Rinotraqueíte felina: saiba como proteger o seu bichano

Gripe felina? É assim que é conhecida a rinotraqueíte felina, uma doença que traz sintomas muito semelhantes ao resfriado nos seres humanos por acometer o sistema respiratório dos pets. Entenda mais sobre o assunto. O que é a rinotraqueíte felina? A rinotraqueíte felina é uma doença respiratória causada pelo herpesvirus felino (HVF-1) Esse problema pode se manifestar de forma aguda ou crônica, e é bastante comum no inverno. Rinotraqueíte felina: transmissão A transmissão da doença pode acontecer pelo contato direto com outro felino doente, ou pelo contato indireto, por meio de secreções eliminadas por espirros e lacrimejamentos, já que o vírus pode se alojar em objetos como comedouros, bebedouros e caminhas. Rinotraqueíte felina passa para cachorros? A rinotraqueíte é uma doença altamente contagiosa que ataca o aparelho respiratório dos felinos, mas ela não atinge os cães. Por ser uma doença do gato, ela também não é transmitida para os seres humanos. Só é necessário tomar cuidado caso você tenha mais de um gatinho em casa e um deles esteja contaminado com a doença, sendo necessário deixá-los separados por um tempo e higienizar bem o local. Rinotraqueíte felina: sintomas Os sintomas da doença explicam muito o fato desse problema ser conhecido por muitos como gripe felina. E assim como a FELV (leucemia felina) e a acne felina, os sinais da rinotraqueíte felina não costumam passar despercebidos pelos tutores. Dentre os sintomas da rinotraqueíte felina, podemos citar: Espirros; Tosse; Secreção nasal; Conjuntivite; Salivação Falta de apetite e anemia; Febre, dentre outros. Diante de qualquer um desses sinais, recomenda-se que o tutor leve o felino a uma consulta com um veterinário o mais rápido possível, para que o diagnóstico correto seja feito com ajuda de exames indicados pelo especialista. Em casos em que o gatinho não quer se alimentar nem beber água, por exemplo, pode ser indicado alimentá-lo com papinhas ou até mesmo fazer a hidratação intravenosa, com o uso de soros. Isso porque a falta de alimentação e hidratação podem levar o pet a um quadro de lipidose hepática (acúmulo de gordura no fígado do gato), podendo ser fatal para o felino que já encontra-se debilitado por conta da doença. Rinotraqueíte felina, calicivirose felina e Chlamidiose: existe diferença? Muitos tutores não sabem, mas o felino pode se contaminar somente com herpesvírus apresentando um quadro de Rinotraqueite, como também pode se contaminar com Calicivírus e Chlamydia ao mesmo tempo, classificando assim, um quadro de Complexo respiratório felino. O herpesvírus é responsável pelos quadros de secreção nasal, espirros e conjuntivite viral. A infecção pode ser considerada aguda ou crônica. O herpesvírus não cura e fica latente no organismo podendo ser reativado nos quadros de estresse do organismo. Por outro lado, o Calicivírus é responsável pelas úlceras em cavidade oral, consideradas bastante dolorosas. Já a bactéria chlamydia, assim como o herpesvirus, também pode estar presente no desenvolvimento do complexo respiratório felino, comprometendo ainda mais o quadro de conjuntivite nos felinos. Quando o complexo respiratório felino está presente, os animais irão apresentar espirros, secreção nasal, conjuntivite e úlceras em cavidade oral, além dos demais sintomas relatados acima. Rinotraqueíte felina: tratamento O tratamento para rinotraqueíte felina consiste em combater os sintomas da doença, já que não existe ao certo um remédio para rinotraqueíte felina. Para tratar o problema, podem ser receitados remédios como antibiótico para rinotraqueíte felina, antitérmicos e até mesmo colírio, em casos de conjuntivite. Também é recomendado realizar a limpeza dos olhos do pet com soro fisiológico, nesse caso. Apesar de ser um problema mais simples de se tratar, muitos gatinhos que não recebem o tratamento adequado acabam morrendo, infelizmente. Por isso, é importante manter os check-ups em dia e, diante de qualquer mudança na aparência do pet ou algum sintoma como os descritos acima, leve o seu amiguinho ao veterinário o mais rápido possível, para que o tratamento tenha início o quanto antes. A prevenção é sempre o melhor remédio Apesar de ainda não ter tratamento específico para rinotraqueíte e/ou complexo respiratório felino o calendário de vacinação em dia é uma excelente forma de evitá-la, já que esse problema costuma aparecer quando há a queda de imunidade e é uma das doenças que as vacinas V4 previne. Ademais, a vacinação também evita que a doença se dissemine, acometendo outros gatinhos. Ou seja: a vacinação deve começar com o felino ainda filhote, e o reforço deve ser feito anualmente. O calendário de imunização do seu pet está em dia? Se não, é importante resolver o assunto para que ele não seja acometido por nenhuma doença que poderia ter sido prevenida. Agende uma consulta e venha nos visitar!

Gripe felina? É assim que é conhecida a rinotraqueíte felina, uma doença que traz sintomas muito semelhantes ao resfriado nos seres humanos por acometer o sistema respiratório dos pets. Entenda mais sobre o assunto. O que é a rinotraqueíte felina? A rinotraqueíte felina é uma doença respiratória causada pelo  herpesvirus felino (HVF-1)  Esse problema pode […]

Florida spots: saiba se o seu pet está com esse problema nos olhos

Você já ouviu falar em florida spots? Essa doença afeta os olhos de pets como cães e gatos e é mais comum do que parece! Continue lendo e entenda o assunto! Florida spots: o que é? Se você nunca ouviu falar no termo, vamos te explicar: a florida spots, ou ceratopatia tropical é uma doença não infecciosa e não transmissível (tanto para outros pets, quanto para humanos) que acomete os olhos dos pets, assim como a úlcera de córnea em cães e a conjuntivite em cachorro. A principal característica do problema são manchas esbranquiçadas e opacas na córnea, podendo acometer tanto cães quanto gatos, não havendo diferença entre eles. A doença é mais comum em regiões de clima tropical, e recebeu esse nome pois o primeiro caso registrado foi no sul da Flórida (EUA). Florida spots: causas As causas da doença ainda não são 100% esclarecidas, mas há suspeita que a ação de bactérias, o pólen e até mesmo raios ultravioletas podem causar o problema. O que se sabe é que a florida spots em gatos de vida livre (que tem acesso a rua) costuma ser mais comum, então reforçamos mais uma vez a importância de manter o seu gatinho seguro em casa, evitando problemas como a doença de gato entre tantas outras que são mais comuns quando os bichanos ficam livres na rua. Florida spots: sintomas Como já dito, o principal sintoma ou sinal da doença são as manchas brancas nos olhos do pet. Essa doença não causa desconfortos, inflamações e nem irritações, por conta disso a avaliação com um veterinário especializado é de suma importância. Florida spots cega? Há uma preocupação por parte dos tutores se a florida spots deixa cego. A doença não costuma afetar a visão, então, pode ficar tranquilo: ela não apresenta risco ao bem estar do seu amiguinho! Porém, é preciso ficar sempre atento a qualquer alteração e fazer check-ups periódicos, para ter certeza que não se trata de outro problema mais sério. Qual a diferença entre catarata, florida spots e úlcera de córnea? É muito comum que os tutores confundam a florida spots com a catarata e a úlcera de córnea, por apresentarem manchas brancas nos olhos do pet. Porém, saiba que elas não são a mesma doença, trazendo características diferentes. A florida spots, por exemplo, não costuma afetar a visão e fica localizada na primeira camada do olho. A úlcera de córnea também fica localizada nessa primeira camada do olho, porém se trata de uma lesão que pode levar a perda de visão. A catarata, por outro lado, fica localizada na parte “mais interna” do olho, e é uma doença que também causa a perda gradativa da visão. De qualquer maneira, somente um veterinário pode fazer o diagnóstico correto. Vale lembrar, também, da importância de não medicar seu pet sem a recomendação veterinária (nesse caso com o uso de colírios), podendo agravar ainda mais o problema. Florida spots tem cura? Se você está se perguntando como tratar florida spots, saiba que a doença ainda não tem cura, uma vez que não responde a medicamentos como anti-inflamatórios. Porém, isso não quer dizer que uma visita ao veterinário não seja necessária, pois somente esse profissional será capaz de avaliar o quadro clínico do pet e definir a conduta correta diante do problema. Notou algum problema no olho do seu amiguinho? Entre em contato conosco e agende uma visita!

Você já ouviu falar em florida spots? Essa doença afeta os olhos de pets como cães e gatos e é mais comum do que parece! Continue lendo e entenda o assunto! Florida spots: o que é? Se você nunca ouviu falar no termo, vamos te explicar: a florida spots, ou ceratopatia tropical é uma doença […]

Gato idoso: entenda os principais cuidados com o seu bichano

Você tem um gato idoso em casa? Pois saiba que esse companheiro que provavelmente passou grande parte da vida com você precisa de cuidados ainda mais especiais nessa fase da vida. Saiba quais são no texto de hoje! Idade: gato idoso Você sabe com quantos anos o gato fica idoso? De modo geral, os felinos são considerados idosos a partir dos 7 anos de vida. A chegada dessa fase deve trazer novos cuidados que deverão ser acrescentados na rotina do pet e do tutor, sempre com muito carinho, paciência e atenção. Isso porque é comum que algumas doenças se tornem mais suscetíveis nessa faixa etária, assim como nos seres humanos. Por isso, é importante estar sempre atento ao seu pet, observando aspectos como imunidade, sistema cardíaco, renal, além das articulações do seu amiguinho, que provavelmente vivia pulando por aí! rs Dessa forma, ele (a) ainda poderá viver muitos anos de vida ao seu lado, proporcionando bons momentos e claro, muitas alegrias. Gato idoso: comportamento Notou alguns sinais de mudança de comportamento no seu pet? A resposta para isso pode ser a terceira idade chegando para ele! Nessa fase, por exemplo, é comum que o olfato, o paladar e a audição sofram alterações, ficando menos aguçados. Além disso, alguns problemas dentários também podem aparecer, como a perda de dentes em gatos idosos, que é algo recorrente. Isso tudo pode acabar afetando o paladar e o apetite do pet, causando uma possível perda de peso. As articulações, o sistema imunológico e a pelagem também podem sofrer nessa fase, como comentamos acima, trazendo riscos de infecções e outras doenças. Outra mudança de comportamento muito comum é a perda de “animação” do pet. Claro, alguns naturalmente já são mais calmos e reclusos, porém com a idade é comum que essa característica fique mais acentuada. Eles também podem passar a ter hábitos que não tinham antes, como fazer suas necessidades fora da caixinha ou até mesmo miar mais alto que o comum. Por isso, é importante observar o comportamento do seu pet e realizar check-ups periódicos com intervalo de 6 a 12 meses, para garantir que a saúde do seu gato idoso esteja sempre em dia! Fique atento (a) aos problemas de saúde mais comuns dessa fase Como comentamos acima, um dos sinais que o seu amiguinho está envelhecendo ou chegou à terceira idade são os problemas de saúde comuns dessa fase. Separamos alguns para ficar atento e, diante de qualquer mudança, procurar um veterinário para diagnosticar o problema, afinal de contas o seu gato idoso merece o melhor cuidado: Perda de apetite; Problemas dentários; Osteoartrite (processo degenerativo, inflamatório e imunológico do sistema articular), causando dor e dificuldade de locomoção; Aumento da micção ou aumento da ingestão de água (sinal de alerta para problemas urinários). Como cuidar de gato idoso? Se você tem um felino em casa, é sempre importante saber quais são os cuidados necessários quando eles se tornam idosos. Por isso, separamos alguns tópicos importantes para você aprender como cuidar de gato idoso! Ração para gatos idosos A alimentação dos gatos idosos costuma mudar um pouco nessa fase. Isso porque serão necessários outros nutrientes, essenciais para garantir que o sistema do pet fique fortalecido. O seu veterinário de confiança saberá orientar qual a melhor ração para gatos idosos, principalmente diante de situações como “gato idoso emagrecendo” ou “gato idoso não quer comer”. Além disso, caso o seu amiguinho esteja com problemas dentários, pode ser que ele recomende outro tipo de comida para gato idoso, como papinhas e sachês, se for o caso. Nessa fase, também é interessante uma consulta com um veterinário especializado em odontologia, que saberá a melhor forma de cuidar do seu amiguinho. É muito comum o pet apresentar tártaro nos dentes, o que pode levar a uma inflamação da região e consequentemente influenciar na ingestão de comida. Vitamina para gato idoso Além da alimentação correta, pode ser necessário complementar com um suplemento para gatos idosos diante de um déficit em alguma vitamina. Por isso a importância de realizar exames periódicos para saber como anda a saúde do seu amiguinho e, caso necessário, o veterinário recomendará uma vitamina adequada para gatos idosos. Atente-se ao local onde o seu amiguinho dorme A idade chega e com ela é comum buscar por mais conforto e lugares aconchegantes. Por isso, proporcione um local quentinho e confortável para que o seu amiguinho possa ter uma boa noite de sono e tirar aquele cochilo durante o dia! Brincar continua sendo importante Não é só porque o seu amiguinho chegou à terceira idade que as brincadeiras devem ser deixadas de lado. Mesmo que o seu gatinho fique mais recluso, é importante que você o incentive a brincar, uma vez que o exercício físico previne uma série de problemas como a obesidade e a evita o estresse. Não se esqueça das vacinas Manter o calendário de vacinação em dia e evitar que o seu gatinho tenha acesso a rua são pontos importantíssimos para evitar doenças como a FELV (leucemia felina) e a doença do gato, conhecida como toxoplasmose (mais comum em gatos que têm acesso à rua e podem acabar contraindo). Além disso, não esqueça de continuar fazendo a prevenção correta com vermífugos e antipulgas indicados pelo veterinário. Castrar gato idoso é um cuidado recomendado? A castração é um ato de amor e cuidado que previne muitas doenças no pet, como os tumores em gatos idosos. O recomendado é que ela seja feita por volta de um ano de idade, mas saiba que ela também pode ser feita em qualquer outra fase da vida, desde que o felino esteja com a saúde em dia e o veterinário recomende a cirurgia. Check-up para gato idoso Pensando em oferecer facilidade para os tutores e saúde para o seu gato idoso, a Inova desenvolveu um Programa de Medicina Veterinária Preventiva, chamado Inova Vida +7, com um check-up especialmente desenhado para os gatos a partir de 7 anos. É um check-up completo com todos os exames necessários para esse momento mais as vacinas indicadas. Confira: 1 Consulta com Clínico Geral (2 retornos inclusos - se necessário) 1 Exame Perfil Endócrino (que inclui além do hemograma, bioquímicos renais, hepáticos e o colesterol e triglicérides usado para triar doenças endócrinas); 1 Exame de urina 1 Ecocardiograma 1 Eletrocardiograma 1 Ultrassom abdominal Vacinas: V3/V4/V5 (de acordo com cada caso); Raiva.

Você tem um gato idoso em casa? Pois saiba que esse companheiro que provavelmente passou grande parte da vida com você precisa de cuidados ainda mais especiais nessa fase da vida. Saiba quais são no texto de hoje! Idade: gato idoso  Você sabe com quantos anos o gato fica idoso? De modo geral, os felinos […]

Pet friendly: conheça os locais onde eles são bem recebidos

Quem concorda com a expressão que o cachorro é o melhor amigo do homem, deve adorar conhecer lugares onde os pets são bem-vindos! Apelidados de pet friendly, trouxemos alguns exemplos de locais onde eles podem frequentar, com dicas de estabelecimentos oferecidos pela Cãomigo. Confira! O que é pet friendly? Antes de começarmos nosso guia pet friendly, muitas pessoas ainda se perguntam - o que significa pet friendly? O termo, ao pé da letra, vem sendo usado para designar locais onde os pets são bem-vindos. E isso não significa locais onde eles podem apenas entrar ou transitar, mas sim lugares que estão realmente preparados para eles, por exemplo, com potinhos para eles beberem água e até mesmo cardápios com comidas específicas para eles. Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Consumidor (SPC Brasil) revelou que 61% dos brasileiros veem seus animais de estimação como parte da família, e nada melhor do que saber que eles estarão confortáveis e amparados ao saírem, não é mesmo? Aliás, aqui vai outro dado importante: em 2020, de acordo com o levantamento da Euromonitor International, o Brasil se tornou o segundo maior mercado de produtos pet, com 6,4% de participação global, perdendo apenas para os Estados Unidos. Ou seja, é um mercado que só tem a crescer! Porém, é fundamental destacar que, por mais que seja delicioso ter o nosso amiguinho ao nosso lado em todos os momentos, nem todos os locais são adequados para eles, já que eles costumam ser mais sensíveis a barulhos e lugares muito movimentados, podendo deixá-los estressados, ao invés de diverti-los. Vale se atentar a isso! Como ser pet friendly? Os espaços pet friendly geralmente contam com alguns pontos em comum, como os listados abaixo: Potinhos com água e comida; Saquinhos de lixo para recolher as necessidades do pet; Panos de limpeza e desinfetantes; Caminhas para descanso. É importante se atentar à lei municipal de São Paulo, de número 10.309, que diz que é proibida a permanência ou entrada de pets em locais onde se preparem, manipulem, fabriquem ou vendam produtos alimentícios. Por isso, caso o estabelecimento seja do ramo alimentício, geralmente são reservados alguns espaços específicos para os pets, em áreas arejadas. Ademais, detalhes como a vacina para cachorro também devem ser levados em consideração e devem estar em dia, afinal você não quer que seu amiguinho acabe contraindo alguma doença ao passear, não é? Lugares pet friendly: quais são? Hoje em dia, existe uma infinidade de lugares que são pet friendly, espalhados pelo Brasil e pelo mundo. Se você vai viajar, por exemplo, vale dar uma pesquisada no seu local de destino e procurar, antecipadamente, algum espaço pet friendly para vocês visitarem! Trouxemos algumas dicas de como escolher uma pousada pet friendly ideal. Pet friendly: hoteis O primeiro ponto a se atentar é a hospedagem, que deve permitir pets. Hoje em dia, existe pousada pet friendly, hotel fazenda pet friendly, chalé pet friendly e até mesmo resort pet friendly! Opções são o que não faltam! Conheça 5 famosos no Brasil: Pousada Pé na Terra (Brotas-SP): aceita pets de todos os tamanhos, possui uma ampla área verde e uma área cercada onde os cães podem correr e brincar. Na cidade existem diversas opções de passeios, trilhas e aventuras para curtir com seu cachorro. Link: https://www.caomigo.com.br/post/auventura-em-brotas Pousada Pegada da Onça (Tapiraí-SP): a pousada possui uma trilha que leva até a cachoeira, uma ampla área de mata, lago com pedalinho, piscina de água natural, e o melhor, seu pet pode te acompanhar em todos os lugares, até mesmo dentro do restaurante, e curtir o lago e a piscina. Os funcionários são muito atenciosos e carinhosos com os pets. Link: https://www.caomigo.com.br/post/pousada-pegada-da-onca Hotel Villa Rossa (São Roque - SP): são aceitos pets de todos os tamanhos. O hotel possui trilha na mata e os lofts possuem piscina privativa. Os pets são recebidos com kit boas-vindas, com caminha e brinquedo. Hotel Fazenda Chalés da Serra (Bom Jardim da Serra - SC): um hotel fazenda com chalés incríveis e muita área verde, onde os pets de todos os tamanhos são bem-vindos. O local possui um cão anfitrião, o Jimmy, um pastor alemão maravilhoso, que recebe todos os hóspedes com muito carinho. Link: https://diariodoturismo.com.br/tem-hotel-fazenda-pet-friendly-na-serra-catarinense/ Restaurantes pet friendly A boa notícia se você está em busca de um restaurante pet friendly, é que também existem vários espalhados pelo Brasil. Olha só: Esquina do Fuad (São Paulo - SP): se você busca um lugar descontraído, com comidas de “boteco”, a Esquina do Fuad pode agradar você e seu pet, que pode ficar contigo na área externa. Esse bar pet friendly tem petiscos para os cães e também potinhos de água. Pracinha do Seu Justino (São Paulo - SP): este restaurante conta com um cardápio especial para cães e gatos, com ingredientes que eles podem consumir. Alessandro e Frederico Café (Rio de Janeiro - RJ): se você está ou vai para o Rio de Janeiro, essa é uma ótima pedida. Localizado em Ipanema, o deck é coberto, e o espaço aceita todos os portes de pet, contando com banquinhos com almofadas na calçada para você e seu amiguinho sentarem. Santa Crema Café (Sorocaba - SP): se você é de Sorocaba ou vai a passeio, e está procurando por um café pet friendly, que tal visitar o Santa Crema? Eles contam com cafés especiais, doces, salgados e muito mais! Ah, e não se esqueça de visitar a Inova em sua passagem, ein? Oca Burger (Sorocaba - SP): Essa hamburgueria é conhecida pelos seus smash burgers, e conta com espaços abertos e amplos, perfeitos para seu pet te acompanhar. Le Pain Quotidien (São Paulo - SP): procurando uma padaria pet friendly? Lá, eles são conhecidos por adorarem receber os cães, e todos que chegam ganham um potinho com água! Villa di Phoenix (Campos do Jordão - SP): Campos do Jordão é conhecida por ser um destino bastante pet friendly! Esse restaurante badalado, por exemplo, serve de tudo um pouco. A varanda é coberta, e todos os portes de pet são bem recebidos. Shopping pet friendly A quantidade de shoppings que são pet friendly, hoje, é gigantesca! Em São Paulo, podemos citar, entre muitos, o Shopping Morumbi, Shopping Center Norte, Shopping Eldorado, Maxi Shopping Jundiaí e Shopping Sorocaba. Já em Minas Gerais, temos como exemplo o Minas Shopping e o BH Shopping. Se você está em terras cariocas, o Village Mall e o Botafogo Praia Shopping são ótimas pedidas. De qualquer forma, antes de ir até o local, vale dar uma olhada no site do shopping e procurar a informação se ele é pet friendly! Nossa dica é que seu amiguinho esteja sempre com os check-ups e as vacinas em dia, já que em alguns casos o pet transmite doenças ou pode até mesmo contrair alguma doença. Entre em contato conosco e agende uma visita. Assim, você e seu pet estarão sempre preparados para passear por aí! Leia também: obesidade canina

Quem concorda com a expressão que o cachorro é o melhor amigo do homem, deve adorar conhecer lugares onde os pets são bem-vindos! Apelidados de pet friendly, trouxemos alguns exemplos de locais onde eles podem frequentar, com dicas de estabelecimentos oferecidos pela Cãomigo. Confira! O que é pet friendly? Antes de começarmos nosso guia pet […]

Gato filhote: cuidados essenciais que você não pode esquecer

Assim como qualquer animalzinho recém-nascido, um gato filhote precisa de cuidados especiais, devido sua fragilidade e ainda dependência. Para te ajudar, trouxemos alguns cuidados essenciais que você não pode deixar de ter! Confira! Antes de mais nada: quando o pet é considerado um filhote de gato? Quem não gosta de passar horas vendo fotos de gatos filhotes, que atire a primeira pedra rs Porém, muitas pessoas ainda têm dúvida sobre até qual idade o felino é considerado filhote. Até os 12 meses de vida, o gato é considerado um filhote. Nesse período, assim como qualquer filhote, ele é bastante dependente do seu tutor, exigindo atenção e cuidados redobrados. Até os 60 dias de vida, ele deverá ser amamentado. Depois, a alimentação deve ser acompanhada e indicada por um veterinário. Nessa fase, também é muito importante prestar atenção na saúde do pet, já que seu sistema imunológico ainda está bastante fraco. Seguir o calendário de vacinação e vermifugação é essencial. Mais abaixo, falaremos melhor sobre os cuidados essenciais que você deve ter com um filhote de gato. Porém, que tal conhecer algumas curiosidades sobre esses pets antes? Filhote de gato recém nascido: confira algumas curiosidades Seja um gato persa filhote, um gato siamês filhote ou até mesmo um gato angorá filhote: independente da raça eles possuem características muito parecidas ao nascerem. Olha só: A vacinação começa, geralmente, a partir dos 45 dias de vida do felino; A primeira vermifugação deve ser feita de 15 a 30 dias de vida; Eles demoram de 10 a 15 dias após o nascimento para abrir os olhos; Seus dentes começam a surgir também após 15 a 20 dias; Eles demoram 20 dias para começar a andar; Nas fêmeas, a castração pode ser feita antes do primeiro cio (5 a 6 meses de vida) e, nos machos, a partir dos 6 meses de vida. Para isso, o gatinho precisa estar vacinado; A vida adulta chega a partir de um ano, sendo que ele pode viver até 20 anos; A visão de um gato é melhor que a de um ser humano, exceto no quesito cores; Eles dormem bastante! Em média, ⅔ do dia são gastos nessa tarefa; O miado de gato filhote é comum e pode ter como causa algumas situações, como medo e fome. Se você notar que o seu amiguinho não para de miar, é interessante consultar um veterinário para saber se ele não está com alguma dor, por exemplo. Como saber se o gato filhote é machosculino ou fêmeaeminino? Apesar de ser uma tarefa um pouco difícil, muitas pessoas ao resgatarem um gatinho querem saber se seu amiguinho é uma fêmea ou macho. Você pode fazer algumas observações: Observe a distância entre o órgão genital e o ânus: nas fêmeas, essa distância não costuma ultrapassar 1 cm, ou seja, é bem pequena. Já nos machos essa distância costuma ser maior; Observe as características do órgão genital: nas fêmeas, o ânus é arredondado e o órgão genital é vertical. Já nos machos, o ânus e a genital são arredondados. Outra característica dos machos é a bolsa testicular. Se você notar testículos de gato filhote, com certeza se trata de um macho. Como cuidar de gato filhote? Agora que você já conheceu algumas curiosidades sobre eles, é hora de aprender quais são os cuidados necessários que você deve ter. Além de roupinhas e brinquedos para gatos filhotes, há outros quesitos importantes que devem ser levados em consideração: Como alimentar filhote de gato? Após o desmame, que ocorre em média após os 60 dias de vida do felino, é importante procurar uma orientação veterinária quanto à alimentação. Aliás, isso vai depender de alguns fatores. Se você adotou um pet que já passou pela amamentação materna, a ração para gato filhote será indicada. Como dito, a orientação a respeito de marcas, frequência e quantidade, deve ser feita por um especialista que saberá como alimentar o filhote de gato. Porém, se você resgatou um gatinho com menos de 60 dias, você deverá alimentá-lo com leite para gato filhote. Vale lembrar que esse leite é específico para felinos, logo o leite de vaca não deve ser oferecido, podendo trazer consequências como diarréia e vômitos. Quanto à água, você deve deixá-la disponível em tempo integral, sempre fresquinha e de fácil acesso. Como dar banho em gato filhote? Sabemos que os gatos não são tão chegados em banhos como os cães. Porém, se esse hábito for iniciado nos primeiros meses de vida do pet, pode se tornar menos desafiador! Apesar do famoso “banho de gato” ser bastante suficiente na higiene dos felinos, algumas vezes o banho propriamente dito pode ser necessário. Se tratando de filhotes, o ideal é começar a partir dos 4 meses de idade, sendo um banho por mês suficiente. Separamos algumas dicas: Use água morna; Tome cuidado com as orelhas, para que não entre água nelas; Use produtos específicos para felinos; Após o banho, seque-o muito bem, para não causar nenhum problema de pele no pet. Como cuidar da saúde de gato filhote? O quesito saúde é um dos mais importantes e envolve aspectos como vacinação, vermifugação e castração. O vermífugo para gatos filhotes deve ser dado a partir dos 15 a 30 dias de vida do pet, sendo a segunda dose administrada após 15 dias da primeira. Depois disso, ela deve ser feita mensalmente, até os 6 meses de vida. A castração evita diversas doenças do gato, como a acne felina, câncer de mama, infecções, além de diminuir as chances do pet se perder ou se machucar. Por último, as vacinas para gatos são de fundamental importância, sendo responsáveis por produzir anticorpos – células de defesa – no organismo do felino. O protocolo de vacinação deverá ser feito por um veterinário, considerando o histórico e estilo de vida do felino. As mais importantes são as vacinas V3, V4, V5 e de raiva. Quanto ao preço, irá depender da localidade. Confira a tabela: Precisa de ajuda para cuidar do seu gato filhote? Entre em contato com a Inova e agende uma consulta com nosso time de especialistas em felinos!

Assim como qualquer animalzinho recém-nascido, um gato filhote precisa de cuidados especiais, devido sua fragilidade e ainda dependência. Para te ajudar, trouxemos alguns cuidados essenciais que você não pode deixar de ter! Confira! Antes de mais nada: quando o pet é considerado um filhote de gato? Quem não gosta de passar horas vendo fotos de […]

Vermífugo para gatos: 6 riscos que a medicação evita e você não sabia

Você sabia que várias doenças podem ser evitadas se os seus pets forem tratados corretamente? É o caso do uso do vermífugo para gatos! Entenda sua importância no texto que preparamos abaixo! Vermífugo para gatos: o que esse medicamento faz? Os vermífugos são medicamentos muito comuns, tanto utilizados pelos seres humanos, quanto para os pets. Esse é um medicamento capaz de matar vermes e parasitas que podem se alojar no organismo do seu amiguinho e trazer muitos malefícios a curto e longo prazo. O remédio de verme para gato tem a função de desparasitar, sendo extremamente importante desde o início da vida do felino. É necessário lembrar, ainda, que o vermífugo para cães e gatos deve ser administrado por toda vida do pet - pelo menos duas vezes ao ano, para continuar prevenindo diversas doenças que podem ser graves. Conheça 6 riscos que a medicação evita e você não sabia Os vermífugos para gatos são responsáveis por evitar diversas doenças nos pets, como a Platinossomiase felina - transmitida a gatos que mordem ou comem lagartixas contaminadas - e a dirofilaria - transmitida por mosquitos infectados. Além de evitar as doenças em si, o uso do vermífugo também evita diversos riscos que essas doenças podem trazer, como: Problemas hepáticos; Febre e vômitos; Perda de peso; Anemia; Sangue nas fezes; Atraso no crescimento. Por isso, é muito importante fazer check ups periódicos e medicar seu gatinho com a regularidade necessária para que ele não esteja exposto a esses e outros riscos que as doenças causadas por vermes e parasitas podem trazer. Como dar vermífugo para gatos? Os vermífugos para gatos adultos devem ser administrados pelo menos uma vez ao ano, com orientação do médico-veterinário, que saberá qual o melhor vermífugo para gatos. Todavia, muitas pessoas têm dúvidas sobre como administrar esse medicamento. Entenda: Vermífugo líquido para gatos O medicamento líquido é uma das opções mais procuradas pelos tutores, já que costuma ser mais fácil de administrar. Você pode utilizar tanto uma seringa, como misturar o medicamento na ração do pet. Vermífugo em pasta para gatos O vermífugo em pasta é para aqueles pets que não deixam você medicá-los por nada! Você pode misturar na ração ou até mesmo aplicar nas patas do seu amiguinho, que lamberá o remédio. Vermífugo em comprimido para gatos Essa opção costuma ser um pouco mais difícil de administrar, mas trouxemos alguns truques que podem te ajudar: Colocar o felino no colo, abrir a boca do pet e colocar o comprimido no fundo de sua boca, massageando a garganta para estimular a deglutição; Amassar o comprimido na ração - se for permitido pelo veterinário; Usar um aplicador de comprimido, vendido em lojas de pets. Como dar vermífugo para gatos filhotes? No mercado, existem vermífugos específicos para os felinos filhotes. O veterinário orientará o tutor, podendo receitar um vermífugo para gatos em pasta ou até mesmo em comprimido. O importante é seguir o protocolo correto, para que seu amiguinho não apresente nenhuma doença do gato causada pela falta de vermifugação. Vermífugo para gatos filhotes Muitos tutores se perguntam com quanto tempo pode dar vermífugo para gato filhote. A verdade é que vermifugar faz parte do processo de como cuidar de gatos filhotes, já que muitas vezes não sabemos da onde eles vieram e se já estão com algum tipo de verme ou parasita. A vermifugação deve ser orientada por um médico veterinário, mas ela pode ser feita a partir de um mês de vida do felino, de acordo com o peso do pet. Vermífugo para gatos filhotes: dosagem Nunca administre nenhum medicamento para seu amiguinho sem antes consultar um veterinário de confiança. Isso porque a dose inadequada ou até mesmo alguns tipos de substâncias, como a dipirona para gatos, podem trazer efeitos colaterais ao pet, podendo ser fatal. No caso do vermífugo, a dose deve ser calculada de acordo com o peso e a idade do pet, além do tipo de medicamento - comprimido, líquido, em pasta, entre outros. Meu gatinho precisa ser vermifugado mesmo sem sair de casa? Depois da infância do pet, a vermifugação pode ser realizada após realização de um exame de fezes positivo, ou a cada 6 ou 12 meses. Apesar deles apresentarem menos riscos de contaminação por verme ou parasita, eles não estão isentos, pois como já dito algumas doenças podem ser transmitidas por picadas de mosquitos ou até mesmo se o seu gatinho brincar com uma lagartixa contaminada e acabar a mordendo. Aliás, é necessário vermifugar todos os pets da sua casa - caso você tenha mais de um amiguinho - já que um pode acabar passando para o outro, se estiver contaminado. Alguns cuidados como não permitir o acesso à rua, manter a caixinha de areia sempre limpa e não entrar com sapatos de rua em casa podem ajudar também a evitar a contaminação dos pets. Além disso, realizar visitas periódicas ao veterinário é muito importante para manter a saúde do seu gatinho em dia. Entre em contato com o time de especialistas da Inova e agende uma consulta!

Você sabia que várias doenças podem ser evitadas se os seus pets forem tratados corretamente? É o caso do uso do vermífugo para gatos! Entenda sua importância no texto que preparamos abaixo! Vermífugo para gatos: o que esse medicamento faz? Os vermífugos são medicamentos muito comuns, tanto utilizados pelos seres humanos, quanto para os pets. […]

Doença de gato: quais você precisa conhecer?

Você conhece as principais doenças que podem acometer os felinos? Acompanhe o texto e descubra quais são as doenças de gato e a melhor forma de preveni-las. Doença de gato: conheça as principais Leucemia viral felina (FeLV) A doença de gato chamada FELV, também conhecida como leucemia viral felina, é ocasionada por um vírus que pode provocar infecção permanente nos gatos, levando muitos pets à morte. Essa doença pode ser transmitida através do contato de gatos saudáveis com a saliva, fezes, leite e urina de um felino infectado e também pode acontecer por transfusão de sangue ou seringas contaminadas com material biológico de um gato FELV positivo. Apesar de muitos gatos que são positivos para a doença não apresentarem sintomas, existem aqueles que apresentam anemia, perda de peso, anorexia, febre, e até mesmo tumores, como os linfomas. Infelizmente, a leucemia viral felina não tem cura, mas é possível preveni-la por meio da vacinação e check-ups anuais. Vale lembrar que não ocorre a transmissão dessa doença de gato em pessoas. Imunodeficiência felina (FIV) A FIV, também conhecida como Imunodeficiência felina ou aids felina, também é transmitida via saliva, porém, diferente da Felv, é necessário haver inoculação da saliva via mordida. Também é possível ocorrer contaminação por transfusões de sangue, seringas contaminadas. Além disso, essa doença também pode ser transmitida para filhotes, por via transplacentária, ou pela amamentação. Dentre os sintomas, estão a queda do sistema imunológico de forma bruta, abrindo portas para diversos outros problemas de saúde. Infelizmente, ainda não há cura para FIV, porém é possível oferecer mais qualidade de vida ao seu amiguinho, evitando que o problema se torne crítico. Muitas pessoas acreditam que há a transmissão dessa doença de gato em humanos ou para animais de outra espécie, porém isso não acontece. A FIV somente é transmitida de gato para gato. Panleucopenia felina Conhecida como parvovirose felina, é provocada por um parvovírus. A transmissão acontece quando há contato com os fluídos corporais de um animal infectado, levando a sintomas como febre, diarréia, vômitos, anorexia, entre outros. O tratamento irá depender da gravidade da doença, mas é possível preveni-la por meio da vacinação e evitando que o seu felino tenha acesso livre à rua. PIF: doença de gato (peritonite infecciosa felina) A doença do gato PIF acontece devido uma mutação do Coronavírus entérico felino. A PIF não é considerada contagiosa, porém o Coronavírus entérico felino é muito contagioso. A transmissão ocorre via oral-fecal, ou seja, fezes contaminadas sendo ingeridas. Quando os gatos compartilham a caixa de areia, carregam o vírus em suas patas e, ao fazer sua higiene do pelame, irão se contaminar com o Coronavírus entérico que pode estar presente ali. A grande maioria dos felinos irão se contaminar pelo coronavírus entérico felino na sua infância, porém, uma pequena porcentagem desses gatinhos irão fazer a mutação deste coronavírus para o vírus nocivo da PIF. A teoria mais aceita é que existe um componente genético envolvido nesta mutação. Ambiente com superpopulação de gatos são descritos como grande potencial para disseminação deste vírus. A PIF até pouco tempo era considerada sem cura. Atualmente alguns tratamentos estão sendo estudados e testados com resultados excelentes. Aqui, também vale um adendo: o Coronavírus entérico felino não está correlacionado ao coronavírus humano. Tratam-se de doenças diferentes, apesar do nome ser semelhante. Esporotricose A doença de gato chamada esporotricose é causada por um fungo. Ela é conhecida como uma das doenças de pele em gatos mais comuns, já que pode causar lesões e úlcera na pele do pet. O felino pode contrair essa doença se estiver com uma ferida ou até mesmo uma lesão e o fungo entrar no organismo por meio dela. Essa doença tem cura, mas alguns cuidados são necessários, como o uso de luvas descartáveis ao manusear o pet doente, já que nesse caso, o pet transmite doença para humanos. Isso porque, além de afetar os felinos e os cães, a doença de gato esporotricose também acontece em humanos. Bartonelose A doença da arranhadura do gato é a bartonelose. Trata-se de bactérias do gênero bartonella, que podem ser transmitidas ao ser arranhado e/ou mordido por um gato que carrega essa bactéria nas unhas ou dentes. A espécie de bartonella conhecida por ser a responsável pela doença da arranhadura de gato é a b. henselae. Ela está presente nas fezes das pulgas, porém a maioria dos gatinhos não apresentam sinais clínicos. É importante lembrar que ela pode ser tanto transmitida de um felino a outro, quanto de um felino para um ser humano. Por isso, a prevenção é ainda mais importante, como a aplicação periódica de remédio para pulgas nos gatos. Doença de pele: gato com micose Além da esporotricose, a micose também é uma doença de gato que ocorre na pele. Porém, ela é mais comum em felinos que estão constantemente em contato com outros gatos, ou que vivem na rua. Doença de gato na pele humana O tratamento da micose deve ser feito com antifúngicos, recomendados pelo médico veterinário. Porém, essa também é uma doença de pele de gato que pode afetar os seres humanos, por isso cuidados redobrados com a higiene são importantes para manter você e seu pet saudáveis. Olho de gato: doença ainda é um mito Também chamada de toxoplasmose ocular, essa é uma doença de gato no olho, sendo o gato hospedeiro definitivo do protozoário que causa a doença. Essa doença de gato nos olhos pode levar à vermelhidão e a diminuição da visão do pet. Porém, ainda se acredita que os gatos são os grandes transmissores desse problema, o que não é verdade. Carnes cruas e água contaminada, além de verduras, frutas, e legumes mal higienizados, são muito mais perigosos e trazem mais riscos de transmissão da doença do que os felinos. Doença de gato na gravidez Se você está grávida, e já ouviu falar sobre a toxoplasmose, separamos algumas dicas para que você e seu pet passem tranquilos por essa fase tão especial, é importante se informar sobre a toxoplasmose e saber que os gatinhos não são os vilões da doença, e sim a falta de higiene, principalmente com os alimentos: Peça para outro membro da família trocar a caixinha de areia do seu pet, ou utilize luvas ao executar a tarefa; Beba água filtrada; Faça a higiene correta de frutas e verduras; Cozinhe bem as carnes antes de consumi-las. A prevenção sempre é o melhor caminho para cuidar do seu pet. Por isso, confira regularmente se a carteirinha de vacinação e os exames do seu felino estão em dia. Precisando de ajuda veterinária, entre em contato com a INOVA!

Você conhece as principais doenças que podem acometer os felinos? Acompanhe o texto e descubra quais são as doenças de gato e a melhor forma de preveni-las.  Doença de gato: conheça as principais Leucemia viral felina (FeLV) A doença de gato chamada FELV, também conhecida como leucemia viral felina, é ocasionada por um vírus que […]

Vacinas para gatos: confira o calendário completo

Assim como nós, os felinos também precisam ser vacinados, como uma forma de prevenção a diversas doenças. Porém, esse é um assunto que pode gerar muitas dúvidas, principalmente quanto à periodicidade. Por isso, preparamos um texto completo sobre vacinas para gatos! Confira! Vacinas para gatos: qual a sua importância? As vacinas para gato são responsáveis por produzir anticorpos - células de defesa - no organismo do felino. Ou seja, são uma forma de prevenção contra diversas doenças, como a FELV (leucemia felina) e outras que são muito comuns entre os bichanos. E olha, a vacina não protege somente os gatinhos não, hein? Hoje, já sabemos que diversas enfermidades podem passar do pet para as pessoas e a vacinação garante também uma convivência saudável entre pets e humanos. Para saber qual a idade para vacinar gatos, é importante uma visita a um veterinário. Porém, é certo que elas devem estar presentes na rotina desde o início da vida do pet, começando geralmente a partir dos 45 dias de vida do felino. As vacinas para gatos filhotes, por exemplo, irão protegê-los caso eles tenham contato com alguma patologia, não deixando que ela se instale no organismo ainda frágil do filhote. Tabela de vacinas para gatos O calendário de vacinas para gatos é diferente dos cachorros, por isso é preciso estar atento. Uma visita ao veterinário irá sanar diversas dúvidas que rondam a cabeça dos tutores em relação a quais vacinas são importantes para o pet e ainda o calendário que deve ser seguido. Isso porque o protocolo vacinal dos gatos é feito de forma individual, levando em conta o histórico e estilo de vida do felino. Além disso, é muito importante a realização de exames de check-up e os testes para FIV e FELV. Existem 3 tipos de vacinas para os gatos: V3, V4 e V5. Vacina V3 para gatos A vacina V3 felina (vacina tríplice - trivalente) protege o pet contra duas doenças respiratórias - rinotraqueíte felina e a calicivirose felina, além da panleucopenia felina (que pode causar danos ao sistema digestivo e sanguíneo). Vacina v4 para gatos A vacina V4 felina (vacina quádrupla) irá trazer os mesmos benefícios da V3, além de proteger contra a clamidiose (doença infecciosa, que atinge os olhos dos animais e pode acometer os seres humanos). Vacina v5 para gatos Já a vacina V5 felina (vacina quíntupla) é a mais completa: traz os mesmos benefícios da V4, e também protege contra a FELV (leucemia felina). Vacina de raiva para gatos Além das vacinas V3, V4 e V5, os gatos também precisam ser vacinados contra a raiva. a vacina de raiva é muito necessária, já que essa doença pode levar o pet à morte, além de poder contaminar seres humanos. Além disso, é sempre importante lembrar que as vacinas devem ser anuais. Não basta vacinar seu amiguinho apenas quando filhote, pois a imunidade não é vitalícia. Para a proteção se estender, algumas vacinas devem ser reaplicadas e somente um médico veterinário poderá te orientar quanto a periodicidade. O veterinário especializado em gatos também vai te orientar em como levar o gato para vacinar e como segurar um gato para vacinar, alguns bichanos são mais calmos e tranquilos em relação ao transporte, mas alguns são mais ariscos. Vacina para gatos: preço Após essas informações, você deve estar se perguntando “quanto custa para vacinar um gato”. Porém, saber quanto custa vacina para gato irá depender da localidade, já que o preço médio pode variar e o território brasileiro tem muitas peculiaridades. Vacina para gatos: reações Assim como nas crianças, as vacinas para gatos podem provocar algumas reações após a aplicação, como febre, diarréia e até mesmo vômito. No geral, elas tendem a passar em até 24 horas, mas se você observar que seu gatinho apresentou algum sintoma após a vacinação, é recomendado que você ligue ou leve-o até o veterinário. A medicação sem prescrição médica, como dar dipirona para gatos, não é recomendada, já que pode trazer consequências ainda piores à saúde do pet. Vacina anticoncepcional para gatos: não arrisque a vida do seu amiguinho Infelizmente, é muito comum a busca de vacina para cio de gato. Por isso, viemos trazer um grande alerta: ela pode colocar a vida do seu pet em risco! A vacina para gato não pegar cria pode levar a sérias infecções e a formação de tumores no seu gatinho, já que ela contém altas taxas de hormônios. Então, nem pense em pesquisar como aplicar vacina em gato para não engravidar ou vacina abortiva para gatos. O assunto é sério e demanda atenção e responsabilidade! A castração de gatos sempre será o melhor caminho para cuidar da saúde do seu pet. As vantagens da cirurgia de castração vão muito além do controle populacional dos felinos. Ela também previne o risco de aparecer problemas sérios de saúde. E vale lembrar que para castrar o gato precisa estar vacinado. Então, mantenha a carteirinha de vacinação do seu pet em dia! Aqui na Inova, contamos com diversos profissionais capacitados para cuidar da saúde do seu felino. Entre em contato e agende uma visita! *Valores de referência no ano de 2021, no interior do estado de São Paulo.

Assim como nós, os felinos também precisam ser vacinados, como uma forma de prevenção a diversas doenças.  Porém, esse é um assunto que pode gerar muitas dúvidas, principalmente quanto à periodicidade. Por isso, preparamos um texto completo sobre vacinas para gatos! Confira! Vacinas para gatos: qual a sua importância?  As vacinas para gato são responsáveis […]

Doença do gato: mitos e verdades sobre a toxoplasmose

A toxoplasmose é uma doença causada pelo parasita Toxoplasma gondii. Mas você sabe porque ela ganhou a fama e ficou conhecida como doença do gato? Leia o texto e confira tudo sobre o assunto! O que é a doença do gato: toxoplasmose A doença do gato, que recebe o nome de Toxoplasmose, ainda gera muitas dúvidas nos tutores. Trata-se de uma doença infecciosa, causada pelo parasita Toxoplasma gondii. Ela não é contagiosa, e na maioria dos casos é contraída via oral, comum na ingestão de carnes cruas ou mal passadas contaminadas, verduras, legumes e frutas mal lavadas, além de água contaminada. Como é a doença do gato e o que causa doença do gato? A toxoplasmose ganhou o nome da doença do gato pois os felinos são os únicos hospedeiros definitivos dos parasitas, isso é, o ciclo reprodutivo do Toxoplasma gondii se completa no intestino dos gatos infectados e eles, por sua vez, eliminam ovos (oocistos) em suas fezes. Porém, engana-se quem pensa que todos os gatos possuem a doença. Apenas uma parcela pequena, em especial aqueles que têm acesso à rua, podem acabar contraindo, ao ingerir alguma carne contaminada - como por exemplo de uma ave. Por isso, evitar que seu amiguinho dê as famosas “voltinhas” e realizar a castração de gatos são grandes aliados no controle da doença. Doença do gato: sintomas no felino No geral, o gato portador da toxoplasmose não apresenta sintomas, mas pode acontecer de ocasionar febre, fraqueza e até mesmo anorexia. Por isso, é importante ficar atento e, ao qualquer sinal de desconfiança, levar o seu amiguinho ao veterinário o quanto antes. Doença do gato em humanos: o gato não é o grande culpado! Infelizmente, a toxoplasmose ainda é motivo de muitos abandonos de diversos gatinhos por parte dos seus tutores, que não possuem informações corretas sobre como se pega a doença do gato (toxoplasmose). Isso porque, apesar de ser uma “doença das fezes do gato”, eles não são os grandes transmissores do parasita! Saiba as principais causas da doença: Ingestão de carnes cruas ou mal passadas que contêm cistos do parasita; Consumo de água não filtrada; Frutas e verduras cruas mal lavadas, que contêm o cisto; Manipulação de alimentos ou utensílios de cozinha contaminados com o cisto; Transmissão de mãe para o feto durante a gestação; Fazer jardinagem sem luvas. Aliás, é muito importante lembrar que o felino não transmite continuamente o parasita. Após ser contaminado, ele eliminará em suas fezes os cistos após 5 dias ou uma semana, apenas uma vez em toda sua vida. Entendeu agora porque os gatos não são os grandes vilões da doença do gato em pessoas? Esse é até um termo que não deveria ser usado. Doença do gato tem cura? Felizmente, diagnosticada a doença por um médico veterinário, existe sim a possibilidade de tratamento e cura. Porém, a medicação não deve ser realizada sem recomendação médica, como por exemplo, dar dipirona para gatos. Geralmente, são receitados antibióticos, além de exames e acompanhamento veterinário. É importante não oferecer carne crua ao seu pet, dando a ele somente ração ou refeições prescritas, além de mantê-lo dentro de casa. Sintomas da doença do gato em humanos Nos humanos, a toxoplasmose também pode ser assintomática. Porém, por ser uma doença viral, pode ocasionar sintomas como febre, fraqueza, dor no corpo e cabeça. Entretanto, se a pessoa estiver com o sistema imunológico baixo, a doença pode ser agravar, atingindo o cérebro, coração, fígado, dentre outros órgãos. Fique atento e diante de qualquer sintoma procure um médico. Doença do gato na gravidez: confira mitos e verdades sobre a toxoplasmose Existem alguns mitos que rondam esse assunto, principalmente a respeito da doença do gato em grávida, é assim que as pessoas associam a toxoplasmose durante a gestação. Confira alguns mitos e verdades que trouxemos para você se informar: A toxoplasmose só é transmitida pelos felinos: mito! Como já dissemos, os gatos não são os principais causadores dessa doença. É muito mais provável que a pessoa se contamine ao ingerir carnes cruas ou mal passadas com o cisto, por exemplo. Gestante pode passar a toxoplasmose para o bebê: verdade! A transmissão pode ocorrer de mãe para o feto durante a gestação. Mulheres devem se afastar do seu gatinho durante a gestação: mito! Não é necessário se afastar do seu pet nesse período. Para evitar contaminação, é indicado que outro membro da família limpe sua caixinha de areia. Caso não seja possível, use luvas e pazinha para limpar as fezes do pet, além de higienizar as mãos após terminar. A toxoplasmose é transmitida por arranhões de gato: mito! A toxoplasmose não é transmitida por arranhões de gato. A doença da arranhadura do gato é causada pela bactéria Bartonella henselae. Preciso fazer checkups anuais em meu gatinho para garantir que está tudo bem: verdade! Existem diversas outras doenças que podem afetar o seu amiguinho, como a leucemia felina (FELV), doença do gato no olho (toxoplasmose ocular) e a doença do pêlo do gato (esporotricose). Por isso, é muito importante realizar visitas periódicas ao veterinário para garantir que está tudo bem com o seu pet. Assim, você garante que a sua saúde e a dele fique em dia! Aqui na Inova possuímos veterinários especializados no cuidado de felinos, assim como em outras especialidades. Venha nos conhecer!

A toxoplasmose é uma doença causada pelo parasita Toxoplasma gondii.  Mas você sabe porque ela ganhou a fama e ficou conhecida como doença do gato? Leia o texto e confira tudo sobre o assunto! O que é a doença do gato: toxoplasmose A doença do gato, que recebe o nome de Toxoplasmose, ainda gera muitas […]

Acne felina: existe tratamento?

Acne felina: existe tratamento? Você não leu errado: os gatos também podem ter acne! Esse problema de pele recebe o nome de acne felina porque é uma inflamação bem parecida com a temida espinha em seres humanos. Para te ajudar a entender sobre o assunto, preparamos um texto explicando as principais dúvidas sobre a acne em gatos. Confira! Acne felina: o que é? A acne felina se assemelha muito a acne humana. Nos felinos, ela começa como um cravo, por conta do entupimento do poro por excesso de gordura. Logo depois, se dá o início de um processo inflamatório, acarretando em uma espinha, muitas vezes com pus. Esse problema pode acontecer com qualquer gatinho, e as regiões do corpo mais comuns são os lábios e queixo do pet. Por isso, é um pouco difícil de se perceber antes que o problema se agrave. Porém, é importante ficar atento, já que esse quadro costuma causar bastante dor e incômodo. Acne felina: causas A acne de gato tem como causa o entupimento dos poros por gordura - quando as glândulas sebáceas começam a produzir uma maior quantidade. Porém, outros motivos também podem explicar as causas desse problema, como: Problemas no sistema imunológicos; Alimentos de consumo impróprio para felinos; Estresse; Dificuldade para fazer a higiene do queixo e boca. Acne felina: sintomas Agora que você já sabe quais são as causas da acne felina, chegou a hora de identificar os sintomas. Dentre eles, estão: Cravos - pontinhos pretos - no queixo ou na boca do pet; Espinhas com pus; Coceira; Dor; Feridas e sangramentos na área afetada; Percebido os sintomas, é importante consultar um médico veterinário para saber como tratar a acne felina e não deixar que o problema se transforme em acne felina grave. Acne felina: tratamento Entender como tratar a acne felina dependerá de um diagnóstico feito por um veterinário de confiança. Acne felina: remédios Não é recomendado que você dê medicamentos ao seu pet, como dipirona para gatos, antes de uma consulta, e nem mesmo busque por tratamentos caseiros para acne felina. Somente após entender o caso e o histórico do seu pet, o veterinário poderá indicar um remédio para acne felina que seja efetivo para o seu pet, como: antibiótico para acne felina, anti-inflamatórios, remédios para dor ou até mesmo uma pomada para acne felina. Acne felina: como tratar Além do medicamento para acne felina, a higienização correta do local é de suma importância para curar o problema. E lembre-se: tomar decisões precipitadas, como tirar a acne felina com as suas próprias mãos, pode agravar o problema e causar ainda mais dor ao seu pet. Acne felina: prevenção Além da higienização correta da boca e do queixo do seu pet, trocar o potinho de plástico de água e ração por um feito de inox ou cerâmica pode ser uma boa ideia. Isso porque o plástico é um material poroso, ou seja, ele facilita o acúmulo de gordura, além de bactérias, podendo facilitar ou agravar o problema da acne felina. Na dúvida, vale a pena prevenir! Acne felina: contágio em humanos Assim como a acne humana não é contagiosa, a acne felina também não! Ou seja, esse problema não é transmitido para seres humanos, nem para outros pets. Pode ficar tranquilo! Se você ainda tem alguma dúvida sobre o assunto, ou precisa de uma ajudinha para cuidar do seu gatinho, conte com a Inova! Aqui, temos um time completo de veterinários e especialista em medicina de felinos, prontos para te ajudar!

Você não leu errado: os gatos também podem ter acne!  Esse problema de pele recebe o nome de acne felina porque é uma inflamação bem parecida com a temida espinha em seres humanos. Para te ajudar a entender sobre o assunto, preparamos um texto explicando as principais dúvidas sobre a acne em gatos. Confira! Acne […]