Síndrome de cushing em cães: conheça sintomas e tratamento

Você já ouviu falar na síndrome de cushing? O nome pode parecer meio estranho a princípio, mas saiba que essa é uma doença bastante comum nos cães, trazendo diversos sintomas que podem atrapalhar a qualidade de vida do seu amiguinho. Entenda mais sobre o assunto no texto abaixo. Síndrome de Cushing: o que é? Antes de mais nada, vamos entender um pouco mais sobre o que é síndrome de cushing. Também conhecida como hiperadrenocorticismo, a síndrome de cushing em cães é uma doença hormonal, que atinge o sistema endócrino, produzindo altos níveis de corticoide. E apesar do corticoide ter função essencial no funcionamento do organismo, já que atua como anti-inflamatório, em níveis mais altos a substância pode desencadear o hipermetabolismo (quebra excessiva) de lipídeos, carboidratos e proteínas, enfraquecendo o sistema imunológico e deixando o pet suscetível a outras doenças, como o diabetes. Síndrome de cushing: causas Agora que você já entendeu o que é a síndrome de cushing, chegou a hora de entender o que provoca a doença. Dentre as causas da síndrome de cushing nos cães, podemos dividi-las em duas: influência de fatores externos e influência de fatores internos (causada por um problema do organismo). Síndrome de cushing: endógeno As causas endógenas, ou seja, quando a síndrome vem de um problema do próprio organismo, geralmente são atribuídas a tumores nas glândulas hipófise ou tumores nas glândulas adrenais, fazendo com que haja uma produção aumentada de corticóide no organismo do pet. Síndrome de cushing: exógeno Falando agora de causas exógenas, que são causadas por fatores externos ao organismo, temos o uso prolongado e/ou em doses altas de medicamentos de glicocorticóides e corticosteróides. Síndrome de cushing: sintomas A grande confusão causada pelos tutores ao se depararem com a síndrome é confundi-la com o envelhecimento natural do pet, como: Ingerir mais água e comida que o normal; Aumento da micção; Ganho de peso, podendo levar a obesidade canina, já que também se torna mais difícil emagrecer; Distensão abdominal; Hipertensão arterial; Perda de pelos; Fraqueza muscular; Alterações na coloração da pele, ficando mais escura; Feridas na pele, dentre outros. Sintomas como cachorro com febre e cachorro com tosse não são comuns, mas é necessário ficar atento a outros sinais, já que alguns cães têm predisposição a apresentar a doença, como cães adultos e idosos, e algumas raças como yorkshire, poodle, spitz, pastor alemão, boston terrier, dentre outros. Síndrome de cushing: diagnóstico Assim como qualquer doença, o diagnóstico deve ser feito por um médico veterinário, mais especificamente um endocrinologista, que solicitará exames como testes laboratoriais (de urina e de sangue) e exames de imagem diante da suspeita da doença. Síndrome de Cushing tem cura? O tratamento da síndrome de cushing deve ser recomendado pelo veterinário responsável pelo caso e vai de acordo com a causa da doença. Ou seja: por mais que a sua intenção seja boa, nada de procurar tratamento caseiro para síndrome de cushing em cães, pois isso pode agravar ainda mais o problema. Em casos de presença de tumor, por exemplo, o tratamento pode ser cirúrgico. Em outros casos, o uso de medicamentos para síndrome de cushing podem ser recomendados para regular a produção de cortisol. Em termos de alimentação, também pode ser recomendada uma dieta para cães com síndrome de cushing, pensada especialmente para aumentar o sistema imunológico do pet, que fica enfraquecido por conta da doença. De qualquer maneira, realizar check ups periódicos é fundamental para que, em casos dessas e de outras doenças, sejam diagnosticadas o mais breve possível para que o tratamento adequado comece o quanto antes. Dessa forma, maiores serão as chances de cura do pet. A saúde do seu amiguinho está em dia? Precisando de ajuda, estamos prontos para te atender, 24 horas por dia, de domingo a domingo!

Você já ouviu falar na síndrome de cushing? O nome pode parecer meio estranho a princípio, mas saiba que essa é uma doença bastante comum nos cães, trazendo diversos sintomas que podem atrapalhar a qualidade de vida do seu amiguinho.  Entenda mais sobre o assunto no texto abaixo. Síndrome de Cushing: o que é? Antes […]

Cinomose: sabia que essa doença traz riscos graves para o seu pet?

A cinomose é uma doença que traz riscos graves, além de ser altamente contagiosa entre os cães. Por isso, é importante estar por dentro do assunto para saber como cuidar do seu amiguinho e prevenir que essa doença o acometa. Entenda! Cinomose: o que é? Se você é tutor de um cãozinho, provavelmente já ouviu falar sobre a doença. Mas você sabe ao pé da letra o que é cinomose? Conhecida como cinomose canina, essa é uma doença causada pelo vírus da família Paramyxovirus, do gênero Morbilivírus. Esse problema não afeta outros animais domésticos, como os gatos e pássaros, mas é altamente contagioso entre os cães. No geral, é uma doença que costuma acometer pets filhotes que ainda não tomaram todas as vacinas. Porém, também pode acometer pets mais velhos que não recebem o reforço anual da vacina múltipla (V8 e V10). Cinomose: transmissão A transmissão da cinomose em cachorro ocorre pelo contato direto ou indireto com pets contaminados, por meio das vias aéreas ou em contato com objetos contaminados. Por isso, se você tiver mais de um amiguinho em casa, e algum deles estiver contaminado, é importante mantê-los isolados. Outro ponto importante é que esse vírus pode sobreviver até 3 meses no ambiente. Por isso, diante do diagnóstico da doença, é preciso redobrar a atenção com a higienização dos ambientes, com o uso de desinfetantes. Cinomose pega em humanos? Não, a cinomose não afeta os seres humanos. Porém, é preciso ter cuidado, já que um indivíduo pode ser sim um transmissor da doença (mesmo sem ser afetado por ele), ao ter contato com o vírus, como por exemplo em roupas e objetos. Então, se você teve contato com um pet doente, tenha muita atenção para não levar o vírus para dentro da sua casa e adoecer o seu amiguinho. Cinomose: sintomas Um cachorro com cinomose geralmente começa a apresentar sintomas rapidamente após o contato com a doença. Ou seja, é uma doença de evolução rápida. Os primeiros sintomas da cinomose são na parte respiratória, trazendo sinais como: Cachorro com febre; Tosse; Dificuldade em respirar, dentre outros. Posteriormente, o sistema gastrointestinal é atingido: vômitos, diarreia, dor abdominal e falta de apetite são sinais mais sérios da doença. Cinomose: fase terminal As fases neurológicas e cutâneas já são casos avançados, em que o pet pode apresentar convulsões, paralisias, hábito de andar em círculos, presença de bolinhas com pus na pele (semelhante a alguns tipos de dermatite em cachorro), dentre outros sintomas. Não há como saber quanto tempo dura a fase neurológica da cinomose, mas nesse estágio, infelizmente, há pouca chance de sobrevivência. E, quando acontece, é certo que o pet fique com algumas sequelas. Diante de qualquer sintoma, é necessário levar o pet a uma consulta com um veterinário o mais rápido possível, já que essa doença costuma ser fatal para muitos cães, por isso é necessário fazer o diagnóstico correto, com o auxílio de exames e iniciar o tratamento indicado o quanto antes. E apesar de também existirem casos de cães que não chegam a apresentar sintomas de cinomose, não deixa de ser perigoso, já que ele pode ter contato com outros pets e transmitir a doença. Por isso, visitas rotineiras ao veterinário são recomendadas para não colocar em risco nenhum amiguinho. Cinomose: tratamento A maior dúvida dos tutores após o diagnóstico é se a cinomose tem cura. Infelizmente, não existe nenhum remédio para cinomose para combater especificamente esse vírus. Por isso, o percentual de cura da doença costuma ser baixo, principalmente nos casos em que o sistema neurológico já foi afetado. A utilização de remédio caseiro para cinomose também não é recomendada, podendo agravar ainda mais o quadro do seu amiguinho. O que costuma ser tratado são os sintomas e infecções que essa doença traz, com o uso de medicamentos indicados pelo veterinário. Por isso, não há como prever quanto tempo para recuperação da cinomose, já que isso dependerá do sistema imunológico de cada pet, além da fase em que a doença se encontra. Ovo cru cura cinomose? Um mito muito comum é de que o ovo cru cura a cinomose, mas saiba que isso não é verdade! Já comentamos que a doença é causada por um vírus, logo o ovo não tem o poder de curar o problema. É necessário, portanto, procurar atendimento veterinário para curar os sintomas primários e secundários. Cinomose: prevenção é o melhor caminho sempre Apesar de não ter tratamento específico para a doença, é possível preveni-la. E olha, é algo que sempre falamos por aqui, hein: seguir o calendário de imunização corretamente! A vacina para cinomose faz parte do pacote de vacinas Puppy, V8 e V10. Em filhotes, estima-se três a quatro doses da vacina dependendo da idade do paciente ao iniciar o protocolo. Antes de 10 semanas de vida iniciamos o protocolo com Puppy, seguida de 3 doses de V10 com intervalo de 21 dias. Após 10 semanas de vida realizamos 3 doses de V10 com intervalo de 21 dias. Antes do término da vacinação, não são recomendados passeios com o pet em locais com possibilidade de exposição ao vírus (presença de pets não vacinados), como parques, pet shop, pet garden, etc. Após isso, deve ocorrer o reforço anual da vacina, para que o pet continue prevenido. A vacinação é um ato de amor e cuidado, portanto, fique atento e confira se o calendário de imunização do seu amiguinho está atualizado. Precisando de ajuda, conte com a Inova!

A cinomose é uma doença que traz riscos graves, além de ser altamente contagiosa entre os cães. Por isso, é importante estar por dentro do assunto para saber como cuidar do seu amiguinho e prevenir que essa doença o acometa. Entenda! Cinomose: o que é? Se você é tutor de um cãozinho, provavelmente já ouviu […]

Parvovirose: entenda o que é, como evitar e tratar

Você tem um pet em casa? Então, muito provavelmente você já ouviu falar da parvovirose, uma doença conhecida e altamente contagiosa entre os cães! Para te ajudar a cuidar do seu amiguinho e protegê-lo da melhor maneira, produzimos um texto completo sobre o assunto. Acompanhe! Parvovirose: o que é? Tudo bem que você já deve ter ouvido falar do assunto, mas você sabe realmente o que é parvovirose? Conhecida como parvovirose canina, a doença é causada pelo parvovírus canino, sendo contagiosa e bastante grave, podendo acometer tanto cães filhotes, quanto adultos. Ela afeta as células intestinais do pet, causando inflamação no local. Parvovirose: transmissão A contaminação pelo vírus acontece em contato direto com secreções de um pet infectado, como fezes e vômitos, que podem acabar contaminando o piso e objetos como pote de comida e a cama do pet, por exemplo. Além disso, o vírus pode sobreviver por meses e até anos no ambiente. Parvovirose: fezes de um pet infectado contaminam o ambiente? Como dito acima, as fezes de um cão infectado podem sim contaminar o ambiente, uma vez que o vírus sobrevive por meses. Nesses casos, a higienização correta é primordial para acabar com o vírus. Como matar a parvovirose? Se o seu pet foi contaminado com a doença, a higienização do ambiente é de extrema importância, caso contrário a parvovirose pode voltar. E claro, sempre tendo muito cuidado para que seu pet não entre em contato com os produtos de limpeza, uma vez que podem causar intoxicação e até mesmo levar a óbito. Parvovirose pega em humanos? Por ser altamente contagiosa, muitos tutores têm dúvida se a parvovirose canina pega em humanos. E não: ela não é transmissível para seres humanos. Porém, mesmo sem saber, os humanos podem acabar transmitindo essa doença para o pet, já que é possível levar o vírus para casa na sola do sapato e até mesmo no pneu do carro. Essa informação, talvez você não soubesse. Portanto, é preciso ficar atento e manter bons hábitos de higiene para não acabar levando a doença para dentro de casa! Parvovirose: sintomas A partir do momento que o pet tem contato com o vírus e foi contaminado, os sintomas de parvovirose costumam aparecer em torno de 7 a 14 dias. Dentre os sintomas da Parvovirose estão: Cachorro vomitando; Diarreia com ou sem sangue; Cachorro com febre; Perda de apetite; Perda de peso, dentre outros. Diante de qualquer suspeita da doença, procure um veterinário imediatamente para fazer o diagnóstico correto e começar o tratamento o mais breve possível, já que a doença é grave e em alguns casos pode afetar outros órgãos, como o coração. Parvovirose: tratamento Feito o diagnóstico a partir de exames como de sangue e de fezes, uma grande preocupação por parte dos tutores é se a parvovirose tem cura. Não há remédio para parvovirose de forma específica, porém o veterinário irá receitar medicamentos como vitaminas, soro e antibióticos para combater a doença. A internação do pet muitas vezes é fundamental, pois é necessário mantê-lo no soro para que o mesmo não desidrate. A parvovirose pode levar a desidratação intensa (vômitos e diarréia) além da hipoglicemia, por isso o acompanhamento de perto por um veterinário é essencial para a melhora do pet. Geralmente quando é necessária a internação, esse pet costuma passar de 3 - 7 dias no hospital. Muitas pessoas procuram tratamentos alternativos, sendo até mesmo comum dúvidas como “ovo cru cura parvovirose?”. Já adiantamos que não há nenhuma comprovação científica sobre o assunto, sendo que o uso de remédio caseiro para parvovirose não é indicado, podendo agravar a doença. Ademais, também será necessário isolar o pet para evitar o contágio com outros cães, e fazer a limpeza correta do ambiente para eliminar o vírus. O resultado do tratamento irá depender do estágio que a doença se encontra, além do estado de saúde do pet. Porém, quanto antes houver o diagnóstico, maiores são as chances dele se curar. Como saber se o cachorro está melhorando da parvovirose? Para saber se o seu pet está melhorando da parvovirose será observado o quadro clínico dele, visando entender se os sintomas estão desaparecendo ou já desapareceram por completo, além de exames laboratoriais, tanto de sangue, quanto de fezes. No geral, quando o tratamento é positivo, os sintomas costumam desaparecer entre 5 a 10 dias. Meu cachorro morreu de parvovirose, quando posso ter outro? Não existe um tempo exato para saber após quanto tempo você poderá ter outro pet em casos de óbito por parvovirose. O correto, nesses casos, é descartar os utensílios que pertenciam ao antigo pet e higienizar todo o local com frequência. Eliminado o vírus, você poderá levar o novo pet ao seu lar. Mas saiba que isso pode demorar: teoricamente, é necessário esperar de 6 meses a 1 ano sem ter um novo cão. Vacina parvovirose: entenda a importância Infelizmente, a parvovirose é uma doença grave que pode levar a óbito. Porém, assim como diversas outras doenças, ela pode ser prevenida com a vacinação! A vacina para cachorro contra parvovirose recebe o nome de polivalente, e deve ser aplicada no cão ainda filhote. Aliás, se você tem um filhote em casa, e o protocolo de vacinação ainda não foi concluído, uma dica é evitar sair de casa com ele, prevenindo o contato com essa e outras doenças. A higienização do ambiente também é muito importante, além de check-ups periódicos, mantendo uma alimentação balanceada, exames em dia, além da vermifugação. O calendário de vacinação do seu pet está em dia? Agende uma consulta e conte com a Inova para cuidar do seu melhor amigo!

Você tem um pet em casa? Então, muito provavelmente você já ouviu falar da parvovirose, uma doença conhecida e altamente contagiosa entre os cães! Para te ajudar a cuidar do seu amiguinho e protegê-lo da melhor maneira, produzimos um texto completo sobre o assunto. Acompanhe! Parvovirose: o que é? Tudo bem que você já deve […]

Florida spots: saiba se o seu pet está com esse problema nos olhos

Você já ouviu falar em florida spots? Essa doença afeta os olhos de pets como cães e gatos e é mais comum do que parece! Continue lendo e entenda o assunto! Florida spots: o que é? Se você nunca ouviu falar no termo, vamos te explicar: a florida spots, ou ceratopatia tropical é uma doença não infecciosa e não transmissível (tanto para outros pets, quanto para humanos) que acomete os olhos dos pets, assim como a úlcera de córnea em cães e a conjuntivite em cachorro. A principal característica do problema são manchas esbranquiçadas e opacas na córnea, podendo acometer tanto cães quanto gatos, não havendo diferença entre eles. A doença é mais comum em regiões de clima tropical, e recebeu esse nome pois o primeiro caso registrado foi no sul da Flórida (EUA). Florida spots: causas As causas da doença ainda não são 100% esclarecidas, mas há suspeita que a ação de bactérias, o pólen e até mesmo raios ultravioletas podem causar o problema. O que se sabe é que a florida spots em gatos de vida livre (que tem acesso a rua) costuma ser mais comum, então reforçamos mais uma vez a importância de manter o seu gatinho seguro em casa, evitando problemas como a doença de gato entre tantas outras que são mais comuns quando os bichanos ficam livres na rua. Florida spots: sintomas Como já dito, o principal sintoma ou sinal da doença são as manchas brancas nos olhos do pet. Essa doença não causa desconfortos, inflamações e nem irritações, por conta disso a avaliação com um veterinário especializado é de suma importância. Florida spots cega? Há uma preocupação por parte dos tutores se a florida spots deixa cego. A doença não costuma afetar a visão, então, pode ficar tranquilo: ela não apresenta risco ao bem estar do seu amiguinho! Porém, é preciso ficar sempre atento a qualquer alteração e fazer check-ups periódicos, para ter certeza que não se trata de outro problema mais sério. Qual a diferença entre catarata, florida spots e úlcera de córnea? É muito comum que os tutores confundam a florida spots com a catarata e a úlcera de córnea, por apresentarem manchas brancas nos olhos do pet. Porém, saiba que elas não são a mesma doença, trazendo características diferentes. A florida spots, por exemplo, não costuma afetar a visão e fica localizada na primeira camada do olho. A úlcera de córnea também fica localizada nessa primeira camada do olho, porém se trata de uma lesão que pode levar a perda de visão. A catarata, por outro lado, fica localizada na parte “mais interna” do olho, e é uma doença que também causa a perda gradativa da visão. De qualquer maneira, somente um veterinário pode fazer o diagnóstico correto. Vale lembrar, também, da importância de não medicar seu pet sem a recomendação veterinária (nesse caso com o uso de colírios), podendo agravar ainda mais o problema. Florida spots tem cura? Se você está se perguntando como tratar florida spots, saiba que a doença ainda não tem cura, uma vez que não responde a medicamentos como anti-inflamatórios. Porém, isso não quer dizer que uma visita ao veterinário não seja necessária, pois somente esse profissional será capaz de avaliar o quadro clínico do pet e definir a conduta correta diante do problema. Notou algum problema no olho do seu amiguinho? Entre em contato conosco e agende uma visita!

Você já ouviu falar em florida spots? Essa doença afeta os olhos de pets como cães e gatos e é mais comum do que parece! Continue lendo e entenda o assunto! Florida spots: o que é? Se você nunca ouviu falar no termo, vamos te explicar: a florida spots, ou ceratopatia tropical é uma doença […]

Cachorro idoso: 6 dicas importantes para melhorar a qualidade de vida

Seu pet chegou à terceira idade e se tornou um cachorro idoso? Confira algumas dicas importantes para melhorar a qualidade de vida do seu amiguinho nessa fase da vida! Com quantos anos um cachorro se torna idoso? A gente sabe: aos olhos dos tutores, os cãezinhos serão eternos bebês! Porém, a terceira idade também chega para os cães, e é importante ficar atento a isso, pois cuidados especiais serão necessários para garantir a qualidade de vida e mais anos ao seu pet. O que muita gente não sabe é quando um cão se torna idoso. A verdade é que seu amiguinho já atinge a terceira idade a partir dos 7 anos de vida. Porém, existem alguns sinais comuns que o seu amiguinho chegou a idade sênior: Alterações na pele (calos na patinha e pelos esbranquiçados); Problemas urinários (podendo fazer xixi fora do local correto por conta disso); Aumento ou perda de peso; Aparecimento de tártaro; Tumores (relativamente comum em cães de mais idade); Alteração no olfato; Perda gradativa da audição e visão (paciente cegos devem passar por avaliação oftalmológica); Cansaço; Artrose e osteoporose, causando dificuldade de locomoção, dentre outros sinais. De qualquer maneira, um médico veterinário de confiança saberá identificar a chegada da terceira idade no seu amiguinho por meio de check-ups e exames periódicos, além dos cuidados especiais que o tutor deve atribuir a sua vida e a de seu pet nessa etapa. Como cuidar de cachorro idoso: saiba como se preparar É provável que o seu cachorrinho tenha sido seu companheiro durante toda a vida. Por isso, nada mais justo e honroso do que proporcionar a ele o melhor que você pode oferecer em termos de cuidados, carinho e companheirismo. Assim como nós, a terceira idade dos pets demanda cuidados especiais, já que o sistema físico e imunológico já não é mais o mesmo, ficando mais suscetíveis a doenças e problemas de saúde, como cachorro com febre e cachorro com tosse, por exemplo. E sabemos também que de acordo com a raça alguns problemas podem ser mais comuns, como nas articulações. Os pelos também costumam mudar, tornando-se brancos e mais opacos - sim, eles também ficam grisalhos! Além disso, muitos apresentam dificuldade de locomoção, sendo comum vermos um cachorro idoso com dificuldade de andar, além de deficiência na visão e audição. E se você está procurando dicas sobre como cuidar do seu pet idoso, saiba que está no lugar certo, já que trouxemos algumas delas para você: 1- Ração para cachorro idoso - a alimentação tem que mudar! Com a mudança da idade, a digestão fica mais lenta e a absorção dos nutrientes pode ser mais difícil. Logo, a alimentação deve mudar também. Por isso, é fundamental que a comida para o seu cachorro idoso seja prescrita com a orientação de um veterinário da área, que saberá quais as necessidades do pet e analisará se não existem questões que podem surgir com a idade, como o cachorro idoso emagrecendo por conta de problemas dentários que são muito comuns nessa fase, podendo prescrever uma ração para cachorro idoso mais macia e orientando uma consulta com um veterinário especializado em odontologia. 2- O uso de vitaminas pode ser necessário A vitamina para cachorro idoso costuma ser indicada quando a ração não é suficiente para fornecer os nutrientes necessários ao pet, sendo necessário suplementar. Mais uma vez reforçamos a importância de manter os exames do seu amiguinho em dia, já que é por meio deles que é possível identificar problemas como esse. 3- Não esqueça dos exercícios físicos É comum ouvirmos relatos de tutores dizendo que seu cachorro idoso dorme muito! rs Mas não é por esse motivo que você deve se esquecer das brincadeiras e atividades físicas do seu pet. Seja uma caminhada ou brincar com a bolinha, eles são fundamentais para manter seu amiguinho ativo e prevenir problemas como obesidade canina, que também pode aparecer nos idosos. 4- Cuide da higiene do seu amiguinho Os banhos devem continuar! E para garantir o melhor conforto ao seu pet, opte por fazer isso em dias com a temperatura mais amena. Quanto à higiene bucal, é importante, mais do que nunca, evitar o acúmulo de tártaro, que em casos graves podem culminar na queda dos dentes e dificultar a alimentação. A limpeza da orelha também é importante, evitando doenças como a otite em cães. O ideal é fazer a limpeza uma vez por semana, com produtos específicos indicados pelo médico veterinário, sempre com a ajuda de um algodão ou gaze e nunca com um cotonete, já que isso pode machucar seu pet. 5- Invista em utensílios que vão ajudar o dia a dia do seu pet Existem diversos utensílios que podem melhorar o dia a dia do seu pet com a chegada da terceira idade, principalmente para aqueles que possuem problemas de locomoção: Meia antiderrapante para cachorro idoso; Fralda para cachorro idoso; Tapete antiderrapante, dentre muitos outros! Enfim, vale conversar com o veterinário responsável para entender o que pode ser indicado para melhorar a qualidade de vida do seu amiguinho nessa etapa! A avaliação será bem personalizada pois vai depender das condições gerais de saúde do seu pet, assim como a raça, que também vai influenciar. 6- Faça check-ups periódicos e mantenha a vacinação em dia Essa é uma das dicas mais importantes: mantenha a saúde do seu amiguinho em dia! Para isso, check- ups de 6 em 6 meses podem ser necessários, além de exames complementares e de manter a carteirinha de vacinação em dia. Isso é crucial para manter o bem-estar do seu amiguinho e garantir mais anos de vida com qualidade pela frente! Check-up para cachorro idoso Pensando em oferecer facilidade para os tutores e saúde para o seu cão idoso, a Inova desenvolveu um Programa de Medicina Veterinária Preventiva, chamado Inova Vida +7, com um check-up especialmente desenhado para cães a partir de 7 anos. É um check-up completo com todos os exames necessários para esse momento mais as vacinas indicadas. Confira: 1 Consulta com Clínico Geral (2 retornos inclusos - se necessário) 1 Exame Perfil Endócrino (que inclui além do hemograma, bioquímicos renais, hepáticos e o colesterol e triglicérides usado para triar doenças endócrinas); 1 Exame de urina 1 Ecocardiograma 1 Eletrocardiograma 1 Radiografia de tórax 1 Ultrassom abdominal 2 Vacinas: V10; Raiva.

Seu pet chegou à terceira idade e se tornou um cachorro idoso? Confira algumas dicas importantes para melhorar a qualidade de vida do seu amiguinho nessa fase da vida! Com quantos anos um cachorro se torna idoso? A gente sabe: aos olhos dos tutores, os cãezinhos serão eternos bebês! Porém, a terceira idade também chega […]

7 dicas para tratar queda de pelo de cachorro

Seu amiguinho está soltando muito pelo? Saiba que, na maioria das vezes, esse é um processo natural, podendo ser completamente normal. Porém, existem algumas dicas que podem te ajudar a diminuir esse problema. Entenda tudo sobre queda de pelo: cachorro no post de hoje! Queda de pelo em cachorro: quando vira um problema? A queda de pelo de cachorro costuma ser um processo natural, devido à troca de pelos, que ocorre com maior intensidade em estações como o verão e o inverno. Ela acontece em todos os cachorros que possuem pelos e se você quer saber quanto tempo dura a queda de pelos dos cachorros, saiba que ela tem uma duração de cerca de um mês, podendo variar. Portanto, se você notou que a queda é controlada e não vem acompanhada de outros sintomas, não é necessário se preocupar. Porém, se essa queda traz à tona outros sintomas, como o seu cachorro com feridas e também queda de pelo, lesões na pele e descamação, é necessário investigar com a ajuda de um médico veterinário, pois pode se tratar de um problema de saúde mais sério, como a dermatite em cachorro ou a doença do carrapato. As quedas de pelos assimétricas, ou seja, apenas em uma parte específica do corpo (queda de pelo localizada no cachorro), geralmente são causadas por parasitas. Já as quedas simétricas, que acontecem por todo o corpo, geralmente são ocasionadas por problemas hormonais no animal. Geralmente as quedas estão relacionadas com micoses, infecções de pele, estresse, sarna e alergias. Caso seu cão esteja com uma queda de pelo não natural, procure um veterinário o mais rápido possível, pois essa queda pode ser apenas um sintoma de outro problema maior, que precisa ser diagnosticado e tratado. Entenda a importância dos pelos nos cães Os pelos são responsáveis por proteger a pele e manter a temperatura corporal ideal dos pets. Portanto, tosas radicais podem fazer o seu amiguinho ficar com frio! Portanto, é necessário respeitar as características de pelagem e perceber os momentos de troca de pelos. Como diminuir a queda de pelo do cachorro? Se você identificou que a queda de pelo no seu pet é natural, e quer saber o que é bom para queda de pelo de cachorro, separamos algumas dicas para te ajudar a tratar e diminuí-la. Vale lembrar que essa queda de pelo no cachorro é irreversível, natural, mas você pode tomar alguns cuidados para amenizar a situação, pois pelos espalhados no chão ou em móveis da casa podem causar incômodo, portanto, caso a queda esteja ocorrendo de forma exagerada, siga estas dicas: 1- Tosa Realizar tosas periódicas ajudam a eliminar um pouco do pelo indesejado em excesso. Só não exagere, como dissemos acima, no inverno os pelos são muito importantes para manter a temperatura do seu pet! 2- Escovação Escovar seu cãozinho todos os dias também ajuda bastante. O pelo cai próximo de você quando estiver escovando, e já fica fácil identificá-lo e descartá-lo. Além de ser um momento muito prazeroso para muitos cães. A dica é escovar sempre na direção do pelo, para remover os que estão soltos e mortos e não ser desagradável para seu amiguinho. 3- Higiene Cuidar da higiene do cachorro é essencial, por isso, recomendamos que dê um banho nele a cada 15 dias, no mínimo, para evitar a umidade corporal em excesso. Você também pode consultar o veterinário e pedir a indicação de um shampoo para queda de pelo de cachorro, se for o caso. 4- Sol Cachorros que vivem em apartamentos e/ou não passeiam com frequência são mais propensos a sofrer com queda de pelos. Então, lembre-se de deixar um cantinho na sua casa ou apartamento para que ele possa pegar um pouco de sol e também levá-lo para passear em horários agradáveis com iluminação solar. A atividade física é muito importante para a saúde geral do seu amiguinho. 5- Alimentação Uma das causas da troca de pelo demasiada é a má alimentação do animal. Por isso, a ração deve conter todos os nutrientes necessários para a dieta do seu cachorro. Um veterinário de confiança poderá recomendar uma ração para queda de pelo cachorro, além de vitamina para queda de pelo de cachorro, se for necessário suplementar. Como sempre recomendamos, se o seu pet passa regularmente por consultas de rotina, o veterinário terá um histórico do seu pet e também fará orientações de rotina em relação à alimentação nas mais diversas fases da vida do seu pet. 6- Entenda os sinais Se o seu cachorro está se coçando além do normal, com a pele descamada ou com feridas, analise-o para ver se não está com pulgas ou carrapatos. Caso encontre a presença de ectoparasitas será necessário combater a infestação. Esta pode ser uma causa para a queda de pelos que pode se transformar em um problema maior futuramente. Portanto, consulte um veterinário o mais rápido possível, já que ele saberá tratar o problema e saberá indicar um remédio para queda de pelo de cachorro, se for o caso. 7- Faça check ups periódicos Não se esqueça das consultas periódicas ao veterinário! E olha, não vale consultá-lo somente diante de um problema, viu? Os check-ups servem para prevenir muitos problemas e trazer qualidade de vida para o seu amiguinho! Também vale lembrar da importância de manter os remédios de pulgas e carrapatos em dia, já que esse é um dos problemas que podem causar a queda de pelo do cachorro. Ah, e vamos reforçar mais uma orientação, não procure na internet por remédios caseiros para parar a queda de pelo, algumas misturas podem ser tóxicas e prejudicar a saúde do seu cachorro. Temos certeza de que não é isso que você quer, não é mesmo?! Diante de qualquer sinal de mudança, conte com nossos especialistas para cuidarem do seu pet da melhor maneira! Agende uma visita hoje mesmo! Leia mais: câncer em cachorro tem cura?

Seu amiguinho está soltando muito pelo? Saiba que, na maioria das vezes, esse é um processo natural, podendo ser completamente normal. Porém, existem algumas dicas que podem te ajudar a diminuir esse problema. Entenda tudo sobre queda de pelo: cachorro no post de hoje! Queda de pelo em cachorro: quando vira um problema? A queda […]

Pet friendly: conheça os locais onde eles são bem recebidos

Quem concorda com a expressão que o cachorro é o melhor amigo do homem, deve adorar conhecer lugares onde os pets são bem-vindos! Apelidados de pet friendly, trouxemos alguns exemplos de locais onde eles podem frequentar, com dicas de estabelecimentos oferecidos pela Cãomigo. Confira! O que é pet friendly? Antes de começarmos nosso guia pet friendly, muitas pessoas ainda se perguntam - o que significa pet friendly? O termo, ao pé da letra, vem sendo usado para designar locais onde os pets são bem-vindos. E isso não significa locais onde eles podem apenas entrar ou transitar, mas sim lugares que estão realmente preparados para eles, por exemplo, com potinhos para eles beberem água e até mesmo cardápios com comidas específicas para eles. Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Consumidor (SPC Brasil) revelou que 61% dos brasileiros veem seus animais de estimação como parte da família, e nada melhor do que saber que eles estarão confortáveis e amparados ao saírem, não é mesmo? Aliás, aqui vai outro dado importante: em 2020, de acordo com o levantamento da Euromonitor International, o Brasil se tornou o segundo maior mercado de produtos pet, com 6,4% de participação global, perdendo apenas para os Estados Unidos. Ou seja, é um mercado que só tem a crescer! Porém, é fundamental destacar que, por mais que seja delicioso ter o nosso amiguinho ao nosso lado em todos os momentos, nem todos os locais são adequados para eles, já que eles costumam ser mais sensíveis a barulhos e lugares muito movimentados, podendo deixá-los estressados, ao invés de diverti-los. Vale se atentar a isso! Como ser pet friendly? Os espaços pet friendly geralmente contam com alguns pontos em comum, como os listados abaixo: Potinhos com água e comida; Saquinhos de lixo para recolher as necessidades do pet; Panos de limpeza e desinfetantes; Caminhas para descanso. É importante se atentar à lei municipal de São Paulo, de número 10.309, que diz que é proibida a permanência ou entrada de pets em locais onde se preparem, manipulem, fabriquem ou vendam produtos alimentícios. Por isso, caso o estabelecimento seja do ramo alimentício, geralmente são reservados alguns espaços específicos para os pets, em áreas arejadas. Ademais, detalhes como a vacina para cachorro também devem ser levados em consideração e devem estar em dia, afinal você não quer que seu amiguinho acabe contraindo alguma doença ao passear, não é? Lugares pet friendly: quais são? Hoje em dia, existe uma infinidade de lugares que são pet friendly, espalhados pelo Brasil e pelo mundo. Se você vai viajar, por exemplo, vale dar uma pesquisada no seu local de destino e procurar, antecipadamente, algum espaço pet friendly para vocês visitarem! Trouxemos algumas dicas de como escolher uma pousada pet friendly ideal. Pet friendly: hoteis O primeiro ponto a se atentar é a hospedagem, que deve permitir pets. Hoje em dia, existe pousada pet friendly, hotel fazenda pet friendly, chalé pet friendly e até mesmo resort pet friendly! Opções são o que não faltam! Conheça 5 famosos no Brasil: Pousada Pé na Terra (Brotas-SP): aceita pets de todos os tamanhos, possui uma ampla área verde e uma área cercada onde os cães podem correr e brincar. Na cidade existem diversas opções de passeios, trilhas e aventuras para curtir com seu cachorro. Link: https://www.caomigo.com.br/post/auventura-em-brotas Pousada Pegada da Onça (Tapiraí-SP): a pousada possui uma trilha que leva até a cachoeira, uma ampla área de mata, lago com pedalinho, piscina de água natural, e o melhor, seu pet pode te acompanhar em todos os lugares, até mesmo dentro do restaurante, e curtir o lago e a piscina. Os funcionários são muito atenciosos e carinhosos com os pets. Link: https://www.caomigo.com.br/post/pousada-pegada-da-onca Hotel Villa Rossa (São Roque - SP): são aceitos pets de todos os tamanhos. O hotel possui trilha na mata e os lofts possuem piscina privativa. Os pets são recebidos com kit boas-vindas, com caminha e brinquedo. Hotel Fazenda Chalés da Serra (Bom Jardim da Serra - SC): um hotel fazenda com chalés incríveis e muita área verde, onde os pets de todos os tamanhos são bem-vindos. O local possui um cão anfitrião, o Jimmy, um pastor alemão maravilhoso, que recebe todos os hóspedes com muito carinho. Link: https://diariodoturismo.com.br/tem-hotel-fazenda-pet-friendly-na-serra-catarinense/ Restaurantes pet friendly A boa notícia se você está em busca de um restaurante pet friendly, é que também existem vários espalhados pelo Brasil. Olha só: Esquina do Fuad (São Paulo - SP): se você busca um lugar descontraído, com comidas de “boteco”, a Esquina do Fuad pode agradar você e seu pet, que pode ficar contigo na área externa. Esse bar pet friendly tem petiscos para os cães e também potinhos de água. Pracinha do Seu Justino (São Paulo - SP): este restaurante conta com um cardápio especial para cães e gatos, com ingredientes que eles podem consumir. Alessandro e Frederico Café (Rio de Janeiro - RJ): se você está ou vai para o Rio de Janeiro, essa é uma ótima pedida. Localizado em Ipanema, o deck é coberto, e o espaço aceita todos os portes de pet, contando com banquinhos com almofadas na calçada para você e seu amiguinho sentarem. Santa Crema Café (Sorocaba - SP): se você é de Sorocaba ou vai a passeio, e está procurando por um café pet friendly, que tal visitar o Santa Crema? Eles contam com cafés especiais, doces, salgados e muito mais! Ah, e não se esqueça de visitar a Inova em sua passagem, ein? Oca Burger (Sorocaba - SP): Essa hamburgueria é conhecida pelos seus smash burgers, e conta com espaços abertos e amplos, perfeitos para seu pet te acompanhar. Le Pain Quotidien (São Paulo - SP): procurando uma padaria pet friendly? Lá, eles são conhecidos por adorarem receber os cães, e todos que chegam ganham um potinho com água! Villa di Phoenix (Campos do Jordão - SP): Campos do Jordão é conhecida por ser um destino bastante pet friendly! Esse restaurante badalado, por exemplo, serve de tudo um pouco. A varanda é coberta, e todos os portes de pet são bem recebidos. Shopping pet friendly A quantidade de shoppings que são pet friendly, hoje, é gigantesca! Em São Paulo, podemos citar, entre muitos, o Shopping Morumbi, Shopping Center Norte, Shopping Eldorado, Maxi Shopping Jundiaí e Shopping Sorocaba. Já em Minas Gerais, temos como exemplo o Minas Shopping e o BH Shopping. Se você está em terras cariocas, o Village Mall e o Botafogo Praia Shopping são ótimas pedidas. De qualquer forma, antes de ir até o local, vale dar uma olhada no site do shopping e procurar a informação se ele é pet friendly! Nossa dica é que seu amiguinho esteja sempre com os check-ups e as vacinas em dia, já que em alguns casos o pet transmite doenças ou pode até mesmo contrair alguma doença. Entre em contato conosco e agende uma visita. Assim, você e seu pet estarão sempre preparados para passear por aí! Leia também: obesidade canina

Quem concorda com a expressão que o cachorro é o melhor amigo do homem, deve adorar conhecer lugares onde os pets são bem-vindos! Apelidados de pet friendly, trouxemos alguns exemplos de locais onde eles podem frequentar, com dicas de estabelecimentos oferecidos pela Cãomigo. Confira! O que é pet friendly? Antes de começarmos nosso guia pet […]

Ruptura de ligamento cruzado em cães: o que é?

A ruptura de ligamento cruzado em cães costuma causar muitas dúvidas nos tutores, por não ser um problema tão conhecido. Para te ajudar, preparamos um texto completo sobre o assunto. Confira! Ruptura de ligamento cruzado em cães: o que é? Se você tem dúvida sobre o que é a ruptura de ligamento cruzado cranial em cães, vamos te explicar: também conhecida como RLCCr, esse problema pode ser repentino ou por degeneração, causando uma instabilidade na articulação fêmoro-tíbio-patelar (joelho) do pet, e sendo também uma das maiores causadoras da MAD (Moléstia Articular Degenerativa ou Osteoartrite) em cães. Nos cães mais jovens, geralmente é um rompimento repentino, já que são mais ativos e podem acabar se machucando enquanto correm e/ou pulam. Em cães mais velhos, o rompimento costuma ser por degeneração, principalmente se estiverem com o peso acima do adequado. Por afetar a locomoção do pet, também acaba afetando sua qualidade de vida. Logo, é extremamente importante tratar o caso com a seriedade que ele precisa, sempre acompanhado de um médico veterinário para prestar auxílio. Qual a importância do ligamento cruzado em cães? O ligamento cruzado em cães impede que a tíbia - osso localizado na parte anterior da perna - gire para dentro do corpo, prevenindo a hiperextensão do joelho. Ou seja, ele é fundamental para manter a estabilidade e integridade do joelho do pet. Ruptura de ligamento cruzado em cães: sintomas e causas Um dos principais sintomas do problema é quando o cão começa a mancar, devido à dor do rompimento. Justamente por causar muita dor, é comum alguns pets "gritarem" ou chorarem, principalmente se o tutor tocar no local, ou tentar esticar a perna lesionada. Dentre as causas, podemos citar: Ruptura repentina, provocada por atividades como correr e pular; Ruptura degenerativa, muito associada a cães sedentários e obesos; Instabilidade da patela do joelho; Doenças auto-imunes; Deformidade do joelho (joelho mais para dentro ou joelho mais para fora). Caso você desconfie que o seu amiguinho esteja com algum problema no joelho, podendo ser uma ruptura de ligamento cruzado, é necessário levá-lo o mais rápido possível a um veterinário de confiança - preferencialmente um especialista em ortopedia. Ruptura de ligamento cruzado em cães: diagnóstico O diagnóstico do problema pode ser feito por meio de um exame físico, usando a palpação do joelho. Um raio-x também será importante para avaliar o grau do problema, além do histórico de saúde do pet. Caso a ruptura já tenha acontecido há algum tempo, um ultrassom do joelho ou exame de ressonância magnética podem ser necessários. Ruptura de ligamento cruzado em cães: tratamento Assim como a dermatite em cachorro e a úlcera de córnea em cães, a ruptura de ligamento cruzado também tem tratamento. A cirurgia de ruptura de ligamento cruzado em cães costuma ser a mais utilizada, a fim de restabelecer a estabilidade da articulação. Para isso, existem algumas técnicas, que são escolhidas de acordo com a idade do pet, seu histórico de saúde e a condição de seu joelho. Dentre elas, estão: Extracapsular: essa técnica não restaura o ligamento, sendo mais rápidas e não indicada para cães de porte maior; Intracapsular: nessa técnica, o ligamento é restaurado com tecido ou implante; Osteotomia: a osteotomia é a técnica mais moderna, sendo a osteotomia de nivelamento do platô tibial (TPLO) uma das mais utilizadas, porém não é recomendada para filhotes. Ela irá alterar o grau de inclinação do platô tibial em relação ao ligamento patelar, permitindo o uso da articulação do joelho sem usar o ligamento rompido. Caso não seja possível realizar a cirurgia, devido a alguma comorbidade ou idade avançada, o veterinário pode prescrever alternativas para aliviar a dor e dar mais qualidade de vida ao pet. É importante lembrar que, se o problema não for tratado, a ruptura pode causar artrose em um curto espaço de tempo. Recuperação após a cirurgia Após realizar a cirurgia, pode ser que seu pet tenha que fazer fisioterapia, para movimentar aquela articulação que foi atingida. Também é importante ficar de olho no seu amiguinho para que ele não corra ou pule nesse período, ou se sua casa tiver escadas, deixá-lo no andar térreo, para que a recuperação aconteça da melhor maneira possível. Ruptura de ligamento cruzado em cães: prevenção Muitos tutores buscam maneiras de prevenir a ruptura de ligamento cruzado em cães, e a boa notícia é que há sim algumas maneiras de preveni-lo. Por exemplo, é importante que seu cãozinho fique dentro do peso recomendado e faça caminhadas regulares acompanhado do tutor, para não se tornar sedentário. Check-ups regulares também são essenciais, para prevenir essa e outras doenças. Você já levou o seu amiguinho a uma visita veterinária esse ano? Entre em contato conosco e venha nos visitar!

A ruptura de ligamento cruzado em cães costuma causar muitas dúvidas nos tutores, por não ser um problema tão conhecido. Para te ajudar, preparamos um texto completo sobre o assunto. Confira!  Ruptura de ligamento cruzado em cães: o que é? Se você tem dúvida sobre o que é a ruptura de ligamento cruzado cranial em […]

Cachorro vomitando: 6 tipos de vômito, causas e tratamento

Ver o cachorro vomitando costuma causar bastante preocupação aos tutores ou pais de pet. O mais importante a se fazer, nesse caso, é investigar as possíveis causas antes de determinar o tratamento. Continue lendo e entenda o assunto! Meu cachorro está vomitando: o que pode ser? Assim como nos humanos, o vômito de cachorro representa que algo não está bem internamente. Desde a ingestão de um alimento indevido, intolerância a ração ou até mesmo alguma doença mais grave. Antes de mais nada, é importante observar se o pet está vomitando ou regurgitando. No vômito, o pet está expulsando algo de seu estômago, já no regurgito ele está expulsando algo de seu esôfago (garganta) - que não começou a ser digerido. Por isso, muitas vezes o termo cachorro vomitando ração, por exemplo, não está correto, já que ele pode ter ingerido o alimento muito rápido e regurgitado. De qualquer forma, é importante ficar atento aos hábitos do seu amiguinho para entender o que está acontecendo com ele e se uma visita ao veterinário se faz necessária, além dos check ups de rotina. Cachorros vomitando: causas Antes de se perguntar o que fazer quando o cachorro está vomitando, é importante entender qual a causa desse problema, para que o tratamento seja adequado e eficaz. 1- Cachorro vomitando amarelo Na maioria das vezes, o vômito amarelo do cachorro é uma forma de defesa do organismo. O ideal é fazer uma visita a um veterinário de confiança, que vai querer saber com qual frequência esses vômitos ocorrem, pois esse problema pode ter diferentes causas. Dentre elas: Alteração no fígado; Estômago vazio - jejum prolongado, comum em pets com alimentação seletiva; Ansiedade - que também pode levar o pet a não se alimentar; Dor ou outras doenças, que necessitam de investigação. No geral, o cachorro vomitando espuma amarela se deve pela ação da bile, substância produzida pelo fígado e liberada pela vesícula biliar. E, quando o pet está com o estômago vazio, essa substância pode acabar irritando o estômago e provocando o vômito amarelo. 2- Cachorro vomitando verde O vômito verde também pode ter as mesmas causas do vômito amarelo, como por exemplo o estômago vazio. Usando a mesma explicação da ação da bile, substância produzida pelo fígado e liberada pela vesícula biliar, há uma irritação no estômago. Porém, a coloração verde indica maior quantidade de bile, enquanto o amarelo indica menos. E isso pode acontecer se o seu pet vomitar repetidas vezes, ou até mesmo indicar algum problema mais sério, que somente um médico veterinário será capaz de avaliar. De qualquer forma, além da visita ao veterinário, observe a frequência do vômito e se o seu amiguinho apresenta outros sintomas, como por exemplo cachorro vomitando e com diarreia. 3- Cachorro vomitando espuma branca Também referido como cachorro vomitando espuma, esse pode ser um problema mais difícil de identificar. Porém, é importante relatar ao veterinário o que você observou, para ajudá-lo a entender melhor qual a causa, que podem ser: Intoxicação alimentar; Náuseas, indigestão ou refluxo - que podem acontecer quando o pet come muito rápido; Infecções ou inflamações no estômago ou intestino, como a gastrite; Doenças mais sérias. Observe também se, além do vômito, esse problema vem acompanhado de outros sintomas, como cachorro com febre, cachorro com tosse ou com falta de apetite. 4- Cachorro vomitando sangue Um cachorro vomitando sangue traz muita preocupação, pois pode estar associado a algum problema sério de saúde. Em primeira instância, observe se o sangue não está saindo de nenhum ferimento da boca do pet. E isso você saberá pela cor e a consistência do sangue. Se ele apresentar uma coloração de vermelho vivo, é um pouco improvável que o problema seja gastrointestinal. Agora, se ele for mais escuro, e também aparecer nas fezes, pode indicar algo mais sério. É muito importante fazer uma visita ao veterinário, o mais rápido possível,para investigar as possíveis causas do vômito com sangue, que podem ser: Lesões internas; Ingestão de objetos pontiagudos e estranhos; Verminose; Coagulopatia (distúrbio muito comum de coagulação do sangue); Doença do carrapato; Parvovirose; Cinomose; Câncer; Infecções, dentre outros. Sabendo o que está causando o problema, o veterinário poderá ajudar seu amiguinho de forma muito mais eficaz. 5- Cachorro vomitando marrom Se o seu amiguinho está vomitando marrom, além da causa alimentar - bastante comum - também é importante observar se ele não anda mexendo em suas fezes. Chamado de coprofagia, é o hábito que alguns cães têm de comer o próprio cocô. E uma explicação bastante comum desse problema são as causas comportamentais, como ansiedade, submissão e necessidade de atenção. Se você notou que o seu pet anda fazendo isso, procure um veterinário de confiança e veja a melhor maneira de ajudar o seu amiguinho. 6- Cachorro com vômito e diarreia O cachorro com vômito e diarreia pode estar apresentando sinais de intolerância alimentar! Isso é um sinal de que algo que ele andou comendo não caiu muito bem, sendo necessário mudar a alimentação, com auxílio veterinário. Algumas doenças, como a giárdia, cinomose, parvovirose, entre outras, também podem apresentar esses sintomas. A vacinação é uma forma de prevenção para que seu amiguinho não seja acometido por essas e outras doenças. Cachorro vomitando: o que fazer Como já dito anteriormente, além de observar o que aconteceu com o seu pet - para relatar corretamente o problema, a pessoa mais indicada para tratá-lo é o veterinário. Com os exames adequados, ele saberá identificar a causa do problema e iniciar o tratamento e, se necessário, receitar um remédio para vômito de cachorro. Remédios caseiros para cachorro vomitando não são indicados, já que não tratam a causa do problema e podem agravar a situação. Precisa de ajuda com o seu amiguinho? Agende uma consulta com um de nossos especialistas e venha conhecer o time da Inova!

Ver o cachorro vomitando costuma causar bastante preocupação aos tutores ou pais  de pet.  O mais importante a se fazer, nesse caso, é investigar as possíveis causas antes de determinar o tratamento. Continue lendo e entenda o assunto! Meu cachorro está vomitando: o que pode ser?  Assim como nos humanos, o vômito de cachorro representa […]

Conjuntivite em cachorro: como você deve tratar seu pet?

A conjuntivite não é um problema que acomete exclusivamente os seres humanos! Essa doença também pode afetar os pets. Confira o post que preparamos sobre conjuntivite em cachorro! Como é a conjuntivite em cachorro? A conjuntivite canina é uma doença oftalmológica muito comum, assim como a úlcera de córnea em cães. Ao contrário do que algumas pessoas pensam, se trata de um quadro de inflamação, e não de infecção. Pode se tratar tanto da doença em si, como ser um sintoma de alguma outra doença. Esse problema acontece na conjuntiva, um tecido localizado na parte interna da pálpebra, que recobre as pálpebras internamente e também a esclera (parte branca dos olhos dos pets). Ela serve para proteger os olhos dos cães. Conjuntivite de cachorro pega em humano? Se você tem dúvida se o pet transmite doença, a resposta é não! Os cães não transmitem conjuntivite aos donos. E a conjuntivite humana pega em cachorro? Também não! Ou seja, quanto a esse aspecto, pode ficar tranquilo! De qualquer forma, é necessário tratar o mais rápido possível, já que esse problema costuma ser muito incômodo para os pets. O que causa conjuntivite em cachorro? As causas desse problema são muito variadas. Trouxemos algumas para você conhecer: Bactérias; Vírus; Alergias; Contato com produtos químicos; Poluição - sabe aquele hábito dos cães de andarem com a cabeça de fora da janela do carro? Isso pode ressecar os olhos e causar a conjuntivite; Baixa produção de lágrimas; Doenças como a cinomose e a leishmaniose, que tem a conjuntivite como sintoma. Algumas raças são mais propensas a ter problemas oculares, como é o caso da conjuntivite em cachorro Shih-tzu. Portanto, os tutores devem ficar ainda mais atentos ao notarem alguma irritação no olho do seu amiguinho. Conjuntivite em cachorro: sintomas Ao contrário de algumas doenças que são mais difíceis de identificar, como o verme em cachorro, a conjuntivite tem sintomas bastante evidentes. Confira: Cachorro com olho vermelho; Cachorro com olho inchado; Remelas e piscadas em excesso; Dificuldade em manter os olhos abertos; Lacrimação / lacrimejamento. Se você notar algum desses sintomas no seu pet, leve-o ao veterinário o mais rápido possível para que o problema não se torne ainda maior. Ele (a) saberá, da melhor maneira, como curar conjuntivite em cachorro. Como tratar conjuntivite em cachorro? Ao visitar um veterinário, ele fará um exame clínico no pet para diagnosticar a doença. Ele também poderá solicitar outros exames, se o caso for mais grave ou estiver relacionado a outra doença. A partir disso, ele saberá como cuidar de conjuntivite em cachorro, podendo receitar colírio para cachorro ou remédio para conjuntivite em cachorro. Não é recomendado utilizar nenhum remédio caseiro para conjuntivite em cachorro, e nem mesmo colírio humano no pet, já que ambos podem agravar o problema, por mais que sua intenção seja ajudá-lo. Quanto tempo dura a conjuntivite em cachorro? O tempo de cura da doença irá depender da gravidade do problema. Em casos não tão graves, costuma melhorar em cerca de 3 a 5 dias após o início do tratamento recomendado pelo veterinário. Quanto antes for feito o diagnóstico, mais rápido o seu amiguinho estará curado! “Lembrando que, caso seu pet esteja coçando os olhos, o primeiro passo é colocar o colar elizabetano para evitar que ele cause uma úlcera de córnea em cães, além de levá-lo a uma consulta com um veterinário”, segundo recomendação da oftalmologista veterinária doutora Cristiane Estanislau (CRMV-SP: 26.637). Você está desconfiada que seu amiguinho está com algum problema oftalmológico? Entre em contato com a gente e agende uma consulta!

A conjuntivite não é um problema que acomete exclusivamente os seres humanos! Essa doença também pode afetar os pets. Confira o post que preparamos sobre conjuntivite em cachorro! Como é a conjuntivite em cachorro? A conjuntivite canina é uma doença oftalmológica muito comum, assim como a úlcera de córnea em cães.  Ao contrário do que […]