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Dipirona para gatos: quando é indicada?

  • dezembro 11, 2020
  • 09:00
A dipirona é um remédio que foi sintetizado pela primeira vez na Alemanha, em meados de 1920, e começou a ser comercializada no Brasil em 1922, sendo composta por uma substância chamada de metamizol, que é um ácido enólico de fraca ação anti inflamatória, e de ação analgésica sendo um dos principais motivos dos quais se é indicada a dipirona para gatos. Leia e entenda quando você pode dar dipirona para gatos! Afinal, gato pode tomar dipirona? A dipirona é um medicamento de uso comum para humanos, porém muitas dúvidas surgem quando a pergunta é “posso dar dipirona para gatos?” Sim, dipirona pode ser dada para gatos! Porém, é preciso ter cuidado: a dipirona é um composto fenólico e os gatos apresentam uma certa limitação para metabolizar essa substância. Em doses erradas, pode levar à intoxicação do pet. Qual a dose de dipirona para gatos? Sabendo da limitação dos felinos quanto ao uso da dipirona, a orientação é utilizar o medicamento com cautela, em doses e frequências prescritas por um médico veterinário. Para saber quantas gotas de dipirona dar para seu gato é necessário fazer um cálculo a partir do peso e tamanho do seu pet. Ou seja: cada caso deve ser avaliado de maneira individual, com acompanhamento e orientação de um especialista. Dipirona para gatos: é necessário descobrir a fonte da dor A dipirona é um remédio para alívio de dor nos gatos, porém ela não trata a doença em si. É necessário encontrar a origem dessa dor, que pode ser desde um resfriado até mesmo um problema de saúde mais sério. O diagnóstico deve ser feito por um especialista, que saberá a melhor forma de prosseguir com o tratamento da doença. Substâncias proibidas para gatos: conheça algumas Apesar do uso da dipirona para gatos ser permitido, outras substâncias podem ser letais para os felinos. Confira algumas: Paracetamol; Diclofenaco; Piretrinas e piretróides (inseticidas vendidos para o tratamento de infestações de pulgas e carrapatos em cães); Fenazopiridina - PYRIDIUM/UROVIT; Lírio (planta); Azul de metileno - SEPURIN. Seu gatinho está apresentado algum sinal de dor? Entre em contato com a gente!

A dipirona é um remédio que foi sintetizado pela primeira vez na Alemanha, em meados de 1920, e começou a ser comercializada no Brasil em 1922, sendo composta por uma substância chamada de metamizol, que é um ácido enólico de fraca ação anti inflamatória, e de ação analgésica sendo um dos principais motivos dos quais se é indicada a dipirona para gatos.

Leia e entenda quando você pode dar dipirona para gatos!

Afinal, gato pode tomar dipirona?

A dipirona é um medicamento de uso comum para humanos, porém muitas dúvidas surgem quando a pergunta é “posso dar dipirona para gatos?”

Sim, dipirona pode ser dada para gatos! Porém, é preciso ter cuidado: a dipirona é um composto fenólico e os gatos apresentam uma certa limitação para metabolizar essa substância. Em doses erradas, pode levar à intoxicação do pet. 

Qual a dose de dipirona para gatos?

Sabendo da limitação dos felinos quanto ao uso da dipirona, a orientação é utilizar o medicamento com cautela, em doses e frequências prescritas por um médico veterinário. 

Para saber quantas gotas de dipirona dar para seu gato é necessário fazer um cálculo a partir do peso e tamanho do seu pet. Ou seja: cada caso deve ser avaliado de maneira individual, com acompanhamento e orientação de um especialista. 

Dipirona para gatos: é necessário descobrir a fonte da dor

A dipirona é um remédio para alívio de dor nos gatos, porém ela não trata a doença em si. É necessário encontrar a origem dessa dor, que pode ser desde um resfriado até mesmo um problema de saúde mais sério. O diagnóstico deve ser feito por um especialista, que saberá a melhor forma de prosseguir com o tratamento da doença.

Substâncias proibidas para gatos: conheça algumas

Apesar do uso da dipirona para gatos ser permitido, outras substâncias podem ser letais para os felinos. Confira algumas:

Apesar do uso da dipirona para gatos ser permitido, outras substâncias podem ser letais para os felinos. Confira algumas:
Paracetamol;
Diclofenaco;
Piretrinas e piretróides (inseticidas vendidos para o tratamento de infestações de pulgas e carrapatos em cães);
Fenazopiridina - PYRIDIUM/UROVIT; 
Lírio (planta);
Azul de metileno - SEPURIN.

Seu gatinho está apresentado algum sinal de dor? Entre em contato com a gente!

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A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

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