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Olho de cereja em cachorro: saiba o que é e como tratar

  • junho 13, 2023
  • 09:11
Cachorro em cima de mesa em consulta veterinária

Todos nós sabemos que os olhos dos nossos cães são muito delicados e podem sofrer com problemas repentinos. É o caso do olho de cereja em cachorro. Essa é uma condição na qual ocorre o prolapso da glândula da terceira pálpebra.

É muito comum, mas é importante ressaltar que existem raças mais propensas. Neste conteúdo, vamos te contar tudo sobre essa condição, sintomas, causas e como tratar. 

Continue lendo para entender mais sobre esse tema!

O que é olho de cereja em cachorro?

A terceira pálpebra serve para proteção dos olhos e fica no canto medial, nela encontramos a glândula da terceira pálpebra. Essa é a responsável pela produção das lágrimas, importantes para a lubrificação natural dos olhos do cãozinho. 

O deslocamento dessa glândula ocorre porque há uma inflamação que a faz aumentar de tamanho e sair do olho do pet. 

Quando projetada para o lado externo, fica uma bolinha vermelha no canto medial dos olhos, com aparência de uma cereja, por isso o nome “olho de cereja”

Os tutores podem ter dúvidas se o olho de cereja em cachorro é contagioso? Não é. Essa condição não apresenta riscos para humanos e nem para outros animais.

O que causa olho de cereja em cachorro?

Geralmente, o prolapso da glândula da terceira pálpebra ocorre devido a uma fraqueza ou dano no tecido conjuntivo, sendo a estrutura que mantém a glândula no local.

Existem alguns fatores que podem contribuir para o olho de cereja ocorrer:

  • Fator genético: existem algumas raças que são mais propensas a ter olho de cereja, como buldogue, beagle, cocker spaniel, shih tzu, shar-pei, lhasa apso, pug, basset, rottweiler, são bernardo e boxer;
  • Anomalias congênitas: alguns cães já nascem com anomalias no tecido conjuntivo, isso faz com que tenha probabilidade de desenvolver o olho de cereja.
  • Infecções: as infecções oculares graves ou crônicas podem enfraquecer o  tecido conjuntivo e causar a doença;
  • Traumas: caso ocorra algum tipo de trauma ocular ou traumatismo facial pode ocorrer o deslocamento do tecido e, consequentemente, o prolapso da glândula.

Quais são os sintomas?

Os sintomas que podemos observar são:

  • Massa vermelha no canto inferior dos olhos, pode ocorrer nos dois olhos ou somente em um. Não costuma doer, mas causa incômodo; 
  • Olhos vermelhos e com irritação;
  • Olhos lacrimejantes ou com secreção;
  • Sensibilidade à luz;
  • Coceira.

Muitas vezes, também é possível observar os olhos ressecados. Ao menor sinal diferente nos olhos do seu amigo, leve-o imediatamente a uma consulta com o médico veterinário oftalmologista.

Leia também:

  • Oftalmologia em cachorro

Como é feito o diagnóstico?

Um simples exame físico permite que o veterinário faça o diagnóstico, basta olhar e observar as características.

É uma alteração significativa que se percebe só de olhar, porque a massa vermelha que se forma é de fácil identificação.

Como tratar olho de cereja em cachorro?  

Após ser identificado o olho de cereja pelo veterinário, praticamente em todos os casos, o tratamento é uma intervenção cirúrgica. 

Antes da cirurgia, é possível que o veterinário faça a prescrição de um remédio para olho de cereja em cachorro. Pode ser uma pomada ou colírio, para alívio dos sintomas e dar mais conforto ao pet.

Para realizar a cirurgia, será solicitado exames pré-operatórios, para avaliar o estado clínico do paciente. No dia da cirurgia, é recomendado um jejum de 6 a 8 horas de alimentos e 2 horas de jejum de água.

Cirurgia para olho de cereja em cachorro

Existem duas principais técnicas para se realizar a cirurgia, a primeira seria a ancoragem, na qual o cirurgião irá fixar a glândula em uma estrutura próxima ao globo ocular, promovendo o tracionamento da bolinha do olho, até que haja um reposicionamento.

Na segunda técnica, o cirurgião faz um corte no tecido próximo à glândula lacrimal fazendo com que o tecido cubra a glândula e a reposicione no lugar.

Com a devida avaliação do médico veterinário oftalmologista, ele decidirá qual a melhor técnica para realizar o procedimento.

Cuidados no pós-operatório

Para um pós-operatório, o veterinário irá prescrever um colírio para cachorro com olho de cereja, à base de antibióticos e anti-inflamatórios. O tempo de uso será conforme orientação do médico veterinário.

Será de extrema importância o uso do colar elizabetano, para evitar traumas na região operada.

O processo de cicatrização geralmente dura em torno de duas semanas, porém, deve-se seguir as recomendações do veterinário, retornando quando solicitado para outra avaliação.

Veja também:

  • Conjuntivite em cachorro 
Infográfico sobre doenças oculares.

Conheça a Inova

A Inova nasceu com a missão de promover a saúde e bem-estar para nossos pacientes e transmitir segurança aos tutores. Oferece a mais elevada competência técnica do corpo clínico e corpo de apoio, com um atendimento de excelência e medicina humanizada aos pacientes e seus tutores.

A Inova conta com profissionais especializados em oftalmologia para atender as necessidades do seu pet, desde casos mais graves como glaucoma e catarata, como uma consulta de rotina.

Seu pet apresentou algum sintoma ou sinal de que algo não está bem? Não importa a hora, procure o plantão veterinário 24h da Inova Hospital Veterinário.

Nossas unidades estão localizadas:

  • Unidade Nogueira Padilha: Rua Cel. Nogueira Padilha, 1770, Vila Hortência – Sorocaba, SP.
  • Unidade Campolim: Av. Gisele Constantino, 1495, Pq. Campolim – Sorocaba, SP.

Conte sempre com a Inova para cuidar do seu amigo quando ele mais precisar. Agende uma consulta e venha nos visitar!   

Leia também:

A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

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