Parvovirose: entenda o que é, como evitar e tratar

Você tem um pet em casa? Então, muito provavelmente você já ouviu falar da parvovirose, uma doença conhecida e altamente contagiosa entre os cães! Para te ajudar a cuidar do seu amiguinho e protegê-lo da melhor maneira, produzimos um texto completo sobre o assunto. Acompanhe! Parvovirose: o que é? Tudo bem que você já deve ter ouvido falar do assunto, mas você sabe realmente o que é parvovirose? Conhecida como parvovirose canina, a doença é causada pelo parvovírus canino, sendo contagiosa e bastante grave, podendo acometer tanto cães filhotes, quanto adultos. Ela afeta as células intestinais do pet, causando inflamação no local. Parvovirose: transmissão A contaminação pelo vírus acontece em contato direto com secreções de um pet infectado, como fezes e vômitos, que podem acabar contaminando o piso e objetos como pote de comida e a cama do pet, por exemplo. Além disso, o vírus pode sobreviver por meses e até anos no ambiente. Parvovirose: fezes de um pet infectado contaminam o ambiente? Como dito acima, as fezes de um cão infectado podem sim contaminar o ambiente, uma vez que o vírus sobrevive por meses. Nesses casos, a higienização correta é primordial para acabar com o vírus. Como matar a parvovirose? Se o seu pet foi contaminado com a doença, a higienização do ambiente é de extrema importância, caso contrário a parvovirose pode voltar. E claro, sempre tendo muito cuidado para que seu pet não entre em contato com os produtos de limpeza, uma vez que podem causar intoxicação e até mesmo levar a óbito. Parvovirose pega em humanos? Por ser altamente contagiosa, muitos tutores têm dúvida se a parvovirose canina pega em humanos. E não: ela não é transmissível para seres humanos. Porém, mesmo sem saber, os humanos podem acabar transmitindo essa doença para o pet, já que é possível levar o vírus para casa na sola do sapato e até mesmo no pneu do carro. Essa informação, talvez você não soubesse. Portanto, é preciso ficar atento e manter bons hábitos de higiene para não acabar levando a doença para dentro de casa! Parvovirose: sintomas A partir do momento que o pet tem contato com o vírus e foi contaminado, os sintomas de parvovirose costumam aparecer em torno de 7 a 14 dias. Dentre os sintomas da Parvovirose estão: Cachorro vomitando; Diarreia com ou sem sangue; Cachorro com febre; Perda de apetite; Perda de peso, dentre outros. Diante de qualquer suspeita da doença, procure um veterinário imediatamente para fazer o diagnóstico correto e começar o tratamento o mais breve possível, já que a doença é grave e em alguns casos pode afetar outros órgãos, como o coração. Parvovirose: tratamento Feito o diagnóstico a partir de exames como de sangue e de fezes, uma grande preocupação por parte dos tutores é se a parvovirose tem cura. Não há remédio para parvovirose de forma específica, porém o veterinário irá receitar medicamentos como vitaminas, soro e antibióticos para combater a doença. A internação do pet muitas vezes é fundamental, pois é necessário mantê-lo no soro para que o mesmo não desidrate. A parvovirose pode levar a desidratação intensa (vômitos e diarréia) além da hipoglicemia, por isso o acompanhamento de perto por um veterinário é essencial para a melhora do pet. Geralmente quando é necessária a internação, esse pet costuma passar de 3 - 7 dias no hospital. Muitas pessoas procuram tratamentos alternativos, sendo até mesmo comum dúvidas como “ovo cru cura parvovirose?”. Já adiantamos que não há nenhuma comprovação científica sobre o assunto, sendo que o uso de remédio caseiro para parvovirose não é indicado, podendo agravar a doença. Ademais, também será necessário isolar o pet para evitar o contágio com outros cães, e fazer a limpeza correta do ambiente para eliminar o vírus. O resultado do tratamento irá depender do estágio que a doença se encontra, além do estado de saúde do pet. Porém, quanto antes houver o diagnóstico, maiores são as chances dele se curar. Como saber se o cachorro está melhorando da parvovirose? Para saber se o seu pet está melhorando da parvovirose será observado o quadro clínico dele, visando entender se os sintomas estão desaparecendo ou já desapareceram por completo, além de exames laboratoriais, tanto de sangue, quanto de fezes. No geral, quando o tratamento é positivo, os sintomas costumam desaparecer entre 5 a 10 dias. Meu cachorro morreu de parvovirose, quando posso ter outro? Não existe um tempo exato para saber após quanto tempo você poderá ter outro pet em casos de óbito por parvovirose. O correto, nesses casos, é descartar os utensílios que pertenciam ao antigo pet e higienizar todo o local com frequência. Eliminado o vírus, você poderá levar o novo pet ao seu lar. Mas saiba que isso pode demorar: teoricamente, é necessário esperar de 6 meses a 1 ano sem ter um novo cão. Vacina parvovirose: entenda a importância Infelizmente, a parvovirose é uma doença grave que pode levar a óbito. Porém, assim como diversas outras doenças, ela pode ser prevenida com a vacinação! A vacina para cachorro contra parvovirose recebe o nome de polivalente, e deve ser aplicada no cão ainda filhote. Aliás, se você tem um filhote em casa, e o protocolo de vacinação ainda não foi concluído, uma dica é evitar sair de casa com ele, prevenindo o contato com essa e outras doenças. A higienização do ambiente também é muito importante, além de check-ups periódicos, mantendo uma alimentação balanceada, exames em dia, além da vermifugação. O calendário de vacinação do seu pet está em dia? Agende uma consulta e conte com a Inova para cuidar do seu melhor amigo!

Você tem um pet em casa? Então, muito provavelmente você já ouviu falar da parvovirose, uma doença conhecida e altamente contagiosa entre os cães! Para te ajudar a cuidar do seu amiguinho e protegê-lo da melhor maneira, produzimos um texto completo sobre o assunto. Acompanhe! Parvovirose: o que é? Tudo bem que você já deve […]

Florida spots: saiba se o seu pet está com esse problema nos olhos

Você já ouviu falar em florida spots? Essa doença afeta os olhos de pets como cães e gatos e é mais comum do que parece! Continue lendo e entenda o assunto! Florida spots: o que é? Se você nunca ouviu falar no termo, vamos te explicar: a florida spots, ou ceratopatia tropical é uma doença não infecciosa e não transmissível (tanto para outros pets, quanto para humanos) que acomete os olhos dos pets, assim como a úlcera de córnea em cães e a conjuntivite em cachorro. A principal característica do problema são manchas esbranquiçadas e opacas na córnea, podendo acometer tanto cães quanto gatos, não havendo diferença entre eles. A doença é mais comum em regiões de clima tropical, e recebeu esse nome pois o primeiro caso registrado foi no sul da Flórida (EUA). Florida spots: causas As causas da doença ainda não são 100% esclarecidas, mas há suspeita que a ação de bactérias, o pólen e até mesmo raios ultravioletas podem causar o problema. O que se sabe é que a florida spots em gatos de vida livre (que tem acesso a rua) costuma ser mais comum, então reforçamos mais uma vez a importância de manter o seu gatinho seguro em casa, evitando problemas como a doença de gato entre tantas outras que são mais comuns quando os bichanos ficam livres na rua. Florida spots: sintomas Como já dito, o principal sintoma ou sinal da doença são as manchas brancas nos olhos do pet. Essa doença não causa desconfortos, inflamações e nem irritações, por conta disso a avaliação com um veterinário especializado é de suma importância. Florida spots cega? Há uma preocupação por parte dos tutores se a florida spots deixa cego. A doença não costuma afetar a visão, então, pode ficar tranquilo: ela não apresenta risco ao bem estar do seu amiguinho! Porém, é preciso ficar sempre atento a qualquer alteração e fazer check-ups periódicos, para ter certeza que não se trata de outro problema mais sério. Qual a diferença entre catarata, florida spots e úlcera de córnea? É muito comum que os tutores confundam a florida spots com a catarata e a úlcera de córnea, por apresentarem manchas brancas nos olhos do pet. Porém, saiba que elas não são a mesma doença, trazendo características diferentes. A florida spots, por exemplo, não costuma afetar a visão e fica localizada na primeira camada do olho. A úlcera de córnea também fica localizada nessa primeira camada do olho, porém se trata de uma lesão que pode levar a perda de visão. A catarata, por outro lado, fica localizada na parte “mais interna” do olho, e é uma doença que também causa a perda gradativa da visão. De qualquer maneira, somente um veterinário pode fazer o diagnóstico correto. Vale lembrar, também, da importância de não medicar seu pet sem a recomendação veterinária (nesse caso com o uso de colírios), podendo agravar ainda mais o problema. Florida spots tem cura? Se você está se perguntando como tratar florida spots, saiba que a doença ainda não tem cura, uma vez que não responde a medicamentos como anti-inflamatórios. Porém, isso não quer dizer que uma visita ao veterinário não seja necessária, pois somente esse profissional será capaz de avaliar o quadro clínico do pet e definir a conduta correta diante do problema. Notou algum problema no olho do seu amiguinho? Entre em contato conosco e agende uma visita!

Você já ouviu falar em florida spots? Essa doença afeta os olhos de pets como cães e gatos e é mais comum do que parece! Continue lendo e entenda o assunto! Florida spots: o que é? Se você nunca ouviu falar no termo, vamos te explicar: a florida spots, ou ceratopatia tropical é uma doença […]

Cachorro idoso: 6 dicas importantes para melhorar a qualidade de vida

Seu pet chegou à terceira idade e se tornou um cachorro idoso? Confira algumas dicas importantes para melhorar a qualidade de vida do seu amiguinho nessa fase da vida! Com quantos anos um cachorro se torna idoso? A gente sabe: aos olhos dos tutores, os cãezinhos serão eternos bebês! Porém, a terceira idade também chega para os cães, e é importante ficar atento a isso, pois cuidados especiais serão necessários para garantir a qualidade de vida e mais anos ao seu pet. O que muita gente não sabe é quando um cão se torna idoso. A verdade é que seu amiguinho já atinge a terceira idade a partir dos 7 anos de vida. Porém, existem alguns sinais comuns que o seu amiguinho chegou a idade sênior: Alterações na pele (calos na patinha e pelos esbranquiçados); Problemas urinários (podendo fazer xixi fora do local correto por conta disso); Aumento ou perda de peso; Aparecimento de tártaro; Tumores (relativamente comum em cães de mais idade); Alteração no olfato; Perda gradativa da audição e visão (paciente cegos devem passar por avaliação oftalmológica); Cansaço; Artrose e osteoporose, causando dificuldade de locomoção, dentre outros sinais. De qualquer maneira, um médico veterinário de confiança saberá identificar a chegada da terceira idade no seu amiguinho por meio de check-ups e exames periódicos, além dos cuidados especiais que o tutor deve atribuir a sua vida e a de seu pet nessa etapa. Como cuidar de cachorro idoso: saiba como se preparar É provável que o seu cachorrinho tenha sido seu companheiro durante toda a vida. Por isso, nada mais justo e honroso do que proporcionar a ele o melhor que você pode oferecer em termos de cuidados, carinho e companheirismo. Assim como nós, a terceira idade dos pets demanda cuidados especiais, já que o sistema físico e imunológico já não é mais o mesmo, ficando mais suscetíveis a doenças e problemas de saúde, como cachorro com febre e cachorro com tosse, por exemplo. E sabemos também que de acordo com a raça alguns problemas podem ser mais comuns, como nas articulações. Os pelos também costumam mudar, tornando-se brancos e mais opacos - sim, eles também ficam grisalhos! Além disso, muitos apresentam dificuldade de locomoção, sendo comum vermos um cachorro idoso com dificuldade de andar, além de deficiência na visão e audição. E se você está procurando dicas sobre como cuidar do seu pet idoso, saiba que está no lugar certo, já que trouxemos algumas delas para você: 1- Ração para cachorro idoso - a alimentação tem que mudar! Com a mudança da idade, a digestão fica mais lenta e a absorção dos nutrientes pode ser mais difícil. Logo, a alimentação deve mudar também. Por isso, é fundamental que a comida para o seu cachorro idoso seja prescrita com a orientação de um veterinário da área, que saberá quais as necessidades do pet e analisará se não existem questões que podem surgir com a idade, como o cachorro idoso emagrecendo por conta de problemas dentários que são muito comuns nessa fase, podendo prescrever uma ração para cachorro idoso mais macia e orientando uma consulta com um veterinário especializado em odontologia. 2- O uso de vitaminas pode ser necessário A vitamina para cachorro idoso costuma ser indicada quando a ração não é suficiente para fornecer os nutrientes necessários ao pet, sendo necessário suplementar. Mais uma vez reforçamos a importância de manter os exames do seu amiguinho em dia, já que é por meio deles que é possível identificar problemas como esse. 3- Não esqueça dos exercícios físicos É comum ouvirmos relatos de tutores dizendo que seu cachorro idoso dorme muito! rs Mas não é por esse motivo que você deve se esquecer das brincadeiras e atividades físicas do seu pet. Seja uma caminhada ou brincar com a bolinha, eles são fundamentais para manter seu amiguinho ativo e prevenir problemas como obesidade canina, que também pode aparecer nos idosos. 4- Cuide da higiene do seu amiguinho Os banhos devem continuar! E para garantir o melhor conforto ao seu pet, opte por fazer isso em dias com a temperatura mais amena. Quanto à higiene bucal, é importante, mais do que nunca, evitar o acúmulo de tártaro, que em casos graves podem culminar na queda dos dentes e dificultar a alimentação. A limpeza da orelha também é importante, evitando doenças como a otite em cães. O ideal é fazer a limpeza uma vez por semana, com produtos específicos indicados pelo médico veterinário, sempre com a ajuda de um algodão ou gaze e nunca com um cotonete, já que isso pode machucar seu pet. 5- Invista em utensílios que vão ajudar o dia a dia do seu pet Existem diversos utensílios que podem melhorar o dia a dia do seu pet com a chegada da terceira idade, principalmente para aqueles que possuem problemas de locomoção: Meia antiderrapante para cachorro idoso; Fralda para cachorro idoso; Tapete antiderrapante, dentre muitos outros! Enfim, vale conversar com o veterinário responsável para entender o que pode ser indicado para melhorar a qualidade de vida do seu amiguinho nessa etapa! A avaliação será bem personalizada pois vai depender das condições gerais de saúde do seu pet, assim como a raça, que também vai influenciar. 6- Faça check-ups periódicos e mantenha a vacinação em dia Essa é uma das dicas mais importantes: mantenha a saúde do seu amiguinho em dia! Para isso, check- ups de 6 em 6 meses podem ser necessários, além de exames complementares e de manter a carteirinha de vacinação em dia. Isso é crucial para manter o bem-estar do seu amiguinho e garantir mais anos de vida com qualidade pela frente! Check-up para cachorro idoso Pensando em oferecer facilidade para os tutores e saúde para o seu cão idoso, a Inova desenvolveu um Programa de Medicina Veterinária Preventiva, chamado Inova Vida +7, com um check-up especialmente desenhado para cães a partir de 7 anos. É um check-up completo com todos os exames necessários para esse momento mais as vacinas indicadas. Confira: 1 Consulta com Clínico Geral (2 retornos inclusos - se necessário) 1 Exame Perfil Endócrino (que inclui além do hemograma, bioquímicos renais, hepáticos e o colesterol e triglicérides usado para triar doenças endócrinas); 1 Exame de urina 1 Ecocardiograma 1 Eletrocardiograma 1 Radiografia de tórax 1 Ultrassom abdominal 2 Vacinas: V10; Raiva.

Seu pet chegou à terceira idade e se tornou um cachorro idoso? Confira algumas dicas importantes para melhorar a qualidade de vida do seu amiguinho nessa fase da vida! Com quantos anos um cachorro se torna idoso? A gente sabe: aos olhos dos tutores, os cãezinhos serão eternos bebês! Porém, a terceira idade também chega […]

7 dicas para tratar queda de pelo de cachorro

Seu amiguinho está soltando muito pelo? Saiba que, na maioria das vezes, esse é um processo natural, podendo ser completamente normal. Porém, existem algumas dicas que podem te ajudar a diminuir esse problema. Entenda tudo sobre queda de pelo: cachorro no post de hoje! Queda de pelo em cachorro: quando vira um problema? A queda de pelo de cachorro costuma ser um processo natural, devido à troca de pelos, que ocorre com maior intensidade em estações como o verão e o inverno. Ela acontece em todos os cachorros que possuem pelos e se você quer saber quanto tempo dura a queda de pelos dos cachorros, saiba que ela tem uma duração de cerca de um mês, podendo variar. Portanto, se você notou que a queda é controlada e não vem acompanhada de outros sintomas, não é necessário se preocupar. Porém, se essa queda traz à tona outros sintomas, como o seu cachorro com feridas e também queda de pelo, lesões na pele e descamação, é necessário investigar com a ajuda de um médico veterinário, pois pode se tratar de um problema de saúde mais sério, como a dermatite em cachorro ou a doença do carrapato. As quedas de pelos assimétricas, ou seja, apenas em uma parte específica do corpo (queda de pelo localizada no cachorro), geralmente são causadas por parasitas. Já as quedas simétricas, que acontecem por todo o corpo, geralmente são ocasionadas por problemas hormonais no animal. Geralmente as quedas estão relacionadas com micoses, infecções de pele, estresse, sarna e alergias. Caso seu cão esteja com uma queda de pelo não natural, procure um veterinário o mais rápido possível, pois essa queda pode ser apenas um sintoma de outro problema maior, que precisa ser diagnosticado e tratado. Entenda a importância dos pelos nos cães Os pelos são responsáveis por proteger a pele e manter a temperatura corporal ideal dos pets. Portanto, tosas radicais podem fazer o seu amiguinho ficar com frio! Portanto, é necessário respeitar as características de pelagem e perceber os momentos de troca de pelos. Como diminuir a queda de pelo do cachorro? Se você identificou que a queda de pelo no seu pet é natural, e quer saber o que é bom para queda de pelo de cachorro, separamos algumas dicas para te ajudar a tratar e diminuí-la. Vale lembrar que essa queda de pelo no cachorro é irreversível, natural, mas você pode tomar alguns cuidados para amenizar a situação, pois pelos espalhados no chão ou em móveis da casa podem causar incômodo, portanto, caso a queda esteja ocorrendo de forma exagerada, siga estas dicas: 1- Tosa Realizar tosas periódicas ajudam a eliminar um pouco do pelo indesejado em excesso. Só não exagere, como dissemos acima, no inverno os pelos são muito importantes para manter a temperatura do seu pet! 2- Escovação Escovar seu cãozinho todos os dias também ajuda bastante. O pelo cai próximo de você quando estiver escovando, e já fica fácil identificá-lo e descartá-lo. Além de ser um momento muito prazeroso para muitos cães. A dica é escovar sempre na direção do pelo, para remover os que estão soltos e mortos e não ser desagradável para seu amiguinho. 3- Higiene Cuidar da higiene do cachorro é essencial, por isso, recomendamos que dê um banho nele a cada 15 dias, no mínimo, para evitar a umidade corporal em excesso. Você também pode consultar o veterinário e pedir a indicação de um shampoo para queda de pelo de cachorro, se for o caso. 4- Sol Cachorros que vivem em apartamentos e/ou não passeiam com frequência são mais propensos a sofrer com queda de pelos. Então, lembre-se de deixar um cantinho na sua casa ou apartamento para que ele possa pegar um pouco de sol e também levá-lo para passear em horários agradáveis com iluminação solar. A atividade física é muito importante para a saúde geral do seu amiguinho. 5- Alimentação Uma das causas da troca de pelo demasiada é a má alimentação do animal. Por isso, a ração deve conter todos os nutrientes necessários para a dieta do seu cachorro. Um veterinário de confiança poderá recomendar uma ração para queda de pelo cachorro, além de vitamina para queda de pelo de cachorro, se for necessário suplementar. Como sempre recomendamos, se o seu pet passa regularmente por consultas de rotina, o veterinário terá um histórico do seu pet e também fará orientações de rotina em relação à alimentação nas mais diversas fases da vida do seu pet. 6- Entenda os sinais Se o seu cachorro está se coçando além do normal, com a pele descamada ou com feridas, analise-o para ver se não está com pulgas ou carrapatos. Caso encontre a presença de ectoparasitas será necessário combater a infestação. Esta pode ser uma causa para a queda de pelos que pode se transformar em um problema maior futuramente. Portanto, consulte um veterinário o mais rápido possível, já que ele saberá tratar o problema e saberá indicar um remédio para queda de pelo de cachorro, se for o caso. 7- Faça check ups periódicos Não se esqueça das consultas periódicas ao veterinário! E olha, não vale consultá-lo somente diante de um problema, viu? Os check-ups servem para prevenir muitos problemas e trazer qualidade de vida para o seu amiguinho! Também vale lembrar da importância de manter os remédios de pulgas e carrapatos em dia, já que esse é um dos problemas que podem causar a queda de pelo do cachorro. Ah, e vamos reforçar mais uma orientação, não procure na internet por remédios caseiros para parar a queda de pelo, algumas misturas podem ser tóxicas e prejudicar a saúde do seu cachorro. Temos certeza de que não é isso que você quer, não é mesmo?! Diante de qualquer sinal de mudança, conte com nossos especialistas para cuidarem do seu pet da melhor maneira! Agende uma visita hoje mesmo! Leia mais: câncer em cachorro tem cura?

Seu amiguinho está soltando muito pelo? Saiba que, na maioria das vezes, esse é um processo natural, podendo ser completamente normal. Porém, existem algumas dicas que podem te ajudar a diminuir esse problema. Entenda tudo sobre queda de pelo: cachorro no post de hoje! Queda de pelo em cachorro: quando vira um problema? A queda […]

Gato idoso: entenda os principais cuidados com o seu bichano

Você tem um gato idoso em casa? Pois saiba que esse companheiro que provavelmente passou grande parte da vida com você precisa de cuidados ainda mais especiais nessa fase da vida. Saiba quais são no texto de hoje! Idade: gato idoso Você sabe com quantos anos o gato fica idoso? De modo geral, os felinos são considerados idosos a partir dos 7 anos de vida. A chegada dessa fase deve trazer novos cuidados que deverão ser acrescentados na rotina do pet e do tutor, sempre com muito carinho, paciência e atenção. Isso porque é comum que algumas doenças se tornem mais suscetíveis nessa faixa etária, assim como nos seres humanos. Por isso, é importante estar sempre atento ao seu pet, observando aspectos como imunidade, sistema cardíaco, renal, além das articulações do seu amiguinho, que provavelmente vivia pulando por aí! rs Dessa forma, ele (a) ainda poderá viver muitos anos de vida ao seu lado, proporcionando bons momentos e claro, muitas alegrias. Gato idoso: comportamento Notou alguns sinais de mudança de comportamento no seu pet? A resposta para isso pode ser a terceira idade chegando para ele! Nessa fase, por exemplo, é comum que o olfato, o paladar e a audição sofram alterações, ficando menos aguçados. Além disso, alguns problemas dentários também podem aparecer, como a perda de dentes em gatos idosos, que é algo recorrente. Isso tudo pode acabar afetando o paladar e o apetite do pet, causando uma possível perda de peso. As articulações, o sistema imunológico e a pelagem também podem sofrer nessa fase, como comentamos acima, trazendo riscos de infecções e outras doenças. Outra mudança de comportamento muito comum é a perda de “animação” do pet. Claro, alguns naturalmente já são mais calmos e reclusos, porém com a idade é comum que essa característica fique mais acentuada. Eles também podem passar a ter hábitos que não tinham antes, como fazer suas necessidades fora da caixinha ou até mesmo miar mais alto que o comum. Por isso, é importante observar o comportamento do seu pet e realizar check-ups periódicos com intervalo de 6 a 12 meses, para garantir que a saúde do seu gato idoso esteja sempre em dia! Fique atento (a) aos problemas de saúde mais comuns dessa fase Como comentamos acima, um dos sinais que o seu amiguinho está envelhecendo ou chegou à terceira idade são os problemas de saúde comuns dessa fase. Separamos alguns para ficar atento e, diante de qualquer mudança, procurar um veterinário para diagnosticar o problema, afinal de contas o seu gato idoso merece o melhor cuidado: Perda de apetite; Problemas dentários; Osteoartrite (processo degenerativo, inflamatório e imunológico do sistema articular), causando dor e dificuldade de locomoção; Aumento da micção ou aumento da ingestão de água (sinal de alerta para problemas urinários). Como cuidar de gato idoso? Se você tem um felino em casa, é sempre importante saber quais são os cuidados necessários quando eles se tornam idosos. Por isso, separamos alguns tópicos importantes para você aprender como cuidar de gato idoso! Ração para gatos idosos A alimentação dos gatos idosos costuma mudar um pouco nessa fase. Isso porque serão necessários outros nutrientes, essenciais para garantir que o sistema do pet fique fortalecido. O seu veterinário de confiança saberá orientar qual a melhor ração para gatos idosos, principalmente diante de situações como “gato idoso emagrecendo” ou “gato idoso não quer comer”. Além disso, caso o seu amiguinho esteja com problemas dentários, pode ser que ele recomende outro tipo de comida para gato idoso, como papinhas e sachês, se for o caso. Nessa fase, também é interessante uma consulta com um veterinário especializado em odontologia, que saberá a melhor forma de cuidar do seu amiguinho. É muito comum o pet apresentar tártaro nos dentes, o que pode levar a uma inflamação da região e consequentemente influenciar na ingestão de comida. Vitamina para gato idoso Além da alimentação correta, pode ser necessário complementar com um suplemento para gatos idosos diante de um déficit em alguma vitamina. Por isso a importância de realizar exames periódicos para saber como anda a saúde do seu amiguinho e, caso necessário, o veterinário recomendará uma vitamina adequada para gatos idosos. Atente-se ao local onde o seu amiguinho dorme A idade chega e com ela é comum buscar por mais conforto e lugares aconchegantes. Por isso, proporcione um local quentinho e confortável para que o seu amiguinho possa ter uma boa noite de sono e tirar aquele cochilo durante o dia! Brincar continua sendo importante Não é só porque o seu amiguinho chegou à terceira idade que as brincadeiras devem ser deixadas de lado. Mesmo que o seu gatinho fique mais recluso, é importante que você o incentive a brincar, uma vez que o exercício físico previne uma série de problemas como a obesidade e a evita o estresse. Não se esqueça das vacinas Manter o calendário de vacinação em dia e evitar que o seu gatinho tenha acesso a rua são pontos importantíssimos para evitar doenças como a FELV (leucemia felina) e a doença do gato, conhecida como toxoplasmose (mais comum em gatos que têm acesso à rua e podem acabar contraindo). Além disso, não esqueça de continuar fazendo a prevenção correta com vermífugos e antipulgas indicados pelo veterinário. Castrar gato idoso é um cuidado recomendado? A castração é um ato de amor e cuidado que previne muitas doenças no pet, como os tumores em gatos idosos. O recomendado é que ela seja feita por volta de um ano de idade, mas saiba que ela também pode ser feita em qualquer outra fase da vida, desde que o felino esteja com a saúde em dia e o veterinário recomende a cirurgia. Check-up para gato idoso Pensando em oferecer facilidade para os tutores e saúde para o seu gato idoso, a Inova desenvolveu um Programa de Medicina Veterinária Preventiva, chamado Inova Vida +7, com um check-up especialmente desenhado para os gatos a partir de 7 anos. É um check-up completo com todos os exames necessários para esse momento mais as vacinas indicadas. Confira: 1 Consulta com Clínico Geral (2 retornos inclusos - se necessário) 1 Exame Perfil Endócrino (que inclui além do hemograma, bioquímicos renais, hepáticos e o colesterol e triglicérides usado para triar doenças endócrinas); 1 Exame de urina 1 Ecocardiograma 1 Eletrocardiograma 1 Ultrassom abdominal Vacinas: V3/V4/V5 (de acordo com cada caso); Raiva.

Você tem um gato idoso em casa? Pois saiba que esse companheiro que provavelmente passou grande parte da vida com você precisa de cuidados ainda mais especiais nessa fase da vida. Saiba quais são no texto de hoje! Idade: gato idoso  Você sabe com quantos anos o gato fica idoso? De modo geral, os felinos […]

Pet friendly: conheça os locais onde eles são bem recebidos

Quem concorda com a expressão que o cachorro é o melhor amigo do homem, deve adorar conhecer lugares onde os pets são bem-vindos! Apelidados de pet friendly, trouxemos alguns exemplos de locais onde eles podem frequentar, com dicas de estabelecimentos oferecidos pela Cãomigo. Confira! O que é pet friendly? Antes de começarmos nosso guia pet friendly, muitas pessoas ainda se perguntam - o que significa pet friendly? O termo, ao pé da letra, vem sendo usado para designar locais onde os pets são bem-vindos. E isso não significa locais onde eles podem apenas entrar ou transitar, mas sim lugares que estão realmente preparados para eles, por exemplo, com potinhos para eles beberem água e até mesmo cardápios com comidas específicas para eles. Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Consumidor (SPC Brasil) revelou que 61% dos brasileiros veem seus animais de estimação como parte da família, e nada melhor do que saber que eles estarão confortáveis e amparados ao saírem, não é mesmo? Aliás, aqui vai outro dado importante: em 2020, de acordo com o levantamento da Euromonitor International, o Brasil se tornou o segundo maior mercado de produtos pet, com 6,4% de participação global, perdendo apenas para os Estados Unidos. Ou seja, é um mercado que só tem a crescer! Porém, é fundamental destacar que, por mais que seja delicioso ter o nosso amiguinho ao nosso lado em todos os momentos, nem todos os locais são adequados para eles, já que eles costumam ser mais sensíveis a barulhos e lugares muito movimentados, podendo deixá-los estressados, ao invés de diverti-los. Vale se atentar a isso! Como ser pet friendly? Os espaços pet friendly geralmente contam com alguns pontos em comum, como os listados abaixo: Potinhos com água e comida; Saquinhos de lixo para recolher as necessidades do pet; Panos de limpeza e desinfetantes; Caminhas para descanso. É importante se atentar à lei municipal de São Paulo, de número 10.309, que diz que é proibida a permanência ou entrada de pets em locais onde se preparem, manipulem, fabriquem ou vendam produtos alimentícios. Por isso, caso o estabelecimento seja do ramo alimentício, geralmente são reservados alguns espaços específicos para os pets, em áreas arejadas. Ademais, detalhes como a vacina para cachorro também devem ser levados em consideração e devem estar em dia, afinal você não quer que seu amiguinho acabe contraindo alguma doença ao passear, não é? Lugares pet friendly: quais são? Hoje em dia, existe uma infinidade de lugares que são pet friendly, espalhados pelo Brasil e pelo mundo. Se você vai viajar, por exemplo, vale dar uma pesquisada no seu local de destino e procurar, antecipadamente, algum espaço pet friendly para vocês visitarem! Trouxemos algumas dicas de como escolher uma pousada pet friendly ideal. Pet friendly: hoteis O primeiro ponto a se atentar é a hospedagem, que deve permitir pets. Hoje em dia, existe pousada pet friendly, hotel fazenda pet friendly, chalé pet friendly e até mesmo resort pet friendly! Opções são o que não faltam! Conheça 5 famosos no Brasil: Pousada Pé na Terra (Brotas-SP): aceita pets de todos os tamanhos, possui uma ampla área verde e uma área cercada onde os cães podem correr e brincar. Na cidade existem diversas opções de passeios, trilhas e aventuras para curtir com seu cachorro. Link: https://www.caomigo.com.br/post/auventura-em-brotas Pousada Pegada da Onça (Tapiraí-SP): a pousada possui uma trilha que leva até a cachoeira, uma ampla área de mata, lago com pedalinho, piscina de água natural, e o melhor, seu pet pode te acompanhar em todos os lugares, até mesmo dentro do restaurante, e curtir o lago e a piscina. Os funcionários são muito atenciosos e carinhosos com os pets. Link: https://www.caomigo.com.br/post/pousada-pegada-da-onca Hotel Villa Rossa (São Roque - SP): são aceitos pets de todos os tamanhos. O hotel possui trilha na mata e os lofts possuem piscina privativa. Os pets são recebidos com kit boas-vindas, com caminha e brinquedo. Hotel Fazenda Chalés da Serra (Bom Jardim da Serra - SC): um hotel fazenda com chalés incríveis e muita área verde, onde os pets de todos os tamanhos são bem-vindos. O local possui um cão anfitrião, o Jimmy, um pastor alemão maravilhoso, que recebe todos os hóspedes com muito carinho. Link: https://diariodoturismo.com.br/tem-hotel-fazenda-pet-friendly-na-serra-catarinense/ Restaurantes pet friendly A boa notícia se você está em busca de um restaurante pet friendly, é que também existem vários espalhados pelo Brasil. Olha só: Esquina do Fuad (São Paulo - SP): se você busca um lugar descontraído, com comidas de “boteco”, a Esquina do Fuad pode agradar você e seu pet, que pode ficar contigo na área externa. Esse bar pet friendly tem petiscos para os cães e também potinhos de água. Pracinha do Seu Justino (São Paulo - SP): este restaurante conta com um cardápio especial para cães e gatos, com ingredientes que eles podem consumir. Alessandro e Frederico Café (Rio de Janeiro - RJ): se você está ou vai para o Rio de Janeiro, essa é uma ótima pedida. Localizado em Ipanema, o deck é coberto, e o espaço aceita todos os portes de pet, contando com banquinhos com almofadas na calçada para você e seu amiguinho sentarem. Santa Crema Café (Sorocaba - SP): se você é de Sorocaba ou vai a passeio, e está procurando por um café pet friendly, que tal visitar o Santa Crema? Eles contam com cafés especiais, doces, salgados e muito mais! Ah, e não se esqueça de visitar a Inova em sua passagem, ein? Oca Burger (Sorocaba - SP): Essa hamburgueria é conhecida pelos seus smash burgers, e conta com espaços abertos e amplos, perfeitos para seu pet te acompanhar. Le Pain Quotidien (São Paulo - SP): procurando uma padaria pet friendly? Lá, eles são conhecidos por adorarem receber os cães, e todos que chegam ganham um potinho com água! Villa di Phoenix (Campos do Jordão - SP): Campos do Jordão é conhecida por ser um destino bastante pet friendly! Esse restaurante badalado, por exemplo, serve de tudo um pouco. A varanda é coberta, e todos os portes de pet são bem recebidos. Shopping pet friendly A quantidade de shoppings que são pet friendly, hoje, é gigantesca! Em São Paulo, podemos citar, entre muitos, o Shopping Morumbi, Shopping Center Norte, Shopping Eldorado, Maxi Shopping Jundiaí e Shopping Sorocaba. Já em Minas Gerais, temos como exemplo o Minas Shopping e o BH Shopping. Se você está em terras cariocas, o Village Mall e o Botafogo Praia Shopping são ótimas pedidas. De qualquer forma, antes de ir até o local, vale dar uma olhada no site do shopping e procurar a informação se ele é pet friendly! Nossa dica é que seu amiguinho esteja sempre com os check-ups e as vacinas em dia, já que em alguns casos o pet transmite doenças ou pode até mesmo contrair alguma doença. Entre em contato conosco e agende uma visita. Assim, você e seu pet estarão sempre preparados para passear por aí! Leia também: obesidade canina

Quem concorda com a expressão que o cachorro é o melhor amigo do homem, deve adorar conhecer lugares onde os pets são bem-vindos! Apelidados de pet friendly, trouxemos alguns exemplos de locais onde eles podem frequentar, com dicas de estabelecimentos oferecidos pela Cãomigo. Confira! O que é pet friendly? Antes de começarmos nosso guia pet […]

Ruptura de ligamento cruzado em cães: o que é?

A ruptura de ligamento cruzado em cães costuma causar muitas dúvidas nos tutores, por não ser um problema tão conhecido. Para te ajudar, preparamos um texto completo sobre o assunto. Confira! Ruptura de ligamento cruzado em cães: o que é? Se você tem dúvida sobre o que é a ruptura de ligamento cruzado cranial em cães, vamos te explicar: também conhecida como RLCCr, esse problema pode ser repentino ou por degeneração, causando uma instabilidade na articulação fêmoro-tíbio-patelar (joelho) do pet, e sendo também uma das maiores causadoras da MAD (Moléstia Articular Degenerativa ou Osteoartrite) em cães. Nos cães mais jovens, geralmente é um rompimento repentino, já que são mais ativos e podem acabar se machucando enquanto correm e/ou pulam. Em cães mais velhos, o rompimento costuma ser por degeneração, principalmente se estiverem com o peso acima do adequado. Por afetar a locomoção do pet, também acaba afetando sua qualidade de vida. Logo, é extremamente importante tratar o caso com a seriedade que ele precisa, sempre acompanhado de um médico veterinário para prestar auxílio. Qual a importância do ligamento cruzado em cães? O ligamento cruzado em cães impede que a tíbia - osso localizado na parte anterior da perna - gire para dentro do corpo, prevenindo a hiperextensão do joelho. Ou seja, ele é fundamental para manter a estabilidade e integridade do joelho do pet. Ruptura de ligamento cruzado em cães: sintomas e causas Um dos principais sintomas do problema é quando o cão começa a mancar, devido à dor do rompimento. Justamente por causar muita dor, é comum alguns pets "gritarem" ou chorarem, principalmente se o tutor tocar no local, ou tentar esticar a perna lesionada. Dentre as causas, podemos citar: Ruptura repentina, provocada por atividades como correr e pular; Ruptura degenerativa, muito associada a cães sedentários e obesos; Instabilidade da patela do joelho; Doenças auto-imunes; Deformidade do joelho (joelho mais para dentro ou joelho mais para fora). Caso você desconfie que o seu amiguinho esteja com algum problema no joelho, podendo ser uma ruptura de ligamento cruzado, é necessário levá-lo o mais rápido possível a um veterinário de confiança - preferencialmente um especialista em ortopedia. Ruptura de ligamento cruzado em cães: diagnóstico O diagnóstico do problema pode ser feito por meio de um exame físico, usando a palpação do joelho. Um raio-x também será importante para avaliar o grau do problema, além do histórico de saúde do pet. Caso a ruptura já tenha acontecido há algum tempo, um ultrassom do joelho ou exame de ressonância magnética podem ser necessários. Ruptura de ligamento cruzado em cães: tratamento Assim como a dermatite em cachorro e a úlcera de córnea em cães, a ruptura de ligamento cruzado também tem tratamento. A cirurgia de ruptura de ligamento cruzado em cães costuma ser a mais utilizada, a fim de restabelecer a estabilidade da articulação. Para isso, existem algumas técnicas, que são escolhidas de acordo com a idade do pet, seu histórico de saúde e a condição de seu joelho. Dentre elas, estão: Extracapsular: essa técnica não restaura o ligamento, sendo mais rápidas e não indicada para cães de porte maior; Intracapsular: nessa técnica, o ligamento é restaurado com tecido ou implante; Osteotomia: a osteotomia é a técnica mais moderna, sendo a osteotomia de nivelamento do platô tibial (TPLO) uma das mais utilizadas, porém não é recomendada para filhotes. Ela irá alterar o grau de inclinação do platô tibial em relação ao ligamento patelar, permitindo o uso da articulação do joelho sem usar o ligamento rompido. Caso não seja possível realizar a cirurgia, devido a alguma comorbidade ou idade avançada, o veterinário pode prescrever alternativas para aliviar a dor e dar mais qualidade de vida ao pet. É importante lembrar que, se o problema não for tratado, a ruptura pode causar artrose em um curto espaço de tempo. Recuperação após a cirurgia Após realizar a cirurgia, pode ser que seu pet tenha que fazer fisioterapia, para movimentar aquela articulação que foi atingida. Também é importante ficar de olho no seu amiguinho para que ele não corra ou pule nesse período, ou se sua casa tiver escadas, deixá-lo no andar térreo, para que a recuperação aconteça da melhor maneira possível. Ruptura de ligamento cruzado em cães: prevenção Muitos tutores buscam maneiras de prevenir a ruptura de ligamento cruzado em cães, e a boa notícia é que há sim algumas maneiras de preveni-lo. Por exemplo, é importante que seu cãozinho fique dentro do peso recomendado e faça caminhadas regulares acompanhado do tutor, para não se tornar sedentário. Check-ups regulares também são essenciais, para prevenir essa e outras doenças. Você já levou o seu amiguinho a uma visita veterinária esse ano? Entre em contato conosco e venha nos visitar!

A ruptura de ligamento cruzado em cães costuma causar muitas dúvidas nos tutores, por não ser um problema tão conhecido. Para te ajudar, preparamos um texto completo sobre o assunto. Confira!  Ruptura de ligamento cruzado em cães: o que é? Se você tem dúvida sobre o que é a ruptura de ligamento cruzado cranial em […]

Gato filhote: cuidados essenciais que você não pode esquecer

Assim como qualquer animalzinho recém-nascido, um gato filhote precisa de cuidados especiais, devido sua fragilidade e ainda dependência. Para te ajudar, trouxemos alguns cuidados essenciais que você não pode deixar de ter! Confira! Antes de mais nada: quando o pet é considerado um filhote de gato? Quem não gosta de passar horas vendo fotos de gatos filhotes, que atire a primeira pedra rs Porém, muitas pessoas ainda têm dúvida sobre até qual idade o felino é considerado filhote. Até os 12 meses de vida, o gato é considerado um filhote. Nesse período, assim como qualquer filhote, ele é bastante dependente do seu tutor, exigindo atenção e cuidados redobrados. Até os 60 dias de vida, ele deverá ser amamentado. Depois, a alimentação deve ser acompanhada e indicada por um veterinário. Nessa fase, também é muito importante prestar atenção na saúde do pet, já que seu sistema imunológico ainda está bastante fraco. Seguir o calendário de vacinação e vermifugação é essencial. Mais abaixo, falaremos melhor sobre os cuidados essenciais que você deve ter com um filhote de gato. Porém, que tal conhecer algumas curiosidades sobre esses pets antes? Filhote de gato recém nascido: confira algumas curiosidades Seja um gato persa filhote, um gato siamês filhote ou até mesmo um gato angorá filhote: independente da raça eles possuem características muito parecidas ao nascerem. Olha só: A vacinação começa, geralmente, a partir dos 45 dias de vida do felino; A primeira vermifugação deve ser feita de 15 a 30 dias de vida; Eles demoram de 10 a 15 dias após o nascimento para abrir os olhos; Seus dentes começam a surgir também após 15 a 20 dias; Eles demoram 20 dias para começar a andar; Nas fêmeas, a castração pode ser feita antes do primeiro cio (5 a 6 meses de vida) e, nos machos, a partir dos 6 meses de vida. Para isso, o gatinho precisa estar vacinado; A vida adulta chega a partir de um ano, sendo que ele pode viver até 20 anos; A visão de um gato é melhor que a de um ser humano, exceto no quesito cores; Eles dormem bastante! Em média, ⅔ do dia são gastos nessa tarefa; O miado de gato filhote é comum e pode ter como causa algumas situações, como medo e fome. Se você notar que o seu amiguinho não para de miar, é interessante consultar um veterinário para saber se ele não está com alguma dor, por exemplo. Como saber se o gato filhote é machosculino ou fêmeaeminino? Apesar de ser uma tarefa um pouco difícil, muitas pessoas ao resgatarem um gatinho querem saber se seu amiguinho é uma fêmea ou macho. Você pode fazer algumas observações: Observe a distância entre o órgão genital e o ânus: nas fêmeas, essa distância não costuma ultrapassar 1 cm, ou seja, é bem pequena. Já nos machos essa distância costuma ser maior; Observe as características do órgão genital: nas fêmeas, o ânus é arredondado e o órgão genital é vertical. Já nos machos, o ânus e a genital são arredondados. Outra característica dos machos é a bolsa testicular. Se você notar testículos de gato filhote, com certeza se trata de um macho. Como cuidar de gato filhote? Agora que você já conheceu algumas curiosidades sobre eles, é hora de aprender quais são os cuidados necessários que você deve ter. Além de roupinhas e brinquedos para gatos filhotes, há outros quesitos importantes que devem ser levados em consideração: Como alimentar filhote de gato? Após o desmame, que ocorre em média após os 60 dias de vida do felino, é importante procurar uma orientação veterinária quanto à alimentação. Aliás, isso vai depender de alguns fatores. Se você adotou um pet que já passou pela amamentação materna, a ração para gato filhote será indicada. Como dito, a orientação a respeito de marcas, frequência e quantidade, deve ser feita por um especialista que saberá como alimentar o filhote de gato. Porém, se você resgatou um gatinho com menos de 60 dias, você deverá alimentá-lo com leite para gato filhote. Vale lembrar que esse leite é específico para felinos, logo o leite de vaca não deve ser oferecido, podendo trazer consequências como diarréia e vômitos. Quanto à água, você deve deixá-la disponível em tempo integral, sempre fresquinha e de fácil acesso. Como dar banho em gato filhote? Sabemos que os gatos não são tão chegados em banhos como os cães. Porém, se esse hábito for iniciado nos primeiros meses de vida do pet, pode se tornar menos desafiador! Apesar do famoso “banho de gato” ser bastante suficiente na higiene dos felinos, algumas vezes o banho propriamente dito pode ser necessário. Se tratando de filhotes, o ideal é começar a partir dos 4 meses de idade, sendo um banho por mês suficiente. Separamos algumas dicas: Use água morna; Tome cuidado com as orelhas, para que não entre água nelas; Use produtos específicos para felinos; Após o banho, seque-o muito bem, para não causar nenhum problema de pele no pet. Como cuidar da saúde de gato filhote? O quesito saúde é um dos mais importantes e envolve aspectos como vacinação, vermifugação e castração. O vermífugo para gatos filhotes deve ser dado a partir dos 15 a 30 dias de vida do pet, sendo a segunda dose administrada após 15 dias da primeira. Depois disso, ela deve ser feita mensalmente, até os 6 meses de vida. A castração evita diversas doenças do gato, como a acne felina, câncer de mama, infecções, além de diminuir as chances do pet se perder ou se machucar. Por último, as vacinas para gatos são de fundamental importância, sendo responsáveis por produzir anticorpos – células de defesa – no organismo do felino. O protocolo de vacinação deverá ser feito por um veterinário, considerando o histórico e estilo de vida do felino. As mais importantes são as vacinas V3, V4, V5 e de raiva. Quanto ao preço, irá depender da localidade. Confira a tabela: Precisa de ajuda para cuidar do seu gato filhote? Entre em contato com a Inova e agende uma consulta com nosso time de especialistas em felinos!

Assim como qualquer animalzinho recém-nascido, um gato filhote precisa de cuidados especiais, devido sua fragilidade e ainda dependência. Para te ajudar, trouxemos alguns cuidados essenciais que você não pode deixar de ter! Confira! Antes de mais nada: quando o pet é considerado um filhote de gato? Quem não gosta de passar horas vendo fotos de […]

Cachorro vomitando: 6 tipos de vômito, causas e tratamento

Ver o cachorro vomitando costuma causar bastante preocupação aos tutores ou pais de pet. O mais importante a se fazer, nesse caso, é investigar as possíveis causas antes de determinar o tratamento. Continue lendo e entenda o assunto! Meu cachorro está vomitando: o que pode ser? Assim como nos humanos, o vômito de cachorro representa que algo não está bem internamente. Desde a ingestão de um alimento indevido, intolerância a ração ou até mesmo alguma doença mais grave. Antes de mais nada, é importante observar se o pet está vomitando ou regurgitando. No vômito, o pet está expulsando algo de seu estômago, já no regurgito ele está expulsando algo de seu esôfago (garganta) - que não começou a ser digerido. Por isso, muitas vezes o termo cachorro vomitando ração, por exemplo, não está correto, já que ele pode ter ingerido o alimento muito rápido e regurgitado. De qualquer forma, é importante ficar atento aos hábitos do seu amiguinho para entender o que está acontecendo com ele e se uma visita ao veterinário se faz necessária, além dos check ups de rotina. Cachorros vomitando: causas Antes de se perguntar o que fazer quando o cachorro está vomitando, é importante entender qual a causa desse problema, para que o tratamento seja adequado e eficaz. 1- Cachorro vomitando amarelo Na maioria das vezes, o vômito amarelo do cachorro é uma forma de defesa do organismo. O ideal é fazer uma visita a um veterinário de confiança, que vai querer saber com qual frequência esses vômitos ocorrem, pois esse problema pode ter diferentes causas. Dentre elas: Alteração no fígado; Estômago vazio - jejum prolongado, comum em pets com alimentação seletiva; Ansiedade - que também pode levar o pet a não se alimentar; Dor ou outras doenças, que necessitam de investigação. No geral, o cachorro vomitando espuma amarela se deve pela ação da bile, substância produzida pelo fígado e liberada pela vesícula biliar. E, quando o pet está com o estômago vazio, essa substância pode acabar irritando o estômago e provocando o vômito amarelo. 2- Cachorro vomitando verde O vômito verde também pode ter as mesmas causas do vômito amarelo, como por exemplo o estômago vazio. Usando a mesma explicação da ação da bile, substância produzida pelo fígado e liberada pela vesícula biliar, há uma irritação no estômago. Porém, a coloração verde indica maior quantidade de bile, enquanto o amarelo indica menos. E isso pode acontecer se o seu pet vomitar repetidas vezes, ou até mesmo indicar algum problema mais sério, que somente um médico veterinário será capaz de avaliar. De qualquer forma, além da visita ao veterinário, observe a frequência do vômito e se o seu amiguinho apresenta outros sintomas, como por exemplo cachorro vomitando e com diarreia. 3- Cachorro vomitando espuma branca Também referido como cachorro vomitando espuma, esse pode ser um problema mais difícil de identificar. Porém, é importante relatar ao veterinário o que você observou, para ajudá-lo a entender melhor qual a causa, que podem ser: Intoxicação alimentar; Náuseas, indigestão ou refluxo - que podem acontecer quando o pet come muito rápido; Infecções ou inflamações no estômago ou intestino, como a gastrite; Doenças mais sérias. Observe também se, além do vômito, esse problema vem acompanhado de outros sintomas, como cachorro com febre, cachorro com tosse ou com falta de apetite. 4- Cachorro vomitando sangue Um cachorro vomitando sangue traz muita preocupação, pois pode estar associado a algum problema sério de saúde. Em primeira instância, observe se o sangue não está saindo de nenhum ferimento da boca do pet. E isso você saberá pela cor e a consistência do sangue. Se ele apresentar uma coloração de vermelho vivo, é um pouco improvável que o problema seja gastrointestinal. Agora, se ele for mais escuro, e também aparecer nas fezes, pode indicar algo mais sério. É muito importante fazer uma visita ao veterinário, o mais rápido possível,para investigar as possíveis causas do vômito com sangue, que podem ser: Lesões internas; Ingestão de objetos pontiagudos e estranhos; Verminose; Coagulopatia (distúrbio muito comum de coagulação do sangue); Doença do carrapato; Parvovirose; Cinomose; Câncer; Infecções, dentre outros. Sabendo o que está causando o problema, o veterinário poderá ajudar seu amiguinho de forma muito mais eficaz. 5- Cachorro vomitando marrom Se o seu amiguinho está vomitando marrom, além da causa alimentar - bastante comum - também é importante observar se ele não anda mexendo em suas fezes. Chamado de coprofagia, é o hábito que alguns cães têm de comer o próprio cocô. E uma explicação bastante comum desse problema são as causas comportamentais, como ansiedade, submissão e necessidade de atenção. Se você notou que o seu pet anda fazendo isso, procure um veterinário de confiança e veja a melhor maneira de ajudar o seu amiguinho. 6- Cachorro com vômito e diarreia O cachorro com vômito e diarreia pode estar apresentando sinais de intolerância alimentar! Isso é um sinal de que algo que ele andou comendo não caiu muito bem, sendo necessário mudar a alimentação, com auxílio veterinário. Algumas doenças, como a giárdia, cinomose, parvovirose, entre outras, também podem apresentar esses sintomas. A vacinação é uma forma de prevenção para que seu amiguinho não seja acometido por essas e outras doenças. Cachorro vomitando: o que fazer Como já dito anteriormente, além de observar o que aconteceu com o seu pet - para relatar corretamente o problema, a pessoa mais indicada para tratá-lo é o veterinário. Com os exames adequados, ele saberá identificar a causa do problema e iniciar o tratamento e, se necessário, receitar um remédio para vômito de cachorro. Remédios caseiros para cachorro vomitando não são indicados, já que não tratam a causa do problema e podem agravar a situação. Precisa de ajuda com o seu amiguinho? Agende uma consulta com um de nossos especialistas e venha conhecer o time da Inova!

Ver o cachorro vomitando costuma causar bastante preocupação aos tutores ou pais  de pet.  O mais importante a se fazer, nesse caso, é investigar as possíveis causas antes de determinar o tratamento. Continue lendo e entenda o assunto! Meu cachorro está vomitando: o que pode ser?  Assim como nos humanos, o vômito de cachorro representa […]

Vermífugo para gatos: 6 riscos que a medicação evita e você não sabia

Você sabia que várias doenças podem ser evitadas se os seus pets forem tratados corretamente? É o caso do uso do vermífugo para gatos! Entenda sua importância no texto que preparamos abaixo! Vermífugo para gatos: o que esse medicamento faz? Os vermífugos são medicamentos muito comuns, tanto utilizados pelos seres humanos, quanto para os pets. Esse é um medicamento capaz de matar vermes e parasitas que podem se alojar no organismo do seu amiguinho e trazer muitos malefícios a curto e longo prazo. O remédio de verme para gato tem a função de desparasitar, sendo extremamente importante desde o início da vida do felino. É necessário lembrar, ainda, que o vermífugo para cães e gatos deve ser administrado por toda vida do pet - pelo menos duas vezes ao ano, para continuar prevenindo diversas doenças que podem ser graves. Conheça 6 riscos que a medicação evita e você não sabia Os vermífugos para gatos são responsáveis por evitar diversas doenças nos pets, como a Platinossomiase felina - transmitida a gatos que mordem ou comem lagartixas contaminadas - e a dirofilaria - transmitida por mosquitos infectados. Além de evitar as doenças em si, o uso do vermífugo também evita diversos riscos que essas doenças podem trazer, como: Problemas hepáticos; Febre e vômitos; Perda de peso; Anemia; Sangue nas fezes; Atraso no crescimento. Por isso, é muito importante fazer check ups periódicos e medicar seu gatinho com a regularidade necessária para que ele não esteja exposto a esses e outros riscos que as doenças causadas por vermes e parasitas podem trazer. Como dar vermífugo para gatos? Os vermífugos para gatos adultos devem ser administrados pelo menos uma vez ao ano, com orientação do médico-veterinário, que saberá qual o melhor vermífugo para gatos. Todavia, muitas pessoas têm dúvidas sobre como administrar esse medicamento. Entenda: Vermífugo líquido para gatos O medicamento líquido é uma das opções mais procuradas pelos tutores, já que costuma ser mais fácil de administrar. Você pode utilizar tanto uma seringa, como misturar o medicamento na ração do pet. Vermífugo em pasta para gatos O vermífugo em pasta é para aqueles pets que não deixam você medicá-los por nada! Você pode misturar na ração ou até mesmo aplicar nas patas do seu amiguinho, que lamberá o remédio. Vermífugo em comprimido para gatos Essa opção costuma ser um pouco mais difícil de administrar, mas trouxemos alguns truques que podem te ajudar: Colocar o felino no colo, abrir a boca do pet e colocar o comprimido no fundo de sua boca, massageando a garganta para estimular a deglutição; Amassar o comprimido na ração - se for permitido pelo veterinário; Usar um aplicador de comprimido, vendido em lojas de pets. Como dar vermífugo para gatos filhotes? No mercado, existem vermífugos específicos para os felinos filhotes. O veterinário orientará o tutor, podendo receitar um vermífugo para gatos em pasta ou até mesmo em comprimido. O importante é seguir o protocolo correto, para que seu amiguinho não apresente nenhuma doença do gato causada pela falta de vermifugação. Vermífugo para gatos filhotes Muitos tutores se perguntam com quanto tempo pode dar vermífugo para gato filhote. A verdade é que vermifugar faz parte do processo de como cuidar de gatos filhotes, já que muitas vezes não sabemos da onde eles vieram e se já estão com algum tipo de verme ou parasita. A vermifugação deve ser orientada por um médico veterinário, mas ela pode ser feita a partir de um mês de vida do felino, de acordo com o peso do pet. Vermífugo para gatos filhotes: dosagem Nunca administre nenhum medicamento para seu amiguinho sem antes consultar um veterinário de confiança. Isso porque a dose inadequada ou até mesmo alguns tipos de substâncias, como a dipirona para gatos, podem trazer efeitos colaterais ao pet, podendo ser fatal. No caso do vermífugo, a dose deve ser calculada de acordo com o peso e a idade do pet, além do tipo de medicamento - comprimido, líquido, em pasta, entre outros. Meu gatinho precisa ser vermifugado mesmo sem sair de casa? Depois da infância do pet, a vermifugação pode ser realizada após realização de um exame de fezes positivo, ou a cada 6 ou 12 meses. Apesar deles apresentarem menos riscos de contaminação por verme ou parasita, eles não estão isentos, pois como já dito algumas doenças podem ser transmitidas por picadas de mosquitos ou até mesmo se o seu gatinho brincar com uma lagartixa contaminada e acabar a mordendo. Aliás, é necessário vermifugar todos os pets da sua casa - caso você tenha mais de um amiguinho - já que um pode acabar passando para o outro, se estiver contaminado. Alguns cuidados como não permitir o acesso à rua, manter a caixinha de areia sempre limpa e não entrar com sapatos de rua em casa podem ajudar também a evitar a contaminação dos pets. Além disso, realizar visitas periódicas ao veterinário é muito importante para manter a saúde do seu gatinho em dia. Entre em contato com o time de especialistas da Inova e agende uma consulta!

Você sabia que várias doenças podem ser evitadas se os seus pets forem tratados corretamente? É o caso do uso do vermífugo para gatos! Entenda sua importância no texto que preparamos abaixo! Vermífugo para gatos: o que esse medicamento faz? Os vermífugos são medicamentos muito comuns, tanto utilizados pelos seres humanos, quanto para os pets. […]