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Tabela de vermifugação de filhotes: guia completo

  • julho 31, 2024
  • 10:00
Filhotes de gato e cachorro juntos.

Para que o novo integrante da família fique protegido contra diversas doenças, é necessário seguir tabela de vermifugação de filhotes. 

Os vermes podem causar diversos problemas de saúde, como diarreia, vômitos, perda de peso, anemia, entre outros. 

Alguns tipos de vermes podem ser transmitidos de animais para humanos, especialmente crianças, mas existem várias formas de transmissão, que variam de acordo com a espécie e do ciclo de vida do parasita. 

E seguir a tabela de vermifugação para filhotes evita que sejam contaminados e sofram com as consequências das infecções parasitárias.

Acompanhe este texto para saber como proteger seu pet contra as verminoses.

Tabela de vermífugo para filhotes

Os gatos devem iniciar o protocolo de vermifugação entre 30 e 45 dias de vida. A dosagem varia de acordo com o vermífugo e o peso do filhote.

Cachorros, por sua vez, devem receber a 1ª dose logo nos primeiros 15 dias de vida.

A maioria das marcas de vermífugo recomenda que o pet receba uma segunda dose após 15 dias.

Durante os meses seguintes, é possível seguir com o protocolo de vermifugação de 3 formas diferentes:

  • Reforço mensal até 6 meses de vida;
  • Reforço quinzenal até 6 meses de vida
  • Reforço trimestral até que o pet complete 1 ano de idade.

Em todos os casos, é necessário seguir com a vermifugação de 3 em 3 meses após o pet completar 1 ano de vida, ou seguir as orientações do seu veterinário.

É importante ficar atento quanto ao tipo de vermífugo utilizado, pois existem marcas que são específicas para cães e gatos. Contudo, a maioria pode ser utilizada para ambas as espécies.

 Tabela de vermífugo para filhotes de gatos
Idade
Cronograma
30 a 45 dias
1ª dose
Até 6 meses
Reforço mensal
Após 6 meses
Reforço trimestral
Tabela de vermifugação de cães filhotes
Idade
Cronograma
15 dias
1ª dose
30 dias
2ª dose
45 dias
3ª dose
Até 6 meses
Reforço mensal
Após 6 meses
Reforço trimestral

Apesar do ideal ser seguir a tabela de vermifugação de filhotes, o veterinário pode mudar o protocolo de acordo com a rotina do pet.

Se ele não tiver muito contato com a rua ou com outros pets, é possível administrar o vermífugo com uma frequência menor entre as doses.

Outro fator que pode interferir no protocolo de vermifugação é se o pet apresenta condições preexistentes desfavoráveis à medicação, como doenças autoimunes ou sensibilidade gástrica ao vermífugo.

Nesses casos, é possível vermifugar o filhote a cada 6 meses.

Você também pode se interessar por: 

Cinomose canina: entenda essa doença, como prevenir e tratar 

Cuidados com a vermifugação de filhotes

Antes e após vermifugar seu filhote, é necessário observar a quantidade de vermes que é eliminada nas fezes ou se apresenta dificuldade em evacuar. 

Esses casos podem indicar que existe uma obstrução intestinal, pela quantidade de vermes. Assim sendo, é necessário levá-lo ao veterinário para realizar exames e confirmar o diagnóstico, além de seguir com o tratamento mais adequado.

Geralmente, recomenda-se o uso de laxantes para facilitar a eliminação dos vermes, mas, em casos mais graves, é necessário fazer uma intervenção cirúrgica para removê-los.

Além disso, é importante ressaltar que o vermífugo é um tratamento corretivo, e não preventivo. O tutor também deve ter ciência de que o pet está suscetível às verminoses caso entre em contato com os ovos.

Por isso, se não houver recomendação do seu veterinário, não deve-se fazer seguir com a vermifugação fora do programado.

A vermifugação inadequada pode causar diversos problemas à saúde dos filhotes, como desnutrição, desidratação, anemia e até mesmo levá-lo a óbito.

Leia mais sobre:

Verme em cachorro: tudo o que você precisa saber

Vermífugo para gatos: 6 riscos que a mediação evita e você não sabia  

Formas de transmissão de parasitas

Mesmo que o cãozinho ou o gatinho não tenham contato direto com a rua, ovos de parasitas podem ser levados para dentro de casa, por meio de calçados e roupas, por exemplo.

Insetos e roedores que circulam no ambiente podem carregar e transmitir parasitoses. Plantas, alimentos e água contaminada também podem conter ovos ou larvas de parasitas e infectar os pets.

Outra forma é a transmissão vertical dos parasitas, isto é, quando são transmitidos de mãe para os filhotes durante a gestação ou a amamentação.

Também é importante que os tutores fiquem atentos ao receber visitas que tenham pets ou a visita direta de outros pets em casa, porque também podem carregar ovos ou larvas de parasita.

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Quais são as verminoses tratadas pelos vermífugos?

Os vermífugos são utilizados para tratar diferentes tipos de verminoses, causadas por vermes e protozoários, que podem acometer cães e gatos, especialmente filhotes. 

Algumas das principais verminoses tratadas pelos vermífugos incluem:

  • Giardíase: causada pelo protozoário Giardia duodenalis. Provoca diarreia, perda de peso e má absorção de nutrientes.
  • Toxocaríase: causada pelas larvas migratórias do parasita Toxocara canis (cães) ou Toxocara cati (gatos). Pode afetar causar lesões no olhos, cegueira, febre, tosse, dor abdominal e pneumonia.
  • Isosporose: causada pelo protozoário Isospora belli ou Cystoisospora belli. Provoca diarreia, vômitos, anorexia, desidratação e até insuficiência renal.
  • Ancilostomíase: causada pelos parasitas Ancylostoma duodenale ou Necator americanus. Leva a quadros de anemia, emagrecimento, diarreia sanguinolenta e fraqueza.
  • Dipilidiose: causada pelo cestódeo Dipylidium caninum. Provoca irritação intestinal, perda de apetite e má absorção de nutrientes.
  • Tricuríase: causada pelo nematódeo Trichuris vulpis (cães) ou Trichuris felis (gatos). Pode causar diarreia, prolapso retal, anemia e emagrecimento.

Leia mais sobre: Giárdia canina: sintomas do contágio e como tratar. 

Como é feito o diagnóstico de verminoses?

Principais sintomas de verminoses
Vômito
Diarreia
Vermes pelas fezes 
Falta de apetite
Perda de peso
Distensão de abdômen
Pelo opaco
Queda dos pelos

Em primeiro lugar, o tutor pode observar se o seu cãozinho ou gatinho apresenta alguns dos sintomas acima.

Depois, deve levá-lo para o veterinário, para realizar exames de fezes, como o coproparasitológico, para confirmar a suspeita.

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A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

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