparência de outras raças, veja alguns exemplos:

  • Tosa Westy;
  • Tosa Schnauzer;
  • Tosa pequinês.

Não podemos esquecer que a tosa mais importante para seu cão é a tosa higiênica, essa modalidade não tem objetivo somente estético mas sim de cuidados com a higiene de seu cão, a fim de evitar, por exemplo, que sujeiras fiquem presas em seu pelo e rosto.

Pode tosar yorkshire bebê?

Sim, é possível realizar uma tosa em um yorkshire filhote, porém, é preciso ser feita com muito cuidado para não prejudicar a pele sensível do cãozinho. É aconselhável consultar um especialista em tosa que tenha experiência com filhotes.

Uma raça de porte pequeno que também é muito conhecida por sua pelagem única e vistosa é a Lulu da Pomerânia, esses peludinhos costumam se destacar por onde passam sendo o centro das atenções.

Consulte um bom profissional de tosa para garantir que seu amiguinho esteja sempre com o visual bem cuidado e deslumbrante.

Quer uma raça maior?

Se você mora em uma casa ou chácara ou procura por uma raça maior, o border collie e o golden retriever vão te agradar! 

Conhecidos por serem protetores, eles são uma ótima companhia para qualquer pessoa.

Conheça a Inova

A Inova nasceu com a missão de promover a saúde e bem-estar para nossos pacientes e transmitir segurança aos tutores. 

Oferece a mais elevada competência técnica do corpo clínico e corpo de apoio, com um atendimento de excelência e medicina humanizada aos pacientes e seus tutores.

Nossas unidades contam com profissionais especializados e uma equipe de veterinárias cardiologistas para atender as necessidades do seu pet, desde casos mais graves, como uma consulta de rotina.

Seu pet apresentou algum sintoma ou sinal de que algo não está bem? Não importa a hora, procure o plantão Veterinário 24h da Inova Hospital Veterinário.

Nossas unidades estão localizadas:

  • Unidade Nogueira Padilha: Rua Cel. Nogueira Padilha, 1770, Vila Hortência – Sorocaba, SP.
  • Unidade Campolim: Av. Gisele Constantino, 1495, Pq. Campolim – Sorocaba, SP.

Conte sempre com a Inova para cuidar do seu amigo quando ele mais precisar. Agende uma consulta e venha nos visitar! 

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A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

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