fbpx Ir para o conteúdo
  • (15) 3333-2300
  • (15) 3333-2300

Hospital Veterinário 24h

Resultados de Exames
  • A Inova
  • Vets
  • Hemocentro
  • Serviços
  • Especialidades
  • Blog
  • Depoimentos
  • Contato
Menu
  • A Inova
  • Vets
  • Hemocentro
  • Serviços
  • Especialidades
  • Blog
  • Depoimentos
  • Contato
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Malassezia canina: o que é, sintomas e como tratar?

  • outubro 25, 2024
  • 10:00
Cachorro lambendo ferida.

A malassezia canina é uma infecção que pode se desenvolver na pele dos cachorros, e o acúmulo de umidade pode favorecer essa infecção.

Os sintomas podem ser muito desconfortáveis para o pet, por isso, você deve levá-lo ao veterinário assim que perceber os sinais.

Felizmente, a malassezia canina tem cura e o tratamento pode ser realizado em casa, e quanto antes diagnosticada e tratada maiores as chances do tratamento ser mais rápido e com menos complicações..

Apesar de não ser uma doença grave, o ideal é prevenir que seu pet desenvolva a infecção, para não prejudicar sua saúde e seu bem-estar.

Entenda melhor neste artigo o que é a doença, como tratá-la e preveni-la.

O que é malassezia canina?

É um tipo de infecção causada por um fungo que acomete a pele dos cães. A espécie mais comum é a malassezia pachydermatis.

Naturalmente, esse micro-organismo pode ser encontrado na microbiota na pele dos pets. 

Contudo, quando o ecossistema cutâneo está em desequilíbrio, o fungo pode se proliferar em níveis desproporcionais e levar a infecções e desconfortos.

Esse fungo tem preferência por regiões mais úmidas. Por isso, a malassezia canina pode atingir os ouvidos e as dobras da pele.

Quais são os sintomas da malassezia canina?

Queda de pelo em cachorro: sinais de que algo está fora do normal Queda de pelo localizada: o cachorro pode ter sido infectado por algum parasita; Pelos secos ou sem brilho; Coceiras excessivas e descamações; Cachorro com feridas e queda de pelo.

Os sinais clínicos da malassezia canina incluem:

  • Coceira intensa;
  • Vermelhidão na pele;
  • Odor forte;
  • Presença de crostas e escamas.

Em casos de graves infecções, o cachorro ainda pode ter perda de pelo, por causa da inflamação e o ato de coçar a pele, que também pode provocar lesões cutâneas.

Além disso, se a infecção não for tratada, o fungo pode provocar infecções secundárias, que podem ser mais complicadas e de difícil tratamento.

Apesar de afetar a saúde dos cães, a malassezia canina não tem o potencial de levar cães ao óbito, desde que o tutor procure um médico veterinário de confiança para tratar a doença.

A malassezia canina é contagiosa para humanos ou pets?

Apesar de haver casos de transmissão, é muito raro o contágio da doença entre cães ou entre outras espécies ou até mesmo humanos.

Geralmente, o contágio ocorre por causa de fatores que favorecem a proliferação do fungo. Entre eles, podemos citar:

  • Alergias;
  • Umidade excessiva;
  • Doenças de pele preexistentes;
  • Problemas imunológicos. 
Viagem internacional com o pet: saiba tudo sobre o assunto Quero baixar

A malassezia canina tem cura? Como é feito o diagnóstico?

Felizmente, sim, a doença é curável. Então, o primeiro passo para realizar o tratamento é diagnosticar a malassezia canina, para confirmar a infecção e descartar qualquer outra possibilidade.

Os sintomas da doença podem ser confundidos, por exemplo, com a piodermite canina, que é causada por uma bactéria.

O diagnóstico é realizado por uma avaliação clínica e por exames laboratoriais, que coletam amostras da pele do cachorro para analisar as células e os organismos ali presentes.

A malassezia canina tem tratamento?

O tratamento inclui o uso de produtos tópicos como shampoos antifúngicos para malassezia canina, entre outras possibilidades. Também existem remédios orais, de acordo com a indicação do veterinário.

Em alguns casos, é necessário alterar a dieta do pet, principalmente se houver predisposição a alergias ou intolerâncias alimentares.

A mudança para uma dieta mais específica pode ajudar a reduzir a inflamação na pele. 

Como prevenir a malassezia canina?

Apesar de não ser uma doença grave, o ideal é garantir que seu pet não desenvolva a infecção. Assim sendo, a prevenção é a melhor forma de cuidar da saúde e do bem-estar do seu cãozinho.

O primeiro cuidado com seu pet é com a higiene. Você deve dar banhos regulares e utilizar produtos adequados para sua pele, principalmente se tiver alergias.

Depois do banho, é essencial secar todo seu pelo, para evitar que a umidade contribua para o proliferamento de bactérias e fungos.

Você também deve ter um cuidado maior ao secar o ouvido do seu cachorro e as partes com dobras de pele, para não deixar nenhuma área úmida.

Além dos cuidados com seu pet, você deve garantir que seu ambiente de convívio esteja livre de micro-organismos.

Assim, deve-se higienizar frequentemente os ambientes, os brinquedos, as caminhas e mantinhas e utensílios, como comedouros e bebedouros.

Por fim, é necessário evitar o uso excessivo de produtos que possam irritar a pele do cachorro. 

E se ele já tiver uma predisposição a alergias, você deve utilizar produtos específicos, recomendados por um médico veterinário de confiança.

Higiene do pet Guia completo Baixe grátis

Inova Veterinária

Para cuidar da saúde do seu pet, traga-o para a Inova Hospital Veterinário 24h.

Nós contamos com uma equipe de veterinários de diferentes especialidades para cuidar do seu companheiro de forma integral.

Nossas instalações são modernas e contam com equipamentos de última geração.

Além de atender consultas e check-ups em nossas clínicas, também atendemos emergências em nosso hospital.

Conheça nossas unidades em Sorocaba:

Unidade Nogueira Padilha: Hospital 24h e Clínica de Especialidades

Rua Cel. Nogueira Padilha, 1770, Vila Hortência – Sorocaba, SP.

Unidade Campolim: Clínica de Vacinas e Especialidades

Av. Gisele Constantino, 1495, Pq. Campolim – Sorocaba, SP.

Preencha o formulário e agende uma consulta!     

Leia também:

A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

Esporotricose felina: sabe o que é e como tratar?

3 de fevereiro de 2026
Leia mais »
Lhasa Apso adulto de pelagem dourada e branca bem cuidada em ambiente doméstico, ideal para famílias e apartamentos.

Lhasa apso: guia de cuidados essenciais para seu pet viver mais e melhor

23 de janeiro de 2026
Leia mais »
Cão da raça Lulu da Pomerânia, pequeno e peludo, caminhando em uma trilha ao ar livre em um ambiente arborizado

Lulu da Pomerânia: miniguia sobre essa raça

19 de janeiro de 2026
Leia mais »
A imagem mostra um cão Labrador Retriever de pelagem clara, que está deitado em um tapete com a cabeça apoiada na pata. O foco está no seu olhar suave e direto, que transmite uma expressão de repouso ou melancolia.

Parvovirose: entenda o que é, como evitar e tratar

16 de janeiro de 2026
Leia mais »

Atendimento

Consultas agendadas:
Clínica de Especialidades – Unidade Nogueira Padilha
Segunda a Sexta-feira: das 08 às 21h
Sábados das 08h às 18h

 

Clínica de Vacinas e Especialidades – Unidade Campolim

Segunda a Sexta-feira: das 09h às 20h
Sábados das 09h às 13h

Hospital para Pronto Atendimento e Emergências:

Todos os dias – 24h

Atendimento por ordem de chegada

Endereços

Hospital 24h e Clínica de Especialidades:

Avenida Nogueira Padilha,
1770  Vila Hortência – Sorocaba/SP

Fone: (15) 3333-2300

Clínica – Unidade Campolim:

Avenida Gisele Constantino, 1495
Parque Campolim – Sorocaba/SP 
Fone: (15) 3333-2300

Facebook

Inova Hospital Veterinário 2020.
Todos os direitos Reservados

24h

Hospital Veterinário

Facebook Instagram Youtube