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Sintomas da AIDS felina: quando suspeitar e procurar ajuda veterinária

  • setembro 30, 2025
  • 08:00
Gato laranja com sintomas de AIDS felina.

A AIDS felina é uma condição que afeta o sistema imunológico dos gatos e preocupa muitos tutores, comprometendo a saúde do gatinho, tornando-o mais vulnerável a infecções. 

Com acompanhamento veterinário regular, é possível garantir que seu bichano viva por muitos anos com conforto e bem-estar. 

Saiba como a AIDS felina é transmitida, os sintomas a observar e como protegê-lo, para que você tenha todas as informações necessárias para cuidar do seu melhor amigo.

O que é AIDS felina?

Conhecida como FIV (vírus da imunodeficiência felina), a AIDS felina é uma infecção viral crônica que enfraquece o sistema imunológico do gatinho, semelhante ao HIV em humanos, mas sem risco de transmissão para pessoas. 

O vírus ataca os linfócitos T, células essenciais para a defesa do organismo, tornando o gato mais suscetível a infecções e doenças. 

Embora não tenha cura, muitos gatos com FIV podem viver anos com qualidade de vida, desde que recebam acompanhamento regular com um veterinário especializado em medicina felina.

Como o gato pega AIDS felina?

Essa condição é transmitida principalmente por mordidas profundas, comuns em brigas entre gatos, especialmente não castrados que têm acesso à rua. 

O vírus da AIDS felina está presente na saliva e no sangue, e a transmissão ocorre quando um gato infectado morde outro. 

Em casos raros, pode haver contágio por transfusão de sangue ou de mãe para filhote durante a gestação ou amamentação.

Formas de transmissão da FIV (AIDS felina) Saliva: Mordidas Sangue: Seringas contaminadas Via transplacentária Transfusão de sangue

A AIDS felina é contagiosa para outros gatos, humanos ou cães?

Ela é contagiosa apenas entre gatos, principalmente por mordidas. Gatos que convivem pacificamente, sem brigas, têm baixo risco de transmissão. 

Não há risco de contágio para humanos ou cães, então você pode ficar tranquilo ao interagir com seu gatinho. 

Para evitar a disseminação em casas com múltiplos gatos, é importante castrar os pets, evitar acesso à rua e realizar exames de teste em todos os felinos da casa com um veterinário especializado.

Leia mais sobre:

Castração de gatos

Quais são os sintomas da AIDS felina?

Os sintomas podem demorar a aparecer, já que o gato pode permanecer em uma fase assintomática por meses ou até anos após a infecção. Durante esse período, o vírus enfraquece o sistema imunológico silenciosamente. 

Por isso, é importante que os tutores estejam atentos constantemente aos primeiros sinais que podem ser sutis. 

Conheça as principais fases que podem te ajudar a identificar possíveis alertas: 

Sintomas da AIDS Felina.

Se você notar qualquer mudança no comportamento ou aparência do seu companheiro, procure um veterinário especializado em medicina felina na Inova Hospital Veterinário 24h. 

Leia também:

  • Clínica médica e medicina preventiva

A AIDS felina tem sintomas característicos?

Não existe um sintoma único que diferencie a AIDS felina de outras doenças, como leucemia felina (FeLV). 

Assim como, os sinais isolados também não são suficientes para confirmar a condição. 

No entanto, a repetição de infecções, doenças bucais persistentes (como gengivite e estomatite) e emagrecimento gradual podem levantar suspeitas. 

O diagnóstico definitivo exige exames específicos, como o teste de ELISA, que detecta anticorpos contra o vírus da FIV no sangue. 

A AIDS felina afeta a expectativa de vida do gato?

A fase assintomática da FIV pode durar de 1 a 10 anos, dependendo da saúde geral do gato, da carga viral e dos cuidados recebidos. 

Gatos com FIV bem manejados, com check-ups regulares, alimentação adequada e ambiente tranquilo, podem viver muitos anos com qualidade. 

No entanto, em estágios avançados, a maior suscetibilidade a infecções pode reduzir a expectativa de vida se não houver tratamento adequado.

Como o tutor deve agir ao suspeitar de AIDS felina?

Se você observar sinais como perda de peso, infecções recorrentes ou problemas bucais no seu gatinho, leve-o imediatamente a um veterinário especializado. 

Na Inova Hospital Veterinário 24h, nossos profissionais realizam uma avaliação completa, incluindo histórico clínico e exames de sangue, como o teste rápido ou ELISA, para confirmar o diagnóstico. 

Quanto mais cedo a FIV for identificada, melhor será o manejo para garantir a qualidade de vida do seu bichano.

Tirinha Fale Conosco

A AIDS felina tem cura?

Atualmente, não existe cura para a AIDS felina, mas com cuidados adequados, muitos gatos vivem anos saudáveis e felizes. 

O acompanhamento veterinário regular é essencial e muito importante para monitorar a saúde do gatinho, prevenir infecções secundárias e tratar qualquer problema rapidamente.

Como tratar a AIDS felina?

O tratamento da condição foca em controlar os sintomas e fortalecer o sistema imunológico do gato. As estratégias incluem:

  • Tratamento de infecções secundárias: medicamentos como antibióticos, antifúngicos ou antivirais podem ser prescritos para tratar infecções oportunistas;
  • Cuidados bucais: tratamentos odontológicos para gengivite ou estomatite, que causam dor e dificultam a alimentação;
  • Alimentação balanceada: dietas ricas em nutrientes, como rações de alta qualidade, ajudam a manter a saúde geral;
  • Ambiente tranquilo: manter o espaço limpo.

Fatores como estresse, má alimentação ou exposição a outros animais doentes podem acelerar a progressão da AIDS felina então um ambiente estável é crucial. 

Converse com um veterinário especializado em medicina felina e elabore um plano de cuidados personalizado para o seu felino.

Como prevenir a transmissão da AIDS felina em casas com múltiplos gatos?

Para evitar que a AIDS felina se espalhe para outros gatos da casa, é importante castrar todos os gatos, reduzindo comportamentos agressivos e brigas.

Além de evitar o acesso à rua para diminuir o risco de contrair ou transmitir o vírus, é essencial fazer exames e consultar o status de FIV de cada felino. 

Mantenha comedouros, bebedouros e caixas de areia limpos. Caso ocorram conflitos, mantenha os gatos FIV positivos separados e sob supervisão. 

Se você planeja adotar um gato com FIV, consulte um veterinário especializado para orientações sobre introdução segura em casas com outros felinos.

Cuide do seu companheiro com a Inova

A Inova Hospital Veterinário 24h nasceu com a missão de promover a saúde e o bem-estar dos nossos pacientes, transmitindo segurança aos tutores. 

Contamos com uma equipe de veterinários especializados em medicina felina, preparados para diagnosticar e tratar condições como a AIDS felina, além de oferecer cuidados de rotina, como vacinas e exames. 

Nossa infraestrutura segue os conceitos Cat Friendly, com recepção, consultório e internação exclusivos para felinos.

Se você observar qualquer mudança no comportamento ou na saúde do seu gatinho, procure o plantão veterinário 24h da Inova Hospital Veterinário, onde nossa equipe está pronta para cuidar dele com carinho em todas as fases.

Você pode se interessar também:

  • Leucemia felina

Agende sua consulta em uma de nossas unidades:

  • Unidade Nogueira Padilha: Hospital 24h e Clínica de Especialidades 

Rua Cel. Nogueira Padilha, 1770, Vila Hortência – Sorocaba, SP

  • Unidade Campolim: Clínica de Vacinas e Especialidades 

Av. Gisele Constantino, 1495, Pq. Campolim – Sorocaba, SP

Leia também:

A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

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Segunda a Sexta-feira: das 08 às 21h
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Sábados das 09h às 13h

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Todos os dias – 24h

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Parque Campolim – Sorocaba/SP 
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