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Calmante para cachorro: saiba quando pode usar

  • maio 2, 2023
  • 08:58

Você que é tutor de pets já deve ter se perguntado se existe algum calmante para cachorro. A resposta é sim, existe remédio calmante para os cãezinhos, porém, para ministrar alguma dose é necessário passar em uma consulta com um veterinário. 

Essa medicação pode ser importante porque, assim como os humanos, nossos amiguinhos de quatro patas também têm emoções como o medo, que geram estresse e podem levar à ansiedade.

Mas com todas essas emoções para serem controladas, será que os problemas irão se resolver com calmantes? 

Não se preocupe! Vamos te ajudar a entender melhor o que é indicado fazer para melhorar a vida do seu amigo.

Quando posso dar calmante para meu cachorro?

Existem vários tipos de calmantes para cachorros agitados, tanto naturais quanto os fármacos.  

É comum os tutores terem dúvidas se podem dar ao cão um remédio para acalmar em situações de barulho ou estresse. 

As dúvidas mais frequentes são para os casos das festas de fim de ano, devido ao barulho dos fogos de artifício, em viagens, idas ao veterinário, cão que late muito, agressivo ou muito agitado. 

Existe sim medicamento para essas situações, como calmante para cachorro dormir na viagem, porém, o tutor precisa levar o pet para uma consulta com o médico veterinário para que seja avaliado o quadro de saúde do pet e realizar exames, para saber se não possui nenhuma doença preexistente.

Após essa avaliação o profissional pode receitar o melhor fármaco para aliviar os sintomas. 

Descubra em nosso E-book exclusivo, os sinais de mudanças que você deve se atentar no comportamento do seu pet e quando procurar ajuda. Baixe agora!

Qual o melhor calmante para cachorro?

Calmantes para cachorros não são recomendados de forma deliberada, é necessário que um médico veterinário avalie e assim possa prescrever o melhor para cada cão, pois eles possuem particularidades que somente o profissional pode distinguir.

Além dos fármacos que podem ser receitados, existem suplementos e fitoterápicos com este intuito, eles não são considerados medicamentos e sim uma alternativa para quem prefere algo mais leve e natural.

O efeito dos suplementos não é rápido, eles agem a longo prazo, trazendo resultados discretos ao longo das semanas. Passiflora e Valeriana são umas das opções que podem ser prescritas pelo veterinário. 

Para problemas que precisam de uma solução rápida é necessário uma consulta médica para solicitar a medicação. 

Calmante para cachorro dormir

Vamos falar agora de fármacos propriamente ditos, que são compostos por princípios ativos para o cão dormir. E só podem ser utilizados com prescrição médica.

Normalmente, são medicamentos usados para animais com níveis altos de estresse relacionados a situações específicas, com finalidade de um relaxamento para ser realizado o tratamento de forma adequada e melhor para o cão. Trazodona, Gabapentina, Buspirona são algumas das possíveis drogas que podem ser prescritas após a avaliação do veterinário. 

Jamais dê ao seu cachorro uma medicação para que ele fique mais calmo ou durma a noite toda sem prescrição médica. 

Para esse problema pode usar de alternativas naturais e um manejo diferente, educando-o para aprender como deve ser seu comportamento.

Calmante para cachorro que late muito

Para quem pensa que o calmante irá resolver esse problema, está um pouco equivocado, pois não basta apenas medicar o cão, é necessário avaliar e entender o que há por trás desse comportamento.

Quando o cão late muito, ele possui um estímulo para isso, o correto é ensiná-lo a lidar com esse estímulo e não dar um calmante.

Há casos que esses estímulos são por medo ou algo que o faz sentir ameaçado, então nesta situação pode ser que o médico entre com uma medicação para fazer um tratamento à parte.

Casos mais indicados para dar calmante aos cachorros

Existem casos onde o médico veterinário pode vir a receitar alguns tipos de calmantes, ansiolíticos ou antidepressivos, pois ajudaria com ansiedade, estresse, agressividade, dentre outros comportamentos.

Situações como uma viagem que o cão precisa fazer, o tutor pode levá-lo a uma consulta para verificar a possibilidade de um calmante para viajar mais tranquilo.

Posso dar calmante humano para meu cachorro?

De forma alguma você deve dar calmante humano por conta própria. 

Algumas medicações humanas também são receitados para os pets, porém, não temos como saber qual será a reação do cão ao receber um remédio diferente e que não foram fabricados para os animais. Sempre consulte o médico veterinário.

Por isso, é tão importante contar com profissionais especializados para auxiliar em todos os momentos da vida do seu melhor amigo. 

Sempre que notar algum comportamento diferente procure logo um médico de confiança para ajudar seu amigo de quatro patas.

Precisa de consulta com um especialista? Clique e fale conosco.

Conheça a Inova

A Inova é um hospital veterinário em Sorocaba que nasceu com a missão de promover a saúde e bem-estar para os pacientes, transmitindo segurança aos tutores.

A equipe de veterinários da Inova é treinada para diagnosticar e tratar várias patologias, além de oferecer uma equipe veterinária especializada na área de Comportamento e Psiquiatria animal.

Além disso, realizamos diversos exames em nosso hospital, evitando o estresse de deslocamento do pet para laboratórios externos.

Seu pet apresentou algum sintoma ou deu algum sinal de que não está muito bem? Não importa a hora, procure o plantão veterinário 24 horas da Inova.

Agende uma consulta para cuidarmos da saúde do seu pet e venha nos visitar!

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A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

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