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Cachorro com ansiedade: entenda por que acontece e o que fazer

  • janeiro 26, 2024
  • 10:00
Sabia que, assim como os humanos, os cachorros também podem sofrer com ansiedade? Sim, por isso você deve saber reconhecer os sinais e como ajudar seu companheiro.

Assim como os humanos, o cachorro com ansiedade tem o seu jeitinho de demonstrar que algo não está legal. 

Esse distúrbio emocional pode levá-los a um estado de estresse constante e desencadear comportamentos que deixam os tutores sem saber o que fazer. 

Por isso, é importante identificar e buscar medidas que possam ajudar o pet a sair dessa condição e ter uma qualidade de vida melhor.

Para te ajudar, preparamos este post sobre cachorro com ansiedade, sintomas, possíveis causas e o que fazer. Continue acompanhando para saber mais!

O que leva um cachorro a desenvolver ansiedade?

Ansiedade em cães é mais comum do que se parece. Os pets precisam de interatividade, atenção, e principalmente, de rotina, e quando isso não acontece, a ansiedade pode ser uma consequência.

Apesar de muitos cães apresentarem sinais de ansiedade, os tutores precisam ter atenção, uma vez que esse quadro pode evoluir de forma desfavorável e afetar a saúde física, além da mental, dos pets. 

Assim, o primeiro passo é identificar os principais fatores que podem levá-los a essa condição. Além disso, é válido considerar os traços da personalidade do pet, afinal, cada cãozinho é único e possui as suas próprias características. Dessa forma, eles reagem de forma diferente a situações.

Conheça as principais causas para o comportamento ansioso do pet:

Falta de atividades

A ociosidade pode estar deixando o seu amigo de quatro patas ansioso. Os cães sentem necessidade de brincar, passear e interagir com os tutores, dessa forma, eles precisam ter um momento de diversão para gastar toda a energia acumulada. 

Se o seu amigão ainda é um filhote, a falta do que fazer pode deixá-lo ainda mais irritado, já que o pico de energia dele é significativamente maior.

Portanto, pets com poucos brinquedos, que não passeiam com regularidade e que ficam muito tempo sem fazer nada, comumente sofrem de ansiedade. 

Traumas 

Infelizmente, alguns pets já passaram por situações envolvendo maus-tratos, abandonos e agressões. Essas circunstâncias delicadas causam traumas que geralmente deixam o cachorro com ansiedade e com a saúde mental abalada de forma geral. Traumas como estes podem até ser passados para gerações futuras.

Em muitos casos, é amplamente recomendado tratamento com veterinários especializados em comportamento e psiquiatria. 

Cachorro com ansiedade de separação

A maioria dos tutores precisa trabalhar e sair de casa para realizar as tarefas do dia a dia, porém, essa separação pode ser um problema e deixar o cachorro com ansiedade.

Quando os pets são acostumados a ficarem sozinhos desde filhotes durante o dia, muitos aceitam com uma certa facilidade, porém, quando esse fato ocorre de maneira repentina para o cão, pode deixá-lo com comportamentos ansiosos.

Mudanças

Segurança é uma palavra que faz parte do universo dos cães, eles querem se sentir seguros no ambiente em que estão e a rotina representa essa proteção de alguma forma.

Qualquer mudança que altere os hábitos do pet de forma brusca, pode fazer com que ele se sinta ameaçado e com medo, emoções que frequentemente despertam a ansiedade. E quais são essas mudanças que geram gatilhos? Veja abaixo:

  • Mudança de casa;
  • A chegada de um bebê;
  • Mais um pet em casa: se seu amigão for um cachorro idoso, ele pode ter ainda mais dificuldade para se adaptar ao novo morador;
  • Perda de alguém da família importante para o pet;
  • Rotina incerta;
  • Relação duvidosa – Tutor que alterna entre carinhos e broncas;
  • Entre outras alterações.

Problemas de saúde

Doenças crônicas, endócrinas, dermatológicas, osteomusculares ou respiratórias e uso de medicamentos contínuos, por exemplo, podem deixar o pet ansioso.

Além de doenças já existentes, o cachorro com crise de ansiedade pode acabar desenvolvendo outros problemas de saúde, como gastrite, crises de vômitos e diminuição da imunidade.

Por isso, é importante manter as consultas veterinárias, bem como as vacinas do seu cãozinho em dia, para evitar e prevenir quaisquer problemas mais graves. Mas, se for necessário, leve-o ao veterinário 24h.

Como saber se o cachorro tem ansiedade?

Agora que você já sabe quais são as possíveis causas da ansiedade canina, é importante conhecer como o pet manifesta esse transtorno emocional. O que caracteriza um cão ansioso, normalmente, são os comportamentos diferentes e/ou excessivos.

Alguns hábitos são comuns entre os cães, como por exemplo, latir e se lamber, entretanto, quando as ações se tornam compulsivas, é uma maneira do seu amigo de quatro patas dizer que não está tudo bem, portanto, é um sinal de alerta.

O cachorro com ansiedade pode apresentar os seguintes comportamentos:

Comportamentos do cachorro com ansiedade:
Lambedura excessiva e com mais frequência;
Medo;
Agressividade;
Falta de apetite ou compulsão alimentar;
Hiperatividade ou Hipoatividade;
Respiração ofegante;
Excesso de saliva;
Latidos frequentes e mais altos;
Fazer as necessidades fora do local de costume;
Destruir móveis e objetos;
Entre outros comportamentos.

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Como diminuir a ansiedade do cachorro?

O cão ansioso requer ainda mais atenção, cuidado e principalmente carinho! Adotar algumas medidas podem ajudar a amenizar a ansiedade do seu amigão: 

Estabeleça uma rotina

Como dissemos anteriormente, rotina é sinônimo de segurança e conforto para os cães. Se o dia a dia do seu pet ainda é meio incerto, tente estabelecer uma rotina, com horários definidos para se alimentar, brincar e passear, isso certamente vai ajudá-lo a tranquilizar.

Faça passeios e brinque diariamente com seu pet

Fazer o pet gastar energia é primordial para amenizar e evitar os sintomas da ansiedade! Não precisa fazer passeios longos, afinal, sabemos que a rotina é corrida para a maioria das pessoas, um passeio curto, porém diário, já é o suficiente.

Além do passeio, separe um tempinho para brincar com seu cãozinho, os peludos gostam de receber carinho e atenção dos tutores.

Enriqueça o ambiente

O enriquecimento ambiental para cães visa oferecer ao pet estímulos físicos, mentais e sensoriais que ajudam a prevenir a ansiedade e a promover um comportamento equilibrado.

Deixe disponível para o seu cão brinquedos variados e interativos, mordedores e tudo aquilo que possa ser interessante para distraí-lo, especialmente, quando você não estiver em casa. 

Contudo, é importante certificar se os objetos são apropriados e seguros para eles.

Evite celebrar ao sair ou chegar em casa

Sabemos o quanto é difícil não fazer uma festa com o pet ao chegar em casa, não é mesmo? Mas o cachorro com ansiedade pode levar um tempo para se adaptar à nova rotina por conta da separação.

O ideal ao sair ou chegar em casa é demonstrar neutralidade, para transmitir segurança e evitar comportamentos ansiosos.

Leve o seu amigão ao veterinário

Embora a ansiedade canina esteja normalmente associada a fatores externos, é pertinente levar o pet ao veterinário para a realização de um check-up. Assim, você verifica se está tudo certo com a saúde do seu amiguinho.

Em casos de cachorro com ansiedade excessiva, é válido procurar a especialidade de psiquiatria. O médico veterinário poderá sugerir abordagens mais eficientes e prescrever, se necessário, medicamentos para acalmá-lo.

Descubra em nosso E-book exclusivo, os sinais de mudanças que você deve se atentar no comportamento do seu pet e quando procurar ajuda. Baixe agora!

Conheça a Inova

A Inova nasceu com a missão de promover a saúde e bem-estar para nossos pacientes e transmitir segurança aos tutores. 

Oferece a mais elevada competência técnica do corpo clínico e corpo de apoio, com um atendimento de excelência e medicina humanizada aos pacientes e seus tutores.

Nossas unidades contam com profissionais especializados para atender as necessidades do seu pet, desde casos mais graves como a cinomose, como uma consulta de rotina.

Seu pet apresentou algum sintoma ou sinal de que algo não está bem? Não importa a hora, procure o plantão veterinário 24h da Inova Hospital Veterinário.

Nossas unidades estão localizadas:

  • Unidade Nogueira Padilha: Hospital 24h e Clínica de Especialidades
    Rua Cel. Nogueira Padilha, 1770, Vila Hortência – Sorocaba, SP.
  • Unidade Campolim: Clínica de Vacinas e Especialidades
    Av. Gisele Constantino, 1495, Pq. Campolim – Sorocaba, SP.

Conte sempre com a Inova para cuidar do seu amigo quando ele mais precisar. Agende uma consulta e venha nos visitar!     

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A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

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