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Mordida de cachorro: o que fazer na hora e quando procurar um veterinário

  • outubro 7, 2025
  • 08:00
Cão mordendo a mão de um homem ao ar livre.

Uma mordida de cachorro pode ser assustadora, seja em humanos ou em outros pets, e saber como agir rapidamente é essencial para garantir a segurança e a saúde de todos. 

Neste artigo, saiba como identificar sinais de uma mordida de cachorro infectada e dicas para evitar que seu companheiro morda.

Por que os cachorros mordem?

A mordida de cachorro pode ocorrer por diversos motivos, incluindo:

  • Medo ou ameaça: o cão pode morder ao se sentir acuado ou assustado;
  • Dor: lesões ou desconforto, como problemas articulares, podem levar a reações defensivas;
  • Proteção: o cãozinho pode querer defender seu território, alimento ou tutor;
  • Falta de socialização: pouco contato com pessoas ou outros animais pode gerar insegurança;
  • Estresse ou ansiedade: mudanças na rotina, ambientes novos ou ausência do tutor podem desencadear comportamentos reativos.

Reconhecer esses sinais ajuda a prevenir situações de risco e a entender que nem todo cãozinho que morde é agressivo. 

Avaliar o contexto com a ajuda de um veterinário especializado em comportamento animal é fundamental.

Mordida de brincadeira x mordida agressiva: como identificar?

As mordidas de cachorro podem ser de brincadeira ou agressivas, e a diferença está na intenção e na linguagem corporal:

  • Mordidas de brincadeira: são leves, sem pressão forte, acompanhadas de rabinho abanando, postura relaxada e comportamento amigável.
  • Mordidas agressivas: envolvem rosnados, postura tensa, olhar fixo, pelos eriçados e pressão nos dentes, podendo causar lesões.

Se o seu cãozinho morde frequentemente, mesmo em brincadeiras, procure orientação para entender o comportamento e evitar acidentes.

Mordida de cachorro: o que fazer?

Se ocorrer uma mordida de cachorro, seja em humanos ou em outro pet, siga estes passos imediatamente:

Fui mordido por um cachorro, o que fazer?

Atenção! Mesmo feridas que não sangram podem estar contaminadas. Nunca ignore uma mordida de cachorro, pois bactérias podem causar infecções graves.

Quando procurar um veterinário após uma mordida de cachorro?

Mesmo uma mordida de cachorro superficial pode levar a complicações, como infecções, abscessos ou necrose, especialmente em áreas sensíveis como pescoço ou barriga, onde estão órgãos vitais e vasos sanguíneos. 

Para um pet mordido, os exames recomendados incluem verificar se o cão está com a vacina antirrábica e outras doses em dia e o exame físico completo, identificando lesões internas e externas.

Também é preciso fazer o hemograma, para detectar sinais de infecção ou anemia, além de exames de imagem, como raio-X ou ultrassom, em casos de mordidas profundas.

Na Inova Hospital Veterinário 24h, os veterinários especializados em clínica geral realizam uma avaliação completa para garantir a recuperação do seu amigo de quatro patas.

Quais são os riscos de uma mordida de cachorro?

Uma mordida de cachorro pode transmitir doenças como raiva, que é rara em cães vacinados, mas grave e potencialmente fatal.

Além de leptospirose, transmitida por bactérias presentes na saliva, tétano ou infecções bacterianas, como Pasteurella, que podem evoluir para septicemia.

As mordidas de cachorro vacinado apresentam menor risco de transmitir doenças como raiva, mas ainda podem causar infecções devido a bactérias bucais. 

Enquanto as mordidas de cachorro não vacinado exigem atenção redobrada, especialmente para humanos, que devem buscar um médico imediatamente para avaliar a necessidade de vacina para mordida de cachorro, como a antirrábica.

Leia mais:

  • Sintomas de raiva nos pets

Como fazer o cachorro parar de morder?

Para fazer o cachorro parar de morder, especialmente filhotes, é importante: 

  • Redirecionar a mordida: ofereça brinquedos como mordedores ou bolinhas para substituir mãos ou objetos.
  • Evite brincadeiras agressivas: não estimule o cão a morder mãos ou pés durante brincadeiras.
  • Interrompa comportamentos indesejados: pare a brincadeira e diga “não” com firmeza se a mordida for forte.
  • Reforce comportamentos positivos: use recompensas, como petiscos, para ensinar comandos como “solta” ou “calma”.
  • Socialização: exponha o cãozinho a pessoas e outros pets de forma gradual, especialmente entre 2 e 4 meses.

Para casos persistentes, consulte um veterinário especializado em comportamento animal ou um adestrador profissional. 

Técnicas de adestramento positivo e socialização podem reduzir significativamente o comportamento de morder.

Leia mais:

  • Vacina para cachorro

Como prevenir mordidas de cachorro?

Prevenir uma mordida de cachorro é essencial, especialmente em ambientes com crianças. Por isso, nunca deixe crianças e cães sem supervisão. 

Ensine-as a respeitar o espaço do cão, evitando incomodá-lo enquanto come, dorme ou está doente. Assim como, desde filhote é importante que o seu companheiro seja exposto a diferentes pessoas, pets e ambientes.

Além da socialização, também é preciso ensinar comandos básicos como “senta” e “fica” para maior controle.

Para cães com histórico de mordida, utilize focinheira em situações de risco, como passeios ou consultas veterinárias. Introduza-a gradualmente para evitar desconforto.

Também é crucial ficar atento a sinais de estresse, como corpo enrijecido, rosnados, pelos eriçados, olhar fixo ou salivação, que podem indicar que o cão está prestes a morder.

O que é bom para mordida de cachorro?

Não use remédio caseiro para mordida de cachorro ou pomada para mordida de cachorro sem orientação profissional, pois isso pode mascarar sintomas ou agravar infecções. 

Após lavar a ferida com água e sabão, procure um médico (para humanos) ou um veterinário especializado (para pets). 

Em casos de mordida de cachorro infeccionada, sinais como vermelhidão, inchaço, pus ou febre exigem atenção imediata. Cuidados veterinários incluem:

  • Limpeza profunda da ferida.
  • Remoção de tecidos mortos, se necessário.
  • Uso de antibióticos, quando indicado por um profissional.
  • Curativos estéreis para prevenir abscessos ou necrose.

Cuide do seu companheiro com a Inova

Na Inova Hospital Veterinário 24h, estamos prontos para cuidar do seu amigo de quatro patas com dedicação, oferecendo atendimento humanizado e especializado.

Nossa equipe de veterinários especializados em clínica geral e comportamento animal está preparada para avaliar e tratar casos de mordida de cachorro, garantindo a recuperação do seu cãozinho. 

Contamos com ambulatório central, diagnóstico por imagem e parceria com a Prime Diagnóstico Veterinário para exames como raio-X, ultrassom e tomografia.

Se o seu cãozinho sofreu uma mordida de cachorro ou apresenta comportamento de morder, procure nosso plantão veterinário 24h na Inova Hospital Veterinário.

Estamos aqui para garantir a saúde e a felicidade do seu melhor amigo!

Agende sua consulta em uma de nossas unidades:

  • Unidade Nogueira Padilha: Hospital 24h e Clínica de Especialidades 

Rua Cel. Nogueira Padilha, 1770, Vila Hortência – Sorocaba, SP

  • Unidade Campolim: Clínica de Vacinas e Especialidades 

Av. Gisele Constantino, 1495, Pq. Campolim – Sorocaba, SP

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A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

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