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Cachorro com problema na coluna: 4 sintomas associados

  • julho 18, 2023
  • 09:10
Médica veterinária realizando uma avaliação no cachorro durante uma consulta.

Vamos explorar tudo sobre cachorro com problema na coluna, sintomas e o tratamento adequado. 

Esse é um conteúdo muito importante se você ama o seu companheiro pet, que costuma ser muito ativo e cheio de energia, mas de repente pode estar enfrentando problemas de saúde, inclusive na coluna. 

Se o seu amigo de quatro patas está passando por algum desconforto, continue lendo para entender melhor e ajudá-lo a ter uma vida mais saudável e feliz.

O que é problema na coluna do cachorro?

A coluna vertebral dos cães é composta por uma série de ossos chamados vértebras, separadas por discos intervertebrais. 

O problema na coluna canina refere-se a qualquer condição que afete essas estruturas e leve à dor, desconforto e até mesmo a lesão medular que pode ocasionar alterações no andar e incapacidade de movimento do seu amigo.

Quais são os sintomas de um cachorro com problema na coluna?

Para um cachorro com problema na coluna, os sintomas podem variar dependendo da causa e da gravidade da condição.

Confira alguns mais comuns:

Dor 

Um dos sintomas mais evidentes e comuns associados a problemas na coluna. Os cães podem expressar desconforto ao serem tocados na região das costas ou pescoço e ao se moverem de certas maneiras. Eles também podem adotar uma postura anormal para aliviar a dor, como arquear as costas ou evitar se esticar completamente. O cão pode ficar “travado”.

Fraqueza nas patas

Dependendo da localização e gravidade do problema na coluna, o cão pode apresentar fraqueza ou paralisia nas patas. Isso ocorre quando a medula espinhal e os nervos que controlam os membros são comprimidos ou danificados.

Dificuldade nos movimentos

Problemas na coluna podem afetar a mobilidade do cão. Podendo ter dificuldade para levantar, pular, correr ou subir escadas. Isso pode acontecer por dor ou mesmo incoordenação motora quando o sistema nervoso é afetado (medula espinhal e nervos).

Mudanças no comportamento

Cães com dor ou desconforto na coluna podem apresentar alterações comportamentais, como irritabilidade, agressividade, apatia ou relutância em realizar atividades que antes eram prazerosas.

Outros sintomas

Também pode ocorrer perda de apetite, alterações no comportamento, gritos sem causa, relutância em andar, cachorro mancando, dificuldades de urinar e defecar. 

É importante observar qualquer sinal de desconforto ou mudança de comportamento e procurar atendimento veterinário especializado em ortopedia assim que possível. 

Quais são as causas mais comuns para os problemas na coluna?

Existem várias causas possíveis para problemas na coluna, como fatores genéticos, raças que são predispostas e até lesões e condições degenerativas. 

É importante ressaltar que, embora algumas raças possam ser mais propensas a certos problemas na coluna, qualquer cachorro, independentemente de sua raça, pode desenvolver essa condição.

Ao compreender as causas desses problemas, os tutores podem reconhecer os sinais precoces, buscar ajuda veterinária adequada e tomar medidas preventivas para manter a saúde da coluna de seus pets. 

Os problemas mais comuns são:

Hérnia de disco

O desenvolvimento ocorre quando o disco intervertebral, que normalmente atua como um amortecedor entre as vértebras, se desloca ou se rompe, pressionando a medula e os nervos da coluna vertebral. Os sintomas incluem dor, fraqueza nas patas, dificuldade para se mover e, em casos graves, paralisia.

Espondilite

É uma condição caracterizada pela infecção e inflamação do disco intervertebral, levando a muita dor e possível paralisia com a evolução da doença. Pode ser causada por bactérias ou fungos e levando ao acometimento ósseo das vértebras pode ser necessário biópsia para descartar um possível câncer.   

Estenose vertebral

É um estreitamento anormal do canal vertebral, onde a medula espinhal está localizada. Esse estreitamento pode ser causado por malformações congênitas como hemivértebras, ou degeneração vertebral. 

Os sintomas incluem dor nas costas, fraqueza nos membros, dificuldade para se levantar e caminhar, além de problemas de controle da bexiga e do intestino.

Fraturas vertebrais

Assim como os ossos de outras partes do corpo, as vértebras dos cães também podem ser fraturadas devido a lesões traumáticas, quedas ou acidentes. Dependendo da gravidade da fratura e da localização, os sintomas podem variar de dor aguda a paralisia.

Doenças degenerativas

Algumas doenças degenerativas, como a osteoartrite, também podem afetar a coluna vertebral dos cães. Essas condições ocorrem devido ao desgaste progressivo das articulações e cartilagens, resultando em dor, rigidez e dificuldade de movimento.

Leia também:

  • Ortopedia de cachorro

Como é feito o diagnóstico?

Se você suspeita que o seu cachorro está sofrendo com um problema na coluna, é importante procurar um médico veterinário especializado em ortopedia. 

O profissional realizará um exame físico completo, avaliando a postura, a movimentação e a resposta a estímulos. 

Além disso, o veterinário irá solicitar exames complementares, como raio-X, tomografias computadorizadas e ressonâncias magnéticas, para obter uma imagem mais clara da coluna do seu cão.

Com base nos resultados dos exames, o veterinário será capaz de fazer um diagnóstico preciso e estabelecer um plano de tratamento adequado para aliviar a dor e melhorar a qualidade de vida do cachorro. 

É importante lembrar que cada caso é único, e o tratamento pode variar desde medidas conservadoras, como repouso e fisioterapia, até intervenções cirúrgicas, dependendo da gravidade e da causa do problema. 

Qual o tratamento para problemas na coluna?

É essencial que os tutores estejam atentos aos sinais dos problemas na coluna, como dificuldade para caminhar, rigidez, dor e alterações de postura, e busquem a orientação de um veterinário para garantir um tratamento adequado.

O tratamento pode envolver uma combinação de terapias, como:

  • Medicamentos para dor, antibioticoterapia, uso de anti-inflamatórios e imunossupressores;
  • Fisioterapia;
  • Hidroterapia;
  • Exercícios de fortalecimento muscular e restrição de atividades físicas;
  • Acupuntura.
  • Terapia celular

Em casos mais graves, a cirurgia pode ser necessária para corrigir a condição e aliviar a pressão na coluna. 

Conheça a Inova

A Inova nasceu com a missão de promover a saúde e bem-estar para nossos pacientes e transmitir segurança aos tutores. Oferece a mais elevada competência técnica do corpo clínico e corpo de apoio, com um atendimento de excelência e medicina humanizada aos pacientes e seus tutores.

A Inova conta com profissionais especializados em ortopedia para atender as necessidades do seu pet, desde casos mais graves como fraturas e contusões, como uma consulta de rotina.

Seu pet apresentou algum sintoma ou sinal de que algo não está bem? Não importa a hora, procure o plantão veterinário 24h da Inova Hospital Veterinário.

Nossas unidades estão localizadas:

  • Unidade Nogueira Padilha: Rua Cel. Nogueira Padilha, 1770, Vila Hortência – Sorocaba, SP.
  • Unidade Campolim: Av. Gisele Constantino, 1495, Pq. Campolim – Sorocaba, SP.

Conte sempre com a Inova para cuidar do seu amigo quando ele mais precisar. Agende uma consulta e venha nos visitar!     

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A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

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