Vermífugo para gatos: 6 riscos que a medicação evita e você não sabia

Você sabia que várias doenças podem ser evitadas se os seus pets forem tratados corretamente? É o caso do uso do vermífugo para gatos! Entenda sua importância no texto que preparamos abaixo! Vermífugo para gatos: o que esse medicamento faz? Os vermífugos são medicamentos muito comuns, tanto utilizados pelos seres humanos, quanto para os pets. Esse é um medicamento capaz de matar vermes e parasitas que podem se alojar no organismo do seu amiguinho e trazer muitos malefícios a curto e longo prazo. O remédio de verme para gato tem a função de desparasitar, sendo extremamente importante desde o início da vida do felino. É necessário lembrar, ainda, que o vermífugo para cães e gatos deve ser administrado por toda vida do pet - pelo menos duas vezes ao ano, para continuar prevenindo diversas doenças que podem ser graves. Conheça 6 riscos que a medicação evita e você não sabia Os vermífugos para gatos são responsáveis por evitar diversas doenças nos pets, como a Platinossomiase felina - transmitida a gatos que mordem ou comem lagartixas contaminadas - e a dirofilaria - transmitida por mosquitos infectados. Além de evitar as doenças em si, o uso do vermífugo também evita diversos riscos que essas doenças podem trazer, como: Problemas hepáticos; Febre e vômitos; Perda de peso; Anemia; Sangue nas fezes; Atraso no crescimento. Por isso, é muito importante fazer check ups periódicos e medicar seu gatinho com a regularidade necessária para que ele não esteja exposto a esses e outros riscos que as doenças causadas por vermes e parasitas podem trazer. Como dar vermífugo para gatos? Os vermífugos para gatos adultos devem ser administrados pelo menos uma vez ao ano, com orientação do médico-veterinário, que saberá qual o melhor vermífugo para gatos. Todavia, muitas pessoas têm dúvidas sobre como administrar esse medicamento. Entenda: Vermífugo líquido para gatos O medicamento líquido é uma das opções mais procuradas pelos tutores, já que costuma ser mais fácil de administrar. Você pode utilizar tanto uma seringa, como misturar o medicamento na ração do pet. Vermífugo em pasta para gatos O vermífugo em pasta é para aqueles pets que não deixam você medicá-los por nada! Você pode misturar na ração ou até mesmo aplicar nas patas do seu amiguinho, que lamberá o remédio. Vermífugo em comprimido para gatos Essa opção costuma ser um pouco mais difícil de administrar, mas trouxemos alguns truques que podem te ajudar: Colocar o felino no colo, abrir a boca do pet e colocar o comprimido no fundo de sua boca, massageando a garganta para estimular a deglutição; Amassar o comprimido na ração - se for permitido pelo veterinário; Usar um aplicador de comprimido, vendido em lojas de pets. Como dar vermífugo para gatos filhotes? No mercado, existem vermífugos específicos para os felinos filhotes. O veterinário orientará o tutor, podendo receitar um vermífugo para gatos em pasta ou até mesmo em comprimido. O importante é seguir o protocolo correto, para que seu amiguinho não apresente nenhuma doença do gato causada pela falta de vermifugação. Vermífugo para gatos filhotes Muitos tutores se perguntam com quanto tempo pode dar vermífugo para gato filhote. A verdade é que vermifugar faz parte do processo de como cuidar de gatos filhotes, já que muitas vezes não sabemos da onde eles vieram e se já estão com algum tipo de verme ou parasita. A vermifugação deve ser orientada por um médico veterinário, mas ela pode ser feita a partir de um mês de vida do felino, de acordo com o peso do pet. Vermífugo para gatos filhotes: dosagem Nunca administre nenhum medicamento para seu amiguinho sem antes consultar um veterinário de confiança. Isso porque a dose inadequada ou até mesmo alguns tipos de substâncias, como a dipirona para gatos, podem trazer efeitos colaterais ao pet, podendo ser fatal. No caso do vermífugo, a dose deve ser calculada de acordo com o peso e a idade do pet, além do tipo de medicamento - comprimido, líquido, em pasta, entre outros. Meu gatinho precisa ser vermifugado mesmo sem sair de casa? Depois da infância do pet, a vermifugação pode ser realizada após realização de um exame de fezes positivo, ou a cada 6 ou 12 meses. Apesar deles apresentarem menos riscos de contaminação por verme ou parasita, eles não estão isentos, pois como já dito algumas doenças podem ser transmitidas por picadas de mosquitos ou até mesmo se o seu gatinho brincar com uma lagartixa contaminada e acabar a mordendo. Aliás, é necessário vermifugar todos os pets da sua casa - caso você tenha mais de um amiguinho - já que um pode acabar passando para o outro, se estiver contaminado. Alguns cuidados como não permitir o acesso à rua, manter a caixinha de areia sempre limpa e não entrar com sapatos de rua em casa podem ajudar também a evitar a contaminação dos pets. Além disso, realizar visitas periódicas ao veterinário é muito importante para manter a saúde do seu gatinho em dia. Entre em contato com o time de especialistas da Inova e agende uma consulta!

Você sabia que várias doenças podem ser evitadas se os seus pets forem tratados corretamente? É o caso do uso do vermífugo para gatos! Entenda sua importância no texto que preparamos abaixo! Vermífugo para gatos: o que esse medicamento faz? Os vermífugos são medicamentos muito comuns, tanto utilizados pelos seres humanos, quanto para os pets. […]

Doença de gato: quais você precisa conhecer?

Você conhece as principais doenças que podem acometer os felinos? Acompanhe o texto e descubra quais são as doenças de gato e a melhor forma de preveni-las. Doença de gato: conheça as principais Leucemia viral felina (FeLV) A doença de gato chamada FELV, também conhecida como leucemia viral felina, é ocasionada por um vírus que pode provocar infecção permanente nos gatos, levando muitos pets à morte. Essa doença pode ser transmitida através do contato de gatos saudáveis com a saliva, fezes, leite e urina de um felino infectado e também pode acontecer por transfusão de sangue ou seringas contaminadas com material biológico de um gato FELV positivo. Apesar de muitos gatos que são positivos para a doença não apresentarem sintomas, existem aqueles que apresentam anemia, perda de peso, anorexia, febre, e até mesmo tumores, como os linfomas. Infelizmente, a leucemia viral felina não tem cura, mas é possível preveni-la por meio da vacinação e check-ups anuais. Vale lembrar que não ocorre a transmissão dessa doença de gato em pessoas. Imunodeficiência felina (FIV) A FIV, também conhecida como Imunodeficiência felina ou aids felina, também é transmitida via saliva, porém, diferente da Felv, é necessário haver inoculação da saliva via mordida. Também é possível ocorrer contaminação por transfusões de sangue, seringas contaminadas. Além disso, essa doença também pode ser transmitida para filhotes, por via transplacentária, ou pela amamentação. Dentre os sintomas, estão a queda do sistema imunológico de forma bruta, abrindo portas para diversos outros problemas de saúde. Infelizmente, ainda não há cura para FIV, porém é possível oferecer mais qualidade de vida ao seu amiguinho, evitando que o problema se torne crítico. Muitas pessoas acreditam que há a transmissão dessa doença de gato em humanos ou para animais de outra espécie, porém isso não acontece. A FIV somente é transmitida de gato para gato. Panleucopenia felina Conhecida como parvovirose felina, é provocada por um parvovírus. A transmissão acontece quando há contato com os fluídos corporais de um animal infectado, levando a sintomas como febre, diarréia, vômitos, anorexia, entre outros. O tratamento irá depender da gravidade da doença, mas é possível preveni-la por meio da vacinação e evitando que o seu felino tenha acesso livre à rua. PIF: doença de gato (peritonite infecciosa felina) A doença do gato PIF acontece devido uma mutação do Coronavírus entérico felino. A PIF não é considerada contagiosa, porém o Coronavírus entérico felino é muito contagioso. A transmissão ocorre via oral-fecal, ou seja, fezes contaminadas sendo ingeridas. Quando os gatos compartilham a caixa de areia, carregam o vírus em suas patas e, ao fazer sua higiene do pelame, irão se contaminar com o Coronavírus entérico que pode estar presente ali. A grande maioria dos felinos irão se contaminar pelo coronavírus entérico felino na sua infância, porém, uma pequena porcentagem desses gatinhos irão fazer a mutação deste coronavírus para o vírus nocivo da PIF. A teoria mais aceita é que existe um componente genético envolvido nesta mutação. Ambiente com superpopulação de gatos são descritos como grande potencial para disseminação deste vírus. A PIF até pouco tempo era considerada sem cura. Atualmente alguns tratamentos estão sendo estudados e testados com resultados excelentes. Aqui, também vale um adendo: o Coronavírus entérico felino não está correlacionado ao coronavírus humano. Tratam-se de doenças diferentes, apesar do nome ser semelhante. Esporotricose A doença de gato chamada esporotricose é causada por um fungo. Ela é conhecida como uma das doenças de pele em gatos mais comuns, já que pode causar lesões e úlcera na pele do pet. O felino pode contrair essa doença se estiver com uma ferida ou até mesmo uma lesão e o fungo entrar no organismo por meio dela. Essa doença tem cura, mas alguns cuidados são necessários, como o uso de luvas descartáveis ao manusear o pet doente, já que nesse caso, o pet transmite doença para humanos. Isso porque, além de afetar os felinos e os cães, a doença de gato esporotricose também acontece em humanos. Bartonelose A doença da arranhadura do gato é a bartonelose. Trata-se de bactérias do gênero bartonella, que podem ser transmitidas ao ser arranhado e/ou mordido por um gato que carrega essa bactéria nas unhas ou dentes. A espécie de bartonella conhecida por ser a responsável pela doença da arranhadura de gato é a b. henselae. Ela está presente nas fezes das pulgas, porém a maioria dos gatinhos não apresentam sinais clínicos. É importante lembrar que ela pode ser tanto transmitida de um felino a outro, quanto de um felino para um ser humano. Por isso, a prevenção é ainda mais importante, como a aplicação periódica de remédio para pulgas nos gatos. Doença de pele: gato com micose Além da esporotricose, a micose também é uma doença de gato que ocorre na pele. Porém, ela é mais comum em felinos que estão constantemente em contato com outros gatos, ou que vivem na rua. Doença de gato na pele humana O tratamento da micose deve ser feito com antifúngicos, recomendados pelo médico veterinário. Porém, essa também é uma doença de pele de gato que pode afetar os seres humanos, por isso cuidados redobrados com a higiene são importantes para manter você e seu pet saudáveis. Olho de gato: doença ainda é um mito Também chamada de toxoplasmose ocular, essa é uma doença de gato no olho, sendo o gato hospedeiro definitivo do protozoário que causa a doença. Essa doença de gato nos olhos pode levar à vermelhidão e a diminuição da visão do pet. Porém, ainda se acredita que os gatos são os grandes transmissores desse problema, o que não é verdade. Carnes cruas e água contaminada, além de verduras, frutas, e legumes mal higienizados, são muito mais perigosos e trazem mais riscos de transmissão da doença do que os felinos. Doença de gato na gravidez Se você está grávida, e já ouviu falar sobre a toxoplasmose, separamos algumas dicas para que você e seu pet passem tranquilos por essa fase tão especial, é importante se informar sobre a toxoplasmose e saber que os gatinhos não são os vilões da doença, e sim a falta de higiene, principalmente com os alimentos: Peça para outro membro da família trocar a caixinha de areia do seu pet, ou utilize luvas ao executar a tarefa; Beba água filtrada; Faça a higiene correta de frutas e verduras; Cozinhe bem as carnes antes de consumi-las. A prevenção sempre é o melhor caminho para cuidar do seu pet. Por isso, confira regularmente se a carteirinha de vacinação e os exames do seu felino estão em dia. Precisando de ajuda veterinária, entre em contato com a INOVA!

Você conhece as principais doenças que podem acometer os felinos? Acompanhe o texto e descubra quais são as doenças de gato e a melhor forma de preveni-las.  Doença de gato: conheça as principais Leucemia viral felina (FeLV) A doença de gato chamada FELV, também conhecida como leucemia viral felina, é ocasionada por um vírus que […]

Vacinas para gatos: confira o calendário completo

Assim como nós, os felinos também precisam ser vacinados, como uma forma de prevenção a diversas doenças. Porém, esse é um assunto que pode gerar muitas dúvidas, principalmente quanto à periodicidade. Por isso, preparamos um texto completo sobre vacinas para gatos! Confira! Vacinas para gatos: qual a sua importância? As vacinas para gato são responsáveis por produzir anticorpos - células de defesa - no organismo do felino. Ou seja, são uma forma de prevenção contra diversas doenças, como a FELV (leucemia felina) e outras que são muito comuns entre os bichanos. E olha, a vacina não protege somente os gatinhos não, hein? Hoje, já sabemos que diversas enfermidades podem passar do pet para as pessoas e a vacinação garante também uma convivência saudável entre pets e humanos. Para saber qual a idade para vacinar gatos, é importante uma visita a um veterinário. Porém, é certo que elas devem estar presentes na rotina desde o início da vida do pet, começando geralmente a partir dos 45 dias de vida do felino. As vacinas para gatos filhotes, por exemplo, irão protegê-los caso eles tenham contato com alguma patologia, não deixando que ela se instale no organismo ainda frágil do filhote. Tabela de vacinas para gatos O calendário de vacinas para gatos é diferente dos cachorros, por isso é preciso estar atento. Uma visita ao veterinário irá sanar diversas dúvidas que rondam a cabeça dos tutores em relação a quais vacinas são importantes para o pet e ainda o calendário que deve ser seguido. Isso porque o protocolo vacinal dos gatos é feito de forma individual, levando em conta o histórico e estilo de vida do felino. Além disso, é muito importante a realização de exames de check-up e os testes para FIV e FELV. Existem 3 tipos de vacinas para os gatos: V3, V4 e V5. Vacina V3 para gatos A vacina V3 felina (vacina tríplice - trivalente) protege o pet contra duas doenças respiratórias - rinotraqueíte felina e a calicivirose felina, além da panleucopenia felina (que pode causar danos ao sistema digestivo e sanguíneo). Vacina v4 para gatos A vacina V4 felina (vacina quádrupla) irá trazer os mesmos benefícios da V3, além de proteger contra a clamidiose (doença infecciosa, que atinge os olhos dos animais e pode acometer os seres humanos). Vacina v5 para gatos Já a vacina V5 felina (vacina quíntupla) é a mais completa: traz os mesmos benefícios da V4, e também protege contra a FELV (leucemia felina). Vacina de raiva para gatos Além das vacinas V3, V4 e V5, os gatos também precisam ser vacinados contra a raiva. a vacina de raiva é muito necessária, já que essa doença pode levar o pet à morte, além de poder contaminar seres humanos. Além disso, é sempre importante lembrar que as vacinas devem ser anuais. Não basta vacinar seu amiguinho apenas quando filhote, pois a imunidade não é vitalícia. Para a proteção se estender, algumas vacinas devem ser reaplicadas e somente um médico veterinário poderá te orientar quanto a periodicidade. O veterinário especializado em gatos também vai te orientar em como levar o gato para vacinar e como segurar um gato para vacinar, alguns bichanos são mais calmos e tranquilos em relação ao transporte, mas alguns são mais ariscos. Vacina para gatos: preço Após essas informações, você deve estar se perguntando “quanto custa para vacinar um gato”. Porém, saber quanto custa vacina para gato irá depender da localidade, já que o preço médio pode variar e o território brasileiro tem muitas peculiaridades. Vacina para gatos: reações Assim como nas crianças, as vacinas para gatos podem provocar algumas reações após a aplicação, como febre, diarréia e até mesmo vômito. No geral, elas tendem a passar em até 24 horas, mas se você observar que seu gatinho apresentou algum sintoma após a vacinação, é recomendado que você ligue ou leve-o até o veterinário. A medicação sem prescrição médica, como dar dipirona para gatos, não é recomendada, já que pode trazer consequências ainda piores à saúde do pet. Vacina anticoncepcional para gatos: não arrisque a vida do seu amiguinho Infelizmente, é muito comum a busca de vacina para cio de gato. Por isso, viemos trazer um grande alerta: ela pode colocar a vida do seu pet em risco! A vacina para gato não pegar cria pode levar a sérias infecções e a formação de tumores no seu gatinho, já que ela contém altas taxas de hormônios. Então, nem pense em pesquisar como aplicar vacina em gato para não engravidar ou vacina abortiva para gatos. O assunto é sério e demanda atenção e responsabilidade! A castração de gatos sempre será o melhor caminho para cuidar da saúde do seu pet. As vantagens da cirurgia de castração vão muito além do controle populacional dos felinos. Ela também previne o risco de aparecer problemas sérios de saúde. E vale lembrar que para castrar o gato precisa estar vacinado. Então, mantenha a carteirinha de vacinação do seu pet em dia! Aqui na Inova, contamos com diversos profissionais capacitados para cuidar da saúde do seu felino. Entre em contato e agende uma visita! *Valores de referência no ano de 2021, no interior do estado de São Paulo.

Assim como nós, os felinos também precisam ser vacinados, como uma forma de prevenção a diversas doenças.  Porém, esse é um assunto que pode gerar muitas dúvidas, principalmente quanto à periodicidade. Por isso, preparamos um texto completo sobre vacinas para gatos! Confira! Vacinas para gatos: qual a sua importância?  As vacinas para gato são responsáveis […]

Doença do gato: mitos e verdades sobre a toxoplasmose

A toxoplasmose é uma doença causada pelo parasita Toxoplasma gondii. Mas você sabe porque ela ganhou a fama e ficou conhecida como doença do gato? Leia o texto e confira tudo sobre o assunto! O que é a doença do gato: toxoplasmose A doença do gato, que recebe o nome de Toxoplasmose, ainda gera muitas dúvidas nos tutores. Trata-se de uma doença infecciosa, causada pelo parasita Toxoplasma gondii. Ela não é contagiosa, e na maioria dos casos é contraída via oral, comum na ingestão de carnes cruas ou mal passadas contaminadas, verduras, legumes e frutas mal lavadas, além de água contaminada. Como é a doença do gato e o que causa doença do gato? A toxoplasmose ganhou o nome da doença do gato pois os felinos são os únicos hospedeiros definitivos dos parasitas, isso é, o ciclo reprodutivo do Toxoplasma gondii se completa no intestino dos gatos infectados e eles, por sua vez, eliminam ovos (oocistos) em suas fezes. Porém, engana-se quem pensa que todos os gatos possuem a doença. Apenas uma parcela pequena, em especial aqueles que têm acesso à rua, podem acabar contraindo, ao ingerir alguma carne contaminada - como por exemplo de uma ave. Por isso, evitar que seu amiguinho dê as famosas “voltinhas” e realizar a castração de gatos são grandes aliados no controle da doença. Doença do gato: sintomas no felino No geral, o gato portador da toxoplasmose não apresenta sintomas, mas pode acontecer de ocasionar febre, fraqueza e até mesmo anorexia. Por isso, é importante ficar atento e, ao qualquer sinal de desconfiança, levar o seu amiguinho ao veterinário o quanto antes. Doença do gato em humanos: o gato não é o grande culpado! Infelizmente, a toxoplasmose ainda é motivo de muitos abandonos de diversos gatinhos por parte dos seus tutores, que não possuem informações corretas sobre como se pega a doença do gato (toxoplasmose). Isso porque, apesar de ser uma “doença das fezes do gato”, eles não são os grandes transmissores do parasita! Saiba as principais causas da doença: Ingestão de carnes cruas ou mal passadas que contêm cistos do parasita; Consumo de água não filtrada; Frutas e verduras cruas mal lavadas, que contêm o cisto; Manipulação de alimentos ou utensílios de cozinha contaminados com o cisto; Transmissão de mãe para o feto durante a gestação; Fazer jardinagem sem luvas. Aliás, é muito importante lembrar que o felino não transmite continuamente o parasita. Após ser contaminado, ele eliminará em suas fezes os cistos após 5 dias ou uma semana, apenas uma vez em toda sua vida. Entendeu agora porque os gatos não são os grandes vilões da doença do gato em pessoas? Esse é até um termo que não deveria ser usado. Doença do gato tem cura? Felizmente, diagnosticada a doença por um médico veterinário, existe sim a possibilidade de tratamento e cura. Porém, a medicação não deve ser realizada sem recomendação médica, como por exemplo, dar dipirona para gatos. Geralmente, são receitados antibióticos, além de exames e acompanhamento veterinário. É importante não oferecer carne crua ao seu pet, dando a ele somente ração ou refeições prescritas, além de mantê-lo dentro de casa. Sintomas da doença do gato em humanos Nos humanos, a toxoplasmose também pode ser assintomática. Porém, por ser uma doença viral, pode ocasionar sintomas como febre, fraqueza, dor no corpo e cabeça. Entretanto, se a pessoa estiver com o sistema imunológico baixo, a doença pode ser agravar, atingindo o cérebro, coração, fígado, dentre outros órgãos. Fique atento e diante de qualquer sintoma procure um médico. Doença do gato na gravidez: confira mitos e verdades sobre a toxoplasmose Existem alguns mitos que rondam esse assunto, principalmente a respeito da doença do gato em grávida, é assim que as pessoas associam a toxoplasmose durante a gestação. Confira alguns mitos e verdades que trouxemos para você se informar: A toxoplasmose só é transmitida pelos felinos: mito! Como já dissemos, os gatos não são os principais causadores dessa doença. É muito mais provável que a pessoa se contamine ao ingerir carnes cruas ou mal passadas com o cisto, por exemplo. Gestante pode passar a toxoplasmose para o bebê: verdade! A transmissão pode ocorrer de mãe para o feto durante a gestação. Mulheres devem se afastar do seu gatinho durante a gestação: mito! Não é necessário se afastar do seu pet nesse período. Para evitar contaminação, é indicado que outro membro da família limpe sua caixinha de areia. Caso não seja possível, use luvas e pazinha para limpar as fezes do pet, além de higienizar as mãos após terminar. A toxoplasmose é transmitida por arranhões de gato: mito! A toxoplasmose não é transmitida por arranhões de gato. A doença da arranhadura do gato é causada pela bactéria Bartonella henselae. Preciso fazer checkups anuais em meu gatinho para garantir que está tudo bem: verdade! Existem diversas outras doenças que podem afetar o seu amiguinho, como a leucemia felina (FELV), doença do gato no olho (toxoplasmose ocular) e a doença do pêlo do gato (esporotricose). Por isso, é muito importante realizar visitas periódicas ao veterinário para garantir que está tudo bem com o seu pet. Assim, você garante que a sua saúde e a dele fique em dia! Aqui na Inova possuímos veterinários especializados no cuidado de felinos, assim como em outras especialidades. Venha nos conhecer!

A toxoplasmose é uma doença causada pelo parasita Toxoplasma gondii.  Mas você sabe porque ela ganhou a fama e ficou conhecida como doença do gato? Leia o texto e confira tudo sobre o assunto! O que é a doença do gato: toxoplasmose A doença do gato, que recebe o nome de Toxoplasmose, ainda gera muitas […]

Acne felina: existe tratamento?

Acne felina: existe tratamento? Você não leu errado: os gatos também podem ter acne! Esse problema de pele recebe o nome de acne felina porque é uma inflamação bem parecida com a temida espinha em seres humanos. Para te ajudar a entender sobre o assunto, preparamos um texto explicando as principais dúvidas sobre a acne em gatos. Confira! Acne felina: o que é? A acne felina se assemelha muito a acne humana. Nos felinos, ela começa como um cravo, por conta do entupimento do poro por excesso de gordura. Logo depois, se dá o início de um processo inflamatório, acarretando em uma espinha, muitas vezes com pus. Esse problema pode acontecer com qualquer gatinho, e as regiões do corpo mais comuns são os lábios e queixo do pet. Por isso, é um pouco difícil de se perceber antes que o problema se agrave. Porém, é importante ficar atento, já que esse quadro costuma causar bastante dor e incômodo. Acne felina: causas A acne de gato tem como causa o entupimento dos poros por gordura - quando as glândulas sebáceas começam a produzir uma maior quantidade. Porém, outros motivos também podem explicar as causas desse problema, como: Problemas no sistema imunológicos; Alimentos de consumo impróprio para felinos; Estresse; Dificuldade para fazer a higiene do queixo e boca. Acne felina: sintomas Agora que você já sabe quais são as causas da acne felina, chegou a hora de identificar os sintomas. Dentre eles, estão: Cravos - pontinhos pretos - no queixo ou na boca do pet; Espinhas com pus; Coceira; Dor; Feridas e sangramentos na área afetada; Percebido os sintomas, é importante consultar um médico veterinário para saber como tratar a acne felina e não deixar que o problema se transforme em acne felina grave. Acne felina: tratamento Entender como tratar a acne felina dependerá de um diagnóstico feito por um veterinário de confiança. Acne felina: remédios Não é recomendado que você dê medicamentos ao seu pet, como dipirona para gatos, antes de uma consulta, e nem mesmo busque por tratamentos caseiros para acne felina. Somente após entender o caso e o histórico do seu pet, o veterinário poderá indicar um remédio para acne felina que seja efetivo para o seu pet, como: antibiótico para acne felina, anti-inflamatórios, remédios para dor ou até mesmo uma pomada para acne felina. Acne felina: como tratar Além do medicamento para acne felina, a higienização correta do local é de suma importância para curar o problema. E lembre-se: tomar decisões precipitadas, como tirar a acne felina com as suas próprias mãos, pode agravar o problema e causar ainda mais dor ao seu pet. Acne felina: prevenção Além da higienização correta da boca e do queixo do seu pet, trocar o potinho de plástico de água e ração por um feito de inox ou cerâmica pode ser uma boa ideia. Isso porque o plástico é um material poroso, ou seja, ele facilita o acúmulo de gordura, além de bactérias, podendo facilitar ou agravar o problema da acne felina. Na dúvida, vale a pena prevenir! Acne felina: contágio em humanos Assim como a acne humana não é contagiosa, a acne felina também não! Ou seja, esse problema não é transmitido para seres humanos, nem para outros pets. Pode ficar tranquilo! Se você ainda tem alguma dúvida sobre o assunto, ou precisa de uma ajudinha para cuidar do seu gatinho, conte com a Inova! Aqui, temos um time completo de veterinários e especialista em medicina de felinos, prontos para te ajudar!

Você não leu errado: os gatos também podem ter acne!  Esse problema de pele recebe o nome de acne felina porque é uma inflamação bem parecida com a temida espinha em seres humanos. Para te ajudar a entender sobre o assunto, preparamos um texto explicando as principais dúvidas sobre a acne em gatos. Confira! Acne […]

Sarna em gatos: entenda o que é e o que fazer

A sarna em gatos é uma doença dermatológica comum no dia a dia dos consultórios veterinários. Ela causa muito incômodo nos pets, por isso é importante entender o que fazer caso você desconfie que o seu felino esteja com esse problema. Continue acompanhando o texto e entenda tudo sobre o assunto! Sarna em gatos: o que é? A sarna em gatos é uma doença dermatológica, assim como a acne felina. Causada por ácaros (parasitas), ela pode apresentar diversas formas. Entenda os tipos de sarna em gatos: Sarna demodécica em gatos A sarna demodécica, ou sarna negra em gatos, é causada por dois ácaros - demodex cati ou demodex gatoi. Ela não é transmissível ao ser humano. Como característica, temos manchas escuras e feridas na cabeça, orelhas e patas. Sarna otodécica em gatos Também conhecida como sarna de ouvido em gatos, tem como causa o ácaro otodectes cynoti. Como consequência, o felino fica com bastante coceira no ouvido, além de excesso de cera. Ela não é transmissível aos seres humanos, porém pode ser transmitida para outros gatos e cães. Por isso é necessário tomar cuidado se você possui um cão e um gato convivendo no mesmo local e o seu pet está com sarna otodécica. Sarna notoédrica em gatos A sarna notoédrica, também conhecida como escabiose felina, é transmissível para outros animais e para os seres humanos. Ela é causada pelo ácaro notoedres cati e causa feridas, coceira e queda de pelo do felino. Sarna de gato em humanos Alguns tipos de sarna, como a sarcóptica e a notoédrica podem sim afetar os seres humanos. A transmissão acontece por contato com o pet infectado e pode causar coceira e lesões. Porém, caso o seu gatinho esteja com sarna, não precisa ter medo. Trouxemos alguns cuidados que devem ser tomados para garantir a segurança de ambos: Utilizar luvas e roupas que protejam os braços durante o contato com o pet; Higienizar as mãos antes e depois do contato; Manter o local e pertences do felino sempre limpos. O veterinário poderá receitar algum produto sarnicidas para limpeza do ambiente, auxiliando a eliminação do ácaro; Seguir o tratamento conforme recomendação veterinária. Sarna em gatos: sintomas A sarna em gatos costuma causar alguns sintomas, que facilitam a identificação. Alguns deles são: Queda de pelo na região afetada; Vermelhidão; Feridas; Coceira muito intensa; Dor. Se você percebeu que o seu pet está com alguns desses sintomas, leve-o a uma consulta ao veterinário o mais rápido possível, já que essa doença costuma causar muito incômodo. Sarna em gatos: como tratar Para saber como tratar a sarna em gatos, é necessário uma ida ao veterinário. Ele saberá identificar o tipo de sarna do seu amiguinho com exames complementares, indicando um remédio para sarna em gatos, como antibiótico, pomada ou outros medicamentos para sarna em gatos. Ele também saberá como tratar a sarna de ouvido em gatos, indicando a medicação correta para o tipo de sarna e também o estágio da doença. Importante lembrar: não medique o seu pet em casa sem prescrição. Alguns remédios, como dipirona para gato, podem trazer consequências se não administrados corretamente. Sarna em gatos: tratamento caseiro O tratamento caseiro, com o uso de diversos remédios caseiro para sarna em gatos, sem o acompanhamento de um veterinário, não é recomendado e pode causar ainda mais dor e incômodo ao seu felino. Nós sabemos que muitas pessoas, muitas vezes com a melhor intenção, dão “dicas” de ótimos remédios naturais e caseiros, mas saiba que mesmo que seja natural pode ser perigoso para a saúde do pet. Somente um veterinário especializado saberá qual o melhor remédio para sarna em gatos. Não use enxofre para sarna em gatos e nem vinagre branco para sarna em gato sem prescrição médica. Com o tratamento correto, seu pet estará saudável rapidamente. Sarna em gatos: prevenção A prevenção das doenças é sempre o melhor caminho. No caso da sarna em gatos, alguns hábitos ajudarão a evitar o problema: Evite que o seu felino tenha acesso à rua; Mantenha o ambiente que ele vive sempre limpo; Utilize o antiparasitário regularmente; Leve-o para uma consulta ao veterinário com frequência. Aqui na Inova contamos com uma equipe completa, além de veterinárias especializadas em dermatologia e felinos. Agende uma visita!

A sarna em gatos é uma doença dermatológica comum no dia a dia dos consultórios veterinários.  Ela causa muito incômodo nos pets, por isso é importante entender o que fazer caso você desconfie que o seu felino esteja com esse problema. Continue acompanhando o texto e entenda tudo sobre o assunto! Sarna em gatos: o […]

Gato tossindo: qual é o diagnóstico?

Gato tossindo? Você não leu errado! A tosse pode sim acometer os nossos felinos. Se você observou o seu gato com tosse e quer saber o que pode ser e o que fazer, continue lendo o texto! Gato tossindo: o que pode ser A tosse em gatos não é algo muito comum de se ver, por isso esse fato pode causar muita apreensão nos tutores desses pets. Se o seu felino apresentou um episódio de tosse de gato, saiba que as causas podem ser as mais variadas possíveis. O diagnóstico deve ser feito por um médico veterinário de confiança, mas podemos destacar algumas das causas mais comuns: Asma e bronquite; Alergias; Fibrose pulmonar; Bolas de pelo (muitas pessoas confundem com o gato tossindo bola de pelo, porém essa é uma tentativa do felino expelir - regurgitar - a bola de pelo). Resfriado, gripe e, em casos mais grave, pneumonia; Doenças cardíacas (tosse provocada por esforço); Câncer (mais comum em felinos idosos). Percebendo a tosse de gato, leve-o a um veterinário para um check-up geral. Descreva o histórico do seu pet e a rotina dele (para descartar a possibilidade de alguma alergia). Alguns exames também podem ajudar a detectar a causa do problema, mas cabe ao veterinário solicitar. Gato espirrando e tossindo É importante ressaltar que a tosse e o espirro são ações diferentes. A tosse em gato possui algumas características, como: alongamento do pescoço e abertura do tórax; Pescoço e cabeça esticados e abaixados e boca aberta ou fechada. O espirro é uma reação normal do organismo quando algo irrita o nariz do pet, como alguma alergia ou até mesmo fatores externos, como fumaça. Porém, já ouvimos relatos como ”meu gato está tossindo e espirrando”, e essa junção é algo que se deve prestar atenção, já que juntos podem indicar problemas respiratórios ou pulmonares. Gato tossindo: o que fazer Se você quer saber o que fazer quando o gato está tossindo, o aconselhável é levá-lo ao veterinário o mais breve possível, já que o gato com tosse pode indicar muitas doenças que precisam ser tratadas. Tosse de gato: o que fazer? Antes de mais nada, é importante lembrar que dar remédio ao seu pet, como dipirona para gatos, sem a orientação médica, pode agravar a saúde do seu amiguinho. Como já ressaltamos aqui, o indicado é sempre levar o seu pet em consulta com o veterinário, que saberá o que pode ser a tosse seca em gatos e como tratá-los da melhor maneira. Gato com tosse: engasgo Quando o gato tosse como se estivesse engasgado, pode ser que algo esteja obstruindo sua garganta. Fique atento aos sintomas e leve-o ao veterinário o mais rápido possível ao notar qualquer sinal que ele esteja ficando com falta de ar. Como curar a tosse de gato? O tratamento para tosse dos gatos irá de acordo com o diagnóstico feito pelo veterinário. Pode ser indicado um remédio para tosse de gato, além de solicitados exames para acompanhar a saúde do felino. Porém, se o problema da tosse no gato for mais grave, é necessário um acompanhamento contínuo. Aliás, fazer check ups anuais e cuidar da saúde do seu amiguinho é de suma importância e pode evitar diversas doenças e estar sempre com a saúde do seu pet em dia e evitando surpresas. Aqui na Inova possuímos um time completo, pronto para te ajudar a cuidar do seu gatinho! Agende uma consulta e venha nos conhecer!

Gato tossindo? Você não leu errado! A tosse pode sim acometer os nossos felinos.  Se você observou o seu gato com tosse e quer saber o que pode ser e o que fazer, continue lendo o texto! Gato tossindo: o que pode ser A tosse em gatos não é algo muito comum de se ver, […]

Como cuidar de gatos filhotes: saiba o que fazer

Como cuidar de gatos filhotes: saiba o que fazer Quem resiste à fofura de um gatinho, não é mesmo?! Tão pequenininhos, muitas vezes cabem até na palma da nossa mão. Porém, a chegada desse pet em casa pode trazer algumas inseguranças quanto aos cuidados com gatos. Para que nada saia do controle, vamos te ensinar como cuidar de um gato filhote. Acompanhe o texto! Gatos: como cuidar de filhotes A chegada de um novo membro na família é sempre um momento especial. E claro, é completamente normal ficar com algumas dúvidas, sejam elas como cuidar de um gato filhote abandonado ou como cuidar de um filhote de gato recém nascido. Se você acabou de adotar um gatinho, é necessário ter paciência no período de adaptação. Os gatos são conhecidos por serem animais de rotinas, então eles podem estranhar um pouco as mudanças que estão acontecendo. Por isso, entender como cuidar de filhote de gato é fundamental nessa tarefa. O ideal é preparar sua casa ou apartamento com antecedência antes da chegada do seu novo amiguinho. Você precisará de itens como: Caixinha de areia, onde ele fará suas necessidades; Potinhos para ração e água; Brinquedos para filhotes e; Uma caminha com cobertor para ele dormir. Se você mora em apartamento, certifique-se que todas as janelas possuem telas de segurança, para que nenhum acidente aconteça! Quanto ao banho, é certo que os felinos podem acabar ficando um tanto quanto estressados. Se você o resgatou da rua, acha que ele está sujinho, e quer saber como cuidar de um filhote de gato órfão, você pode optar por fazer a limpeza com um lenço umedecido (específico para pets) ou entrar em contato com um veterinário de confiança e perguntar se pode dar um banho no pet. Caso a resposta seja positiva, a água deve ser morna e é importante secar bem o felino ao final da tarefa. Como cuidar de um gato filhote: alimentação Os cuidados com filhotes de gato, no quesito alimentação, dependerão de alguns fatores. Na verdade, tudo irá depender se esse gatinho foi amamentado por sua mãe ou não para você compreender como alimentar um gato filhote. Os gatinhos geralmente se alimentam de leite materno até 4 semanas de vida. Ou seja, saber como cuidar de filhote de gato de 1 mês é diferente de como cuidar de gatos filhotes de 2 meses. Então, se você adotou um pet que foi alimentado com leite materno, a alimentação sólida (ração para filhotes) geralmente começa a ser introduzida após 1 mês de vida. Um veterinário saberá orientar a respeito de marcas, frequência e quantidade, e claro, ela deve ser específica para felinos. Caso você precise entender como cuidar de um filhote de gato abandonado, com menos de 4 semanas de vida, ele deverá ser alimentado com um leite específico para pets - e nunca com leite de vaca, pois esse alimento pode causar danos à saúde do animal (episódios de diarréia e vômito). Para aprender como fazer mamadeira para gato recém nascido e como alimentar filhote de gato recém nascido o ideal é fazer uma visita ao veterinário. Quanto à água, deixe-a disponível o tempo todo - sempre limpa e fresquinha. Como cuidar de um gato filhote: acompanhamento veterinário Um dos pontos mais importantes para entender como cuidar de filhote de gato é o acompanhamento veterinário, que deve ser feito assim que o pet chegar em sua casa. Se você resgatou ou adotou um felino, peça para o veterinário fazer um checkup completo. O teste de FeLV (leucemia felina), por exemplo, é super importante, já que essa doença é muito grave e pode levar à morte do pet. Vale lembrar que você nunca deve medicar o pet sem prescrição veterinária. Alguns tutores, ao notarem que o filhote está com dor, acabam optando por dar remédios, como a dipirona para gatos, sem embasamento médico, podendo ser muito prejudicial à saúde do animalzinho. Lembre-se também das vacinas e da vermifugação. Assim, você previne diversas doenças que podem afetar seu amiguinho. A castração de gatos é importante e deve ser feita. Além da prevenção de doenças, também é um ato de responsabilidade e amor. Precisa de ajuda para cuidar do seu amiguinho que acabou de chegar? Conte com a Inova! Aqui, temos um time completo de veterinários e especialista em medicina felina, prontos para te ajudar. Venha nos visitar!

Quem resiste à fofura de um gatinho, não é mesmo?! Tão pequenininhos, muitas vezes cabem até na palma da nossa mão. Porém, a chegada desse pet em casa pode trazer algumas inseguranças quanto aos cuidados com gatos.  Para que nada saia do controle, vamos te ensinar como cuidar de um gato filhote. Acompanhe o texto! […]

Pet transmite doenças? Conheça os mitos e verdades

Estar atento à saúde dos nossos pets é fundamental para que nada aconteça com eles e com a gente! Isso porque existem algumas doenças que podem ser transmitidas entre os animais e os humanos. Essas doenças são chamadas de zoonoses. No post de hoje, reunimos alguns mitos e verdades sobre o assunto para te ajudar! ZOONOSE: O QUE É? São chamadas de zoonose as infecções transmitidas de um pet para os seres humanos, podendo ser por vírus, bactérias, parasitas ou fungos. ZOONOSE: COMO SÃO TRANSMITIDAS? As formas de transmissão das zoonoses podem ser divididas em contato direto, indireto, por vetores ou por alimentos. O contato direto pode acontecer por meio da saliva do pet, urina, fezes e até mesmo mordidas e arranhões. Já o contato indireto é o contato com áreas onde esses pets vivem ou objetos que possam estar contaminados. A transmissão por vetores é aquela feita por picadas de carrapatos, pulgas, mosquitos entre outros. A ingestão de alimentos ou água contaminada entra na transmissão por alimentos. ZOONOSE: MITOS E VERDADES Muitas são as suposições criadas acerca da transmissão de doenças por pets. Sendo assim, separamos alguns mitos e verdades para você! CÃES TRANSMITEM SARNA AOS HUMANOS? Verdade! Existe um tipo de sarna canina, chamada de Escabiose, que pode ser transmitida aos seres humanos. CÃES E GATOS TRANSMITEM RESFRIADO/GRIPE PARA O HOMEM Mito! Cães e gatos não transmitem gripe ou resfriado para humanos, já que os agentes virais são diferentes em cada espécie. PETS PODEM TRANSMITIR LEPTOSPIROSE AOS HUMANOS Verdade! A leptospirose é uma doença causada por uma bactéria que pode ser encontrada na urina ou fezes de pets com a doença, como os ratos , cachorros e os gatos, havendo a contaminação caso haja contato. A contaminação pode ocorrer pelo contato com a urina ou fezes contaminadas. A vacinação dos pets previne diversas doenças que podem ser transmitidas ao homem Verdade! Os pets devem ser vacinados anualmente com a orientação de um médico veterinário, podendo evitar muitas zoonoses com esse simples ato de cuidado que é a vacinação. PÁSSAROS NÃO TRANSMITEM DOENÇAS Mito! Algumas doenças podem sim ser transmitidas pelas aves, por exemplo, micoses e a salmonelose. Porém, são mais comuns em animais de vida livre. PETS PODEM TRANSMITIR RAIVA PARA O SER HUMANO Verdade! A raiva humana é uma doença causada por um vírus, que pode estar presente na saliva dos pets. Os cães, por exemplo, podem transmitir raiva para uma pessoa por meio de mordidas, caso não seja vacinado. Porém, a doença também pode ser transmitida por gatos, morcegos e guaxinins. Caso um episódio aconteça o recomendado é lavar o local da mordida e ir ao hospital ou pronto-socorro mais próximo para iniciar o tratamento adequado. PETS PODEM TRANSMITIR COVID-19 Mito! Não há provas de transmissão de COVID-19 por pets, mas é necessário tomar cuidado caso você esteja com a doença para não contaminar seu amigo também. Deve ser evitado ficar com o bichinho no colo, beijar e dormir junto, visando a proteção. Assim como em objetos, o seu pet pode se tornar uma fonte de transmissão indireta. Porém, fique tranquilo! É possível evitar muitas dessas doenças com o acompanhamento veterinário. Conte com a Inova para isso!

Estar atento à saúde dos nossos pets é fundamental para que nada aconteça com eles e com a gente! Isso porque existem algumas doenças que podem ser transmitidas entre os animais e os humanos. Essas doenças são chamadas de zoonoses. No post de hoje, reunimos alguns mitos e verdades sobre o assunto para te ajudar! […]

Gravidez e pets: mitos e verdades

Gerar uma vida é sempre um momento especial! Porém, muitas pessoas que já tem um pet na família ficam preocupadas com o processo de adaptação, já que não querem correr o risco de deixar de dar atenção para nenhum dos dois. Além disso, existem muitas dúvidas sobre doenças que os pets podem transmitir aos bebês durante a gestação. Neste post, trouxemos alguns mitos e verdades sobre gravidez x pets. Confira! GRAVIDEZ X PETS: É SEGURO? Tomados os devidos cuidados, os pets são ótimos companheiros durante os 9 meses de gestação, além de poderem ser bons amigos do o bebê que está a caminho. As doenças causadas por animais ao homem (chamadas de zoonoses), por exemplo, só são transmitidas se o pet estiver infectado, mas isso dificilmente acontece se o pet é estiver bem de saúde.. Isso inclui estar com todas as vacinas em dia, fazer check-ups regularmente, tomar banhos com a frequência indicada pelo veterinário e ter uma alimentação adequada e balanceada. GRAVIDEZ X PETS: CONFIRA MAIS ALGUNS MITOS E VERDADES Para entender mais sobre o assunto e sanar algumas dúvidas, separamos alguns mitos e verdades sobre gravidez x pets. Crianças e gestantes devem evitar o contato com animais de estimação: mito! Conviver com animais de estimação é muito benéfico e estando a grávida, não há porque evitar a convivência se o bebê e o pet estão com a saúde em dia. Os pets ajudam a desenvolver a curiosidade, dão segurança e muito amor! Conviver com pets diminui o estresse: verdade! Alguns estudos, como o realizado pelo Instituto de Pesquisa Médica Baker, já comprovou que pessoas que convivem com pets são menos propensas a sofrer com estresse. E evitar o estresse é muito importante durante a gestação, tanto para a saúde da mãe, quanto a do bebê! Gestantes não devem fazer a limpeza de gaiolas de hamsters: verdade! Se você está esperando um bebê e tem um hamster em casa, é aconselhado que você não faça a limpeza da gaiola do pet. O perigo está no vírus Lymphocytic choriomeningitis, que pode ser transmitido pela urina do pet e que pode provocar doenças congênitas no bebê. Mas calma! De modo geral, é muito difícil um pet roedor transmitir alguma doença. Isso pode acontecer se ele já tiver sido contaminado antes de chegar em sua casa, por isso é importante se atentar ao locais onde são criados e levá-lo para check-ups e avaliações periódicas com o veterinário. Pets transmitem doenças respiratórias, como asma: mito! As doenças respiratórias não são transmissíveis. O que acontece é que os ambientes com animais devem ser higienizados frequentemente para não desencadear nenhuma crise em pessoas que já tem esse problema, e claro, para a saúde daquele pet. Gatos podem transmitir toxoplasmose: verdade! Sim, ele também pode, assim como alimentos mal higienizados e água contaminada, que são os grandes causadores da doença! A toxoplasmose é uma doença causada por um protozoário chamado toxoplasma gondii, sendo o gato um hospedeiro definitivo desse protozoário, podendo transmiti-lo pelas fezes. Para evitar contaminação, é indicado que outro membro da família limpe o local onde o gatinho fica. Caso não seja possível, é indicado o uso de luvas e pazinha para limpar as fezes do pet, além de higienizar as mãos após terminar. O primeiro contato do pet com o novo membro da família deve ser monitorado: verdade! A gente entende a ansiedade de apresentar o bebê ao novo membro da família, mas é importante que esse contato seja monitorado e nada forçado! Deixe que eles se reconheçam no tempo de cada um, sempre monitorando para evitar acidentes e estranhamentos de ambas as partes. Tem um bebê a caminho na sua casa? Conte com a Inova para dar toda a assistência que esse momento precisa! Entre em contato com a gente!

Gerar uma vida é sempre um momento especial! Porém, muitas pessoas que já tem um pet na família ficam preocupadas com o processo de adaptação, já que não querem correr o risco de deixar de dar atenção para nenhum dos dois. Além disso, existem muitas dúvidas sobre doenças que os pets podem transmitir aos bebês […]