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Conjuntivite em cachorro: como você deve tratar seu pet?

  • outubro 4, 2022
  • 12:00
A conjuntivite em cachorro é um problema oftálmico que não é considerado grave, mas gera muito incômodo. É importante consultar um veterinário para saber como tratar e entender de pode ser um sinal de alguma outra doença. Para aprender como proteger seu amiguinho, confira o post que preparamos sobre conjuntivite em cachorro! Como é a conjuntivite em cachorro? A conjuntivite não é um problema que acomete exclusivamente os seres humanos. Para os cães, é uma doença oftalmológica muito comum, assim como a úlcera de córnea em cães. Esse problema acontece na conjuntiva, um tecido localizado na parte interna da pálpebra, que recobre as pálpebras internamente e também a esclera (parte branca dos olhos dos pets) cuja função é proteger os olhos dos cães. Mas, ao contrário do que algumas pessoas pensam, se trata de um quadro de inflamação, e não de infecção. Conjuntivite de cachorro pega em humano? Se você tem dúvida se o pet transmite doença, a resposta é não! Os cães não transmitem conjuntivite aos donos. E a conjuntivite humana pega em cachorro? Também não! De qualquer forma, é necessário tratar o mais rápido possível, já que esse problema costuma ser muito incômodo para os pets. O que causa conjuntivite em cachorro? As causas da conjuntivite canina são muito variadas. São elas: Bactérias; Vírus; Traumas; Alergias; Contato com produtos químicos; Vento; Poluição; Baixa produção de lágrimas; Tumores; Doenças como a cinomose e a leishmaniose Algumas raças são mais propensas a ter problemas oculares, esse é o motivo do surgimento da conjuntivite em cachorro shih-tzu, poodle, cocker, lhasa apso, pug e pequinês. No entanto, os cães das raças sharpei, bulldog, chow chow, akita e beagle também são mais sensíveis para problemas oculares. Portanto, os tutores devem ficar ainda mais atentos ao notarem alguma irritação no olho do seu amiguinho. Cinomose A cinomose causa conjuntivite em cachorro como uma forma de sintoma. Essa é uma doença viral que pode atacar o pet de três maneiras pelos sistemas: respiratório, gastrointestinal ou neurológico. Além da conjuntivite, com uma secreção bem grossa, ser um dos sintomas da doença, a cinomose pode causar dificuldade em respirar, muito catarro, diarreia, vômito e gerar convulsão no pet. Leishmaniose Essa é uma zoonose infecciosa mais grave, que pode ter a conjuntivite como um de seus sintomas. É causada pelo parasita leishmania, geralmente, transmitido por uma picada de mosquito infectado. Essa doença ataca o sistema imunológico do pet, afetando órgãos como a medula óssea, baço e fígado. Pode ser fatal. Você pode se interessar: Diabetes em cachorro Queda de pelo em cachorro Conjuntivite em cachorro: sintomas Ao contrário de algumas doenças que são mais difíceis de identificar, como o verme em cachorro, os sintomas da conjuntivite em cachorro são bastante evidentes. Confira: Cachorro com olho vermelho; Cachorro com olho inchado; Remelas (secreções) e piscadas em excesso; Dificuldade em manter os olhos abertos; Lacrimação / lacrimejamento. Se você notar algum desses sintomas no seu pet, leve-o ao veterinário o mais rápido possível para que o problema não se torne ainda maior. O profissional saberá identificar e como curar conjuntivite em cachorro. Portanto, não ceda à tentação de utilizar um remédio caseiro para conjuntivite em cachorro ou mesmo um colírio humano no seu amiguinho, já que ambas as “soluções” podem agravar o problema, por mais que sua intenção seja ajudá-lo. Como tratar conjuntivite em cachorro? Ao visitar um veterinário, ele fará um exame clínico no pet para diagnosticar a doença. Além disso, poderá solicitar outros exames, se o caso for mais grave ou estiver relacionado a outra doença. A partir do que ele constatar na consulta e do resultado dos exames, ele saberá como cuidar de conjuntivite em cachorro, podendo receitar colírio para conjuntivite em cachorro ou algum outro tipo de medicação. Caso seja uma conjuntivite bacteriana, por exemplo, provavelmente, o veterinário irá prescrever algum antibiótico para conjuntivite em cachorro. Mas se for uma conjuntivite em cachorro alérgica, pode ser prescrita uma outra medicação, como um colírio com corticosteróide. Além de toda a medicação, é necessário fazer a limpeza do olho com soro fisiológico. Essa higienização é importante para evitar que a secreção atraia algum bichinho ou deixe o pet ainda mais suscetível a outras infecções. De uma maneira geral, o tratamento escolhido vai depender do diagnóstico final e da causa da doença. Afinal, existem muitas patologias nos olhos que podem afetar o seu pet. Leia o guia completo: Alimento que cachorro não pode comer Quanto tempo dura a conjuntivite em cachorro? O tempo de cura da doença irá depender da gravidade do problema. Em casos não tão graves, costuma melhorar em cerca de 3 a 5 dias após o início do tratamento recomendado pelo veterinário. Quanto antes for feito o diagnóstico, mais rápido o seu amiguinho estará curado! “Lembrando que, caso seu pet esteja coçando os olhos, o primeiro passo é colocar o colar elizabetano para evitar que ele cause uma úlcera de córnea em cães, além de levá-lo a uma consulta com um veterinário”, segundo recomendação da oftalmologista veterinária Dra. Cristiane Estanislau (CRMV-SP: 26.637). Conheça a Inova A Inova nasceu com a missão de promover a saúde e bem-estar para nossos pacientes, transmitindo segurança aos tutores. Oferece a mais elevada competência técnica do corpo clínico e corpo de apoio, com um atendimento de excelência e medicina humanizada aos pacientes e seus tutores. A Inova conta com o atendimento diversas especialidades veterinárias, em uma estrutura completa para atender tudo que o seu pet precisar, oferecendo ambulatório central, diagnóstico por imagem, centro INOSCOPE (serviço de endoscopia), emergência e pronto atendimento, internação, microchipagem, entre outros serviços. Temos também uma parceria com a Prime Diagnóstico Veterinário, oferecendo o serviço de tomografia caso seu pet necessite. Você está desconfiada que seu amiguinho está com algum problema oftalmológico? Entre em contato com a gente e agende uma consulta! Leia também: Dermatite em cachorro

A conjuntivite em cachorro é um problema oftálmico que não é considerado grave, mas gera muito incômodo. É importante consultar um veterinário para saber como tratar e entender de pode ser um sinal de alguma outra doença.

Para aprender como proteger seu amiguinho, confira o post que preparamos sobre conjuntivite em cachorro!

Como é a conjuntivite em cachorro?

A conjuntivite não é um problema que acomete exclusivamente os seres humanos. Para os cães, é uma doença oftalmológica muito comum, assim como a úlcera de córnea em cães. 

Esse problema acontece na conjuntiva, um tecido localizado na parte interna da pálpebra, que recobre as pálpebras internamente e também a esclera (parte branca dos olhos dos pets) cuja função é proteger os olhos dos cães. 

Mas, ao contrário do que algumas pessoas pensam, se trata de um quadro de inflamação, e não de infecção.

Conjuntivite de cachorro pega em humano?

Se você tem dúvida se o pet transmite doença, a resposta é não! Os cães não transmitem conjuntivite aos donos. 

E a conjuntivite humana pega em cachorro? Também não! De qualquer forma, é necessário tratar o mais rápido possível, já que esse problema costuma ser muito incômodo para os pets. 

O que causa conjuntivite em cachorro?

As causas da conjuntivite canina são muito variadas. São elas:

As causas desse problema são muito variadas. Trouxemos algumas para você conhecer:   Bactérias;   Vírus;  Alergias;  Contato com produtos químicos;  Poluição - sabe aquele hábito dos cães de andarem com a cabeça de fora da janela do carro? Isso pode ressecar os olhos e causar a conjuntivite; Baixa produção de lágrimas;  Doenças como a cinomose e a leishmaniose, que tem a conjuntivite como sintoma.  Algumas raças são mais propensas a ter problemas oculares, como é o caso da conjuntivite em cachorro Shih-tzu. Portanto, os tutores devem ficar ainda mais atentos ao notarem alguma irritação no olho do seu amiguinho.

Algumas raças são mais propensas a ter problemas oculares, esse é o motivo do surgimento da conjuntivite em cachorro shih-tzu, poodle, cocker, lhasa apso,  pug e pequinês. 

No entanto, os cães das raças sharpei, bulldog, chow chow, akita e beagle também são mais sensíveis para problemas oculares.

Portanto, os tutores devem ficar ainda mais atentos ao notarem alguma irritação no olho do seu amiguinho.

Cinomose

A cinomose causa conjuntivite em cachorro como uma forma de sintoma. Essa é uma doença viral que pode atacar o pet de três maneiras pelos sistemas: respiratório, gastrointestinal ou neurológico.

Além da conjuntivite, com uma secreção bem grossa, ser um dos sintomas da doença, a cinomose pode causar dificuldade em respirar, muito catarro, diarreia, vômito e gerar convulsão no pet.

Leishmaniose

Essa é uma zoonose infecciosa mais grave,  que pode ter a conjuntivite como um de seus sintomas. É causada pelo parasita leishmania, geralmente, transmitido por uma picada de mosquito infectado. Essa doença ataca o sistema imunológico do pet, afetando órgãos como a medula óssea, baço e fígado. Pode ser fatal.

Você pode se interessar: 

  • Diabetes em cachorro
  • Queda de pelo em cachorro

Conjuntivite em cachorro: sintomas 

Ao contrário de algumas doenças que são mais difíceis de identificar, como o verme em cachorro, os sintomas da conjuntivite em cachorro são bastante evidentes. Confira:

  • Cachorro com olho vermelho;
  • Cachorro com olho inchado;
  • Remelas (secreções) e piscadas em excesso;
  • Dificuldade em manter os olhos abertos;
  • Lacrimação / lacrimejamento.

Se você notar algum desses sintomas no seu pet, leve-o ao veterinário o mais rápido possível para que o problema não se torne ainda maior. O profissional saberá identificar e como curar conjuntivite em cachorro.

Portanto, não ceda à tentação de utilizar um remédio caseiro para conjuntivite em cachorro ou mesmo um colírio humano no seu amiguinho, já que ambas as “soluções” podem agravar o problema, por mais que sua intenção seja ajudá-lo. 

Infográfico doenças oculares

Como tratar conjuntivite em cachorro?

Ao visitar um veterinário, ele fará um exame clínico no pet para diagnosticar a doença. Além disso, poderá solicitar outros exames, se o caso for mais grave ou estiver relacionado a outra doença. 

A partir do que ele constatar na consulta e do resultado dos exames, ele saberá como cuidar de conjuntivite em cachorro, podendo receitar colírio para conjuntivite em cachorro ou algum outro tipo de medicação. 

Caso seja uma conjuntivite bacteriana, por exemplo, provavelmente, o veterinário irá prescrever algum antibiótico para conjuntivite em cachorro.

Mas se for uma conjuntivite em cachorro alérgica, pode ser prescrita uma outra medicação, como um colírio com corticosteróide. 

Além de toda a medicação, é necessário fazer a limpeza do olho com soro fisiológico. Essa higienização é importante para evitar que a secreção atraia algum bichinho ou deixe o pet ainda mais suscetível a outras infecções.

De uma maneira geral, o tratamento escolhido vai depender do diagnóstico final e da causa da doença. Afinal, existem muitas patologias nos olhos que podem afetar o seu pet.

Leia o guia completo:

  • Alimento que cachorro não pode comer

Quanto tempo dura a conjuntivite em cachorro?

O tempo de cura da doença irá depender da gravidade do problema.

Em casos não tão graves, costuma melhorar em cerca de 3 a 5 dias após o início do tratamento recomendado pelo veterinário. 

Quanto antes for feito o diagnóstico, mais rápido o seu amiguinho estará curado!

“Lembrando que, caso seu pet esteja coçando os olhos, o primeiro passo é colocar o colar elizabetano para evitar que ele cause uma úlcera de córnea em cães, além de levá-lo a uma consulta com um veterinário”, segundo recomendação da oftalmologista veterinária Dra. Cristiane Estanislau (CRMV-SP: 26.637).

Conheça a Inova

A Inova nasceu com a missão de promover a saúde e bem-estar para nossos pacientes, transmitindo segurança aos tutores. Oferece a mais elevada competência técnica do corpo clínico e corpo de apoio, com um atendimento de excelência e medicina humanizada aos pacientes e seus tutores.

A Inova conta com o atendimento diversas especialidades veterinárias, em uma estrutura completa para atender tudo que o seu pet precisar, oferecendo ambulatório central, diagnóstico por imagem, centro INOSCOPE (serviço de endoscopia), emergência e pronto atendimento, internação, microchipagem, entre outros serviços. 

Temos também uma parceria com a Prime Diagnóstico Veterinário, oferecendo o serviço de tomografia caso seu pet necessite. 

Você está desconfiada que seu amiguinho está com algum problema oftalmológico? Entre em contato com a gente e agende uma consulta!

Leia também: 

  • Dermatite em cachorro

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A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

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