Como cuidar de gatos filhotes: saiba o que fazer

Como cuidar de gatos filhotes: saiba o que fazer Quem resiste à fofura de um gatinho, não é mesmo?! Tão pequenininhos, muitas vezes cabem até na palma da nossa mão. Porém, a chegada desse pet em casa pode trazer algumas inseguranças quanto aos cuidados com gatos. Para que nada saia do controle, vamos te ensinar como cuidar de um gato filhote. Acompanhe o texto! Gatos: como cuidar de filhotes A chegada de um novo membro na família é sempre um momento especial. E claro, é completamente normal ficar com algumas dúvidas, sejam elas como cuidar de um gato filhote abandonado ou como cuidar de um filhote de gato recém nascido. Se você acabou de adotar um gatinho, é necessário ter paciência no período de adaptação. Os gatos são conhecidos por serem animais de rotinas, então eles podem estranhar um pouco as mudanças que estão acontecendo. Por isso, entender como cuidar de filhote de gato é fundamental nessa tarefa. O ideal é preparar sua casa ou apartamento com antecedência antes da chegada do seu novo amiguinho. Você precisará de itens como: Caixinha de areia, onde ele fará suas necessidades; Potinhos para ração e água; Brinquedos para filhotes e; Uma caminha com cobertor para ele dormir. Se você mora em apartamento, certifique-se que todas as janelas possuem telas de segurança, para que nenhum acidente aconteça! Quanto ao banho, é certo que os felinos podem acabar ficando um tanto quanto estressados. Se você o resgatou da rua, acha que ele está sujinho, e quer saber como cuidar de um filhote de gato órfão, você pode optar por fazer a limpeza com um lenço umedecido (específico para pets) ou entrar em contato com um veterinário de confiança e perguntar se pode dar um banho no pet. Caso a resposta seja positiva, a água deve ser morna e é importante secar bem o felino ao final da tarefa. Como cuidar de um gato filhote: alimentação Os cuidados com filhotes de gato, no quesito alimentação, dependerão de alguns fatores. Na verdade, tudo irá depender se esse gatinho foi amamentado por sua mãe ou não para você compreender como alimentar um gato filhote. Os gatinhos geralmente se alimentam de leite materno até 4 semanas de vida. Ou seja, saber como cuidar de filhote de gato de 1 mês é diferente de como cuidar de gatos filhotes de 2 meses. Então, se você adotou um pet que foi alimentado com leite materno, a alimentação sólida (ração para filhotes) geralmente começa a ser introduzida após 1 mês de vida. Um veterinário saberá orientar a respeito de marcas, frequência e quantidade, e claro, ela deve ser específica para felinos. Caso você precise entender como cuidar de um filhote de gato abandonado, com menos de 4 semanas de vida, ele deverá ser alimentado com um leite específico para pets - e nunca com leite de vaca, pois esse alimento pode causar danos à saúde do animal (episódios de diarréia e vômito). Para aprender como fazer mamadeira para gato recém nascido e como alimentar filhote de gato recém nascido o ideal é fazer uma visita ao veterinário. Quanto à água, deixe-a disponível o tempo todo - sempre limpa e fresquinha. Como cuidar de um gato filhote: acompanhamento veterinário Um dos pontos mais importantes para entender como cuidar de filhote de gato é o acompanhamento veterinário, que deve ser feito assim que o pet chegar em sua casa. Se você resgatou ou adotou um felino, peça para o veterinário fazer um checkup completo. O teste de FeLV (leucemia felina), por exemplo, é super importante, já que essa doença é muito grave e pode levar à morte do pet. Vale lembrar que você nunca deve medicar o pet sem prescrição veterinária. Alguns tutores, ao notarem que o filhote está com dor, acabam optando por dar remédios, como a dipirona para gatos, sem embasamento médico, podendo ser muito prejudicial à saúde do animalzinho. Lembre-se também das vacinas e da vermifugação. Assim, você previne diversas doenças que podem afetar seu amiguinho. A castração de gatos é importante e deve ser feita. Além da prevenção de doenças, também é um ato de responsabilidade e amor. Precisa de ajuda para cuidar do seu amiguinho que acabou de chegar? Conte com a Inova! Aqui, temos um time completo de veterinários e especialista em medicina felina, prontos para te ajudar. Venha nos visitar!

Quem resiste à fofura de um gatinho, não é mesmo?! Tão pequenininhos, muitas vezes cabem até na palma da nossa mão. Porém, a chegada desse pet em casa pode trazer algumas inseguranças quanto aos cuidados com gatos.  Para que nada saia do controle, vamos te ensinar como cuidar de um gato filhote. Acompanhe o texto! […]

Úlcera de córnea em cães: tem tratamento?

A Ceratite Ulcerativa, popularmente conhecida como úlcera de córnea em cães, é uma doença que vem se tornando muito comum, principalmente em pets de pequeno porte. Se você desconfia que seu amiguinho de quatro patas está com a doença e quer saber como tratar a úlcera de córnea em cães, acompanhe o texto. Úlcera de córnea em cães: o que é? A úlcera é qualquer ferida que acomete tecidos do corpo (como pele, estômago, etc). Sendo, a úlcera no olho uma lesão que leva a inflamação da córnea. Essa doença é muito comum, e pode ser dividida em superficial ou profunda. A úlcera de córnea profunda em cães é mais perigosa pois, se não tratada, pode levar a cegueira no pet. Também é válido lembrar que muitas úlceras superficiais acabam se tornando profundas, já que os cães tendem a coçar a região, podendo machucar ainda mais o local ou levar a uma infecção secundária. Por isso, é importante ter muito cuidado com a progressão da doença. Úlcera de córnea em cães: shih tzu As causas de úlcera de córnea em cães podem ser diversas: Como trauma no local; Infecções oculares; Contato com substâncias químicas (exemplo: produtos de limpeza); Deficiência lacrimal; Cílios ou pêlos virados para dentro da pálpebra (Entrópio, distiquíase ou cílios ectópicos); Doenças pré-existentes na córnea, entre outros. Porém, é certo que os cães de olhos “saltados”, como o shih tzu, são os que mais sofrem com a doença. Por terem os olhos mais expostos, o trauma acaba acontecendo mais facilmente, resultando na úlcera de córnea em cães. Úlcera de córnea em cães: sintomas Antes de saber como curar úlcera de córnea em cães, é necessário verificar se o pet realmente tem a doença. Para isso, além de realizar um teste de úlcera de córnea em cães no veterinário, alguns sintomas também podem ser observados. Diferente de outras doenças, que os sintomas podem ser cachorro com febre ou cachorro com tosse, a úlcera de córnea em cães causa: Lacrimejamento em excesso; Dores nos olhos; Secreção; Olhos vermelhos; Coceira nos olhos; Sensibilidade à luz; Piscadas em excesso; Dificuldade de abrir os olhos. Notando algum desses sintomas, leve o seu pet ao veterinário o mais rápido possível, para dar início a um tratamento úlcera de córnea em cães. Úlcera de córnea: tratamento em cães A úlcera de córnea em cães tem tratamento, e deve ser feito o quanto antes possível, para não causar nenhum dano à visão do pet. Úlcera de córnea em cães: como tratar Esqueça o remédio caseiro para úlcera de córnea em cães. Somente um veterinário especializado saberá como tratar, indicando o melhor colírio, pomada ou outro tratamento para úlcera de córnea em cães. Vale lembrar, mais uma vez, que medicar o seu pet sem a indicação de um especialista pode piorar a situação. Úlcera de córnea em cães: colírio Para o tratamento, geralmente será prescrito um colírio para úlcera de córnea em cães, além do uso do colar elizabetano (ou colar cirúrgico) para evitar que o pet coce e machuque ainda mais a região. Siga sempre a prescrição médica para que o problema não evolua e possa deixar seu pet cego. . Cirurgia de úlcera de córnea em cães: valor Em casos mais sérios, o colírio com antibiótico para úlcera de córnea em cães não basta, tendo que recorrer a cirurgia de úlcera de córnea em cães. Feito o procedimento, é necessário um acompanhamento veterinário pós cirúrgico com retornos de consulta e empenho dos tutores em cumprir corretamente a prescrição. Seguindo as orientações a úlcera de córnea deve cicatrizar. O preço varia de acordo com a seriedade do caso, exames e remédios a serem utilizados após a cirurgia. Seu pet está precisando de atendimento oftalmológico? Conte com a ajuda do time de especialistas da Inova! Entre em contato conosco hoje mesmo!

A Ceratite Ulcerativa, popularmente conhecida como úlcera de córnea em cães, é uma doença que vem se tornando muito comum, principalmente em pets de pequeno porte. Se você desconfia que seu amiguinho de quatro patas está com a doença e quer saber como tratar a úlcera de córnea em cães, acompanhe o texto. Úlcera de […]

Pet transmite doenças? Conheça os mitos e verdades

Estar atento à saúde dos nossos pets é fundamental para que nada aconteça com eles e com a gente! Isso porque existem algumas doenças que podem ser transmitidas entre os animais e os humanos. Essas doenças são chamadas de zoonoses. No post de hoje, reunimos alguns mitos e verdades sobre o assunto para te ajudar! ZOONOSE: O QUE É? São chamadas de zoonose as infecções transmitidas de um pet para os seres humanos, podendo ser por vírus, bactérias, parasitas ou fungos. ZOONOSE: COMO SÃO TRANSMITIDAS? As formas de transmissão das zoonoses podem ser divididas em contato direto, indireto, por vetores ou por alimentos. O contato direto pode acontecer por meio da saliva do pet, urina, fezes e até mesmo mordidas e arranhões. Já o contato indireto é o contato com áreas onde esses pets vivem ou objetos que possam estar contaminados. A transmissão por vetores é aquela feita por picadas de carrapatos, pulgas, mosquitos entre outros. A ingestão de alimentos ou água contaminada entra na transmissão por alimentos. ZOONOSE: MITOS E VERDADES Muitas são as suposições criadas acerca da transmissão de doenças por pets. Sendo assim, separamos alguns mitos e verdades para você! CÃES TRANSMITEM SARNA AOS HUMANOS? Verdade! Existe um tipo de sarna canina, chamada de Escabiose, que pode ser transmitida aos seres humanos. CÃES E GATOS TRANSMITEM RESFRIADO/GRIPE PARA O HOMEM Mito! Cães e gatos não transmitem gripe ou resfriado para humanos, já que os agentes virais são diferentes em cada espécie. PETS PODEM TRANSMITIR LEPTOSPIROSE AOS HUMANOS Verdade! A leptospirose é uma doença causada por uma bactéria que pode ser encontrada na urina ou fezes de pets com a doença, como os ratos , cachorros e os gatos, havendo a contaminação caso haja contato. A contaminação pode ocorrer pelo contato com a urina ou fezes contaminadas. A vacinação dos pets previne diversas doenças que podem ser transmitidas ao homem Verdade! Os pets devem ser vacinados anualmente com a orientação de um médico veterinário, podendo evitar muitas zoonoses com esse simples ato de cuidado que é a vacinação. PÁSSAROS NÃO TRANSMITEM DOENÇAS Mito! Algumas doenças podem sim ser transmitidas pelas aves, por exemplo, micoses e a salmonelose. Porém, são mais comuns em animais de vida livre. PETS PODEM TRANSMITIR RAIVA PARA O SER HUMANO Verdade! A raiva humana é uma doença causada por um vírus, que pode estar presente na saliva dos pets. Os cães, por exemplo, podem transmitir raiva para uma pessoa por meio de mordidas, caso não seja vacinado. Porém, a doença também pode ser transmitida por gatos, morcegos e guaxinins. Caso um episódio aconteça o recomendado é lavar o local da mordida e ir ao hospital ou pronto-socorro mais próximo para iniciar o tratamento adequado. PETS PODEM TRANSMITIR COVID-19 Mito! Não há provas de transmissão de COVID-19 por pets, mas é necessário tomar cuidado caso você esteja com a doença para não contaminar seu amigo também. Deve ser evitado ficar com o bichinho no colo, beijar e dormir junto, visando a proteção. Assim como em objetos, o seu pet pode se tornar uma fonte de transmissão indireta. Porém, fique tranquilo! É possível evitar muitas dessas doenças com o acompanhamento veterinário. Conte com a Inova para isso!

Estar atento à saúde dos nossos pets é fundamental para que nada aconteça com eles e com a gente! Isso porque existem algumas doenças que podem ser transmitidas entre os animais e os humanos. Essas doenças são chamadas de zoonoses. No post de hoje, reunimos alguns mitos e verdades sobre o assunto para te ajudar! […]

Gravidez e pets: mitos e verdades

Gerar uma vida é sempre um momento especial! Porém, muitas pessoas que já tem um pet na família ficam preocupadas com o processo de adaptação, já que não querem correr o risco de deixar de dar atenção para nenhum dos dois. Além disso, existem muitas dúvidas sobre doenças que os pets podem transmitir aos bebês durante a gestação. Neste post, trouxemos alguns mitos e verdades sobre gravidez x pets. Confira! GRAVIDEZ X PETS: É SEGURO? Tomados os devidos cuidados, os pets são ótimos companheiros durante os 9 meses de gestação, além de poderem ser bons amigos do o bebê que está a caminho. As doenças causadas por animais ao homem (chamadas de zoonoses), por exemplo, só são transmitidas se o pet estiver infectado, mas isso dificilmente acontece se o pet é estiver bem de saúde.. Isso inclui estar com todas as vacinas em dia, fazer check-ups regularmente, tomar banhos com a frequência indicada pelo veterinário e ter uma alimentação adequada e balanceada. GRAVIDEZ X PETS: CONFIRA MAIS ALGUNS MITOS E VERDADES Para entender mais sobre o assunto e sanar algumas dúvidas, separamos alguns mitos e verdades sobre gravidez x pets. Crianças e gestantes devem evitar o contato com animais de estimação: mito! Conviver com animais de estimação é muito benéfico e estando a grávida, não há porque evitar a convivência se o bebê e o pet estão com a saúde em dia. Os pets ajudam a desenvolver a curiosidade, dão segurança e muito amor! Conviver com pets diminui o estresse: verdade! Alguns estudos, como o realizado pelo Instituto de Pesquisa Médica Baker, já comprovou que pessoas que convivem com pets são menos propensas a sofrer com estresse. E evitar o estresse é muito importante durante a gestação, tanto para a saúde da mãe, quanto a do bebê! Gestantes não devem fazer a limpeza de gaiolas de hamsters: verdade! Se você está esperando um bebê e tem um hamster em casa, é aconselhado que você não faça a limpeza da gaiola do pet. O perigo está no vírus Lymphocytic choriomeningitis, que pode ser transmitido pela urina do pet e que pode provocar doenças congênitas no bebê. Mas calma! De modo geral, é muito difícil um pet roedor transmitir alguma doença. Isso pode acontecer se ele já tiver sido contaminado antes de chegar em sua casa, por isso é importante se atentar ao locais onde são criados e levá-lo para check-ups e avaliações periódicas com o veterinário. Pets transmitem doenças respiratórias, como asma: mito! As doenças respiratórias não são transmissíveis. O que acontece é que os ambientes com animais devem ser higienizados frequentemente para não desencadear nenhuma crise em pessoas que já tem esse problema, e claro, para a saúde daquele pet. Gatos podem transmitir toxoplasmose: verdade! Sim, ele também pode, assim como alimentos mal higienizados e água contaminada, que são os grandes causadores da doença! A toxoplasmose é uma doença causada por um protozoário chamado toxoplasma gondii, sendo o gato um hospedeiro definitivo desse protozoário, podendo transmiti-lo pelas fezes. Para evitar contaminação, é indicado que outro membro da família limpe o local onde o gatinho fica. Caso não seja possível, é indicado o uso de luvas e pazinha para limpar as fezes do pet, além de higienizar as mãos após terminar. O primeiro contato do pet com o novo membro da família deve ser monitorado: verdade! A gente entende a ansiedade de apresentar o bebê ao novo membro da família, mas é importante que esse contato seja monitorado e nada forçado! Deixe que eles se reconheçam no tempo de cada um, sempre monitorando para evitar acidentes e estranhamentos de ambas as partes. Tem um bebê a caminho na sua casa? Conte com a Inova para dar toda a assistência que esse momento precisa! Entre em contato com a gente!

Gerar uma vida é sempre um momento especial! Porém, muitas pessoas que já tem um pet na família ficam preocupadas com o processo de adaptação, já que não querem correr o risco de deixar de dar atenção para nenhum dos dois. Além disso, existem muitas dúvidas sobre doenças que os pets podem transmitir aos bebês […]

Alimentação para papagaios: entenda TUDO sobre o assunto

Assim como nós, os papagaios também precisam de uma dieta equilibrada e balanceada, pensada especialmente para eles. Você sabe o que oferecer para o seu papagaio comer? Entenda tudo sobre o assunto neste post! A ALIMENTAÇÃO DO PAPAGAIO: COMO DEVE SER? É comum achar que a base da alimentação dos papagaios deve ser composta apenas por sementes, mas não é bem assim. Frutas (como maçã e laranja), verduras e legumes (como cenoura e brócolis) devem ser oferecidos ao papagaio desde filhote, por conta dos nutrientes. Também existem rações feitas especialmente para os papagaios. O ideal é conversar com um veterinário e escolher junto a ele a melhor opção para o seu pet. E claro, sempre deixe à disposição do seu papagaio água limpa e fresca. A ALIMENTAÇÃO DO PAPAGAIO: O MITO DA SEMENTE DE GIRASSOL Uma alimentação para papagaios baseada somente em semente de girassol, além de pobre em nutrientes, pode ser muito perigosa! A semente de girassol é muito gordurosa e deve ser dada com bom senso. O excesso desse item na dieta pode causar problemas como gordura no fígado ou até mesmo a obesidade, quando o gasto energético desses pets for menor que a quantidade de calorias ingerida. Se você tem dúvida sobre a quantidade de semente de girassol que você pode dar ao seu papagaio, é aconselhável que procure um veterinário de confiança. Ele te orientará da melhor maneira sobre o assunto. ALIMENTOS PROIBIDOS PARA OS PAPAGAIOS Vale lembrar que existem alimentos que são proibidos de se oferecer ao papagaio, sendo muitos deles tóxicos e podendo levar a morte do pet. Alguns exemplos são: Chocolate (cacau) Abacate Leite Açúcares em geral Alho Cebola Frituras Tomate Ainda tem alguma dúvida sobre o assunto? Conte nos comentários para gente ou entre em contato com um de nossos especialistas!

Assim como nós, os papagaios também precisam de uma dieta equilibrada e balanceada, pensada especialmente para eles.  Você sabe o que oferecer para o seu papagaio comer? Entenda tudo sobre o assunto neste post! A alimentação do papagaio: como deve ser? É comum achar que a base da alimentação dos papagaios deve ser composta apenas […]

PETS IDOSOS X ANESTESIA: entenda o assunto

É comum na medicina veterinária a necessidade de sedação ou anestesia para muitos procedimentos, porém isso pode trazer riscos ao animal. Sabemos que existem muitas dúvidas relacionadas à anestesia em pets, principalmente em idosos. Por isso, preparamos um post explicando melhor para você. Acompanhe abaixo! TIPOS DE ANESTESIA O tipo de anestesia indicado depende do procedimento a ser realizado. Pode ser necessária apenas uma tranquilização ou sedação, para raio-x ou uma biópsia por exemplo. Grande parte dos procedimentos são realizados com anestesia geral, que pode ser injetável ou inalatória. Ambas as formas, podem ser complementadas com infusões analgésicas e bloqueios locais utilizando equipamentos modernos para que o pet não sinta dor durante o procedimento, e também auxiliando a manter o paciente mais estável durante a anestesia. Todos os tipos de anestesia podem ser muito seguros, porém é de extrema importância que um anestesista veterinário capacitado acompanhe o paciente durante todo o procedimento, monitorando todos os parâmetros para que possa agir rapidamente caso aconteça qualquer intercorrência. ANESTESIA EM PETS IDOSOS Para reduzir ao máximo o risco anestésico em pacientes idosos, devemos realizar exames pré-operatórios, como exames cardíacos e de sangue, para avaliar a saúde geral do pet, já que os animais idosos tendem a ter mais problemas de saúde do que os pets mais jovens. Ao analisarmos todos esses exames, concluímos se esse paciente pode ou não ser submetido à anestesia naquele momento de forma muito mais segura e eficaz. Ficou alguma dúvida sobre o assunto? Conte com nossos especialistas para te ajudar! Nós, da Inova Hospital Veterinário estamos à disposição para atender você e seu pet!

É comum na medicina veterinária a necessidade de sedação ou anestesia para muitos procedimentos, porém isso pode trazer riscos ao animal.  Sabemos que existem muitas dúvidas relacionadas à anestesia em pets, principalmente em idosos. Por isso, preparamos um post explicando melhor para você. Acompanhe abaixo!  Tipos de Anestesia O tipo de anestesia indicado depende do […]

Dipirona para gatos: quando é indicada?

A dipirona é um remédio que foi sintetizado pela primeira vez na Alemanha, em meados de 1920, e começou a ser comercializada no Brasil em 1922, sendo composta por uma substância chamada de metamizol, que é um ácido enólico de fraca ação anti inflamatória, e de ação analgésica sendo um dos principais motivos dos quais se é indicada a dipirona para gatos. Leia e entenda quando você pode dar dipirona para gatos! Afinal, gato pode tomar dipirona? A dipirona é um medicamento de uso comum para humanos, porém muitas dúvidas surgem quando a pergunta é “posso dar dipirona para gatos?” Sim, dipirona pode ser dada para gatos! Porém, é preciso ter cuidado: a dipirona é um composto fenólico e os gatos apresentam uma certa limitação para metabolizar essa substância. Em doses erradas, pode levar à intoxicação do pet. Qual a dose de dipirona para gatos? Sabendo da limitação dos felinos quanto ao uso da dipirona, a orientação é utilizar o medicamento com cautela, em doses e frequências prescritas por um médico veterinário. Para saber quantas gotas de dipirona dar para seu gato é necessário fazer um cálculo a partir do peso e tamanho do seu pet. Ou seja: cada caso deve ser avaliado de maneira individual, com acompanhamento e orientação de um especialista. Dipirona para gatos: é necessário descobrir a fonte da dor A dipirona é um remédio para alívio de dor nos gatos, porém ela não trata a doença em si. É necessário encontrar a origem dessa dor, que pode ser desde um resfriado até mesmo um problema de saúde mais sério. O diagnóstico deve ser feito por um especialista, que saberá a melhor forma de prosseguir com o tratamento da doença. Substâncias proibidas para gatos: conheça algumas Apesar do uso da dipirona para gatos ser permitido, outras substâncias podem ser letais para os felinos. Confira algumas: Paracetamol; Diclofenaco; Piretrinas e piretróides (inseticidas vendidos para o tratamento de infestações de pulgas e carrapatos em cães); Fenazopiridina - PYRIDIUM/UROVIT; Lírio (planta); Azul de metileno - SEPURIN. Seu gatinho está apresentado algum sinal de dor? Entre em contato com a gente!

A dipirona é um remédio que foi sintetizado pela primeira vez na Alemanha, em meados de 1920, e começou a ser comercializada no Brasil em 1922, sendo composta por uma substância chamada de metamizol, que é um ácido enólico de fraca ação anti inflamatória, e de ação analgésica sendo um dos principais motivos dos quais […]

Leucemia felina: guia completo

A leucemia felina, também conhecida como Felv (Feline leukemia vírus), é ocasionada por um vírus que pode provocar infecção permanente nos gatos, produzindo sintomas muito parecidos com os da leucemia em seres humanos, podendo levar o pet à morte. Por esse motivo, a FELV é considerada uma das doenças mais graves para os bichanos, sendo muito mais comum do que a maioria das pessoas pensam. Leia o texto abaixo e saiba tudo sobre essa patologia! COMO ACONTECE A TRANSMISSÃO DA LEUCEMIA FELINA? Enquanto a leucemia possui causas desconhecidas em seres humanos, a Felv (leucemia viral felina), pode ser transmitida através do contato de gatos saudáveis com a saliva, fezes, leite e urina de um bichano afetado. Isso quer dizer que a transmissão é muito frequente entre gatos que convivem juntos e compartilham seus potinhos de alimentos, caixas de areia e bebedouros e em gatos que têm acesso a rua, podendo entrar em contato com outros gatos contaminados. Por esse motivo, é muito importante saber se o gato é positivo para Felv e evitar que ele tenha acesso a rua. Além disso, o vírus da leucemia felina também pode ser transmitido em brigas e quando a gata dá à luz a filhotes por via transplacentária. QUAIS OS PRINCIPAIS SINTOMAS DA LEUCEMIA FELINA? Antes de conhecer os sintomas da leucemia viral felina, é importante ter em mente que existem muitos gatos que são positivos para a doença, mas que não apresentam sintomas, transmitindo a doença para outros felinos. Por isso, existem muitos tutores que nem ficam sabendo que o seu pet é positivo para o vírus. Os principais sintomas perceptíveis da leucemia felina são: 1- Perda de peso; 2- Anemia; 3- Estomatites (inflamações intensas na boca); 4- Anorexia; 5- Febre; 6- Apatia; 7- Problemas respiratórios. Sendo assim, ao perceber qualquer um desses sintomas, é de extrema importância que o tutor procure por um veterinário, visando começar o tratamento da doença antes que ela possa causar complicações mais graves ao pet. LEUCEMIA FELINA MATA? Infelizmente, a leucemia viral felina não tem cura e suas complicações são graves, fazendo com que a expectativa de vida de um felino contaminado pela Felv seja de aproximadamente 3 anos pós-diagnóstico, já que o vírus ataca o sistema imunológico e possui capacidade de desenvolver tumores nos órgãos e medula óssea. PORTANTO, COMO DIAGNOSTICAR E TRATAR LEUCEMIA FELINA? Quando há suspeita de Felv, é importante encaminhar o pet o quanto antes para um hospital veterinário, onde serão realizados exames laboratoriais, iniciando pelo teste de antígenos Elisa e/ou o exame PCR, para o diagnóstico da doença Caso a doença seja confirmada, vale lembrar que ela é uma patologia que não possui cura. Porém, isso não quer dizer que nada pode ser feito para prolongar a vida do gato. No caso, o tratamento da leucemia viral felina será realizado através da amenização das infecções secundárias, o que diminuirá o impacto da doença no bichano. Os passos para o tratamento serão dados pelo veterinário e dependerão do estado do animal. Também é importante frisar que o gato não estará livre do vírus, portanto, vai precisar de cuidados especiais pelo resto de sua vida, seja com os tratamentos indicados e orientações de como prevenir outras doenças e a disseminação do vírus para outros gatos. LEUCEMIA FELINA: COMO PREVENIR? Saiba que, ao contrário do que algumas pessoas pensam, é possível prevenir que o pet se contamine com a leucemia viral felina. Para isso, é importante levar gato ao veterinário, realizar os testes de check-up, fazer a vacina quíntupla (V5) – que além de prevenir a Felv também previne outras 4 viroses, e evitar que o bichano tenha acesso à rua. A castração de gatos é uma aliada para diminuir as chances do gato querer fugir de casa, evitando assim o contato com outros felinos e as brigas de disputa por território e fêmeas. Além disso, é importante o cuidado ao incluir um novo felino no ambiente sem ter o histórico de saúde do novo bichano. A Inova possui equipe atualizada e especializada em felinos para que seu pet possa receber sempre a melhor assistência e tratamento.

A leucemia felina, também conhecida como Felv (Feline leukemia vírus), é ocasionada por um vírus que pode provocar infecção permanente nos gatos, produzindo sintomas muito parecidos com os da leucemia em seres humanos, podendo levar o pet à morte. Por esse motivo, a FELV é considerada uma das doenças mais graves para os bichanos, sendo […]

Como saber se o cachorro está com febre?

Uma das dúvidas de quem acaba de adotar um cão é sobre as doenças que o pet pode ter, como por exemplo, como saber se o cachorro está com febre. Bom, ao contrário de nós, seres humanos, os cães não avisam quando estão doentes, portanto é necessário prestar muita atenção para perceber algo errado. A febre, por exemplo, quando acontece nos cachorros, pode indicar algo fora do comum, que vai muito além da alta temperatura e pode ser extremamente prejudicial para a vida do animal. Por isso, leia o texto abaixo e descubra como saber se o seu cachorro está com febre e o que fazer quando isso acontecer! COMO SABER SE O CACHORRO ESTÁ COM FEBRE: CONHEÇA OS PRIMEIROS SINTOMAS! Conforme seu pet vai se desenvolvendo, é normal que você perceba alguns traços da personalidade e do comportamento do seu cão e, se você quer saber se o seu cachorro está com febre, isso é a primeira coisa que muda quando eles não estão na temperatura normal de cachorro, é possível perceber uma mudança no comportamento e na disposição do pet. Na maioria das vezes, os sintomas de febre em cachorro levam os animais a ficar mais apáticos e quietos, assim como quando estão com cinomose. Além disso, a condição de febre também pode afetar a aparência do focinho, que fica mais seco, sendo possível sentir, a respiração do cão muito mais quente do que se estava acostumado. COMO SABER SE O CACHORRO ESTÁ COM FEBRE: COMO MEDIR A TEMPERATURA? Caso o seu cão esteja dando indícios de estar com febre, saiba que é possível medir a temperatura sem precisar visitar um veterinário. Você pode utilizar um termômetro digital, mas nunca um de mercúrio, que pode ser prejudicial para o pet. Confira como saber se meu cachorro está com febre medindo a temperatura: 1- Mantenha o cachorro em uma posição confortável; 2- Introduza o termômetro digital no ânus do animal, com muito cuidado, até encostar na parede anal; 3- Por fim, aperte o botão para inicializar o termômetro digital e aguarde para que a ferramenta detecte a temperatura do cão. O ideal é fazer isso com a ajuda de outra pessoa, já que o cão pode ficar incomodado e acabar não deixando que você introduza o aparelho. Porém, caso não queira tentar, leve-o a um veterinário, que irá realizar esse procedimento para medir a temperatura e detectar a febre. COMO SABER SE O MEU CACHORRO ESTÁ COM FEBRE: QUAL É A TEMPERATURA NORMAL DE CACHORRO? Essa é a dúvida de muitos tutores de primeira viagem. Afinal, qual é a temperatura normal de cachorro? Bom, ao contrário dos seres humanos, os animais costumam ter uma temperatura mais alta mesmo. Enquanto para nós, 36ºC é normal, para os cães, entre 38ºC e 39,3ºC é considerado absolutamente normal. Se estiver com mais do que isso, provavelmente está com febre e precisa ser encaminhado, o quanto antes, a um hospital veterinário. MEU CACHORRO ESTÁ COM FEBRE. O QUE PODE SER? A febre, assim como nos seres humanos, é um mecanismo de defesa do organismo dos cães para avisar que há algo errado. Pode ser desencadeada por diversos problemas, que vão desde viroses leves até doenças fatais, portanto, não deve ser ignorada. Infecções por bactérias e vírus estão entre as principais causadoras de febre em cachorros, variando o seu nível de complicação de acordo com o tipo de vírus ou bactéria que contaminou o animal. Doenças que afetam o sistema imunológico dos cachorros também podem ser causadoras de febre e ter ela como primeiro sintoma. São exemplos a meningite, lúpus, a vasculite, entre outras. Até mesmo a raiva, uma das doenças mais perigosas para os cães, pode ter a febre como um dos primeiros sintomas, portanto, saiba que, assim que seu cão estiver com indícios de estar com febre, a visita a um veterinário é indispensável!

Uma das dúvidas de quem acaba de adotar um cão é sobre as doenças que o pet pode ter, como por exemplo, como saber se o cachorro está com febre. Bom, ao contrário de nós, seres humanos, os cães não avisam quando estão doentes, portanto é necessário prestar muita atenção para perceber algo errado. A […]

Cachorro vomitando sangue: o que pode ser?

Um cachorro vomitando sangue é sempre motivo de atenção, pois, pode estar associado a algum problema sério na saúde do pet. Da mesma maneira de que para os humanos, é um sinal de alerta vermelho do organismo, um pet vomitando sangue deve ser levado imediatamente para uma avaliação veterinária. Leia e saiba o que fazer! CACHORRO VOMITANDO SANGUE: A PRIMEIRA COISA QUE SE DEVE FAZER É OBSERVAR! Se o seu cachorro estiver vomitando sangue, saiba que a primeira coisa que deve fazer é observar a consistência e a coloração do sangue, já que, ao contrário do que a maioria das pessoas pensam, nem todo sangue expelido pelo cão vem dos órgãos internos. Ele também pode vir de algum ferimento da boca, onde o sangue é engolido e o pet pode colocar para fora posteriormente. Nesse caso o sangue costuma se apresentar mais escuro e em coágulos sendo um caso menos preocupante. Se o vômito de sangue do cachorro apresentar pontos de sangue brilhantes, como se fosse “fresco”, é muito improvável que o problema seja gastrointestinal, que geralmente apresenta um sangue com a “cor de café” (vômito de cachorro coagulado) e também pode aparecer nas fezes. Essas observações são importantes e ajudarão o veterinário a investigar o motivo pelo qual o seu cachorro vomitou sangue! QUANDO O CACHORRO VOMITA SANGUE: QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS CAUSAS? Além de problemas gastrointestinais, existem diversas outras causas que podem resultar no vômito com sangue do cachorro. Confira: 1- Ingestão de objetos pontiagudos e estranhos; 2- Intoxicação por veneno; 3- Verminose; 4- Coagulopatia (distúrbio muito comum de coagulação do sangue); 5- Cinomose; 6- Lesões internas; 7- Câncer; 8- Infecções; 9- Síndrome do intestino irritado; 10- Transtornos autoimunes. O QUE FAZER QUANDO O CACHORRO ESTÁ VOMITANDO SANGUE? Se o seu pet estiver vomitando sangue, você deve levá-lo imediatamente ao veterinário. Caso tente dar algum remédio caseiro para vômito de cachorro com sangue por conta própria e ele não for o ideal para aquela situação, saiba que isso pode agravar ainda mais o problema e fazer com que seu pet sinta um desconforto ainda maior. Portanto, a ajuda profissional, nesse momento, é mais do que essencial, sendo necessário, na maioria das vezes, que o cão passe por uma radiografia, ultrassonografia e um exame de sangue para fazer uma avaliação completa das funções renais e hepáticas do pet, a fim de identificar o problema. Além das características do vômito de cachorro com sangue, também é importante que você passe outras informações para o veterinário, como por exemplo, quando foi a última vermifugação do animal (para descartar a verminose), se sumiu algo de casa nos últimos dias e, principalmente, levar todos os exames que o pet fez nos últimos tempos, para que assim o profissional consiga analisar quaisquer mudanças em seu quadro de saúde. A partir dessas informações, o veterinário identificará a razão pela qual o seu cachorro está vomitando sangue coagulado ou normal e recomendar o tratamento e os medicamentos adequados. COMO PREVENIR O VÔMITO COM SANGUE EM CACHORROS? Na grande maioria das vezes, o cachorro vomitando sangue é algo inesperado, o que aumenta ainda mais a importância de se fazer check-ups periódicos, a fim de identificar precocemente infecções ou doenças que podem, de alguma maneira, causar o vômito com sangue. Também é importante observar a rotina e o comportamento do seu pet, assim como o ambiente em que ele está vivendo. É essencial ter a informação do que ele come, se ele gosta de comer plantas que, por algum motivo, podem fazer mal ao seu organismo, qual pet ou ser humano passa mais tempo com ele e, principalmente, se ele gosta de mastigar objetos e outras coisas que não são alimentos, sendo necessário reduzir ao máximo potenciais causadores do problema.

Um cachorro vomitando sangue é sempre motivo de atenção, pois, pode estar associado a algum problema sério na saúde do pet. Da mesma maneira de que para os humanos, é um sinal de alerta vermelho do organismo, um pet vomitando sangue deve ser levado imediatamente para uma avaliação veterinária. Leia e saiba o que fazer! […]