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Cinomose: sabia que essa doença traz riscos graves para o seu pet?

A cinomose é uma doença que traz riscos graves, além de ser altamente contagiosa entre os cães. Por isso, é importante estar por dentro do assunto para saber como cuidar do seu amiguinho e prevenir que essa doença o acometa. Entenda! Cinomose: o que é? Se você é tutor de um cãozinho, provavelmente já ouviu falar sobre a doença. Mas você sabe ao pé da letra o que é cinomose? Conhecida como cinomose canina, essa é uma doença causada pelo vírus da família Paramyxovirus, do gênero Morbilivírus. Esse problema não afeta outros animais domésticos, como os gatos e pássaros, mas é altamente contagioso entre os cães. No geral, é uma doença que costuma acometer pets filhotes que ainda não tomaram todas as vacinas. Porém, também pode acometer pets mais velhos que não recebem o reforço anual da vacina múltipla (V8 e V10). Cinomose: transmissão A transmissão da cinomose em cachorro ocorre pelo contato direto ou indireto com pets contaminados, por meio das vias aéreas ou em contato com objetos contaminados. Por isso, se você tiver mais de um amiguinho em casa, e algum deles estiver contaminado, é importante mantê-los isolados. Outro ponto importante é que esse vírus pode sobreviver até 3 meses no ambiente. Por isso, diante do diagnóstico da doença, é preciso redobrar a atenção com a higienização dos ambientes, com o uso de desinfetantes. Cinomose pega em humanos? Não, a cinomose não afeta os seres humanos. Porém, é preciso ter cuidado, já que um indivíduo pode ser sim um transmissor da doença (mesmo sem ser afetado por ele), ao ter contato com o vírus, como por exemplo em roupas e objetos. Então, se você teve contato com um pet doente, tenha muita atenção para não levar o vírus para dentro da sua casa e adoecer o seu amiguinho. Cinomose: sintomas Um cachorro com cinomose geralmente começa a apresentar sintomas rapidamente após o contato com a doença. Ou seja, é uma doença de evolução rápida. Os primeiros sintomas da cinomose são na parte respiratória, trazendo sinais como: Cachorro com febre; Tosse; Dificuldade em respirar, dentre outros. Posteriormente, o sistema gastrointestinal é atingido: vômitos, diarreia, dor abdominal e falta de apetite são sinais mais sérios da doença. Cinomose: fase terminal As fases neurológicas e cutâneas já são casos avançados, em que o pet pode apresentar convulsões, paralisias, hábito de andar em círculos, presença de bolinhas com pus na pele (semelhante a alguns tipos de dermatite em cachorro), dentre outros sintomas. Não há como saber quanto tempo dura a fase neurológica da cinomose, mas nesse estágio, infelizmente, há pouca chance de sobrevivência. E, quando acontece, é certo que o pet fique com algumas sequelas. Diante de qualquer sintoma, é necessário levar o pet a uma consulta com um veterinário o mais rápido possível, já que essa doença costuma ser fatal para muitos cães, por isso é necessário fazer o diagnóstico correto, com o auxílio de exames e iniciar o tratamento indicado o quanto antes. E apesar de também existirem casos de cães que não chegam a apresentar sintomas de cinomose, não deixa de ser perigoso, já que ele pode ter contato com outros pets e transmitir a doença. Por isso, visitas rotineiras ao veterinário são recomendadas para não colocar em risco nenhum amiguinho. Cinomose: tratamento A maior dúvida dos tutores após o diagnóstico é se a cinomose tem cura. Infelizmente, não existe nenhum remédio para cinomose para combater especificamente esse vírus. Por isso, o percentual de cura da doença costuma ser baixo, principalmente nos casos em que o sistema neurológico já foi afetado. A utilização de remédio caseiro para cinomose também não é recomendada, podendo agravar ainda mais o quadro do seu amiguinho. O que costuma ser tratado são os sintomas e infecções que essa doença traz, com o uso de medicamentos indicados pelo veterinário. Por isso, não há como prever quanto tempo para recuperação da cinomose, já que isso dependerá do sistema imunológico de cada pet, além da fase em que a doença se encontra. Ovo cru cura cinomose? Um mito muito comum é de que o ovo cru cura a cinomose, mas saiba que isso não é verdade! Já comentamos que a doença é causada por um vírus, logo o ovo não tem o poder de curar o problema. É necessário, portanto, procurar atendimento veterinário para curar os sintomas primários e secundários. Cinomose: prevenção é o melhor caminho sempre Apesar de não ter tratamento específico para a doença, é possível preveni-la. E olha, é algo que sempre falamos por aqui, hein: seguir o calendário de imunização corretamente! A vacina para cinomose faz parte do pacote de vacinas Puppy, V8 e V10. Em filhotes, estima-se três a quatro doses da vacina dependendo da idade do paciente ao iniciar o protocolo. Antes de 10 semanas de vida iniciamos o protocolo com Puppy, seguida de 3 doses de V10 com intervalo de 21 dias. Após 10 semanas de vida realizamos 3 doses de V10 com intervalo de 21 dias. Antes do término da vacinação, não são recomendados passeios com o pet em locais com possibilidade de exposição ao vírus (presença de pets não vacinados), como parques, pet shop, pet garden, etc. Após isso, deve ocorrer o reforço anual da vacina, para que o pet continue prevenido. A vacinação é um ato de amor e cuidado, portanto, fique atento e confira se o calendário de imunização do seu amiguinho está atualizado. Precisando de ajuda, conte com a Inova!

A cinomose é uma doença que traz riscos graves, além de ser altamente contagiosa entre os cães. Existem 5 fases da cinomose, por isso é importante estar por dentro do assunto para saber como cuidar do seu amiguinho e prevenir que essa doença o acometa.

Entenda!

Cinomose: o que é?

Se você é tutor de um cãozinho, provavelmente já ouviu falar sobre a doença.

Mas você sabe ao pé da letra o que é cinomose ou o que é cinomose em cachorro?

Causada pelo vírus da família Paramyxovirus, do gênero Morbilivírus, essa doença também é conhecida como cinomose canina. 

Ela não acomete outros pets, como gatos e pássaros, mas é altamente contagiosa entre os cães, principalmente em pets filhotes que ainda não tomaram todas as vacinas necessárias. Mas também pode aparecer em cães mais velhos que não recebem o reforço anual da vacina múltipla (V8 e V10). 

Conhecida como cinomose canina, essa é uma doença causada pelo vírus da família Paramyxovirus, do gênero Morbilivírus.  Esse problema não afeta outros animais domésticos, como os gatos e pássaros, mas é altamente contagioso entre os cães.  No geral, é uma doença que costuma acometer pets filhotes que ainda não tomaram todas as vacinas. Porém, também pode acometer pets mais velhos que não recebem o reforço anual da vacina múltipla (V8 e V10).

Cinomose: Transmissão

A transmissão da cinomose em cachorros ocorre pelo contato direto ou indireto com animais contaminados, por meio das vias aéreas ou em contato com objetos contaminados. Caso você tenha mais de um amiguinho em casa, e um deles estiver contaminado, mantenha-os separados para evitar a transmissão. 

O vírus pode sobreviver por até 3 meses no ambiente. Por isso, após o diagnóstico, é preciso redobrar a atenção com a higienização dos ambientes,fazendo uso de desinfetantes apropriados para a desinfecção. 

Cinomose pega em humanos?

Quanto a isso você pode ficar tranquilo, a cinomose não é transmissível para seres humanos. Mas é preciso ter cuidado, pois o humano pode ser um transmissor da doença (mesmo sem ser afetado por ela), ao ter contato com o vírus, como por exemplo em roupas e objetos. 

Se você teve contato com um pet doente, tenha muita atenção para não levar o vírus para dentro de casa e adoecer seu amiguinho. 

Cinomose: Sintomas

Um cachorro com cinomose geralmente começa a apresentar sintomas rapidamente após o contato com o vírus. Ou seja, é uma doença de evolução rápida.

Os primeiros sinais de cinomose são na parte respiratória, trazendo sinais como:

Posteriormente, o sistema gastrointestinal é atingido: vômitos, diarreia, dor abdominal e falta de apetite são sinais mais sérios da doença. 

As 5 fases da Cinomose 

A Cinomose se apresenta em fases. Cada uma delas possui sintomas diferentes, por isso é importante ficar atento para poder ajudar seu amiguinho da melhor forma e o mais rápido possível. Não existe uma regra cronológica, as fases podem se apresentar sequencialmente ou todas juntas. 

Fase Oftálmica

É quando começam a surgir secreções nos olhos e conjuntivite severa. 

Fase Respiratória

Eles apresentam secreção nasal, tosse e pneumonia.

Fase Tegumentar

É uma das fases mais evidentes. O pet apresenta pústulas abdominais e hiperqueratose dos coxins plantares (pele das patas ressecadas e descamadas).

Fase Digestiva

Apresenta vômitos e diarréias. 

Fase Neurológica

Apresenta tremores musculares, incoordenação motora, dificuldade de locomoção e convulsões. 

Estágio terminal 

As fases neurológicas e cutâneas já são casos avançados, em que o pet pode apresentar convulsões, paralisias, hábito de andar em círculos, presença de bolinhas com pus na pele (semelhante a alguns tipos de dermatite em cachorro), dentre outros sintomas.

Não há como saber quanto tempo dura a fase neurológica da cinomose, mas nesse estágio, infelizmente, há pouca chance de sobrevivência. E, quando acontece, é certo que o pet fique com algumas sequelas. 

Diante de qualquer sintoma, é necessário levar o pet a uma consulta com um veterinário o mais rápido possível, já que essa doença costuma ser fatal para muitos cães, por isso é necessário fazer o diagnóstico correto, com o auxílio de exames e iniciar o tratamento indicado o quanto antes.

E apesar de também existirem casos de cães que não chegam a apresentar sintomas de cinomose, não deixa de ser perigoso, já que ele pode ter contato com outros pets e transmitir a doença.

Por isso, visitas rotineiras ao veterinário são recomendadas para não colocar em risco nenhum amiguinho.

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Cinomose: tratamento

A maior dúvida dos tutores após o diagnóstico é se a cinomose tem cura e como tratar cinomose

Infelizmente, não existe nenhum remédio para a cinomose que combata especificamente esse vírus. Por isso, o percentual de cura da doença costuma ser baixo, principalmente nos casos em que o sistema neurológico já foi afetado.

A utilização de remédio caseiro para cinomose também não é recomendada, podendo agravar ainda mais o quadro do seu amiguinho. É fundamental melhorar sua imunidade com boa alimentação e hidratação. 

O que costuma ser tratado são os sintomas e infecções secundárias que essa doença pode trazer, com o uso de medicamentos indicados pelo veterinário. Pensando no tratamento suporte do pet é necessário manter a hidratação (pode ser necessário realizar soro na veia), manter a alimentação (em alguns casos é indicada a passagem de sonda de alimentação para garantir a nutrição), medicações para vômito, para febre, para conjuntivite entre outros, dependendo dos sinais clínicos que o cãozinho estiver apresentando. 

Quanto tempo dura a cinomose no cão?

Como não há um tratamento específico para essa doença, não há como prever quanto tempo para recuperação da cinomose, já que isso depende do sistema imunológico de cada pet e da fase em que a doença se encontra. 

Ovo cru cura cinomose?

Um mito muito comum é de que o ovo cru cura a cinomose, mas saiba que isso não é verdade!

Já comentamos que a doença é causada por um vírus, logo o ovo não tem o poder de curar o problema. É necessário, portanto, procurar atendimento veterinário para curar os sintomas primários e secundários.

CINOMOSE: PREVENÇÃO É O MELHOR CAMINHO SEMPRE

Apesar de não ter tratamento específico para a doença, é possível preveni-la. 

E olha, é algo que sempre falamos por aqui, hein: seguir o calendário de imunização corretamente!

A vacina para cinomose faz parte do pacote de vacinas Puppy, V8 e V10. 

Em filhotes, estima-se três a quatro doses da vacina dependendo da idade do paciente ao iniciar o protocolo. Antes de 10 semanas de vida iniciamos o protocolo com Puppy, seguida de 3 doses de V10 com intervalo de 21 dias. 

Após 10 semanas de vida realizamos 3 doses de V10 com intervalo de 21 dias.  Antes do término da vacinação, não são recomendados passeios com o pet em locais com possibilidade de exposição ao vírus (presença de pets não vacinados), como parques, pet shop, pet garden, etc.

Após isso, deve ocorrer o reforço anual da vacina, para que o pet continue prevenido.

A vacinação é um ato de amor e cuidado, portanto, fique atento e confira se o calendário de imunização do seu amiguinho está atualizado.

Precisando de ajuda, conte com a Inova!

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