Vacinas para gatos: confira o calendário completo

Assim como nós, os felinos também precisam ser vacinados, como uma forma de prevenção a diversas doenças. Porém, esse é um assunto que pode gerar muitas dúvidas, principalmente, quanto à periodicidade. Por isso, preparamos um texto completo sobre vacinas para gatos. Confira! Vacinas para gatos: qual a sua importância? As vacinas para gato são responsáveis por produzir anticorpos – células de defesa – no organismo do felino, ou seja, são uma forma de prevenção contra diversas doenças, como a FELV (leucemia felina) e outras que são muito comuns entre os bichanos. E olha, a vacina não protege somente os gatinhos não, hein? Hoje, já sabemos que diversas enfermidades podem passar do pet para as pessoas e a vacinação garante também uma convivência saudável entre pets e humanos. Para saber qual a idade para vacinar gatos, é importante uma visita a um veterinário. Porém, é certo que esses imunizantes devem estar presentes na rotina desde o início da vida do pet, começando, geralmente, a partir dos 45 dias de vida do felino. As vacinas para gatos filhotes, por exemplo, irão protegê-los caso eles tenham contato com alguma patologia, não deixando que males se instalem no organismo ainda frágil do filhote. Mas, mesmo depois que o gato crescer, é importante que ele tome as doses de reforço anualmente, para continuar protegido contra as doenças. Tabela de vacinas para gatos O calendário de vacinas para gatos é diferente dos cachorros, por isso, é preciso estar atento. Uma visita ao veterinário irá sanar diversas dúvidas que rondam a cabeça dos tutores em relação a quais vacinas são importantes para o pet e ainda o calendário a ser seguido. Isso porque o protocolo vacinal dos gatos é feito de forma individual, levando em conta o histórico e estilo de vida do felino. Além disso, é muito importante a realização de exames de check-up e os testes para FIV e FELV. Existem 3 tipos de vacinas para os gatos: V3, V4 e V5. Vacina V3 para gatos A vacina V3 felina (vacina tríplice – trivalente) protege o pet contra duas doenças respiratórias, rinotraqueíte felina e a calicivirose felina, além da panleucopenia felina (que pode causar danos ao sistema digestivo e sanguíneo). Vacina v4 para gatos A vacina V4 felina (vacina quádrupla) irá trazer os mesmos benefícios da V3, além de proteger contra a clamidiose, que é uma doença infecciosa, que atinge os olhos dos animais e pode acometer os seres humanos. Vacina v5 para gatos Já a vacina V5 felina (vacina quíntupla) é a mais completa: traz os mesmos benefícios da V4, e também protege contra a FELV (leucemia felina). Vacina de raiva para gatos Além das vacinas V3, V4 e V5, os gatos também precisam ser vacinados contra a raiva, já que essa doença pode levar o pet à morte, além de poder contaminar seres humanos. Além disso, é sempre importante lembrar que as vacinas devem ser anuais. Não basta vacinar seu amiguinho apenas quando filhote, pois a imunidade não é vitalícia. Para a proteção se estender, algumas vacinas devem ser reaplicadas e somente um médico veterinário poderá te orientar quanto a periodicidade. O veterinário especializado em Medicina Felina também vai te orientar em como levar o gato para vacinar e como segurar um gato para vacinar, alguns bichanos são mais calmos e tranquilos em relação ao transporte, mas alguns são mais ariscos. Leia mais: Acne felina Doença do gato Vacina para gatos: preço Após essas informações, você deve estar se perguntando: “Quanto custa para vacinar um gato?”. Mas, saber quanto custa a vacina para gato irá depender da localidade, já que o preço médio pode variar e o território brasileiro tem muitas peculiaridades. Tabela 2022 - Valor sujeito a alteração. Vacina para gatos: reações Assim como nas crianças, as vacinas para gatos podem provocar algumas reações após a aplicação, como febre, diarreia e até mesmo vômito. No geral, elas tendem a passar em até 24 horas, mas se você observar que seu gatinho apresentou algum sintoma após a vacinação, é recomendado que ligue para a clínica ou leve-o até o veterinário. A medicação sem prescrição médica não é recomendada, já que pode trazer consequências ainda piores à saúde do pet. Leia mais: Dipirona para gatos Onde fazer a vacinação de cães e gatos em Sorocaba? Quem estiver procurando por vacinação de gatos em Sorocaba pode contar com a Inova. A Inova Veterinária tem a missão de promover saúde e bem-estar para os seus pacientes, e transmitir seguranças aos tutores. Por isso, possui um corpo clínico e de apoio competente e qualificado para lidar com os pets com o cuidado e respeito que merecem. Possui duas unidades para atendimento: Unidade Nogueira Padilha: Hospital 24h: possui consultórios disponíveis para emergências, centro cirúrgico, sala de raio-x e ultrassonografia, laboratório, internação e unidade de terapia intensiva (UTI); Clínica de especialidades: é um espaço desenvolvido para oferecer mais conforto aos atendimentos de rotina de todos os pets, com consultórios equipados e planejados, recepção e consultório exclusivo para felinos, ambulatório central para aplicações e coletas, e centro cirúrgico odontológico. Unidade Campolim: Clínica especializada em vacina e para atendimentos de rotina de todos os pets, com consultórios equipados e planejados, ambulatório central e espaço de reabilitação. Com um time de especialistas voltados para os pets, a Inova possui todas as vacinas necessárias e realiza a vacinação de cães e gatos em Sorocaba. A Inova atende apenas moradores de Sorocaba? Apesar de estar localizada em Sorocaba, a Inova atende pets de todo o país e, principalmente, as cidades vizinhas, pois é um centro de referência na região de Votorantim, Itu, Alumínio, Piedade, Salto, São Roque, Boituva e Araçoiaba da Serra. Vacina anticoncepcional para gatos: não arrisque a vida do seu amiguinho Infelizmente, é muito comum a busca de vacina para o cio de gato. Por isso, viemos trazer um grande alerta: ela pode colocar a vida do seu pet em risco! A vacina para gato não pegar cria pode levar a sérias infecções e a formação de tumores no seu gatinho, já que contém altas taxas de hormônios. Então, nem pense em pesquisar como aplicar vacina em gato para não engravidar ou vacina abortiva para gatos. O assunto é sério e demanda atenção e responsabilidade! A castração de gatos sempre será o melhor caminho para cuidar da saúde do seu pet. As vantagens da cirurgia de castração vão muito além do controle populacional dos felinos. Ela também previne o risco de aparecer problemas sérios de saúde. E vale lembrar que para castrar o gato precisa estar vacinado. Então, mantenha a carteirinha de vacinação do seu pet em dia! Aqui na Inova, contamos com diversos profissionais capacitados para cuidar da saúde do seu felino. Entre em contato e agende uma visita! *Valores de referência no ano de 2022, no interior do estado de São Paulo.

Assim como nós, os felinos também precisam ser vacinados, como uma forma de prevenção a diversas doenças.  Porém, esse é um assunto que pode gerar muitas dúvidas, principalmente, quanto à periodicidade. Por isso, preparamos um texto completo sobre vacinas para gatos. Confira! Vacinas para gatos: qual a sua importância?  As vacinas para gato são responsáveis […]

Panleucopenia felina: saiba tudo sobre essa doença viral

A panleucopenia felina é uma doença endêmica entre a população de gatos e ocorre em todo o mundo. É viral, ou seja, causada por um vírus, e muito contagiosa. Caso não seja tratada, pode ser fatal para o gato. Leia o texto e entenda mais sobre essa doença e como proteger o seu pet. O que é panleucopenia felina? O parvovírus felino é o causador da panleucopenia felina, uma doença que acomete pets ou animais selvagens e é mais comum em gatos jovens, que não foram vacinados previamente. Panleucopenia felina: transmissão É uma doença bastante contagiosa, pois o vírus que a causa é bastante resistente. A transmissão pode acontecer durante brigas, por outras substâncias ou locais contaminados como alimentos, água, fezes, urina, vômito, ambiente, brinquedos, comedouros e bebedouros. Apesar das várias possibilidades de contaminação, a mais comum é a via fecal-oral, pois mesmo quando o pet é curado da doença, elimina o vírus nas suas fezes por meses, o que contamina o ambiente. Caso um outro gato tenha contato, pode ser infectado. Uma vez que o local tenha sido contaminado, o vírus pode se manter ali por mais de um ano, podendo infectar gatos que não tenham completado o ciclo vacinal. Panleucopenia felina contamina os humanos? Não, a panleucopenia viral felina só é transmissível entre os gatos. Humanos e outros pets não correm risco. Leia mais: Rinotraqueíte Doença do gato Panleucopenia felina: sintomas Após a contaminação, o parvovírus felino passa pela mucosa e tecidos linfáticos, onde se replica. Quando atinge a corrente sanguínea, começa a se espalhar por todo o corpo do pet. O vírus enfraquece o sistema imunológico do gato, pois ataca as suas células de defesa. É por essa razão que a panleucopenia felina é mais perigosa para um gato filhote, pois sem todas as vacinas, sua imunidade ainda não está totalmente desenvolvida. Por volta de uma semana após o contágio, o gato começa a apresentar os sintomas, que são variados, pois a doença deixa todo o organismo debilitado. Os sintomas de panleucopenia felina mais comuns são diarreia (podendo ou não haver sangue), vômito, anorexia, falta de apetite, desidratação, mucosa pálida, febre alta, apatia e região abdominal sensível. Os sinais clínicos costumam aparecer de uma vez, deixando o pet bastante abatido e debilitado. Panleucopenia felina: diagnóstico O diagnóstico da panleucopenia felina é feito por meio de exames laboratoriais, o hemograma nos garante um bom direcionamento. No hemograma avaliamos o leucograma, que serve para a checagem das células de defesas do corpo, os leucócitos. Como o parvovírus felino ataca justamente essas células, o exame irá apontar a baixa de leucócitos. O veterinário também realiza uma palpação abdominal para avaliar se há alguma sensibilidade. Para ajudar no diagnóstico, os tutores precisam relatar ao veterinário o histórico do gato. É preciso dizer por onde ele costuma andar, se fez algo de diferente no período que antecedeu o adoecimento, se teve contato com outros gatos, se algum deles foi diagnosticado com a doença ou apresentou algum sintoma, etc. Com os exames clínicos, palpação e o histórico do pet, o veterinário chegará ao diagnóstico de panleucopenia felina. Assim que for diagnosticado, é importante avisar os tutores de outros felinos que tenham tido contato com o pet, para que sejam levados ao veterinário também. Panleucopenia felina: tratamento Após o diagnóstico, com certeza, a maior questão para os tutores é se a panleucopenia felina tem cura. A resposta é que a patologia pode sim ter cura, mas vai depender de alguns fatores. Como a doença avança de forma rápida, se o diagnóstico não for realizado logo, pode não ser possível alcançar a cura. Quanto mais avançada estiver a doença, mais difícil é a sobrevivência. Em muitos casos a internação é fundamental para a recuperação desse pet. O tratamento pode ser feito com: Antibiótico: deverá ser ministrado pelos tutores seguindo as recomendações do veterinário; Tratamentos de suporte com fluidoterapia: ajuda o pet a recuperar água e eletrólitos; Antieméticos e suplementos vitamínicos também podem ser recomendados. Dependendo do quadro do pet, pode ser recomendado uma transfusão de sangue e suplementação nutricional, podendo ser feito por sona, caso o gato não consiga se alimentar pela boca. Panleucopenia felina: prevenção A prevenção é feita com a vacinação. A vacina contra panleucopenia felina está dentro das polivalentes V3/V4/V5, que podem começar a ser aplicadas a partir dos dois meses de vida. Além dessa doença, a vacinação também previne contra a calicivirose felina e a rinotraqueíte felina. A prevenção também pode ser feita isolando o pet doente e higienizando os ambientes e objetos que ele tenha contato. É preciso usar água sanitária (diluição 1:30) e hidróxido de sódio. Como o vírus é resistente, desinfetantes comuns não são tão eficazes. Notou algum sintoma da panleucopenia felina no seu gato? Agende uma consulta na Inova para o diagnóstico. https://www.youtube.com/watch?v=fBAqlrFigag

A panleucopenia felina é uma doença endêmica entre a população de gatos e ocorre em todo o mundo. É viral, ou seja, causada por um vírus, e muito contagiosa. Caso não seja tratada, pode ser fatal para o gato.  Leia o texto e entenda mais sobre essa doença e como proteger o seu pet.  O […]

Esporotricose felina: sabe o que é e como tratar?

A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade.  Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto.  Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um […]

Lipidose hepática em gatos: causas, sintomas e tratamento

Sem dúvidas, o fígado é um dos órgãos mais importantes do organismo dos gatos, já que ele tem a capacidade de sintetizar nutrientes, auxiliar na digestão e desintoxicar o corpo. Por esse motivo, a lipidose hepática em gatos deve ser tão temida. Se tratando de uma doença grave, pode levar a sérias complicações e afetar diretamente a qualidade de vida dos bichanos, em casos extremos levando ao óbito. Devido a isso, é de extrema importância ter o conhecimento sobre a lipidose hepática felina, a fim de saber fazer o diagnóstico precocemente e evitar problemas futuros. Para que você tenha mais informações sobre o tema, preparamos um texto com tudo que precisa saber sobre essa doença do gato. Confira: O que é lipidose hepática em gatos? Como dito anteriormente, o fígado tem a função de remover substâncias tóxicas do organismo. Por esse motivo, esse órgão acaba ficando suscetível a danos de diferentes fontes, o que pode causar a lipidose hepática em gatos. Essa patologia é ocasionada quando há o acúmulo de gordura no fígado, não sendo uma doença tão rara quanto muitas pessoas pensam. Com os lipídios acumulados, o órgão passa a apresentar mau funcionamento e, dessa forma, afeta todo o resto do organismo do animal. Com o fígado prejudicado, a tendência é que o bichano adoeça e vá apresentando uma série de sintomas. Conheça os sintomas da lipidose hepática em gatos Os sintomas apresentados por gatos com lipidose hepática são muito semelhantes a outras patologias. Por isso, caso o felino tenha alguma alteração, é muito importante levá- lo ao veterinário para se fazer um exame completo. Entre os principais sintomas da lipidose hepática em gatos, se destacam: Anorexia; Vômito; Apatia; Diminuição do apetite; Perda de peso repentina; Diarreia; Salivação excessiva; Fraqueza; Icterícia (mucosas e pele amarelada). Outros sinais deste distúrbio hepático podem ser a mudança na coloração da urina para um líquido de aspecto preto, gengivas brancas ou o acúmulo de líquidos no abdômen. O que causa a lipidose hepática em gatos? Apesar de a doença ter a sua causa ligada ao acúmulo de gorduras, a lipidose hepática em gatos não é um problema que afeta somente os felinos obesos. Na verdade, a nutrição inadequada é a maior causa dessa patologia. Por exemplo, quando os bichanos ficam muito tempo sem comer, mais de 48 horas é considerado um grande alerta pois são os felinos que estão mais propensos a desenvolver a doença. Por isso, oferecer uma boa alimentação, com uma ração de qualidade, é a principal forma de evitar a lipidose hepática. Outros fatores que podem influenciar no desenvolvimento da lipidose hepática em gatos: Idade: essa doença é mais comum em gatos jovens; Raça: algumas raças, como os siameses, são mais propensos a ter a doença; Uso de medicações: o uso excessivo de alguns remédios pode causar o desenvolvimento da patologia. Leia mais sobre: Gato filhote Lipidose hepática em gatos: tratamento A primeira etapa para iniciar um tratamento de gato com lipidose hepática é o diagnóstico, ou seja, deve-se levar o felino ao hospital veterinário assim que ele começar a apresentar os sintomas da doença. Com o resultado dos exames, o veterinário irá iniciar o tratamento de lipidose felina, que consiste em equilibrar a alimentação do pet. Será indicada uma dieta específica, que deverá ser seguida à risca para proporcionar a recuperação do animal. É FUNDAMENTAL que o pet se alimente, caso ele esteja recusando, o passo mais importante do tratamento é a colocação de uma sonda alimentar para garantir a nutrição. Essa sonda pode ser nasoesofágica ou esofágica, dependendo da avaliação do veterinário. Em muitos casos, pode ser solicitado o uso da ração para gatos com lipidose hepática, que possui, em sua composição, os nutrientes e vitaminas necessários para tratar da doença. Suspeita que o seu gato está com lipidose hepática? Não perca tempo e traga-o para a Inova para um diagnóstico! Leia também: Acne felina

Sem dúvidas, o fígado é um dos órgãos mais importantes do organismo dos gatos, já que ele tem a capacidade de sintetizar nutrientes, auxiliar na digestão e desintoxicar o corpo. Por esse motivo, a lipidose hepática em gatos deve ser tão temida.  Se tratando de uma doença grave, pode levar a sérias complicações e afetar […]

Acupuntura cães e gatos: saiba tudo sobre essa prática

Acupuntura cães e gatos: saiba tudo sobre essa prática

Se você tem um pet, é muito provável que já tenha ouvido falar em acupuntura em cães e gatos. Essa terapia, assim como acontece com os humanos, traz uma série de benefícios para os animais. Leia o texto abaixo e entenda as vantagens dessa prática. O que é a acupuntura em cães e gatos? A […]

Eletroquimioterapia em cães e gatos: saiba tudo!

Eletroquimioterapia em cães e gatos

Assim como nos seres humanos, o câncer também pode acometer os pets. Porém, atualmente, já existem diversas opções de tratamento da doença, como a eletroquimioterapia em cães e gatos.  Confira o texto e entenda mais sobre o assunto. O que é a eletroquimioterapia?  Atualmente, é muito comum aparecerem doenças, como cânceres e tumores, em pets. […]

Alimentos que gatos não podem comer e você não sabia!

Alimentos que gatos não podem comer e você não sabia!

Os felinos costumam ser seres bem ligeiros! Por isso, como tutor ou tutora, é fundamental se informar a respeito dos alimentos que gatos não podem comer, para não tomar nenhum susto caso deixe algum petisco cair no chão e o seu amiguinho ingerir acidentalmente.  Pensando nisso, preparamos um texto completo sobre o assunto para te […]

Infecção urinária em gatos: o que causa, como identificar e tratar

Você já ouviu falar sobre infecção urinária em gatos? É verdade, esse problema também pode atingir os felinos! Continue lendo e entenda tudo sobre o tema: causas, diagnóstico e tratamento. Infecção urinária em gatos: o que fazer? Quando o tutor de um gatinho percebe que ele começou a tentar urinar com muita frequência, tem dificuldades para eliminar o líquido ou manifestar dor ao urinar, pode se tratar de um gato com infecção urinária! A infecção urinária afeta os órgãos do trato urinário, porém, é preciso tomar cuidado com o uso do termo e realizar o diagnóstico correto, pois muitas vezes o quadro pode se tratar de uma inflamação, como a cistite em gatos, e não de uma infecção. Entenda a diferença entre as doenças do trato urinário As doenças que afetam o trato urinário são bastante comuns nos felinos, seja em um gato idoso ou gato filhote. Embora a manifestação das duas patologias possam ocorrer juntas, podem causar confusão e dúvidas por serem tão semelhantes. A inflamação, por exemplo, provoca uma reação do organismo a uma agressão, como a presença de bactérias ou fungos no trato urinário. A cistite é um caso de inflamação da bexiga. Já a infecção urinária é causada por um agente, como vírus, fungos, protozoários e até mesmo bactérias, que afeta todo o trato urinário inferior. Outra doença comum relacionada ao trato urinário é a obstrução urinária em gato, que impede a passagem da urina, provocando bastante dor no felino. A obstrução pode ser causada por três condições: Pequenos cálculos uretrais; “Plugs”: nome utilizado para tratar de acúmulos de células, cristais ou proteínas presentes na urina; Espasmo uretral: casos em que a uretra inflama e ocorre o espasmo no músculo. Por isso, a importância do diagnóstico correto feito por um médico veterinário é o que determinará a causa e a origem do problema. O que causa infecção urinária em gatos? A infecção urinária nos gatos pode ter inúmeras causas, como a colonização de bactérias e fungos que entram pela uretra e atingem a bexiga, ou até mesmo os cálculos renais, que podem provocar condições que vão favorecer a infecção. A patologia também pode estar ligada a outras doenças subjacentes, como endocrinopatias e a doença renal crônica. Nestes casos, podem levar a infecções urinárias recorrentes. Além disso, fêmeas mais idosas também podem ter uma tendência maior a ter infecções de repetição. Então, para entender o que levou ao problema e certificar-se que realmente se trata de um caso de infecção urinária, será necessário realizar alguns exames, tanto clínico como laboratoriais. Infecção urinária em gatos: sintomas Os sintomas de infecção urinária em gatos costumam ser bastante semelhantes aos sintomas da infecção urinária em seres humanos e em cães. Geralmente, há o aumento da frequência urinária, diminuição do volume urinário, dor, urina com coloração e/ou odor mais forte, sendo até possível perceber o gato fazendo xixi com sangue. Muitas vezes, os tutores do pet podem perceber também o gatinho choramingando ao tentar urinar, por estar com dor, e dando lambidas frequentes ao redor da extremidade traseira. Outro sinal importante é quando o gatinho faz xixi fora da caixa de areia, porque os bichanos são muito higiênicos e metódicos e não costumam urinar em qualquer lugar, desde filhotinhos já definem o lugar correto para liberar suas necessidades fisiológicas. Quando mudam esse comportamento, é um alerta vermelho. Diante de algum desses sinais, recomendamos que leve o seu pet a uma consulta veterinária o mais breve possível, para que ele possa descobrir a origem do problema e te orientar da melhor forma como tratar infecção urinária em gatos. Gatos castrados: infecção urinária tem relação? É importante lembrar que a castração não tem relação com a incidência de infecção urinária nos felinos. Gatos castrados têm uma tendência a se tornarem obesos, e a obesidade sim pode ser um fator de predisposição a infecção urinária. Por isso, preze por uma alimentação balanceada para o seu pet e incentive-o a ingerir água, para evitar a infecção. Infecção urinária em gatos: tratamento Em geral, o exame de urina guiado pelo ultrassom é o que detecta a infecção urinária, porque traz importantes dados para o veterinário, como a concentração da urina, pH, cetonas, glicose, proteínas e presença de sangue. Realizado os exames necessários e realmente constatado que se trata de um quadro de infecção urinária, o veterinário recomendará o melhor tratamento para infecção urinária em gatos. Normalmente, a medicação mais adequada é um antibiótico para infecção urinária em gatos. Porém, de acordo com o nível da infecção, também podem ser prescritos analgésicos para aliviar o desconforto do pet, e também pode ser sugerida uma alteração em sua dieta. Em casos em que a infecção urinária em gatos é causada por cálculos urinários, pode ser indicada a remoção com uma abordagem cirúrgica ou podem ser dissolvidas com medicação específica, quando for possível. Essa iniciativa é importante para restaurar a saúde da bexiga. Infecção urinária em gatos: tratamento caseiro Como sempre frisamos aqui, um remédio natural para infecção urinária em gatos não é o tratamento adequado para o seu amiguinho. Por mais que você queira aliviar os sintomas e cuidar do seu pet, tratamentos inadequados podem piorar ainda mais o quadro de infecção. Por isso, confie no veterinário responsável para te orientar sobre o que é bom para tratar o problema e prescrever o remédio certo para infecção urinária em gatos. Lembrando que o aumento de ingestão de água é sempre benéfico quando o pet apresenta infecção urinária, então distribua mais potes de água pela casa e estimule seu bichano a beber mais água. Infecção urinária em gatos: prevenção Algumas dicas podem ser muito úteis quando o assunto é a prevenção dessa doença nos felinos. Evitar o estresse (que faz com que cause uma queda na imunidade), incentivar a ingestão de água - sempre fornecendo água limpa e fresca -- e manter a caixinha de areia sempre limpa também são bons conselhos que devem ser seguidos. E claro, manter o check-up e os exames do seu pet sempre em dia ajuda a prevenir essa e outras doenças. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta! Leia também: vermífugos para gatos

Você já ouviu falar sobre infecção urinária em gatos? É verdade,  esse problema também pode atingir os felinos! Continue lendo e entenda tudo sobre o tema: causas, diagnóstico e tratamento.   Infecção urinária em gatos: o que fazer? Quando o tutor de um gatinho percebe que ele começou a tentar urinar com muita frequência, tem dificuldades […]

Hemoparasitose: conheça os perigos da doença do carrapato

A hemoparasitose, muito conhecida como “doença do carrapato”, pode trazer muitos perigos ao pet, podendo até mesmo ser fatal quando não tratada. Para entender mais sobre esse assunto, continue lendo o post que preparamos. O que é hemoparasitose? A hemoparasitose é uma doença séria, causada por protozoários ou bactérias, atingindo os pets pela corrente sanguínea. Esse problema ficou popularmente conhecido como “doença do carrapato”, já que o carrapato é um aracnídeo ectoparasita hematófago, que se instala no corpo do hospedeiro (no caso, o pet), picando-o e se alimentando do seu sangue, introduzindo assim bactérias e/ou protozoários. Aliás, é importante ficar atento, pois essa doença pode ser tanto uma hemoparasitose em cães, quanto uma hemoparasitose em gatos, afetando gravemente ambos os pets. Doença do carrapato: conheça os tipos Os principais hemoparasitoses em animais são: Erlichiose (bactéria - cães) A Erlichiose é transmitida por carrapatos e é a forma mais severa da doença, já que ataca os glóbulos brancos do sangue do pet, deixando o sistema imune comprometido. Hemobartonelose (cães e gatos) A Hemobartonelose pode ser transmitida por pulgas e carrapatos, afetando tanto cães como gatos e atacando os glóbulos vermelhos, causando anemia. Babesiose (protozoário - cães) A Babesiose é transmitida por carrapatos e ataca os glóbulos vermelhos do cão. Hemoparasitose humana também acontece? Muitas pessoas têm dúvida se os cães e gatos infectados transmitem a doença do carrapato aos seus tutores. Para essa pergunta, a resposta é não. Porém, os carrapatos infectados podem sim transmitir a doença aos seres humanos. Ou seja, nenhum pet é responsável pela transmissão da doença a não ser o próprio carrapato! Quem nunca ouviu uma história de alguém que foi passar o dia em uma chácara ou sítio e encontrou um carrapato em seu corpo? É dessa forma que um indivíduo pode contrair a doença, uma vez que com o carrapato infectado fixado em sua pele, vai se alimentar do sangue e transmitir bactérias e/ou protozoários do mesmo modo que acontece nos pets. É importante, nesses casos, conversar com um médico de confiança, já que algumas enfermidades podem ser silenciosas e demorar a apresentar sintomas. Hemoparasitose: sintomas Os sintomas mais frequentes de um pet infectado pela doença do carrapato são: Fraqueza; Cachorro com febre ou gato com febre; Perda de apetite; Cachorro vomitando ou gato vomitando; Dificuldades respiratórias; Apatia; Manchas avermelhadas na pele; Queda da imunidade, facilitando o aparecimento de outras doenças, dentre outros. De qualquer forma, é importante ficar atento (a) ao comportamento do pet, e ao sinal de qualquer mudança ou dos sintomas descritos acima, consultar um médico veterinário o mais rápido possível, já que essa doença costuma ser agressiva. O diagnóstico tanto da hemoparasitose em cães quanto da hemoparasitose felina é feito por meio de exames laboratoriais, como o de sangue, testes rápidos, testes sorológicos e PCR. Hemoparasitose: tratamento A hemoparasitose tem cura, desde que tratada adequadamente, já que em muitos casos ela acaba sendo fatal. O tratamento é feito por meio de medicamentos específicos, chamados babesicidas ou piroplasmicidas, combatendo tanto a causa quanto os sintomas da doença. A automedicação, assim como em outros casos, não é recomendada, uma vez que muitos medicamentos, em doses inadequadas, podem causar intoxicação nos pets, como a dipirona para gatos. Por isso, contar com um veterinário de confiança é o mais recomendado nesses casos, já que o tratamento de hemoparasitose em cães e gatos pode ser diferente dependendo do microorganismo que atacou o pet. Doença do carrapato: como prevenir? Sempre frisamos por aqui a importância da prevenção das doenças, e dessa vez não poderia ser diferente. Apesar de não existir uma vacina, é possível sim prevenir a doença com a aplicação periódica de antipulgas e anticarrapatos no seu pet, além de se atentar aos locais em que vocês passeiam e manter a higiene sempre em dia. E precisando de ajuda para cuidar da saúde do seu amiguinho, entre em contato com a gente!

A hemoparasitose, muito conhecida como “doença do carrapato”, pode trazer muitos perigos ao pet, podendo até mesmo ser fatal quando não tratada. Para entender mais sobre esse assunto, continue lendo o post que preparamos. O que é hemoparasitose? A hemoparasitose é uma doença séria, causada por protozoários ou bactérias, atingindo os pets pela corrente sanguínea.  […]