Cachorro vomitando: 6 tipos de vômito, causas e tratamento

Ver o cachorro vomitando costuma causar bastante preocupação aos tutores ou pais de pet. O mais importante a se fazer, nesse caso, é investigar as possíveis causas antes de determinar o tratamento. Continue lendo e entenda o assunto! Meu cachorro está vomitando: o que pode ser? Assim como nos humanos, o vômito de cachorro representa que algo não está bem internamente. Desde a ingestão de um alimento indevido, intolerância a ração ou até mesmo alguma doença mais grave. Antes de mais nada, é importante observar se o pet está vomitando ou regurgitando. No vômito, o pet está expulsando algo de seu estômago, já no regurgito ele está expulsando algo de seu esôfago (garganta) - que não começou a ser digerido. Por isso, muitas vezes o termo cachorro vomitando ração, por exemplo, não está correto, já que ele pode ter ingerido o alimento muito rápido e regurgitado. De qualquer forma, é importante ficar atento aos hábitos do seu amiguinho para entender o que está acontecendo com ele e se uma visita ao veterinário se faz necessária, além dos check ups de rotina. Cachorros vomitando: causas Antes de se perguntar o que fazer quando o cachorro está vomitando, é importante entender qual a causa desse problema, para que o tratamento seja adequado e eficaz. 1- Cachorro vomitando amarelo Na maioria das vezes, o vômito amarelo do cachorro é uma forma de defesa do organismo. O ideal é fazer uma visita a um veterinário de confiança, que vai querer saber com qual frequência esses vômitos ocorrem, pois esse problema pode ter diferentes causas. Dentre elas: Alteração no fígado; Estômago vazio - jejum prolongado, comum em pets com alimentação seletiva; Ansiedade - que também pode levar o pet a não se alimentar; Dor ou outras doenças, que necessitam de investigação. No geral, o cachorro vomitando espuma amarela se deve pela ação da bile, substância produzida pelo fígado e liberada pela vesícula biliar. E, quando o pet está com o estômago vazio, essa substância pode acabar irritando o estômago e provocando o vômito amarelo. 2- Cachorro vomitando verde O vômito verde também pode ter as mesmas causas do vômito amarelo, como por exemplo o estômago vazio. Usando a mesma explicação da ação da bile, substância produzida pelo fígado e liberada pela vesícula biliar, há uma irritação no estômago. Porém, a coloração verde indica maior quantidade de bile, enquanto o amarelo indica menos. E isso pode acontecer se o seu pet vomitar repetidas vezes, ou até mesmo indicar algum problema mais sério, que somente um médico veterinário será capaz de avaliar. De qualquer forma, além da visita ao veterinário, observe a frequência do vômito e se o seu amiguinho apresenta outros sintomas, como por exemplo cachorro vomitando e com diarreia. 3- Cachorro vomitando espuma branca Também referido como cachorro vomitando espuma, esse pode ser um problema mais difícil de identificar. Porém, é importante relatar ao veterinário o que você observou, para ajudá-lo a entender melhor qual a causa, que podem ser: Intoxicação alimentar; Náuseas, indigestão ou refluxo - que podem acontecer quando o pet come muito rápido; Infecções ou inflamações no estômago ou intestino, como a gastrite; Doenças mais sérias. Observe também se, além do vômito, esse problema vem acompanhado de outros sintomas, como cachorro com febre, cachorro com tosse ou com falta de apetite. 4- Cachorro vomitando sangue Um cachorro vomitando sangue traz muita preocupação, pois pode estar associado a algum problema sério de saúde. Em primeira instância, observe se o sangue não está saindo de nenhum ferimento da boca do pet. E isso você saberá pela cor e a consistência do sangue. Se ele apresentar uma coloração de vermelho vivo, é um pouco improvável que o problema seja gastrointestinal. Agora, se ele for mais escuro, e também aparecer nas fezes, pode indicar algo mais sério. É muito importante fazer uma visita ao veterinário, o mais rápido possível,para investigar as possíveis causas do vômito com sangue, que podem ser: Lesões internas; Ingestão de objetos pontiagudos e estranhos; Verminose; Coagulopatia (distúrbio muito comum de coagulação do sangue); Doença do carrapato; Parvovirose; Cinomose; Câncer; Infecções, dentre outros. Sabendo o que está causando o problema, o veterinário poderá ajudar seu amiguinho de forma muito mais eficaz. 5- Cachorro vomitando marrom Se o seu amiguinho está vomitando marrom, além da causa alimentar - bastante comum - também é importante observar se ele não anda mexendo em suas fezes. Chamado de coprofagia, é o hábito que alguns cães têm de comer o próprio cocô. E uma explicação bastante comum desse problema são as causas comportamentais, como ansiedade, submissão e necessidade de atenção. Se você notou que o seu pet anda fazendo isso, procure um veterinário de confiança e veja a melhor maneira de ajudar o seu amiguinho. 6- Cachorro com vômito e diarreia O cachorro com vômito e diarreia pode estar apresentando sinais de intolerância alimentar! Isso é um sinal de que algo que ele andou comendo não caiu muito bem, sendo necessário mudar a alimentação, com auxílio veterinário. Algumas doenças, como a giárdia, cinomose, parvovirose, entre outras, também podem apresentar esses sintomas. A vacinação é uma forma de prevenção para que seu amiguinho não seja acometido por essas e outras doenças. Cachorro vomitando: o que fazer Como já dito anteriormente, além de observar o que aconteceu com o seu pet - para relatar corretamente o problema, a pessoa mais indicada para tratá-lo é o veterinário. Com os exames adequados, ele saberá identificar a causa do problema e iniciar o tratamento e, se necessário, receitar um remédio para vômito de cachorro. Remédios caseiros para cachorro vomitando não são indicados, já que não tratam a causa do problema e podem agravar a situação. Precisa de ajuda com o seu amiguinho? Agende uma consulta com um de nossos especialistas e venha conhecer o time da Inova!

Ver o cachorro vomitando costuma causar bastante preocupação aos tutores ou pais  de pet.  O mais importante a se fazer, nesse caso, é investigar as possíveis causas antes de determinar o tratamento. Continue lendo e entenda o assunto! Meu cachorro está vomitando: o que pode ser?  Assim como nos humanos, o vômito de cachorro representa […]

Vermífugo para gatos: 6 riscos que a medicação evita e você não sabia

Você sabia que várias doenças podem ser evitadas se os seus pets forem tratados corretamente? É o caso do uso do vermífugo para gatos! Entenda sua importância no texto que preparamos abaixo! Vermífugo para gatos: o que esse medicamento faz? Os vermífugos são medicamentos muito comuns, tanto utilizados pelos seres humanos, quanto para os pets. Esse é um medicamento capaz de matar vermes e parasitas que podem se alojar no organismo do seu amiguinho e trazer muitos malefícios a curto e longo prazo. O remédio de verme para gato tem a função de desparasitar, sendo extremamente importante desde o início da vida do felino. É necessário lembrar, ainda, que o vermífugo para cães e gatos deve ser administrado por toda vida do pet - pelo menos duas vezes ao ano, para continuar prevenindo diversas doenças que podem ser graves. Conheça 6 riscos que a medicação evita e você não sabia Os vermífugos para gatos são responsáveis por evitar diversas doenças nos pets, como a Platinossomiase felina - transmitida a gatos que mordem ou comem lagartixas contaminadas - e a dirofilaria - transmitida por mosquitos infectados. Além de evitar as doenças em si, o uso do vermífugo também evita diversos riscos que essas doenças podem trazer, como: Problemas hepáticos; Febre e vômitos; Perda de peso; Anemia; Sangue nas fezes; Atraso no crescimento. Por isso, é muito importante fazer check ups periódicos e medicar seu gatinho com a regularidade necessária para que ele não esteja exposto a esses e outros riscos que as doenças causadas por vermes e parasitas podem trazer. Como dar vermífugo para gatos? Os vermífugos para gatos adultos devem ser administrados pelo menos uma vez ao ano, com orientação do médico-veterinário, que saberá qual o melhor vermífugo para gatos. Todavia, muitas pessoas têm dúvidas sobre como administrar esse medicamento. Entenda: Vermífugo líquido para gatos O medicamento líquido é uma das opções mais procuradas pelos tutores, já que costuma ser mais fácil de administrar. Você pode utilizar tanto uma seringa, como misturar o medicamento na ração do pet. Vermífugo em pasta para gatos O vermífugo em pasta é para aqueles pets que não deixam você medicá-los por nada! Você pode misturar na ração ou até mesmo aplicar nas patas do seu amiguinho, que lamberá o remédio. Vermífugo em comprimido para gatos Essa opção costuma ser um pouco mais difícil de administrar, mas trouxemos alguns truques que podem te ajudar: Colocar o felino no colo, abrir a boca do pet e colocar o comprimido no fundo de sua boca, massageando a garganta para estimular a deglutição; Amassar o comprimido na ração - se for permitido pelo veterinário; Usar um aplicador de comprimido, vendido em lojas de pets. Como dar vermífugo para gatos filhotes? No mercado, existem vermífugos específicos para os felinos filhotes. O veterinário orientará o tutor, podendo receitar um vermífugo para gatos em pasta ou até mesmo em comprimido. O importante é seguir o protocolo correto, para que seu amiguinho não apresente nenhuma doença do gato causada pela falta de vermifugação. Vermífugo para gatos filhotes Muitos tutores se perguntam com quanto tempo pode dar vermífugo para gato filhote. A verdade é que vermifugar faz parte do processo de como cuidar de gatos filhotes, já que muitas vezes não sabemos da onde eles vieram e se já estão com algum tipo de verme ou parasita. A vermifugação deve ser orientada por um médico veterinário, mas ela pode ser feita a partir de um mês de vida do felino, de acordo com o peso do pet. Vermífugo para gatos filhotes: dosagem Nunca administre nenhum medicamento para seu amiguinho sem antes consultar um veterinário de confiança. Isso porque a dose inadequada ou até mesmo alguns tipos de substâncias, como a dipirona para gatos, podem trazer efeitos colaterais ao pet, podendo ser fatal. No caso do vermífugo, a dose deve ser calculada de acordo com o peso e a idade do pet, além do tipo de medicamento - comprimido, líquido, em pasta, entre outros. Meu gatinho precisa ser vermifugado mesmo sem sair de casa? Depois da infância do pet, a vermifugação pode ser realizada após realização de um exame de fezes positivo, ou a cada 6 ou 12 meses. Apesar deles apresentarem menos riscos de contaminação por verme ou parasita, eles não estão isentos, pois como já dito algumas doenças podem ser transmitidas por picadas de mosquitos ou até mesmo se o seu gatinho brincar com uma lagartixa contaminada e acabar a mordendo. Aliás, é necessário vermifugar todos os pets da sua casa - caso você tenha mais de um amiguinho - já que um pode acabar passando para o outro, se estiver contaminado. Alguns cuidados como não permitir o acesso à rua, manter a caixinha de areia sempre limpa e não entrar com sapatos de rua em casa podem ajudar também a evitar a contaminação dos pets. Além disso, realizar visitas periódicas ao veterinário é muito importante para manter a saúde do seu gatinho em dia. Entre em contato com o time de especialistas da Inova e agende uma consulta!

Você sabia que várias doenças podem ser evitadas se os seus pets forem tratados corretamente? É o caso do uso do vermífugo para gatos! Entenda sua importância no texto que preparamos abaixo! Vermífugo para gatos: o que esse medicamento faz? Os vermífugos são medicamentos muito comuns, tanto utilizados pelos seres humanos, quanto para os pets. […]

Conjuntivite em cachorro: como você deve tratar seu pet?

A conjuntivite não é um problema que acomete exclusivamente os seres humanos! Essa doença também pode afetar os pets. Confira o post que preparamos sobre conjuntivite em cachorro! Como é a conjuntivite em cachorro? A conjuntivite canina é uma doença oftalmológica muito comum, assim como a úlcera de córnea em cães. Ao contrário do que algumas pessoas pensam, se trata de um quadro de inflamação, e não de infecção. Pode se tratar tanto da doença em si, como ser um sintoma de alguma outra doença. Esse problema acontece na conjuntiva, um tecido localizado na parte interna da pálpebra, que recobre as pálpebras internamente e também a esclera (parte branca dos olhos dos pets). Ela serve para proteger os olhos dos cães. Conjuntivite de cachorro pega em humano? Se você tem dúvida se o pet transmite doença, a resposta é não! Os cães não transmitem conjuntivite aos donos. E a conjuntivite humana pega em cachorro? Também não! Ou seja, quanto a esse aspecto, pode ficar tranquilo! De qualquer forma, é necessário tratar o mais rápido possível, já que esse problema costuma ser muito incômodo para os pets. O que causa conjuntivite em cachorro? As causas desse problema são muito variadas. Trouxemos algumas para você conhecer: Bactérias; Vírus; Alergias; Contato com produtos químicos; Poluição - sabe aquele hábito dos cães de andarem com a cabeça de fora da janela do carro? Isso pode ressecar os olhos e causar a conjuntivite; Baixa produção de lágrimas; Doenças como a cinomose e a leishmaniose, que tem a conjuntivite como sintoma. Algumas raças são mais propensas a ter problemas oculares, como é o caso da conjuntivite em cachorro Shih-tzu. Portanto, os tutores devem ficar ainda mais atentos ao notarem alguma irritação no olho do seu amiguinho. Conjuntivite em cachorro: sintomas Ao contrário de algumas doenças que são mais difíceis de identificar, como o verme em cachorro, a conjuntivite tem sintomas bastante evidentes. Confira: Cachorro com olho vermelho; Cachorro com olho inchado; Remelas e piscadas em excesso; Dificuldade em manter os olhos abertos; Lacrimação / lacrimejamento. Se você notar algum desses sintomas no seu pet, leve-o ao veterinário o mais rápido possível para que o problema não se torne ainda maior. Ele (a) saberá, da melhor maneira, como curar conjuntivite em cachorro. Como tratar conjuntivite em cachorro? Ao visitar um veterinário, ele fará um exame clínico no pet para diagnosticar a doença. Ele também poderá solicitar outros exames, se o caso for mais grave ou estiver relacionado a outra doença. A partir disso, ele saberá como cuidar de conjuntivite em cachorro, podendo receitar colírio para cachorro ou remédio para conjuntivite em cachorro. Não é recomendado utilizar nenhum remédio caseiro para conjuntivite em cachorro, e nem mesmo colírio humano no pet, já que ambos podem agravar o problema, por mais que sua intenção seja ajudá-lo. Quanto tempo dura a conjuntivite em cachorro? O tempo de cura da doença irá depender da gravidade do problema. Em casos não tão graves, costuma melhorar em cerca de 3 a 5 dias após o início do tratamento recomendado pelo veterinário. Quanto antes for feito o diagnóstico, mais rápido o seu amiguinho estará curado! “Lembrando que, caso seu pet esteja coçando os olhos, o primeiro passo é colocar o colar elizabetano para evitar que ele cause uma úlcera de córnea em cães, além de levá-lo a uma consulta com um veterinário”, segundo recomendação da oftalmologista veterinária doutora Cristiane Estanislau (CRMV-SP: 26.637). Você está desconfiada que seu amiguinho está com algum problema oftalmológico? Entre em contato com a gente e agende uma consulta!

A conjuntivite não é um problema que acomete exclusivamente os seres humanos! Essa doença também pode afetar os pets. Confira o post que preparamos sobre conjuntivite em cachorro! Como é a conjuntivite em cachorro? A conjuntivite canina é uma doença oftalmológica muito comum, assim como a úlcera de córnea em cães.  Ao contrário do que […]

Doença de gato: quais você precisa conhecer?

Você conhece as principais doenças que podem acometer os felinos? Acompanhe o texto e descubra quais são as doenças de gato e a melhor forma de preveni-las. Doença de gato: conheça as principais Leucemia viral felina (FeLV) A doença de gato chamada FELV, também conhecida como leucemia viral felina, é ocasionada por um vírus que pode provocar infecção permanente nos gatos, levando muitos pets à morte. Essa doença pode ser transmitida através do contato de gatos saudáveis com a saliva, fezes, leite e urina de um felino infectado e também pode acontecer por transfusão de sangue ou seringas contaminadas com material biológico de um gato FELV positivo. Apesar de muitos gatos que são positivos para a doença não apresentarem sintomas, existem aqueles que apresentam anemia, perda de peso, anorexia, febre, e até mesmo tumores, como os linfomas. Infelizmente, a leucemia viral felina não tem cura, mas é possível preveni-la por meio da vacinação e check-ups anuais. Vale lembrar que não ocorre a transmissão dessa doença de gato em pessoas. Imunodeficiência felina (FIV) A FIV, também conhecida como Imunodeficiência felina ou aids felina, também é transmitida via saliva, porém, diferente da Felv, é necessário haver inoculação da saliva via mordida. Também é possível ocorrer contaminação por transfusões de sangue, seringas contaminadas. Além disso, essa doença também pode ser transmitida para filhotes, por via transplacentária, ou pela amamentação. Dentre os sintomas, estão a queda do sistema imunológico de forma bruta, abrindo portas para diversos outros problemas de saúde. Infelizmente, ainda não há cura para FIV, porém é possível oferecer mais qualidade de vida ao seu amiguinho, evitando que o problema se torne crítico. Muitas pessoas acreditam que há a transmissão dessa doença de gato em humanos ou para animais de outra espécie, porém isso não acontece. A FIV somente é transmitida de gato para gato. Panleucopenia felina Conhecida como parvovirose felina, é provocada por um parvovírus. A transmissão acontece quando há contato com os fluídos corporais de um animal infectado, levando a sintomas como febre, diarréia, vômitos, anorexia, entre outros. O tratamento irá depender da gravidade da doença, mas é possível preveni-la por meio da vacinação e evitando que o seu felino tenha acesso livre à rua. PIF: doença de gato (peritonite infecciosa felina) A doença do gato PIF acontece devido uma mutação do Coronavírus entérico felino. A PIF não é considerada contagiosa, porém o Coronavírus entérico felino é muito contagioso. A transmissão ocorre via oral-fecal, ou seja, fezes contaminadas sendo ingeridas. Quando os gatos compartilham a caixa de areia, carregam o vírus em suas patas e, ao fazer sua higiene do pelame, irão se contaminar com o Coronavírus entérico que pode estar presente ali. A grande maioria dos felinos irão se contaminar pelo coronavírus entérico felino na sua infância, porém, uma pequena porcentagem desses gatinhos irão fazer a mutação deste coronavírus para o vírus nocivo da PIF. A teoria mais aceita é que existe um componente genético envolvido nesta mutação. Ambiente com superpopulação de gatos são descritos como grande potencial para disseminação deste vírus. A PIF até pouco tempo era considerada sem cura. Atualmente alguns tratamentos estão sendo estudados e testados com resultados excelentes. Aqui, também vale um adendo: o Coronavírus entérico felino não está correlacionado ao coronavírus humano. Tratam-se de doenças diferentes, apesar do nome ser semelhante. Esporotricose A doença de gato chamada esporotricose é causada por um fungo. Ela é conhecida como uma das doenças de pele em gatos mais comuns, já que pode causar lesões e úlcera na pele do pet. O felino pode contrair essa doença se estiver com uma ferida ou até mesmo uma lesão e o fungo entrar no organismo por meio dela. Essa doença tem cura, mas alguns cuidados são necessários, como o uso de luvas descartáveis ao manusear o pet doente, já que nesse caso, o pet transmite doença para humanos. Isso porque, além de afetar os felinos e os cães, a doença de gato esporotricose também acontece em humanos. Bartonelose A doença da arranhadura do gato é a bartonelose. Trata-se de bactérias do gênero bartonella, que podem ser transmitidas ao ser arranhado e/ou mordido por um gato que carrega essa bactéria nas unhas ou dentes. A espécie de bartonella conhecida por ser a responsável pela doença da arranhadura de gato é a b. henselae. Ela está presente nas fezes das pulgas, porém a maioria dos gatinhos não apresentam sinais clínicos. É importante lembrar que ela pode ser tanto transmitida de um felino a outro, quanto de um felino para um ser humano. Por isso, a prevenção é ainda mais importante, como a aplicação periódica de remédio para pulgas nos gatos. Doença de pele: gato com micose Além da esporotricose, a micose também é uma doença de gato que ocorre na pele. Porém, ela é mais comum em felinos que estão constantemente em contato com outros gatos, ou que vivem na rua. Doença de gato na pele humana O tratamento da micose deve ser feito com antifúngicos, recomendados pelo médico veterinário. Porém, essa também é uma doença de pele de gato que pode afetar os seres humanos, por isso cuidados redobrados com a higiene são importantes para manter você e seu pet saudáveis. Olho de gato: doença ainda é um mito Também chamada de toxoplasmose ocular, essa é uma doença de gato no olho, sendo o gato hospedeiro definitivo do protozoário que causa a doença. Essa doença de gato nos olhos pode levar à vermelhidão e a diminuição da visão do pet. Porém, ainda se acredita que os gatos são os grandes transmissores desse problema, o que não é verdade. Carnes cruas e água contaminada, além de verduras, frutas, e legumes mal higienizados, são muito mais perigosos e trazem mais riscos de transmissão da doença do que os felinos. Doença de gato na gravidez Se você está grávida, e já ouviu falar sobre a toxoplasmose, separamos algumas dicas para que você e seu pet passem tranquilos por essa fase tão especial, é importante se informar sobre a toxoplasmose e saber que os gatinhos não são os vilões da doença, e sim a falta de higiene, principalmente com os alimentos: Peça para outro membro da família trocar a caixinha de areia do seu pet, ou utilize luvas ao executar a tarefa; Beba água filtrada; Faça a higiene correta de frutas e verduras; Cozinhe bem as carnes antes de consumi-las. A prevenção sempre é o melhor caminho para cuidar do seu pet. Por isso, confira regularmente se a carteirinha de vacinação e os exames do seu felino estão em dia. Precisando de ajuda veterinária, entre em contato com a INOVA!

Você conhece as principais doenças que podem acometer os felinos? Acompanhe o texto e descubra quais são as doenças de gato e a melhor forma de preveni-las.  Doença de gato: conheça as principais Leucemia viral felina (FeLV) A doença de gato chamada FELV, também conhecida como leucemia viral felina, é ocasionada por um vírus que […]

Vacinas para gatos: confira o calendário completo

Assim como nós, os felinos também precisam ser vacinados, como uma forma de prevenção a diversas doenças. Porém, esse é um assunto que pode gerar muitas dúvidas, principalmente quanto à periodicidade. Por isso, preparamos um texto completo sobre vacinas para gatos! Confira! Vacinas para gatos: qual a sua importância? As vacinas para gato são responsáveis por produzir anticorpos - células de defesa - no organismo do felino. Ou seja, são uma forma de prevenção contra diversas doenças, como a FELV (leucemia felina) e outras que são muito comuns entre os bichanos. E olha, a vacina não protege somente os gatinhos não, hein? Hoje, já sabemos que diversas enfermidades podem passar do pet para as pessoas e a vacinação garante também uma convivência saudável entre pets e humanos. Para saber qual a idade para vacinar gatos, é importante uma visita a um veterinário. Porém, é certo que elas devem estar presentes na rotina desde o início da vida do pet, começando geralmente a partir dos 45 dias de vida do felino. As vacinas para gatos filhotes, por exemplo, irão protegê-los caso eles tenham contato com alguma patologia, não deixando que ela se instale no organismo ainda frágil do filhote. Tabela de vacinas para gatos O calendário de vacinas para gatos é diferente dos cachorros, por isso é preciso estar atento. Uma visita ao veterinário irá sanar diversas dúvidas que rondam a cabeça dos tutores em relação a quais vacinas são importantes para o pet e ainda o calendário que deve ser seguido. Isso porque o protocolo vacinal dos gatos é feito de forma individual, levando em conta o histórico e estilo de vida do felino. Além disso, é muito importante a realização de exames de check-up e os testes para FIV e FELV. Existem 3 tipos de vacinas para os gatos: V3, V4 e V5. Vacina V3 para gatos A vacina V3 felina (vacina tríplice - trivalente) protege o pet contra duas doenças respiratórias - rinotraqueíte felina e a calicivirose felina, além da panleucopenia felina (que pode causar danos ao sistema digestivo e sanguíneo). Vacina v4 para gatos A vacina V4 felina (vacina quádrupla) irá trazer os mesmos benefícios da V3, além de proteger contra a clamidiose (doença infecciosa, que atinge os olhos dos animais e pode acometer os seres humanos). Vacina v5 para gatos Já a vacina V5 felina (vacina quíntupla) é a mais completa: traz os mesmos benefícios da V4, e também protege contra a FELV (leucemia felina). Vacina de raiva para gatos Além das vacinas V3, V4 e V5, os gatos também precisam ser vacinados contra a raiva. a vacina de raiva é muito necessária, já que essa doença pode levar o pet à morte, além de poder contaminar seres humanos. Além disso, é sempre importante lembrar que as vacinas devem ser anuais. Não basta vacinar seu amiguinho apenas quando filhote, pois a imunidade não é vitalícia. Para a proteção se estender, algumas vacinas devem ser reaplicadas e somente um médico veterinário poderá te orientar quanto a periodicidade. O veterinário especializado em gatos também vai te orientar em como levar o gato para vacinar e como segurar um gato para vacinar, alguns bichanos são mais calmos e tranquilos em relação ao transporte, mas alguns são mais ariscos. Vacina para gatos: preço Após essas informações, você deve estar se perguntando “quanto custa para vacinar um gato”. Porém, saber quanto custa vacina para gato irá depender da localidade, já que o preço médio pode variar e o território brasileiro tem muitas peculiaridades. Vacina para gatos: reações Assim como nas crianças, as vacinas para gatos podem provocar algumas reações após a aplicação, como febre, diarréia e até mesmo vômito. No geral, elas tendem a passar em até 24 horas, mas se você observar que seu gatinho apresentou algum sintoma após a vacinação, é recomendado que você ligue ou leve-o até o veterinário. A medicação sem prescrição médica, como dar dipirona para gatos, não é recomendada, já que pode trazer consequências ainda piores à saúde do pet. Vacina anticoncepcional para gatos: não arrisque a vida do seu amiguinho Infelizmente, é muito comum a busca de vacina para cio de gato. Por isso, viemos trazer um grande alerta: ela pode colocar a vida do seu pet em risco! A vacina para gato não pegar cria pode levar a sérias infecções e a formação de tumores no seu gatinho, já que ela contém altas taxas de hormônios. Então, nem pense em pesquisar como aplicar vacina em gato para não engravidar ou vacina abortiva para gatos. O assunto é sério e demanda atenção e responsabilidade! A castração de gatos sempre será o melhor caminho para cuidar da saúde do seu pet. As vantagens da cirurgia de castração vão muito além do controle populacional dos felinos. Ela também previne o risco de aparecer problemas sérios de saúde. E vale lembrar que para castrar o gato precisa estar vacinado. Então, mantenha a carteirinha de vacinação do seu pet em dia! Aqui na Inova, contamos com diversos profissionais capacitados para cuidar da saúde do seu felino. Entre em contato e agende uma visita! *Valores de referência no ano de 2021, no interior do estado de São Paulo.

Assim como nós, os felinos também precisam ser vacinados, como uma forma de prevenção a diversas doenças.  Porém, esse é um assunto que pode gerar muitas dúvidas, principalmente quanto à periodicidade. Por isso, preparamos um texto completo sobre vacinas para gatos! Confira! Vacinas para gatos: qual a sua importância?  As vacinas para gato são responsáveis […]

Dipirona para cães: tudo o que é importante saber

A dipirona é um remédio de ação anti inflamatória e de ação analgésica, de uso muito comum pelos seres humanos. Contudo, será que a dipirona para cães é indicada? Continue acompanhando o texto e descubra se você pode dar dipirona para cachorro! Cachorro pode tomar dipirona? A dipirona é um medicamento muito comum na caixinha de primeiros socorros de muitas pessoas. Porém, ao notar alguma alteração na saúde do pet, como dermatite em cachorro ou algum indício de que o pet esteja com dor, uma dúvida muito comum entre os tutores de cães é - pode dar dipirona para cachorro? A resposta é sim. A dipirona para cães com dor ou a dipirona para cães com febre pode ser dada, porém somente quando receitada pelo médico veterinário. Vale lembrar que os cães possuem dificuldade em metabolizar alguns medicamentos, como paracetamol e ibuprofeno, portanto nunca devem ser administrados! Analgésico para cães: dipirona A dipirona atua apenas como um analgésico para cachorros, não tratando a doença em si. Portanto, para não colocar em risco a vida do seu pet, desconfiando de qualquer sintoma, leve-o o mais rápido possível para uma avaliação com um veterinário. Ele fará exames e conseguirá descobrir a origem do problema, já que doenças mais sérias, como uma úlcera de córneas em cães, dentre tantas outras, devem receber tratamentos diferenciados. Muitas vezes administrar um medicamento como a dipirona, pode mascarar a doença, uma vez que você achará que o problema foi resolvido e apenas o sintoma não está mais aparecendo. Dipirona para cães: efeitos colaterais A administração da dose incorreta de dipirona humana para cães, sem recomendação veterinária, pode trazer efeitos colaterais, como vômitos, diarréia, gastrite, entre muitos outros sintomas. Portanto, nunca pratique a automedicação em seu pet. Qual a dose de dipirona para cães? Como já citado, para saber a dosagem de dipirona para cães, além da frequência, é necessário uma orientação de um veterinário. Dipirona: dosagem para cães Como todo remédio, a dipirona é metabolizada pelo fígado. Logo, a dosagem de dipirona para filhotes de cães será diferente da dosagem de dipirona para cães adultos, por exemplo. Aqui vale também o alerta de não utilizar a receita de um pet para medicar o outro. Portanto, por mais que você queira ajudar, não é recomendado medicar seu amiguinho com dosagens que encontramos na internet. Dipirona: em gotas ou em comprimido? A forma como a dipirona será administrada vai depender de cada pet. Às vezes, a dipirona em gotas para cães pode ser a melhor alternativa. Porém, se o volume for muito grande, a dipirona em comprimido para cães será recomendada. Substâncias proibidas para cachorros: conheças algumas Algumas substâncias são extremamente proibidas para os cãezinhos. Conheça algumas: Tylenol: o uso pode levar à intoxicação e lesões aos órgãos do pet, como o fígado; AAS Infantil e/ou adulto: esse medicamento contém ácido acetilsalicílico, e os cães não possuem a enzima hepática responsável pela metabolização e eliminação do composto. Ou seja, é um medicamento tóxico para eles. Aspirina: a aspirina também contém ácido acetilsalicílico, que como já dito é tóxico aos pets. Dorflex: o dorflex é outro medicamento que não pode ser dado aos cães, já que contêm orfenadrina e cafeína em sua composição, que são altamente tóxicos para os pets. Precisa de ajuda para cuidar do seu amiguinho? Entre em contato com a Inova e agende uma consulta!

A dipirona é um remédio de ação anti inflamatória e de ação analgésica, de uso muito comum pelos seres humanos. Contudo, será que a dipirona para cães é indicada? Continue acompanhando o texto e descubra se você pode dar dipirona para cachorro! Cachorro pode tomar dipirona? A dipirona é um medicamento muito comum na caixinha […]

Doença do gato: mitos e verdades sobre a toxoplasmose

A toxoplasmose é uma doença causada pelo parasita Toxoplasma gondii. Mas você sabe porque ela ganhou a fama e ficou conhecida como doença do gato? Leia o texto e confira tudo sobre o assunto! O que é a doença do gato: toxoplasmose A doença do gato, que recebe o nome de Toxoplasmose, ainda gera muitas dúvidas nos tutores. Trata-se de uma doença infecciosa, causada pelo parasita Toxoplasma gondii. Ela não é contagiosa, e na maioria dos casos é contraída via oral, comum na ingestão de carnes cruas ou mal passadas contaminadas, verduras, legumes e frutas mal lavadas, além de água contaminada. Como é a doença do gato e o que causa doença do gato? A toxoplasmose ganhou o nome da doença do gato pois os felinos são os únicos hospedeiros definitivos dos parasitas, isso é, o ciclo reprodutivo do Toxoplasma gondii se completa no intestino dos gatos infectados e eles, por sua vez, eliminam ovos (oocistos) em suas fezes. Porém, engana-se quem pensa que todos os gatos possuem a doença. Apenas uma parcela pequena, em especial aqueles que têm acesso à rua, podem acabar contraindo, ao ingerir alguma carne contaminada - como por exemplo de uma ave. Por isso, evitar que seu amiguinho dê as famosas “voltinhas” e realizar a castração de gatos são grandes aliados no controle da doença. Doença do gato: sintomas no felino No geral, o gato portador da toxoplasmose não apresenta sintomas, mas pode acontecer de ocasionar febre, fraqueza e até mesmo anorexia. Por isso, é importante ficar atento e, ao qualquer sinal de desconfiança, levar o seu amiguinho ao veterinário o quanto antes. Doença do gato em humanos: o gato não é o grande culpado! Infelizmente, a toxoplasmose ainda é motivo de muitos abandonos de diversos gatinhos por parte dos seus tutores, que não possuem informações corretas sobre como se pega a doença do gato (toxoplasmose). Isso porque, apesar de ser uma “doença das fezes do gato”, eles não são os grandes transmissores do parasita! Saiba as principais causas da doença: Ingestão de carnes cruas ou mal passadas que contêm cistos do parasita; Consumo de água não filtrada; Frutas e verduras cruas mal lavadas, que contêm o cisto; Manipulação de alimentos ou utensílios de cozinha contaminados com o cisto; Transmissão de mãe para o feto durante a gestação; Fazer jardinagem sem luvas. Aliás, é muito importante lembrar que o felino não transmite continuamente o parasita. Após ser contaminado, ele eliminará em suas fezes os cistos após 5 dias ou uma semana, apenas uma vez em toda sua vida. Entendeu agora porque os gatos não são os grandes vilões da doença do gato em pessoas? Esse é até um termo que não deveria ser usado. Doença do gato tem cura? Felizmente, diagnosticada a doença por um médico veterinário, existe sim a possibilidade de tratamento e cura. Porém, a medicação não deve ser realizada sem recomendação médica, como por exemplo, dar dipirona para gatos. Geralmente, são receitados antibióticos, além de exames e acompanhamento veterinário. É importante não oferecer carne crua ao seu pet, dando a ele somente ração ou refeições prescritas, além de mantê-lo dentro de casa. Sintomas da doença do gato em humanos Nos humanos, a toxoplasmose também pode ser assintomática. Porém, por ser uma doença viral, pode ocasionar sintomas como febre, fraqueza, dor no corpo e cabeça. Entretanto, se a pessoa estiver com o sistema imunológico baixo, a doença pode ser agravar, atingindo o cérebro, coração, fígado, dentre outros órgãos. Fique atento e diante de qualquer sintoma procure um médico. Doença do gato na gravidez: confira mitos e verdades sobre a toxoplasmose Existem alguns mitos que rondam esse assunto, principalmente a respeito da doença do gato em grávida, é assim que as pessoas associam a toxoplasmose durante a gestação. Confira alguns mitos e verdades que trouxemos para você se informar: A toxoplasmose só é transmitida pelos felinos: mito! Como já dissemos, os gatos não são os principais causadores dessa doença. É muito mais provável que a pessoa se contamine ao ingerir carnes cruas ou mal passadas com o cisto, por exemplo. Gestante pode passar a toxoplasmose para o bebê: verdade! A transmissão pode ocorrer de mãe para o feto durante a gestação. Mulheres devem se afastar do seu gatinho durante a gestação: mito! Não é necessário se afastar do seu pet nesse período. Para evitar contaminação, é indicado que outro membro da família limpe sua caixinha de areia. Caso não seja possível, use luvas e pazinha para limpar as fezes do pet, além de higienizar as mãos após terminar. A toxoplasmose é transmitida por arranhões de gato: mito! A toxoplasmose não é transmitida por arranhões de gato. A doença da arranhadura do gato é causada pela bactéria Bartonella henselae. Preciso fazer checkups anuais em meu gatinho para garantir que está tudo bem: verdade! Existem diversas outras doenças que podem afetar o seu amiguinho, como a leucemia felina (FELV), doença do gato no olho (toxoplasmose ocular) e a doença do pêlo do gato (esporotricose). Por isso, é muito importante realizar visitas periódicas ao veterinário para garantir que está tudo bem com o seu pet. Assim, você garante que a sua saúde e a dele fique em dia! Aqui na Inova possuímos veterinários especializados no cuidado de felinos, assim como em outras especialidades. Venha nos conhecer!

A toxoplasmose é uma doença causada pelo parasita Toxoplasma gondii.  Mas você sabe porque ela ganhou a fama e ficou conhecida como doença do gato? Leia o texto e confira tudo sobre o assunto! O que é a doença do gato: toxoplasmose A doença do gato, que recebe o nome de Toxoplasmose, ainda gera muitas […]

Verme em cachorro: tudo o que ainda não te contaram

O verme em cachorro é um dos problemas mais comuns no dia a dia dos consultórios veterinários, e com certeza você já deve ter ouvido falar no assunto. Porém, você sabe quais são os sintomas de verme em cachorro e o que fazer diante da situação? Entenda tudo sobre o assunto! Verme em cachorro: o que é? Como o nome já diz, a doença se trata de um quadro de verminose nos pets. Por isso, os cães devem ser vermifugados corretamente e seguindo um calendário correto, indicado pelo veterinário. Porém, mesmo vermifugados, o problema pode acabar ocorrendo, ao frequentar locais com muitos animais - como praças e parques - por exemplo. Além disso, o problema pode ocorrer independentemente da idade do pet. Os casos de verme em cachorro filhotes também são comuns. Verme de cachorro em humanos: é possível? Verme de cachorro pega em humano? A resposta é sim! O verme de cachorro em pessoas realmente pode acontecer, mas não são todos os tipos que são transmissíveis aos humanos. Alguns cuidados básicos com a higiene, como lavar bem as mãos após o contato com os pets, podem ser suficientes para que o problema não ocorra. Além disso, o consumo de carnes mal cozidas e água não filtrada podem causar vermes também, como a Toxoplasmose. Tipos de vermes em cachorros Os vermes em cachorro podem ser divididos em alguns tipos. Conheça: Vermes intestinais em cachorro Os vermes que afetam o intestino dos cães são muito comuns e alguns podem até mesmo ser transmitidos para os seres humanos. Entre os tipos estão: Vermes chatos ou cestodos; Vermes redondos ou nematodos (transmissível aos seres humanos); Vermes ganchudos (transmissível aos seres humanos) e os Vermes chicote. Vermes pulmonares em cachorro Os vermes também podem estar nos pulmões, seja diretamente, ou por meio dos vermes intestinais que acabam ao longo do ciclo indo parar no sistema respiratório. Verme do coração em cachorro Além do intestino e do pulmão, eles também podem encontrar-se no coração do pet. Um exemplo é a Dirofilaria immitis, transmitida por meio de picadas de mosquito. Vermes oculares em cachorro Por fim, eles também podem acometer a região dos olhos. Um exemplo é a Thelazia, também transmissível aos seres humanos. O que causa verme em cachorro? Agora que você já sabe o que é verme em cachorro e quais os tipos, está na hora de entender o que dá verme em cachorro. Existem diversas maneiras dos pets contraírem vermes e até alguns mitos que rondam o assunto, como aquele em que o leite da verme em cachorro, o que não é verdade, apesar da ingestão do leite não ser recomendado por outras razões. Dentre as causas, podemos citar: Ao passear e explorar parques, praças e outros gramados , o seu amiguinho pode acabar pegando algum parasita que vive na grama e na terra do ambiente; Lambidas - se os ovos de verme grudarem no pelo do seu pet e ele lamber o local, ele também pode acabar contraindo algum parasita; Picadas de mosquitos. O que causa verme em filhote de cachorro Além das maneiras citadas acima, os vermes também podem ser transmitidos de mãe para filhote, por meio da placenta ou nos primeiros dias de vida do pet, ao amamentar. Verme em cachorro: sintomas Você sabe quais os sintomas de verme em cachorro? A verdade é que existem muitos, e até mesmo a tosse em cachorro pode ser verme, no caso do pulmonar. Conheça alguns sintomas de verme em cachorro: Diarréia; Cachorro com febre; Cachorro com tosse; Diminuição ou perda de apetite; Mudança na textura das fezes; Vômito; Fraqueza; Presença de verme nas fezes (estágio mais avançado). Se você notar algum desses sintomas em seu pet, leve-o a um veterinário o mais rápido possível para dar início ao tratamento. Como tratar verme em cachorro Somente um veterinário pode orientar a respeito do tratamento para verme em cachorro. Por mais que você queira ajudar, os remédios caseiros para verme em cachorro não são recomendados, pois podem acabar piorando o problema. Um médico veterinário realizará exames, como o de verificação de fezes no caso de verme intestinal, para saber o tipo de verme e como proceder. Geralmente um remédio de verme para cachorro será indicado, mas antes disso é preciso que o veterinário faça o diagnóstico correto do tipo de verme. Dependendo do diagnóstico será determinado o medicamento e o tempo de uso. Remédio de verme para cachorro: de quanto em quanto tempo? Para saber de quanto em quanto tempo devem ser administrados vermífugos (remédio para verme em cachorro) de maneira preventiva é necessário orientação veterinária. De modo geral, pode-se dizer que o tempo varia: entre 3 a 6 meses, ou até mesmo um ano. Porém, para cuidar da saúde do seu amiguinho e prevenir que qualquer doença o acometa, check ups anuais e visitas de rotina ao veterinário são necessárias. Precisando de ajuda para cuidar do seu amiguinho? Entre em contato conosco e agende uma consulta!

O verme em cachorro é um dos problemas mais comuns no dia a dia dos consultórios veterinários, e com certeza você já deve ter ouvido falar no assunto. Porém, você sabe quais são os sintomas de verme em cachorro e o que fazer diante da situação? Entenda tudo sobre o assunto! Verme em cachorro: o […]

Acne felina: existe tratamento?

Acne felina: existe tratamento? Você não leu errado: os gatos também podem ter acne! Esse problema de pele recebe o nome de acne felina porque é uma inflamação bem parecida com a temida espinha em seres humanos. Para te ajudar a entender sobre o assunto, preparamos um texto explicando as principais dúvidas sobre a acne em gatos. Confira! Acne felina: o que é? A acne felina se assemelha muito a acne humana. Nos felinos, ela começa como um cravo, por conta do entupimento do poro por excesso de gordura. Logo depois, se dá o início de um processo inflamatório, acarretando em uma espinha, muitas vezes com pus. Esse problema pode acontecer com qualquer gatinho, e as regiões do corpo mais comuns são os lábios e queixo do pet. Por isso, é um pouco difícil de se perceber antes que o problema se agrave. Porém, é importante ficar atento, já que esse quadro costuma causar bastante dor e incômodo. Acne felina: causas A acne de gato tem como causa o entupimento dos poros por gordura - quando as glândulas sebáceas começam a produzir uma maior quantidade. Porém, outros motivos também podem explicar as causas desse problema, como: Problemas no sistema imunológicos; Alimentos de consumo impróprio para felinos; Estresse; Dificuldade para fazer a higiene do queixo e boca. Acne felina: sintomas Agora que você já sabe quais são as causas da acne felina, chegou a hora de identificar os sintomas. Dentre eles, estão: Cravos - pontinhos pretos - no queixo ou na boca do pet; Espinhas com pus; Coceira; Dor; Feridas e sangramentos na área afetada; Percebido os sintomas, é importante consultar um médico veterinário para saber como tratar a acne felina e não deixar que o problema se transforme em acne felina grave. Acne felina: tratamento Entender como tratar a acne felina dependerá de um diagnóstico feito por um veterinário de confiança. Acne felina: remédios Não é recomendado que você dê medicamentos ao seu pet, como dipirona para gatos, antes de uma consulta, e nem mesmo busque por tratamentos caseiros para acne felina. Somente após entender o caso e o histórico do seu pet, o veterinário poderá indicar um remédio para acne felina que seja efetivo para o seu pet, como: antibiótico para acne felina, anti-inflamatórios, remédios para dor ou até mesmo uma pomada para acne felina. Acne felina: como tratar Além do medicamento para acne felina, a higienização correta do local é de suma importância para curar o problema. E lembre-se: tomar decisões precipitadas, como tirar a acne felina com as suas próprias mãos, pode agravar o problema e causar ainda mais dor ao seu pet. Acne felina: prevenção Além da higienização correta da boca e do queixo do seu pet, trocar o potinho de plástico de água e ração por um feito de inox ou cerâmica pode ser uma boa ideia. Isso porque o plástico é um material poroso, ou seja, ele facilita o acúmulo de gordura, além de bactérias, podendo facilitar ou agravar o problema da acne felina. Na dúvida, vale a pena prevenir! Acne felina: contágio em humanos Assim como a acne humana não é contagiosa, a acne felina também não! Ou seja, esse problema não é transmitido para seres humanos, nem para outros pets. Pode ficar tranquilo! Se você ainda tem alguma dúvida sobre o assunto, ou precisa de uma ajudinha para cuidar do seu gatinho, conte com a Inova! Aqui, temos um time completo de veterinários e especialista em medicina de felinos, prontos para te ajudar!

Você não leu errado: os gatos também podem ter acne!  Esse problema de pele recebe o nome de acne felina porque é uma inflamação bem parecida com a temida espinha em seres humanos. Para te ajudar a entender sobre o assunto, preparamos um texto explicando as principais dúvidas sobre a acne em gatos. Confira! Acne […]

Sarna em gatos: entenda o que é e o que fazer

A sarna em gatos é uma doença dermatológica comum no dia a dia dos consultórios veterinários. Ela causa muito incômodo nos pets, por isso é importante entender o que fazer caso você desconfie que o seu felino esteja com esse problema. Continue acompanhando o texto e entenda tudo sobre o assunto! Sarna em gatos: o que é? A sarna em gatos é uma doença dermatológica, assim como a acne felina. Causada por ácaros (parasitas), ela pode apresentar diversas formas. Entenda os tipos de sarna em gatos: Sarna demodécica em gatos A sarna demodécica, ou sarna negra em gatos, é causada por dois ácaros - demodex cati ou demodex gatoi. Ela não é transmissível ao ser humano. Como característica, temos manchas escuras e feridas na cabeça, orelhas e patas. Sarna otodécica em gatos Também conhecida como sarna de ouvido em gatos, tem como causa o ácaro otodectes cynoti. Como consequência, o felino fica com bastante coceira no ouvido, além de excesso de cera. Ela não é transmissível aos seres humanos, porém pode ser transmitida para outros gatos e cães. Por isso é necessário tomar cuidado se você possui um cão e um gato convivendo no mesmo local e o seu pet está com sarna otodécica. Sarna notoédrica em gatos A sarna notoédrica, também conhecida como escabiose felina, é transmissível para outros animais e para os seres humanos. Ela é causada pelo ácaro notoedres cati e causa feridas, coceira e queda de pelo do felino. Sarna de gato em humanos Alguns tipos de sarna, como a sarcóptica e a notoédrica podem sim afetar os seres humanos. A transmissão acontece por contato com o pet infectado e pode causar coceira e lesões. Porém, caso o seu gatinho esteja com sarna, não precisa ter medo. Trouxemos alguns cuidados que devem ser tomados para garantir a segurança de ambos: Utilizar luvas e roupas que protejam os braços durante o contato com o pet; Higienizar as mãos antes e depois do contato; Manter o local e pertences do felino sempre limpos. O veterinário poderá receitar algum produto sarnicidas para limpeza do ambiente, auxiliando a eliminação do ácaro; Seguir o tratamento conforme recomendação veterinária. Sarna em gatos: sintomas A sarna em gatos costuma causar alguns sintomas, que facilitam a identificação. Alguns deles são: Queda de pelo na região afetada; Vermelhidão; Feridas; Coceira muito intensa; Dor. Se você percebeu que o seu pet está com alguns desses sintomas, leve-o a uma consulta ao veterinário o mais rápido possível, já que essa doença costuma causar muito incômodo. Sarna em gatos: como tratar Para saber como tratar a sarna em gatos, é necessário uma ida ao veterinário. Ele saberá identificar o tipo de sarna do seu amiguinho com exames complementares, indicando um remédio para sarna em gatos, como antibiótico, pomada ou outros medicamentos para sarna em gatos. Ele também saberá como tratar a sarna de ouvido em gatos, indicando a medicação correta para o tipo de sarna e também o estágio da doença. Importante lembrar: não medique o seu pet em casa sem prescrição. Alguns remédios, como dipirona para gato, podem trazer consequências se não administrados corretamente. Sarna em gatos: tratamento caseiro O tratamento caseiro, com o uso de diversos remédios caseiro para sarna em gatos, sem o acompanhamento de um veterinário, não é recomendado e pode causar ainda mais dor e incômodo ao seu felino. Nós sabemos que muitas pessoas, muitas vezes com a melhor intenção, dão “dicas” de ótimos remédios naturais e caseiros, mas saiba que mesmo que seja natural pode ser perigoso para a saúde do pet. Somente um veterinário especializado saberá qual o melhor remédio para sarna em gatos. Não use enxofre para sarna em gatos e nem vinagre branco para sarna em gato sem prescrição médica. Com o tratamento correto, seu pet estará saudável rapidamente. Sarna em gatos: prevenção A prevenção das doenças é sempre o melhor caminho. No caso da sarna em gatos, alguns hábitos ajudarão a evitar o problema: Evite que o seu felino tenha acesso à rua; Mantenha o ambiente que ele vive sempre limpo; Utilize o antiparasitário regularmente; Leve-o para uma consulta ao veterinário com frequência. Aqui na Inova contamos com uma equipe completa, além de veterinárias especializadas em dermatologia e felinos. Agende uma visita!

A sarna em gatos é uma doença dermatológica comum no dia a dia dos consultórios veterinários.  Ela causa muito incômodo nos pets, por isso é importante entender o que fazer caso você desconfie que o seu felino esteja com esse problema. Continue acompanhando o texto e entenda tudo sobre o assunto! Sarna em gatos: o […]