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Doença do carrapato: como identificar, diagnosticar e tratar?

  • julho 4, 2023
  • 12:02
Médica veterinária avaliando um cachorro em uma consulta.

Você provavelmente já ouviu falar da doença do carrapato, uma doença grave que pode acometer seu amigo de quatro patas.

A doença do carrapato é transmitida através da picada do carrapato no cãozinho. É uma enfermidade que vem aumentando no Brasil, mas você sabe o que é? Quais os sintomas? E como é feito o tratamento? 

Não se preocupe! Continue lendo para saber todas as respostas. Boa leitura!

O que é a doença do carrapato?

A doença do carrapato é também conhecida como erliquiose (ou erlichiose), babesiose e anaplasmose. É transmitida pelo carrapato marrom (Rhipicephalus Sanguineus), o mais comum, que é achatadinho e possui pernas longas.

Trata-se de uma infecção grave causada por parasitas que atacam o sangue do cão e pode levar à morte, se o pet não receber o tratamento correto. 

Vamos conhecer os tipos da doença do carrapato e suas características:

Erliquiose

A erliquiose é causada pela bactéria chamada Erlichia Canis, transmitida pelo carrapato marrom. Essa forma da doença é a mais comum e pode colocar em risco a vida do seu companheiro de quatro patas.  

Quando essa bactéria invade a corrente sanguínea do seu pet, ela tem como alvo as células de defesa, os glóbulos brancos, enfraquecendo assim todo o sistema imunológico dele.

O cão fica debilitado podendo apresentar outras doenças já que o sistema imunológico fica comprometido.

Babesiose

A babesiose é provocada pelo protozoário Babesia Canis, também transmitida pelo carrapato marrom. Quando entra na corrente sanguínea ataca os glóbulos vermelhos (hemácias).

É comum que a babesiose esteja com a bactéria da erliquiose, destruindo os glóbulos vermelhos e impedindo que o corpo produza novas hemácias.

As hemácias têm um papel crucial na oxigenação do sangue e quando são atacadas pela babesiose, o resultado é uma anemia debilitante. 

Anaplasmose

A anaplasmose é causada pela bactéria Anaplasma Platys, assim como a erliquiose, a bactéria ataca os glóbulos brancos e rapidamente pode causar diversas outras enfermidades. 

Como ocorre a transmissão da doença do carrapato?

A doença do carrapato é transmitida quando o cãozinho é picado pelo carrapato marrom. No momento que ele se alimenta do sangue do pet, transmite a doença. 

Além da erliquiose, causada pela bactéria do gênero Ehrlichia, principalmente a Ehrlichia canis, e a babesiose, causada pelo protozoário Babesia canis e a Anaplasmose, causada pela bactéria Anaplasma, os carrapatos podem transmitir outras doenças, como a Doença de Lyme, transmitido pelo carrapato-estrela, este possui uma incidência menor no Brasil.

Preocupado com a possibilidade da doença do carrapato em humanos? Iremos esclarecer essa dúvida comum. 

Embora seja verdade que a doença do carrapato não é transmitida diretamente para os humanos, é importante ter consciência de que esses pequenos parasitas podem sim nos afetar de outras maneiras preocupantes. 

Ao picar um ser humano, os carrapatos têm a capacidade de transmitir outras doenças sérias, como a febre maculosa. Essa condição, causada pelo carrapato-estrela, pode representar um risco para a saúde humana. 

No entanto, se você é um tutor e seu cão está enfrentando a doença do carrapato, não se preocupe. Uma informação tranquilizadora é que essa doença não é contagiosa. Isso significa que seu companheiro de quatro patas não será capaz de transmiti-la para você ou para outros pets da sua casa. Para que ocorra a transmissão entre cães é necessário que o carrapato se contamine ao picar um cão doente e depois transmita essa bactéria para um cão sadio.

Quais são os sintomas da doença do carrapato?

Os sintomas da doença são muito inespecíficos, podendo confundir com outras enfermidades infecciosas, como a cinomose ou a leishmaniose. Assim, é muito importante sempre consultar um médico veterinário para diferenciar esses quadros clínicos.

Alguns sintomas que podem ser identificados pelo tutor, que são:

  • Apatia;
  • Perda de peso;
  • Falta de apetite; 
  • Febre;
  • Mucosas esbranquiçadas;
  • Alterações nos olhos (como uma uveíte), dentre outros.

Apesar da alta incidência, essa enfermidade grave ainda é muito banalizada, por isso, é tão importante buscar ajuda do veterinário porque a doença do carrapato pode ser fatal! 

Mesmo que não exista uma vacina para combatê-la, é uma doença com tratamento e, muitas vezes, cura.

Fases subclínica, aguda e a crônica

Essa doença tem 3 fases bem marcadas: a subclínica, a aguda e a crônica.

Após infectado, o período de incubação (tempo entre o cão ter sido infectado até a manifestação dos primeiros sintomas), pode variar de 1 a 3 semanas. 

Os sintomas vão depender muito da reação do organismo de cada pet. Saiba o que ocorre em cada fase:

Fase subclínica

Pode durar de 6 a 10 semanas, e existem pets que ficam nessa fase por muito mais tempo que isso, podendo chegar até a sete anos. 

Nesta fase, não aparecem os sintomas ou são tão sutis que passam despercebidos, sendo identificada apenas por alterações no exame de sangue. 

Se o sistema imunológico do cachorro não conseguir combater a doença, ele passa para a fase crônica da doença.

Fase aguda

Nessa fase é provável que se encontre carrapatos pelo corpo do cão e o pet pode apresentar principalmente febre, perda de apetite, apatia (tristeza) e alguns até apresentam sangramento pelo nariz, vômitos, manchas vermelhas pelo corpo, diarreia. 

É muito comum os tutores acharem que o cão pode ter comido algo diferente e nocivo, pensando que logo esse mal-estar vai passar, mas a doença acaba evoluindo. 

Lembrando que o diagnóstico precoce é essencial para a recuperação do cachorro, e quanto mais a doença evolui, maiores são as chances de complicações e de uma resposta ruim ao tratamento.

Fase crônica

Os sintomas persistem e são mais facilmente percebidos, sendo mais graves e mais difíceis de reverter. O pet pode continuar apresentando sintomas como da fase aguda e outros mais graves, como:

  • Aumento de órgãos (baço e fígado);
  • Pequenas hemorragias;
  • Acometimento da medula, responsável pela produção de glóbulos vermelhos (causando anemia profunda) e glóbulos brancos (as células de defesa do organismo), ficando mais predispostos a infecções secundárias, como:
    • Pneumonias;
    • Infecções de pele;
    • Diarreias persistentes, piorando ainda mais o quadro do cãozinho.

Os sangramentos podem ocorrer em qualquer fase devido à diminuição das plaquetas, que são células responsáveis pela coagulação no sangue. 

Leia também: 

  • Dermatite em cachorro

Como é feito o diagnóstico da doença do carrapato?

Geralmente, a incidência da doença aumenta no verão, porque os carrapatos precisam de calor e umidade para a reprodução, então locais pouco arejados, com pouca luz, como frestas de paredes, canis, muros, chão de madeira e portas, são mais propícios para os carrapatos se esconderem e se multiplicarem. 

Já que carrapato precisa ficar pelo menos 4 horas picando em um mesmo local, a doença do carrapato raramente se desenvolve em gatos, já que eles têm hábitos de higiene mais frequentes.

Em humanos, se a pessoa picada também retirar o parasita imediatamente, também não será infectada.

O diagnóstico se dá pela junção dos sintomas e exames de sangue. O hemograma irá sugerir a doença quando for encontrado no exame a diminuição das plaquetas, podendo também apresentar diminuição dos glóbulos vermelhos (anemia) e queda dos glóbulos brancos (leucócitos, as células de defesa).

A definição do diagnóstico será somente feito por exames mais específicos, como testes rápidos (4DX), sorologias e/ou PCRs. 

Como tratar doença do carrapato? 

O tratamento deve sempre ser realizado com a orientação e acompanhamento de um médico veterinário de sua confiança, com a utilização da associação de medicamentos adequados para cada fase da doença. 

O médico veterinário após a conclusão do diagnóstico, irá receitar antibióticos, vitaminas para tratar a anemia e mais medicamentos que serão prescritos conforme os sintomas apresentados.

Na maioria das vezes, os cães apresentam melhora dos sintomas logo no início do tratamento. 

Vale ressaltar que é muito importante que o tratamento seja levado a sério até o fim, porque a melhora do pet não significa que ele esteja curado, e se o tratamento não for realizado corretamente, a doença pode voltar, com uma gravidade ainda maior, podendo ser irreversível em alguns casos.

Quanto tempo dura o tratamento da doença do carrapato?

O tratamento da doença do carrapato geralmente é um processo prolongado, com a prescrição de medicamentos pelo veterinário. 

A duração do tratamento costuma variar, levando em média de 3 a 4 semanas para cães em estágio agudo ou até 8 semanas para aqueles em fase crônica.

Como alimentar cachorro com doença do carrapato?

É uma doença que causa perda do apetite e também anemia, sendo importante ficar atento à alimentação no período de tratamento do seu pet.

Segue algumas dicas para a alimentação do seu cão nesse processo de cura:

  • Ofereça muita água;
  • Água de coco;
  • Vegetais e frutas (veja quais alimentos que cachorros não devem comer)
  • Fígado bovino (cozido e sem tempero)
  • Ração seca e ração úmida.

Leia também: 

  • Cachorro vomitando

Como podemos prevenir?

Apesar de ser uma doença grave e perigosa para o seu amigo, é possível prevenir. 

Existem produtos específicos para o controle dos carrapatos no ambiente ou para o próprio pet. Esses produtos podem ser orais, coleiras ou de passar na pele! 

Procure seu veterinário para saber qual a melhor opção para o seu pet. Além da proteção, podemos realizar sempre a inspeção após passeios, caminhadas ou brincadeiras em locais onde podem entrar em contato com o parasita, como em praças, chácaras, locais onde frequentam outros pets.

 Enquanto faz um carinho em seu pet, procure nas patinhas, entre os dedinhos e nas orelhas.

Conheça a Inova

A Inova nasceu com a missão de promover a saúde e bem-estar para nossos pacientes e transmitir segurança aos tutores. Oferece a mais elevada competência técnica do corpo clínico e corpo de apoio, com um atendimento de excelência e medicina humanizada aos pacientes e seus tutores.

Nossas unidades contam com profissionais especializados para atender as necessidades do seu pet, desde casos mais graves como a doença do carrapato, como uma consulta de rotina.

Seu pet apresentou algum sintoma ou sinal de que algo não está bem? Não importa a hora, procure o plantão Veterinário 24h da Inova Hospital Veterinário.

Nossas unidades estão localizadas:

  • Unidade Nogueira Padilha: Rua Cel. Nogueira Padilha, 1770, Vila Hortência – Sorocaba, SP.
  • Unidade Campolim: Av. Gisele Constantino, 1495, Pq. Campolim – Sorocaba, SP.

Conte sempre com a Inova para cuidar do seu amigo quando ele mais precisar. Agende uma consulta e venha nos visitar! 

Leia também:

A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

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