Cachorro vomitando: 6 tipos de vômito, causas e tratamento

Ver o cachorro vomitando costuma causar bastante preocupação aos tutores ou pais de pet. O mais importante a se fazer, nesse caso, é investigar as possíveis causas antes de determinar o tratamento. Continue lendo e entenda o assunto! Meu cachorro está vomitando: o que pode ser? Assim como nos humanos, o vômito de cachorro representa que algo não está bem internamente. Desde a ingestão de um alimento indevido, intolerância a ração ou até mesmo alguma doença mais grave. Antes de mais nada, é importante observar se o pet está vomitando ou regurgitando. No vômito, o pet está expulsando algo de seu estômago, já no regurgito ele está expulsando algo de seu esôfago (garganta) - que não começou a ser digerido. Por isso, muitas vezes o termo cachorro vomitando ração, por exemplo, não está correto, já que ele pode ter ingerido o alimento muito rápido e regurgitado. De qualquer forma, é importante ficar atento aos hábitos do seu amiguinho para entender o que está acontecendo com ele e se uma visita ao veterinário se faz necessária, além dos check ups de rotina. Cachorros vomitando: causas Antes de se perguntar o que fazer quando o cachorro está vomitando, é importante entender qual a causa desse problema, para que o tratamento seja adequado e eficaz. 1- Cachorro vomitando amarelo Na maioria das vezes, o vômito amarelo do cachorro é uma forma de defesa do organismo. O ideal é fazer uma visita a um veterinário de confiança, que vai querer saber com qual frequência esses vômitos ocorrem, pois esse problema pode ter diferentes causas. Dentre elas: Alteração no fígado; Estômago vazio - jejum prolongado, comum em pets com alimentação seletiva; Ansiedade - que também pode levar o pet a não se alimentar; Dor ou outras doenças, que necessitam de investigação. No geral, o cachorro vomitando espuma amarela se deve pela ação da bile, substância produzida pelo fígado e liberada pela vesícula biliar. E, quando o pet está com o estômago vazio, essa substância pode acabar irritando o estômago e provocando o vômito amarelo. 2- Cachorro vomitando verde O vômito verde também pode ter as mesmas causas do vômito amarelo, como por exemplo o estômago vazio. Usando a mesma explicação da ação da bile, substância produzida pelo fígado e liberada pela vesícula biliar, há uma irritação no estômago. Porém, a coloração verde indica maior quantidade de bile, enquanto o amarelo indica menos. E isso pode acontecer se o seu pet vomitar repetidas vezes, ou até mesmo indicar algum problema mais sério, que somente um médico veterinário será capaz de avaliar. De qualquer forma, além da visita ao veterinário, observe a frequência do vômito e se o seu amiguinho apresenta outros sintomas, como por exemplo cachorro vomitando e com diarreia. 3- Cachorro vomitando espuma branca Também referido como cachorro vomitando espuma, esse pode ser um problema mais difícil de identificar. Porém, é importante relatar ao veterinário o que você observou, para ajudá-lo a entender melhor qual a causa, que podem ser: Intoxicação alimentar; Náuseas, indigestão ou refluxo - que podem acontecer quando o pet come muito rápido; Infecções ou inflamações no estômago ou intestino, como a gastrite; Doenças mais sérias. Observe também se, além do vômito, esse problema vem acompanhado de outros sintomas, como cachorro com febre, cachorro com tosse ou com falta de apetite. 4- Cachorro vomitando sangue Um cachorro vomitando sangue traz muita preocupação, pois pode estar associado a algum problema sério de saúde. Em primeira instância, observe se o sangue não está saindo de nenhum ferimento da boca do pet. E isso você saberá pela cor e a consistência do sangue. Se ele apresentar uma coloração de vermelho vivo, é um pouco improvável que o problema seja gastrointestinal. Agora, se ele for mais escuro, e também aparecer nas fezes, pode indicar algo mais sério. É muito importante fazer uma visita ao veterinário, o mais rápido possível,para investigar as possíveis causas do vômito com sangue, que podem ser: Lesões internas; Ingestão de objetos pontiagudos e estranhos; Verminose; Coagulopatia (distúrbio muito comum de coagulação do sangue); Doença do carrapato; Parvovirose; Cinomose; Câncer; Infecções, dentre outros. Sabendo o que está causando o problema, o veterinário poderá ajudar seu amiguinho de forma muito mais eficaz. 5- Cachorro vomitando marrom Se o seu amiguinho está vomitando marrom, além da causa alimentar - bastante comum - também é importante observar se ele não anda mexendo em suas fezes. Chamado de coprofagia, é o hábito que alguns cães têm de comer o próprio cocô. E uma explicação bastante comum desse problema são as causas comportamentais, como ansiedade, submissão e necessidade de atenção. Se você notou que o seu pet anda fazendo isso, procure um veterinário de confiança e veja a melhor maneira de ajudar o seu amiguinho. 6- Cachorro com vômito e diarreia O cachorro com vômito e diarreia pode estar apresentando sinais de intolerância alimentar! Isso é um sinal de que algo que ele andou comendo não caiu muito bem, sendo necessário mudar a alimentação, com auxílio veterinário. Algumas doenças, como a giárdia, cinomose, parvovirose, entre outras, também podem apresentar esses sintomas. A vacinação é uma forma de prevenção para que seu amiguinho não seja acometido por essas e outras doenças. Cachorro vomitando: o que fazer Como já dito anteriormente, além de observar o que aconteceu com o seu pet - para relatar corretamente o problema, a pessoa mais indicada para tratá-lo é o veterinário. Com os exames adequados, ele saberá identificar a causa do problema e iniciar o tratamento e, se necessário, receitar um remédio para vômito de cachorro. Remédios caseiros para cachorro vomitando não são indicados, já que não tratam a causa do problema e podem agravar a situação. Precisa de ajuda com o seu amiguinho? Agende uma consulta com um de nossos especialistas e venha conhecer o time da Inova!

Ver o cachorro vomitando costuma causar bastante preocupação aos tutores ou pais  de pet.  O mais importante a se fazer, nesse caso, é investigar as possíveis causas antes de determinar o tratamento. Continue lendo e entenda o assunto! Meu cachorro está vomitando: o que pode ser?  Assim como nos humanos, o vômito de cachorro representa […]

Conjuntivite em cachorro: como você deve tratar seu pet?

A conjuntivite não é um problema que acomete exclusivamente os seres humanos! Essa doença também pode afetar os pets. Confira o post que preparamos sobre conjuntivite em cachorro! Como é a conjuntivite em cachorro? A conjuntivite canina é uma doença oftalmológica muito comum, assim como a úlcera de córnea em cães. Ao contrário do que algumas pessoas pensam, se trata de um quadro de inflamação, e não de infecção. Pode se tratar tanto da doença em si, como ser um sintoma de alguma outra doença. Esse problema acontece na conjuntiva, um tecido localizado na parte interna da pálpebra, que recobre as pálpebras internamente e também a esclera (parte branca dos olhos dos pets). Ela serve para proteger os olhos dos cães. Conjuntivite de cachorro pega em humano? Se você tem dúvida se o pet transmite doença, a resposta é não! Os cães não transmitem conjuntivite aos donos. E a conjuntivite humana pega em cachorro? Também não! Ou seja, quanto a esse aspecto, pode ficar tranquilo! De qualquer forma, é necessário tratar o mais rápido possível, já que esse problema costuma ser muito incômodo para os pets. O que causa conjuntivite em cachorro? As causas desse problema são muito variadas. Trouxemos algumas para você conhecer: Bactérias; Vírus; Alergias; Contato com produtos químicos; Poluição - sabe aquele hábito dos cães de andarem com a cabeça de fora da janela do carro? Isso pode ressecar os olhos e causar a conjuntivite; Baixa produção de lágrimas; Doenças como a cinomose e a leishmaniose, que tem a conjuntivite como sintoma. Algumas raças são mais propensas a ter problemas oculares, como é o caso da conjuntivite em cachorro Shih-tzu. Portanto, os tutores devem ficar ainda mais atentos ao notarem alguma irritação no olho do seu amiguinho. Conjuntivite em cachorro: sintomas Ao contrário de algumas doenças que são mais difíceis de identificar, como o verme em cachorro, a conjuntivite tem sintomas bastante evidentes. Confira: Cachorro com olho vermelho; Cachorro com olho inchado; Remelas e piscadas em excesso; Dificuldade em manter os olhos abertos; Lacrimação / lacrimejamento. Se você notar algum desses sintomas no seu pet, leve-o ao veterinário o mais rápido possível para que o problema não se torne ainda maior. Ele (a) saberá, da melhor maneira, como curar conjuntivite em cachorro. Como tratar conjuntivite em cachorro? Ao visitar um veterinário, ele fará um exame clínico no pet para diagnosticar a doença. Ele também poderá solicitar outros exames, se o caso for mais grave ou estiver relacionado a outra doença. A partir disso, ele saberá como cuidar de conjuntivite em cachorro, podendo receitar colírio para cachorro ou remédio para conjuntivite em cachorro. Não é recomendado utilizar nenhum remédio caseiro para conjuntivite em cachorro, e nem mesmo colírio humano no pet, já que ambos podem agravar o problema, por mais que sua intenção seja ajudá-lo. Quanto tempo dura a conjuntivite em cachorro? O tempo de cura da doença irá depender da gravidade do problema. Em casos não tão graves, costuma melhorar em cerca de 3 a 5 dias após o início do tratamento recomendado pelo veterinário. Quanto antes for feito o diagnóstico, mais rápido o seu amiguinho estará curado! “Lembrando que, caso seu pet esteja coçando os olhos, o primeiro passo é colocar o colar elizabetano para evitar que ele cause uma úlcera de córnea em cães, além de levá-lo a uma consulta com um veterinário”, segundo recomendação da oftalmologista veterinária doutora Cristiane Estanislau (CRMV-SP: 26.637). Você está desconfiada que seu amiguinho está com algum problema oftalmológico? Entre em contato com a gente e agende uma consulta!

A conjuntivite não é um problema que acomete exclusivamente os seres humanos! Essa doença também pode afetar os pets. Confira o post que preparamos sobre conjuntivite em cachorro! Como é a conjuntivite em cachorro? A conjuntivite canina é uma doença oftalmológica muito comum, assim como a úlcera de córnea em cães.  Ao contrário do que […]

Dipirona para cães: tudo o que é importante saber

A dipirona é um remédio de ação anti inflamatória e de ação analgésica, de uso muito comum pelos seres humanos. Contudo, será que a dipirona para cães é indicada? Continue acompanhando o texto e descubra se você pode dar dipirona para cachorro! Cachorro pode tomar dipirona? A dipirona é um medicamento muito comum na caixinha de primeiros socorros de muitas pessoas. Porém, ao notar alguma alteração na saúde do pet, como dermatite em cachorro ou algum indício de que o pet esteja com dor, uma dúvida muito comum entre os tutores de cães é - pode dar dipirona para cachorro? A resposta é sim. A dipirona para cães com dor ou a dipirona para cães com febre pode ser dada, porém somente quando receitada pelo médico veterinário. Vale lembrar que os cães possuem dificuldade em metabolizar alguns medicamentos, como paracetamol e ibuprofeno, portanto nunca devem ser administrados! Analgésico para cães: dipirona A dipirona atua apenas como um analgésico para cachorros, não tratando a doença em si. Portanto, para não colocar em risco a vida do seu pet, desconfiando de qualquer sintoma, leve-o o mais rápido possível para uma avaliação com um veterinário. Ele fará exames e conseguirá descobrir a origem do problema, já que doenças mais sérias, como uma úlcera de córneas em cães, dentre tantas outras, devem receber tratamentos diferenciados. Muitas vezes administrar um medicamento como a dipirona, pode mascarar a doença, uma vez que você achará que o problema foi resolvido e apenas o sintoma não está mais aparecendo. Dipirona para cães: efeitos colaterais A administração da dose incorreta de dipirona humana para cães, sem recomendação veterinária, pode trazer efeitos colaterais, como vômitos, diarréia, gastrite, entre muitos outros sintomas. Portanto, nunca pratique a automedicação em seu pet. Qual a dose de dipirona para cães? Como já citado, para saber a dosagem de dipirona para cães, além da frequência, é necessário uma orientação de um veterinário. Dipirona: dosagem para cães Como todo remédio, a dipirona é metabolizada pelo fígado. Logo, a dosagem de dipirona para filhotes de cães será diferente da dosagem de dipirona para cães adultos, por exemplo. Aqui vale também o alerta de não utilizar a receita de um pet para medicar o outro. Portanto, por mais que você queira ajudar, não é recomendado medicar seu amiguinho com dosagens que encontramos na internet. Dipirona: em gotas ou em comprimido? A forma como a dipirona será administrada vai depender de cada pet. Às vezes, a dipirona em gotas para cães pode ser a melhor alternativa. Porém, se o volume for muito grande, a dipirona em comprimido para cães será recomendada. Substâncias proibidas para cachorros: conheças algumas Algumas substâncias são extremamente proibidas para os cãezinhos. Conheça algumas: Tylenol: o uso pode levar à intoxicação e lesões aos órgãos do pet, como o fígado; AAS Infantil e/ou adulto: esse medicamento contém ácido acetilsalicílico, e os cães não possuem a enzima hepática responsável pela metabolização e eliminação do composto. Ou seja, é um medicamento tóxico para eles. Aspirina: a aspirina também contém ácido acetilsalicílico, que como já dito é tóxico aos pets. Dorflex: o dorflex é outro medicamento que não pode ser dado aos cães, já que contêm orfenadrina e cafeína em sua composição, que são altamente tóxicos para os pets. Precisa de ajuda para cuidar do seu amiguinho? Entre em contato com a Inova e agende uma consulta!

A dipirona é um remédio de ação anti inflamatória e de ação analgésica, de uso muito comum pelos seres humanos. Contudo, será que a dipirona para cães é indicada? Continue acompanhando o texto e descubra se você pode dar dipirona para cachorro! Cachorro pode tomar dipirona? A dipirona é um medicamento muito comum na caixinha […]

Verme em cachorro: tudo o que ainda não te contaram

O verme em cachorro é um dos problemas mais comuns no dia a dia dos consultórios veterinários, e com certeza você já deve ter ouvido falar no assunto. Porém, você sabe quais são os sintomas de verme em cachorro e o que fazer diante da situação? Entenda tudo sobre o assunto! Verme em cachorro: o que é? Como o nome já diz, a doença se trata de um quadro de verminose nos pets. Por isso, os cães devem ser vermifugados corretamente e seguindo um calendário correto, indicado pelo veterinário. Porém, mesmo vermifugados, o problema pode acabar ocorrendo, ao frequentar locais com muitos animais - como praças e parques - por exemplo. Além disso, o problema pode ocorrer independentemente da idade do pet. Os casos de verme em cachorro filhotes também são comuns. Verme de cachorro em humanos: é possível? Verme de cachorro pega em humano? A resposta é sim! O verme de cachorro em pessoas realmente pode acontecer, mas não são todos os tipos que são transmissíveis aos humanos. Alguns cuidados básicos com a higiene, como lavar bem as mãos após o contato com os pets, podem ser suficientes para que o problema não ocorra. Além disso, o consumo de carnes mal cozidas e água não filtrada podem causar vermes também, como a Toxoplasmose. Tipos de vermes em cachorros Os vermes em cachorro podem ser divididos em alguns tipos. Conheça: Vermes intestinais em cachorro Os vermes que afetam o intestino dos cães são muito comuns e alguns podem até mesmo ser transmitidos para os seres humanos. Entre os tipos estão: Vermes chatos ou cestodos; Vermes redondos ou nematodos (transmissível aos seres humanos); Vermes ganchudos (transmissível aos seres humanos) e os Vermes chicote. Vermes pulmonares em cachorro Os vermes também podem estar nos pulmões, seja diretamente, ou por meio dos vermes intestinais que acabam ao longo do ciclo indo parar no sistema respiratório. Verme do coração em cachorro Além do intestino e do pulmão, eles também podem encontrar-se no coração do pet. Um exemplo é a Dirofilaria immitis, transmitida por meio de picadas de mosquito. Vermes oculares em cachorro Por fim, eles também podem acometer a região dos olhos. Um exemplo é a Thelazia, também transmissível aos seres humanos. O que causa verme em cachorro? Agora que você já sabe o que é verme em cachorro e quais os tipos, está na hora de entender o que dá verme em cachorro. Existem diversas maneiras dos pets contraírem vermes e até alguns mitos que rondam o assunto, como aquele em que o leite da verme em cachorro, o que não é verdade, apesar da ingestão do leite não ser recomendado por outras razões. Dentre as causas, podemos citar: Ao passear e explorar parques, praças e outros gramados , o seu amiguinho pode acabar pegando algum parasita que vive na grama e na terra do ambiente; Lambidas - se os ovos de verme grudarem no pelo do seu pet e ele lamber o local, ele também pode acabar contraindo algum parasita; Picadas de mosquitos. O que causa verme em filhote de cachorro Além das maneiras citadas acima, os vermes também podem ser transmitidos de mãe para filhote, por meio da placenta ou nos primeiros dias de vida do pet, ao amamentar. Verme em cachorro: sintomas Você sabe quais os sintomas de verme em cachorro? A verdade é que existem muitos, e até mesmo a tosse em cachorro pode ser verme, no caso do pulmonar. Conheça alguns sintomas de verme em cachorro: Diarréia; Cachorro com febre; Cachorro com tosse; Diminuição ou perda de apetite; Mudança na textura das fezes; Vômito; Fraqueza; Presença de verme nas fezes (estágio mais avançado). Se você notar algum desses sintomas em seu pet, leve-o a um veterinário o mais rápido possível para dar início ao tratamento. Como tratar verme em cachorro Somente um veterinário pode orientar a respeito do tratamento para verme em cachorro. Por mais que você queira ajudar, os remédios caseiros para verme em cachorro não são recomendados, pois podem acabar piorando o problema. Um médico veterinário realizará exames, como o de verificação de fezes no caso de verme intestinal, para saber o tipo de verme e como proceder. Geralmente um remédio de verme para cachorro será indicado, mas antes disso é preciso que o veterinário faça o diagnóstico correto do tipo de verme. Dependendo do diagnóstico será determinado o medicamento e o tempo de uso. Remédio de verme para cachorro: de quanto em quanto tempo? Para saber de quanto em quanto tempo devem ser administrados vermífugos (remédio para verme em cachorro) de maneira preventiva é necessário orientação veterinária. De modo geral, pode-se dizer que o tempo varia: entre 3 a 6 meses, ou até mesmo um ano. Porém, para cuidar da saúde do seu amiguinho e prevenir que qualquer doença o acometa, check ups anuais e visitas de rotina ao veterinário são necessárias. Precisando de ajuda para cuidar do seu amiguinho? Entre em contato conosco e agende uma consulta!

O verme em cachorro é um dos problemas mais comuns no dia a dia dos consultórios veterinários, e com certeza você já deve ter ouvido falar no assunto. Porém, você sabe quais são os sintomas de verme em cachorro e o que fazer diante da situação? Entenda tudo sobre o assunto! Verme em cachorro: o […]

Otite em cães: cuidados para evitar, sintomas e como tratar

Otite em cães: cuidaAssim como nós, os cães também podem sentir dor de ouvido. Aliás, é uma doença que aparece com frequência nos consultórios veterinários, e recebe o nome de otite canina. É preciso estar atento aos sinais, para não deixar o seu amiguinho sentindo dor. Entenda tudo sobre otite em cães no texto que preparamos especialmente sobre o assunto! Otite canina: o que é? Antes de mais nada, é preciso entender o que é a otite em cães. Caracterizada pela dor de ouvido em cachorro, ela é uma inflamação do ouvido (conduto auditivo). Essa complicação pode acometer qualquer cachorro, mas é bem comum em raças que possuem as orelhas caídas, como os beagles. Isso porque dentro do ouvido dos cães existem fungos naturais e bactérias, que são saudáveis e importantes para o organismo. Porém, quando o local fica úmido, ou a imunidade do nosso amiguinho cai, essa produção pode aumentar e favorecer a infecção do local, provocando a otite. Se não tratada, essa infecção pode avançar e se tornar uma otite crônica em cães. A otite crônica em cães tem cura, mas pode trazer consequências irreversíveis ao seu amiguinho. Causas de otites em cães As causas da otite em cães podem ser muitas - desde otite por ácaro em cães; Otite alérgica em cães; Otite bacteriana em cães ou até mesmo aquela água que acabou entrando no ouvido do seu amiguinho quando você estava dando banho nele. Conheça outras causas: Bactérias; Fungos; Ácaros; Alergias; Acúmulo de cera no ouvido; Entrada de corpos estranhos (água ou algodão, por exemplo). Por isso, é tão importante manter a higienização correta do local para evitar possíveis problemas ao seu amiguinho e levá-lo em consultas periódicas com um veterinário de confiança, que poderá te ensinar como prevenir otite em cães. Quais os sintomas de otite em cães? Já que nosso amiguinho não sabe falar, é importante ficar atento a alguns sintomas que são característicos da otite canina: Coceira constante na orelha; Balançar ou chacoalhar a cabeça com uma certa frequência; Ao observar as orelhas, procure sinais de vermelhidão, odor forte, inchaço e excesso de cera no ouvido; Em casos mais sérios, é possível notar o cachorro com febre. Como tratar otite crônica em cães? Se você desconfia que o seu pet esteja com otite, é necessário procurar um veterinário o mais rápido possível. Ele saberá como cuidar de otite em cães e qual o melhor remédio para otite em cães. Normalmente, são receitados antibióticos para otite em cães e/ou anti-inflamatórios para otite em cães. O local também deve ser mantido sempre limpo e seco, com a higienização correta. Em casos mais sérios, pode ser indicada a cirurgia. Como fazer a higienização da orelha do cão? A higienização correta da orelha do pet é fundamental para tratar a otite em cães, além de prevenir a doença. Porém, é importante ter cuidado ao realizar o procedimento, já que o ouvido é um local muito sensível. O ideal é fazer a limpeza uma vez por semana. Existem alguns produtos específicos para a tarefa, sendo que um veterinário poderá te indicar o melhor para o seu amiguinho. Para fazer a limpeza, apoie o pet em seu colo e aplique o produto, indicado pelo veterinário, na orelha dele. Feito isso, massageie a orelha delicadamente e, com a ajuda de um algodão ou de uma gaze, retire o excesso de sujeira, tomando muito cuidado para não machucar seu amiguinho. Vale lembrar que o uso de cotonete para fazer essa tarefa não é recomendado, pois pode acabar causando uma lesão. Caso você não se sinta confortável ou fique com medo de limpar a orelha do seu pet, é sempre válido pedir ajuda e orientação de um veterinário. Como prevenir otite em cães Dizem que a prevenção é sempre o melhor remédio, e por aqui não poderia ser diferente. Com procedimentos simples, como manter os ouvidos do seu pet sempre limpos e arejados, e tomar cuidado para que nenhuma água entre no local durante o banho, você irá ajudar a prevenir a otite no seu amiguinho. Ter um olhar atento e manter uma rotina com check-ups periódicos também ajudam com que seu pet esteja com a saúde sempre em dia.

Assim como nós, os cães também podem sentir dor de ouvido. Aliás, é uma doença que aparece com frequência nos consultórios veterinários, e recebe o nome de otite canina. É preciso estar atento aos sinais, para não deixar o seu amiguinho sentindo dor. Entenda tudo sobre otite em cães no texto que preparamos especialmente sobre […]

Dermatite em cachorro: quais são as principais causas?

A dermatite em cachorro, também conhecida como dermatite canina, pode acometer qualquer cão, independente da idade e raça. Entenda quando aquela coceirinha do seu cachorro deixa de ser normal, quais as principais causas e como tratar a dermatite em cachorro. Dermatite em cachorro: o que é? Você olha para o seu pet e ele está o dia inteiro com aquela coceira insistente, para lá e pra cá? No primeiro momento, é até comum desconfiar que ele está com alguma pulga ou carrapatos. Porém, descartada essa ideia, o problema pode se tratar de dermatite em cachorro. Mas o que é dermatite em cachorro? A dermatite seborreica em cachorro é caracterizada por uma inflamação ou infecção na pele do pet, causada por diferentes agentes. Ela pode durar horas, dias ou meses. Tudo dependerá da causa do problema. É importante reconhecer o problema o mais rápido possível, para que você possa procurar ajuda especializada para o seu amigo de quatro patas. Dermatite em cachorro: Shih Tzu e Golden Retriever Essa doença pode acometer qualquer cão, mas ela é mais comum em pets que possuem pelos de grande comprimento, como o Shih Tzu e o Golden Retriever. Uma pelagem longa, ou até mesmo muitas dobrinhas no corpo, é o ambiente perfeito para que a dermatite em cachorro ocorra. O que causa dermatite em cachorro? Reconhecido o problema, é preciso entender o que causa dermatite em cachorro. A dermatite em cachorro pode ser causada por diversos fatores, como genéticos e hormonais. Porém, ela pode ser dividida em alguns casos: Dermatite alérgica em cachorro A dermatite alérgica em cachorro pode ser causada por picadas de pulgas, mosquitos, carrapatos, poeira, produtos de limpeza e até mesmo determinados alimentos. Dermatite atópica em cachorro O pet que tem dermatite atópica geralmente possui uma predisposição genética para isso. Ela é causada por substâncias que estão no ambiente que ele vive, como poeira, ácaro, pólen, entre outras. Dermatite por infecção bacteriana Também conhecida como dermatite úmida em cachorro, pode ser causada por falha nos banhos, doenças autoimunes e até mesmo infecções. Dermatite acral por lambedura Você já notou seu pet estressado, lambendo as patinhas com frequência? Cuidado, isso pode se tratar da dermatite acral por lambedura. Essa doença causa feridas no seu amiguinho e, dependendo do nível de estresse e ansiedade do cachorro, são recomendados remédios como antidepressivos ou ansiolíticos. Dermatite em cachorro: sintomas Os sintomas mais comuns da dermatite canina são: Coceira constante; Vermelhidão na pele; Queda de pelo; Pele seca ou com descamação; Feridas com ou sem pus; Em casos mais graves, é possível notar até a presença do cachorro com febre. Notando a presença de alguns desses sintomas, o ideal é procurar um veterinário de confiança o mais breve possível, para que ele possa recomendar o tratamento para dermatite em cachorro. que saberá o que é bom para dermatite em cachorro e como tratar a dermatite em cachorro. Dermatite em cachorro: como tratar? Diante do problema, uma visita ao veterinário para saber como curar dermatite em cachorro é essencial. Dermatite em cachorro: tratamento O tratamento da doença consiste em remédio para dermatite canina, dependendo do grau de seriedade do problema. Além disso, são feitos diversos exames para entender a raiz do problema, suas causas e consequências. Após o diagnóstico da doença, muitos tutores se perguntam como dar banho em cachorro com dermatite, já que pode ser uma tarefa um pouco mais delicada. No geral, é recomendado o uso de shampoo para dermatite em cachorro durante toda a vida do pet, além de cuidados específicos na secagem do pelo do cão. Dermatite em cachorro: remédio caseiro É importante lembrar que o uso de remédio caseiro para dermatite em cachorro não é recomendado, podendo agravar ainda mais o quadro do pet. Por isso, não dê remédio sem prescrição. O ideal, como já dito, é procurar ajuda especializada para o seu pet o mais rápido possível e entender qual o tratamento indicado para o caso do seu pet especificamente. Aqui na Inova contamos com um time completo de veterinários e especialista em dermatologia canina. Precisando, basta entrar em contato conosco! Ficaremos muito felizes em receber você e seu pet.

A dermatite em cachorro, também conhecida como dermatite canina, pode acometer qualquer cão, independente da idade e raça. Entenda quando aquela coceirinha do seu cachorro deixa de ser normal, quais as principais causas e como tratar a dermatite em cachorro.  Dermatite em cachorro: o que é? Você olha para o seu pet e ele está […]

Úlcera de córnea em cães: tem tratamento?

A Ceratite Ulcerativa, popularmente conhecida como úlcera de córnea em cães, é uma doença que vem se tornando muito comum, principalmente em pets de pequeno porte. Se você desconfia que seu amiguinho de quatro patas está com a doença e quer saber como tratar a úlcera de córnea em cães, acompanhe o texto. Úlcera de córnea em cães: o que é? A úlcera é qualquer ferida que acomete tecidos do corpo (como pele, estômago, etc). Sendo, a úlcera no olho uma lesão que leva a inflamação da córnea. Essa doença é muito comum, e pode ser dividida em superficial ou profunda. A úlcera de córnea profunda em cães é mais perigosa pois, se não tratada, pode levar a cegueira no pet. Também é válido lembrar que muitas úlceras superficiais acabam se tornando profundas, já que os cães tendem a coçar a região, podendo machucar ainda mais o local ou levar a uma infecção secundária. Por isso, é importante ter muito cuidado com a progressão da doença. Úlcera de córnea em cães: shih tzu As causas de úlcera de córnea em cães podem ser diversas: Como trauma no local; Infecções oculares; Contato com substâncias químicas (exemplo: produtos de limpeza); Deficiência lacrimal; Cílios ou pêlos virados para dentro da pálpebra (Entrópio, distiquíase ou cílios ectópicos); Doenças pré-existentes na córnea, entre outros. Porém, é certo que os cães de olhos “saltados”, como o shih tzu, são os que mais sofrem com a doença. Por terem os olhos mais expostos, o trauma acaba acontecendo mais facilmente, resultando na úlcera de córnea em cães. Úlcera de córnea em cães: sintomas Antes de saber como curar úlcera de córnea em cães, é necessário verificar se o pet realmente tem a doença. Para isso, além de realizar um teste de úlcera de córnea em cães no veterinário, alguns sintomas também podem ser observados. Diferente de outras doenças, que os sintomas podem ser cachorro com febre ou cachorro com tosse, a úlcera de córnea em cães causa: Lacrimejamento em excesso; Dores nos olhos; Secreção; Olhos vermelhos; Coceira nos olhos; Sensibilidade à luz; Piscadas em excesso; Dificuldade de abrir os olhos. Notando algum desses sintomas, leve o seu pet ao veterinário o mais rápido possível, para dar início a um tratamento úlcera de córnea em cães. Úlcera de córnea: tratamento em cães A úlcera de córnea em cães tem tratamento, e deve ser feito o quanto antes possível, para não causar nenhum dano à visão do pet. Úlcera de córnea em cães: como tratar Esqueça o remédio caseiro para úlcera de córnea em cães. Somente um veterinário especializado saberá como tratar, indicando o melhor colírio, pomada ou outro tratamento para úlcera de córnea em cães. Vale lembrar, mais uma vez, que medicar o seu pet sem a indicação de um especialista pode piorar a situação. Úlcera de córnea em cães: colírio Para o tratamento, geralmente será prescrito um colírio para úlcera de córnea em cães, além do uso do colar elizabetano (ou colar cirúrgico) para evitar que o pet coce e machuque ainda mais a região. Siga sempre a prescrição médica para que o problema não evolua e possa deixar seu pet cego. . Cirurgia de úlcera de córnea em cães: valor Em casos mais sérios, o colírio com antibiótico para úlcera de córnea em cães não basta, tendo que recorrer a cirurgia de úlcera de córnea em cães. Feito o procedimento, é necessário um acompanhamento veterinário pós cirúrgico com retornos de consulta e empenho dos tutores em cumprir corretamente a prescrição. Seguindo as orientações a úlcera de córnea deve cicatrizar. O preço varia de acordo com a seriedade do caso, exames e remédios a serem utilizados após a cirurgia. Seu pet está precisando de atendimento oftalmológico? Conte com a ajuda do time de especialistas da Inova! Entre em contato conosco hoje mesmo!

A Ceratite Ulcerativa, popularmente conhecida como úlcera de córnea em cães, é uma doença que vem se tornando muito comum, principalmente em pets de pequeno porte. Se você desconfia que seu amiguinho de quatro patas está com a doença e quer saber como tratar a úlcera de córnea em cães, acompanhe o texto. Úlcera de […]

Pet transmite doenças? Conheça os mitos e verdades

Estar atento à saúde dos nossos pets é fundamental para que nada aconteça com eles e com a gente! Isso porque existem algumas doenças que podem ser transmitidas entre os animais e os humanos. Essas doenças são chamadas de zoonoses. No post de hoje, reunimos alguns mitos e verdades sobre o assunto para te ajudar! ZOONOSE: O QUE É? São chamadas de zoonose as infecções transmitidas de um pet para os seres humanos, podendo ser por vírus, bactérias, parasitas ou fungos. ZOONOSE: COMO SÃO TRANSMITIDAS? As formas de transmissão das zoonoses podem ser divididas em contato direto, indireto, por vetores ou por alimentos. O contato direto pode acontecer por meio da saliva do pet, urina, fezes e até mesmo mordidas e arranhões. Já o contato indireto é o contato com áreas onde esses pets vivem ou objetos que possam estar contaminados. A transmissão por vetores é aquela feita por picadas de carrapatos, pulgas, mosquitos entre outros. A ingestão de alimentos ou água contaminada entra na transmissão por alimentos. ZOONOSE: MITOS E VERDADES Muitas são as suposições criadas acerca da transmissão de doenças por pets. Sendo assim, separamos alguns mitos e verdades para você! CÃES TRANSMITEM SARNA AOS HUMANOS? Verdade! Existe um tipo de sarna canina, chamada de Escabiose, que pode ser transmitida aos seres humanos. CÃES E GATOS TRANSMITEM RESFRIADO/GRIPE PARA O HOMEM Mito! Cães e gatos não transmitem gripe ou resfriado para humanos, já que os agentes virais são diferentes em cada espécie. PETS PODEM TRANSMITIR LEPTOSPIROSE AOS HUMANOS Verdade! A leptospirose é uma doença causada por uma bactéria que pode ser encontrada na urina ou fezes de pets com a doença, como os ratos , cachorros e os gatos, havendo a contaminação caso haja contato. A contaminação pode ocorrer pelo contato com a urina ou fezes contaminadas. A vacinação dos pets previne diversas doenças que podem ser transmitidas ao homem Verdade! Os pets devem ser vacinados anualmente com a orientação de um médico veterinário, podendo evitar muitas zoonoses com esse simples ato de cuidado que é a vacinação. PÁSSAROS NÃO TRANSMITEM DOENÇAS Mito! Algumas doenças podem sim ser transmitidas pelas aves, por exemplo, micoses e a salmonelose. Porém, são mais comuns em animais de vida livre. PETS PODEM TRANSMITIR RAIVA PARA O SER HUMANO Verdade! A raiva humana é uma doença causada por um vírus, que pode estar presente na saliva dos pets. Os cães, por exemplo, podem transmitir raiva para uma pessoa por meio de mordidas, caso não seja vacinado. Porém, a doença também pode ser transmitida por gatos, morcegos e guaxinins. Caso um episódio aconteça o recomendado é lavar o local da mordida e ir ao hospital ou pronto-socorro mais próximo para iniciar o tratamento adequado. PETS PODEM TRANSMITIR COVID-19 Mito! Não há provas de transmissão de COVID-19 por pets, mas é necessário tomar cuidado caso você esteja com a doença para não contaminar seu amigo também. Deve ser evitado ficar com o bichinho no colo, beijar e dormir junto, visando a proteção. Assim como em objetos, o seu pet pode se tornar uma fonte de transmissão indireta. Porém, fique tranquilo! É possível evitar muitas dessas doenças com o acompanhamento veterinário. Conte com a Inova para isso!

Estar atento à saúde dos nossos pets é fundamental para que nada aconteça com eles e com a gente! Isso porque existem algumas doenças que podem ser transmitidas entre os animais e os humanos. Essas doenças são chamadas de zoonoses. No post de hoje, reunimos alguns mitos e verdades sobre o assunto para te ajudar! […]

Gravidez e pets: mitos e verdades

Gerar uma vida é sempre um momento especial! Porém, muitas pessoas que já tem um pet na família ficam preocupadas com o processo de adaptação, já que não querem correr o risco de deixar de dar atenção para nenhum dos dois. Além disso, existem muitas dúvidas sobre doenças que os pets podem transmitir aos bebês durante a gestação. Neste post, trouxemos alguns mitos e verdades sobre gravidez x pets. Confira! GRAVIDEZ X PETS: É SEGURO? Tomados os devidos cuidados, os pets são ótimos companheiros durante os 9 meses de gestação, além de poderem ser bons amigos do o bebê que está a caminho. As doenças causadas por animais ao homem (chamadas de zoonoses), por exemplo, só são transmitidas se o pet estiver infectado, mas isso dificilmente acontece se o pet é estiver bem de saúde.. Isso inclui estar com todas as vacinas em dia, fazer check-ups regularmente, tomar banhos com a frequência indicada pelo veterinário e ter uma alimentação adequada e balanceada. GRAVIDEZ X PETS: CONFIRA MAIS ALGUNS MITOS E VERDADES Para entender mais sobre o assunto e sanar algumas dúvidas, separamos alguns mitos e verdades sobre gravidez x pets. Crianças e gestantes devem evitar o contato com animais de estimação: mito! Conviver com animais de estimação é muito benéfico e estando a grávida, não há porque evitar a convivência se o bebê e o pet estão com a saúde em dia. Os pets ajudam a desenvolver a curiosidade, dão segurança e muito amor! Conviver com pets diminui o estresse: verdade! Alguns estudos, como o realizado pelo Instituto de Pesquisa Médica Baker, já comprovou que pessoas que convivem com pets são menos propensas a sofrer com estresse. E evitar o estresse é muito importante durante a gestação, tanto para a saúde da mãe, quanto a do bebê! Gestantes não devem fazer a limpeza de gaiolas de hamsters: verdade! Se você está esperando um bebê e tem um hamster em casa, é aconselhado que você não faça a limpeza da gaiola do pet. O perigo está no vírus Lymphocytic choriomeningitis, que pode ser transmitido pela urina do pet e que pode provocar doenças congênitas no bebê. Mas calma! De modo geral, é muito difícil um pet roedor transmitir alguma doença. Isso pode acontecer se ele já tiver sido contaminado antes de chegar em sua casa, por isso é importante se atentar ao locais onde são criados e levá-lo para check-ups e avaliações periódicas com o veterinário. Pets transmitem doenças respiratórias, como asma: mito! As doenças respiratórias não são transmissíveis. O que acontece é que os ambientes com animais devem ser higienizados frequentemente para não desencadear nenhuma crise em pessoas que já tem esse problema, e claro, para a saúde daquele pet. Gatos podem transmitir toxoplasmose: verdade! Sim, ele também pode, assim como alimentos mal higienizados e água contaminada, que são os grandes causadores da doença! A toxoplasmose é uma doença causada por um protozoário chamado toxoplasma gondii, sendo o gato um hospedeiro definitivo desse protozoário, podendo transmiti-lo pelas fezes. Para evitar contaminação, é indicado que outro membro da família limpe o local onde o gatinho fica. Caso não seja possível, é indicado o uso de luvas e pazinha para limpar as fezes do pet, além de higienizar as mãos após terminar. O primeiro contato do pet com o novo membro da família deve ser monitorado: verdade! A gente entende a ansiedade de apresentar o bebê ao novo membro da família, mas é importante que esse contato seja monitorado e nada forçado! Deixe que eles se reconheçam no tempo de cada um, sempre monitorando para evitar acidentes e estranhamentos de ambas as partes. Tem um bebê a caminho na sua casa? Conte com a Inova para dar toda a assistência que esse momento precisa! Entre em contato com a gente!

Gerar uma vida é sempre um momento especial! Porém, muitas pessoas que já tem um pet na família ficam preocupadas com o processo de adaptação, já que não querem correr o risco de deixar de dar atenção para nenhum dos dois. Além disso, existem muitas dúvidas sobre doenças que os pets podem transmitir aos bebês […]

Pets idosos x Anestesia: entenda o assunto

É comum na medicina veterinária a necessidade de sedação ou anestesia para muitos procedimentos, porém isso pode trazer riscos ao animal. Sabemos que existem muitas dúvidas relacionadas à anestesia em pets, principalmente em idosos. Por isso, preparamos um post explicando melhor para você. Acompanhe abaixo! TIPOS DE ANESTESIA O tipo de anestesia indicado depende do procedimento a ser realizado. Pode ser necessária apenas uma tranquilização ou sedação, para raio-x ou uma biópsia por exemplo. Grande parte dos procedimentos são realizados com anestesia geral, que pode ser injetável ou inalatória. Ambas as formas, podem ser complementadas com infusões analgésicas e bloqueios locais utilizando equipamentos modernos para que o pet não sinta dor durante o procedimento, e também auxiliando a manter o paciente mais estável durante a anestesia. Todos os tipos de anestesia podem ser muito seguros, porém é de extrema importância que um anestesista veterinário capacitado acompanhe o paciente durante todo o procedimento, monitorando todos os parâmetros para que possa agir rapidamente caso aconteça qualquer intercorrência. ANESTESIA EM PETS IDOSOS Para reduzir ao máximo o risco anestésico em pacientes idosos, devemos realizar exames pré-operatórios, como exames cardíacos e de sangue, para avaliar a saúde geral do pet, já que os animais idosos tendem a ter mais problemas de saúde do que os pets mais jovens. Ao analisarmos todos esses exames, concluímos se esse paciente pode ou não ser submetido à anestesia naquele momento de forma muito mais segura e eficaz. Ficou alguma dúvida sobre o assunto? Conte com nossos especialistas para te ajudar! Nós, da Inova Hospital Veterinário estamos à disposição para atender você e seu pet!

É comum na medicina veterinária a necessidade de sedação ou anestesia para muitos procedimentos, porém isso pode trazer riscos ao animal.  Sabemos que existem muitas dúvidas relacionadas à anestesia em pets, principalmente em idosos. Por isso, preparamos um post explicando melhor para você. Acompanhe abaixo!  Tipos de Anestesia O tipo de anestesia indicado depende do […]