fbpx Ir para o conteúdo
  • (15) 3333-2300
  • (15) 3333-2300

Hospital Veterinário 24h

Resultados de Exames
  • A Inova
  • Vets
  • Hemocentro
  • Serviços
  • Especialidades
  • Blog
  • Depoimentos
  • Contato
Menu
  • A Inova
  • Vets
  • Hemocentro
  • Serviços
  • Especialidades
  • Blog
  • Depoimentos
  • Contato
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Coprofagia: por que os pets desenvolvem o hábito?

  • dezembro 27, 2023
  • 07:00
A coprofagia é um hábito peculiar que alguns pets desenvolvem, especialmente os cães, bastante desagradável para os tutores. Além de gerar incômodo, este comportamento pode ser um indicativo de distúrbios nutricionais,físicos, ou até mesmo, comportamentais. Para esclarecer algumas dúvidas sobre o assunto, preparamos este post com informações sobre o que é coprofagia, as causas e o que fazer para acabar com este comportamento. Continue lendo para saber mais!

A coprofagia é um hábito peculiar que alguns pets desenvolvem, especialmente os cães, bastante desagradável para os tutores.

Além de gerar incômodo, este comportamento pode ser um indicativo de distúrbios nutricionais,físicos, ou até mesmo, comportamentais.

Para esclarecer algumas dúvidas sobre o assunto, preparamos este post com informações sobre o que é coprofagia, as causas e o que fazer para acabar com este comportamento. Continue lendo para saber mais!

Coprofagia: causas desse hábito 

Coprofagia é o termo utilizado para descrever o comportamento de animais que consomem fezes. Este comportamento pode ocorrer em diversas espécies, incluindo alguns mamíferos, aves, répteis e invertebrados. É mais comum em animais jovens e, em muitos casos, diminui quando chegam na fase adulta.

Esse hábito, principalmente dos cães, não é nada agradável para os tutores, não é mesmo? Quem tem um peludo em casa que apresenta com regularidade este tipo de comportamento sabe o quanto é ruim.

No entanto, além de ser desagradável, a coprofagia pode afetar a saúde dos pets, uma vez que a ingestão de fezes favorece a entrada de parasitas no organismo. Por isso, é pertinente identificar o problema e o fator desencadeante.

As causas mais comuns estão associadas a fatores fisiológicos e/ou comportamentais:

Fisiológicos

Os fatores fisiológicos que podem levar o pet à coprofagia são:

  • Quantidade de ração insuficiente: certifique se seu amiguinho está comendo a quantidade de ração adequada. A insuficiência resulta em baixas calorias, fazendo com que o pet sinta necessidade de complementar a alimentação e, consequentemente, desenvolva a coprofagia;
  • Deficiência nutricional: o ideal é manter as consultas de rotinas em dia, principalmente quando se trata de um cachorro idoso, para verificar se o pet está com alguma deficiência relacionada a nutrição;
  • Pet com dieta restrita: isso acontece muito com cães obesos que precisam perder peso para melhorar a saúde. Devido a isso, alguns deles podem recorrer a ingestão de fezes;
  • Qualidade da ração: além da quantidade, é válido se atentar com a qualidade da ração, pois a baixa ingestão de fibras e nutrientes podem levá-los a coprofagia;
  • Doenças: gastrite, diabetes, verminoses, problemas na coluna, quadril, de tireoide ou de fígado.

Você também vai gostar de ler:

Dirofilariose canina

Comportamentais

Embora as causas da coprofagia ligadas ao comportamento do pet sejam diversas, a mais comum é para chamar a atenção do tutor, mesmo que sua reação seja negativa.

Geralmente, os cães fazem isso devido a mudanças de rotina, como por exemplo, o tutor que passou a ficar mais tempo fora de casa, falecimento de alguém da família, a chegada de um bebê, entre outras mudanças referentes ao cotidiano do pet, levando a uma maior ansiedade..

Outra questão importante e recorrente, é que alguns pets aderem a esse hábito justamente para esconder que fez suas necessidades fisiológicas, com receio da atitude do tutor, assim, os peludos decidem eliminar os vestígios.

Além desses fatores comportamentais, a coprofagia em cães pode ser desenvolvida  também por:

A coprofagia em cães pode ser desenvolvida por:
Estresse e ansiedade;
Tédio, em razão da falta de atividade, brincadeiras, passeios, etc;
Associação das fezes com broncas;
Por simplesmente achar a textura, o cheiro e o sabor das fezes agradável.
Observar o tutor recolher as fezes e tentar “imitar” o comportamento.

Há raças mais propícias a esse comportamento?

É importante ressaltar que não existe nenhuma pesquisa que, de fato, comprove que determinadas raças são mais propensas a desenvolver a coprofagia. 

Entretanto, no âmbito veterinário, muitos profissionais já perceberam que esse comportamento é mais comum entre as raças Terrier e Hound.

Além dessas duas raças, os tutores com cães de pequeno porte comumente se queixam que seus melhores amigos de quatro patas estão ingerindo fezes. 

Cães mais predispostos a serem coprófagos são:

  • Shih-Tzu;
  • Yorkshire;
  • Spitz Alemão;
  • Lhasa-Apso;
  • Dachshund, popularmente conhecido como “salsicha”.

Como acabar com a coprofagia? 

Compreendemos que muitos tutores buscam soluções para lidar com esse mau hábito de seus pets. No entanto, é fundamental destacar que, embora existam remédios para coprofagia, destinados a modificar o sabor das fezes, é fundamental que esses sejam prescritos exclusivamente por um veterinário.

Isso se deve ao fato de que o hábito de consumir fezes pode ser desencadeado por diversos fatores, tanto fisiológicos quanto comportamentais. Portanto, identificar a causa subjacente é essencial para tomar as medidas apropriadas.

Em algumas situações, a coprofagia pode indicar um problema de saúde. Nesses casos, é altamente recomendável agendar uma consulta com um veterinário, que poderá conduzir exames se necessário, proporcionando um diagnóstico preciso e indicando o tratamento mais adequado para a circunstância em questão.

Portanto, administrar medicamentos por iniciativa própria para o pet não é a abordagem ideal. Agora que você está ciente de que essa prática não é apropriada, nos casos em que a coprofagia está relacionada a comportamento, é de extrema importância que os tutores adotem abordagens distintas diante dessa situação:

  • Se possível, recolha as fezes do pet logo após a defecação, para evitar a coprofagia, sem que ele te veja fazendo isso;
  • Se o cãozinho fez cocô e você o viu ingerindo, evite reações positivas ou negativas. É apropriado limpar o local em silêncio sem olhar e se referir ao pet. Lembre-se, seu amigo de quatro patas pode estar fazendo isso para chamar atenção, deste modo é adequado reagir silenciosamente;
  • Técnicas punitivas não funcionam! Quando o pet fizer suas necessidades no lugar certo e não ingerir as fezes, que tal recompensá-lo com um petisco e fazer muita festa? Essa é uma boa forma dele aprender;
  • Uma opção para acabar com a coprofagia é levar o pet para fazer as necessidades na rua (não esqueça de recolher sempre as fezes do seu amiguinho);
  • O estresse e a ansiedade são fatores que podem levar o pet a desenvolver esse hábito, nestes casos, é recomendado enriquecer o dia-a-dia do seu pet, ter uma rotina de passeios exploratórios, roedores e brinquedos interativos são boas alternativas   para entretê-lo.

Leia também:

Veterinário 24h

Existe ração para evitar coprofagia?

Não existe nenhuma ração específica para a coprofagia, no entanto, esse comportamento pode estar associado a questões fisiológicas, como a deficiência nutricional, devido a baixa ingestão de proteínas e vitaminas, de maneira geral.

Dessa forma, é recomendado buscar por rações ou opções alimentares de qualidade, que contenham nutrientes suficientes para manter o pet satisfeito, bem como para garantir sua saúde.

É importante se atentar também a quantidade de ração colocada no comedouro, é indicado seguir as instruções da embalagem ou do médico veterinário.

Conheça a Inova

A Inova nasceu com a missão de promover a saúde e bem-estar para nossos pacientes e transmitir segurança aos tutores. Oferece a mais elevada competência técnica do corpo clínico e corpo de apoio, com um atendimento de excelência e medicina humanizada aos pacientes e seus tutores.

Nossas unidades contam com profissionais especializados para atender as necessidades do seu pet, desde casos mais graves como a cinomose, como uma consulta de rotina.

Seu pet apresentou algum sintoma ou sinal de que algo não está bem? Não importa a hora, procure o plantão veterinário 24h da Inova Hospital Veterinário.

Nossas unidades estão localizadas:

  • Unidade Nogueira Padilha: Hospital 24h e Clínica de Especialidades
    Rua Cel. Nogueira Padilha, 1770, Vila Hortência – Sorocaba, SP.
  • Unidade Campolim: Clínica de Vacinas e Especialidades
    Av. Gisele Constantino, 1495, Pq. Campolim – Sorocaba, SP.

Conte sempre com a Inova para cuidar do seu amigo quando ele mais precisar. Agende uma consulta e venha nos visitar!     

Leia também:

A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

Esporotricose felina: sabe o que é e como tratar?

3 de fevereiro de 2026
Leia mais »
Lhasa Apso adulto de pelagem dourada e branca bem cuidada em ambiente doméstico, ideal para famílias e apartamentos.

Lhasa apso: guia de cuidados essenciais para seu pet viver mais e melhor

23 de janeiro de 2026
Leia mais »
Cão da raça Lulu da Pomerânia, pequeno e peludo, caminhando em uma trilha ao ar livre em um ambiente arborizado

Lulu da Pomerânia: miniguia sobre essa raça

19 de janeiro de 2026
Leia mais »
A imagem mostra um cão Labrador Retriever de pelagem clara, que está deitado em um tapete com a cabeça apoiada na pata. O foco está no seu olhar suave e direto, que transmite uma expressão de repouso ou melancolia.

Parvovirose: entenda o que é, como evitar e tratar

16 de janeiro de 2026
Leia mais »

Atendimento

Consultas agendadas:
Clínica de Especialidades – Unidade Nogueira Padilha
Segunda a Sexta-feira: das 08 às 21h
Sábados das 08h às 18h

 

Clínica de Vacinas e Especialidades – Unidade Campolim

Segunda a Sexta-feira: das 09h às 20h
Sábados das 09h às 13h

Hospital para Pronto Atendimento e Emergências:

Todos os dias – 24h

Atendimento por ordem de chegada

Endereços

Hospital 24h e Clínica de Especialidades:

Avenida Nogueira Padilha,
1770  Vila Hortência – Sorocaba/SP

Fone: (15) 3333-2300

Clínica – Unidade Campolim:

Avenida Gisele Constantino, 1495
Parque Campolim – Sorocaba/SP 
Fone: (15) 3333-2300

Facebook

Inova Hospital Veterinário 2020.
Todos os direitos Reservados

24h

Hospital Veterinário

Facebook Instagram Youtube