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Cinomose canina: entenda essa doença, como prevenir e tratar

  • dezembro 20, 2023
  • 07:00
Você já ouviu falar da cinomose canina? Essa é uma doença grave, altamente contagiosa entre os cães, que pode levá-los até ao óbito, principalmente quando não diagnosticada e tratada precocemente. Esta enfermidade é tão perigosa para os nossos amigos de quatro patas que, mesmo quando curada, pode deixar sequelas. No entanto, a boa notícia é que existe uma forma de prevenção! Continue acompanhando este texto para saber mais sobre a doença, os sintomas, como prevenir e tratar.

Você já ouviu falar da cinomose canina? Essa é uma doença grave, altamente contagiosa entre os cães, que pode levá-los até ao óbito, principalmente quando não diagnosticada e tratada precocemente.

Esta enfermidade é tão perigosa para os nossos amigos de quatro patas que, mesmo quando curada, pode deixar sequelas. No entanto, a boa notícia é que existe uma forma de prevenção!

Continue acompanhando este texto para saber mais sobre a doença, os sintomas, como prevenir e tratar.

O que é cinomose canina?

A cinomose canina é causada pelo vírus da família Paramyxovirus, do gênero Morbilivírus, muito conhecida por acometer os cães filhotes. Mas, por que costuma afetar especialmente os filhotes?

Os pets em fase de desenvolvimento são mais propensos a contrair qualquer tipo de vírus e/ou bactéria, justamente por estarem desprotegidos. Geralmente, os filhotes ainda não iniciaram o ciclo vacinal, o que os tornam mais frágeis e suscetíveis a doenças.

No entanto, a doença pode se manifestar em cachorro idoso ou pets que não receberam o reforço anual da vacina múltipla (V7, V8 ou V10), por isso é importante estar sempre atento ao calendário de vacinação dos nossos melhores amigos.

A cinomose se apresenta no organismo dos cães por etapas e compromete, normalmente, os olhos, os sistemas tegumentar, respiratório, digestivo, gastrointestinal e o neurológico.

Transmissão da cinomose canina

Como dito no início deste texto, a cinomose é uma doença agressiva e muito contagiosa entre os cães, e diferente de muitas doenças, a propagação ocorre muito facilmente.

A transmissão pode acontecer por meio do contato direto ou indireto com pets contaminados, pelas vias respiratórias, pelo contato com objetos infectados, como bebedouros, comedouros e brinquedos.

É importante ressaltar que o vírus geralmente permanece vivo no ambiente por até 3 meses. Deste modo, em casos de contaminação, é válido reforçar a higienização do local com produtos próprios e recomendados para a desinfecção.

Cinomose canina passa para humanos?

Os tutores podem ficar tranquilos, apesar da cinomose canina ser altamente contagiosa e grave, felizmente a doença não é transmissível para os humanos, somente entre os cães.

No entanto, é importante ter cuidado, uma vez que o vírus consegue se alocar em roupas, objetos e sapatos, ao entrar em contato com um local contaminado, você pode levar o vírus para casa e acabar infectando seu amigo de quatro patas.

Cinomose canina: sintomas comuns

Uma vez contaminado pelo vírus, a cinomose canina evolui rapidamente, dessa forma, os tutores costumam notar uma mudança grande na saúde do pet.

Em cada pet a doença apresenta um curso diferente, podendo ter início com sintomas mais leves, como secreção nasal e ocular, porém alguns cães podem iniciar diretamente com sintomas mais graves, como, por exemplo, sinais neurológicos. Dentre os sintomas mais comuns, além de vômitos, diarreia e falta de apetite, podemos destacar:

Cinomose canina sintomas comuns:
Febre;
Tosse;
Apatia;
Secreção ocular;
Secreção nasal;
Pústulas no abdômen;
Ressecamento da pele dos coxins e do nariz;
Tiques nervosos;
Convulsão;
Falta de coordenação motora;
Dificuldade de respirar.

Diante de algum desses sintomas, é pertinente levar o seu pet em um veterinário 24h.

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O que dar para cachorro vomitando? 

Fases da cinomose canina

Embora, na maioria dos casos, a doença se inicie com quadro mais brandos, evoluindo para quadros mais graves, não existe uma regra definida.

Assim, os sintomas da cinomose canina podem se manifestar de diferentes formas. Por isso, ao perceber um comportamento ou sintoma diferente, leve o seu amiguinho o mais rápido possível ao veterinário.

Entretanto, é mais comum a doença se apresentar desta forma:

Conheça as 5 fases da cinomose:
Fase oftálmica: começam a surgir secreções nos olhos e conjuntivite severa;
Fase respiratória: secreção nasal, tosse e pneumonia;
Fase tegumentar: é uma das fases mais evidentes, quando o pet apresenta pústulas abdominais e hiperqueratose dos coxins plantares (pele das patas ressecadas e descamadas);
Fase digestiva: vômitos e diarreias;
Fase neurológica: tremores musculares, incoordenação motora, dificuldade de locomoção e convulsões.

É importante reforçar que a fase neurológica é a mais avançada, sendo considerada o início do estágio terminal da doença, e é caracterizada por sintomas agressivos, nos quais o pet começa a aderir a hábitos como andar em círculos.

Além desse comportamento, é notável a presença de bolinhas com pus na pele, semelhante a alguns tipos de dermatite, e paralisias.

Cinomose canina tem cura?

Não há medicamento específico para a cinomose canina, e nenhum tratamento específico que possa curar a doença, tornando-a, portanto, incurável.

Contudo, ao ser diagnosticada e tratada precocemente, é possível iniciar uma série de terapias destinadas a fortalecer o sistema imunológico do cão, visando combater vírus e infecções.

Assim, é fundamental agir prontamente ao perceber os sintomas em seu cãozinho, permitindo a realização de exames e a prescrição do tratamento adequado.

Infelizmente, cães com cinomose canina, especialmente em estágio neurológico, dificilmente conseguem alcançar a cura. Em muitos casos é fatal, e nos casos em que o pet sobrevive, as sequelas podem ser significativas.

Tratamento para cinomose canina 

Por não existir um procedimento específico para a cinomose canina, o tratamento consiste no uso de remédios para tratar os sintomas secundários, bem como fortalecer o organismo do pet, com a finalidade de melhorar sua imunidade.

É importante enfatizar, que não é recomendado, em hipótese alguma, oferecer medicações para o pet por conta própria. Isso pode acabar prejudicando a situação, e até mesmo, acelerar a progressão da doença.

Além do tratamento indicado pelo veterinário, o tutor deve estar sempre atento a outras questões, como:

  • Hidratação do pet: em muitos casos é indicado soro na veia;
  • Alimentação: a alimentação de um amiguinho acometido pela cinomose pode ser específica ou para garantir a nutrição, às vezes, é necessária a passagem de sonda alimentar;
  • Uso correto dos medicamentos: para aliviar sintomas de vômitos, febre, entre outros.

É possível prevenir a cinomose canina?

Uma ótima notícia para aliviar o coração dos tutores é que, sim, é possível prevenir a cinomose canina! 

A prevenção ocorre por meio da vacinação, por isso, estamos sempre alertando os tutores sobre a importância de manter o calendário vacinal do pet em dia.

A vacina aplicada para prevenir a cinomose é a múltipla V7, V8 ou V10, e elas protegem contra as seguintes doenças:

  • Cinomose;
  • Parvovirose;
  • Hepatite infecciosa;
  • Adenovirose-2;
  • Coronavirose;
  • Dois tipos comuns de leptospirose canina;
  • Entre outras doenças.

Para os cães filhotes, o ideal é iniciar o protocolo de vacinação antes de 10 semanas de vida. No entanto, independentemente da idade do seu amiguinho, é recomendado atualizar as vacinas anualmente.

Assim, seu pet fica protegido e menos propenso a doenças graves, como a cinomose canina.

Conheça a Inova

A Inova nasceu com a missão de promover a saúde e bem-estar para nossos pacientes e transmitir segurança aos tutores. Oferece a mais elevada competência técnica do corpo clínico e corpo de apoio, com um atendimento de excelência e medicina humanizada aos pacientes e seus tutores.

Nossas unidades contam com profissionais especializados para atender as necessidades do seu pet, desde uma consulta de rotina até casos mais graves, como a cinomose.

Seu pet apresentou algum sintoma ou sinal de que algo não está bem? Não importa a hora, procure o plantão veterinário 24h da Inova Hospital Veterinário.

Nossas unidades estão localizadas:

  • Unidade Nogueira Padilha: Hospital 24h e Clínica de Especialidades
    Rua Cel. Nogueira Padilha, 1770, Vila Hortência – Sorocaba, SP.
  • Unidade Campolim: Clínica de Vacinas e Especialidades
    Av. Gisele Constantino, 1495, Pq. Campolim – Sorocaba, SP.

Conte sempre com a Inova para cuidar do seu amigo quando ele mais precisar. Agende uma consulta e venha nos visitar!     

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A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

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