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Pancreatite canina: seu pet vai precisar de ajuda

A pancreatite canina é uma inflamação séria no pâncreas, que requer cuidados o mais rápido possível. Continue lendo e saiba como ajudar o seu amiguinho nesses casos. Pancreatite em cachorro: o que é? A pancreatite em cães ocorre quando há uma inflamação no pâncreas, causando muita dor e desconforto ao pet. Já a pancreatite aguda em cães, como o próprio nome já diz, é o processo inflamatório agudo, podendo ou não envolver outros tecidos ou órgãos próximos, como o estômago, o intestino e o fígado. É uma doença considerada grave, uma vez que o pâncreas realiza funções como a produção de enzimas que ajudam na digestão e absorção dos alimentos e a produção de hormônios como a insulina, responsável por controlar os níveis de glicose no sangue. Pancreatite canina: causas Mas por que será que um pet desenvolve a pancreatite? Existem algumas possíveis causas: Obesidade canina; Ingestão rica em carboidratos e gorduras, principalmente de alimentos para humanos que o pet não está acostumado (Exemplo: churrasco, queijo, etc); Hipotireoidismo; Diabetes; Doença biliar; Predisposição genética, dentre outros fatores. Ou seja, o pâncreas começa a ter problemas na produção das enzimas digestivas, o que leva à lesão e inflamação do tecido. Pancreatite canina: sintomas A pancreatite costuma causar dor abdominal intensa nos cães, mas esse não é o único sintoma da doença. Cachorro vomitando, cachorro com febre, perda de apetite (levando ao emagrecimento), apatia e diminuição ou aumento do consumo de água também são sinais que merecem alerta. Em quadros mais agudos, as fezes de cão com pancreatite podem vir acompanhadas de sangue. Quando a doença não recebe o tratamento necessário, pode acarretar em problemas mais sérios como falência renal e coagulação intravascular disseminada (formação de coágulos, que impedem que o sangue chegue aos órgãos) e, em casos extremos, a pancreatite em cães pode matar. Pancreatite canina: diagnóstico Caso haja a desconfiança que o seu pet apresenta um quadro de pancreatite, o ideal é levá-lo a um veterinário de confiança o mais breve possível. Para realizar o diagnóstico, além dos sinais clínicos, também serão solicitados exames laboratoriais e de imagem específicos para o caso, como exames de sangue e ultrassom do abdômen. Em casos positivos de cachorro com pancreatite, deverá ser realizado um tratamento para pancreatite canina, prescrito pelo veterinário responsável pelo caso. Pancreatite canina: tratamento O tratamento da pancreatite em cães, na maioria dos casos, consiste na internação do pet, para tratar os sintomas como vômito, diarreia e febre, além da inflamação do pâncreas, mantendo-o hidratado e sem dor. A fluidoterapia (soro feito na veia) é fundamental na maioria dos casos. Pode ser utilizado remédio para pancreatite canina, como antibióticos e analgésicos, mas somente quando prescritos pelo veterinário. Como alimentar um cão com pancreatite? A alimentação para pancreatite canina também tem papel importante na cura da doença, que deve ser rica em fibras. Contar com a ajuda de um nutricionista veterinário pode ser recomendável, uma vez que ele (a) saberá o que um cachorro com pancreatite pode comer e orientará qual a melhor dieta para pancreatite canina, podendo ser ela natural, como verduras e legumes, ou rações específicas para o caso. De qualquer forma, é fundamental excluir alimentos gordurosos e ricos em carboidratos da vida do pet, além de realizar check ups periódicos, sendo essa uma forma de prevenção dessa e de outras doenças. E a saúde do seu pet, está em dia? Conte com a Inova para levar mais qualidade de vida ao seu amiguinho.

Conteúdo revisado pela equipe médica da Inova Hospital Veterinário 24h, composta por médicos-veterinários com formação em clínica geral, vacinação e cuidados preventivos. A pancreatite canina é uma inflamação séria no pâncreas, que requer cuidados o mais rápido possível. Continue lendo e saiba como ajudar o seu amiguinho nesses casos. Pancreatite em cachorro: o que é? […]

Cirurgia de catarata em cães diabéticos: é seguro?

Seu amiguinho tem diabetes, e você notou que o olho dele (a) começou a ficar com uma coloração azulada e/ou esbranquiçada, recebendo o diagnóstico de catarata canina? Em muitos casos, o tratamento acaba sendo cirúrgico. Porém, será que a cirurgia de catarata em cães diabéticos é segura? Tire suas dúvidas e entenda o assunto na matéria a seguir. Catarata canina: entenda mais sobre a doença Se você já ouviu falar sobre o assunto, mas não sabe o que é catarata canina, vamos te explicar: essa doença causa uma alteração nas lentes dos olhos do pet, que passam de cristalinas para uma coloração esbranquiçada ou azulada, sendo esse o sintoma mais comum da doença, que não causa mudanças tão visíveis como cachorro com febre, por exemplo. Essa alteração pode levar a perda gradativa ou abrupta da visão. Existem algumas raças com predisposição a apresentar o problema, como o Poodle, o Labrador Retriever, o Cocker Spaniel Americano e Inglês e o West Highland White Terrier, por exemplo. Apesar do seu aparecimento ser bastante comum com a chegada da terceira idade, a catarata em cães também pode ser causada por problemas congênitos, hereditários, traumáticos (como uma inflamação) ou até mesmo como consequência de outras doenças, como a diabetes. Assim como a úlcera de córnea em cães, a catarata também pode levar a perda da visão do pet, apresentando comportamentos como esbarrar em objetos e se tornar mais inseguro ao andar. Além de cegueira e claro, o desconforto, a doença também pode causar inflamação crônica intraocular e glaucoma secundário. Por que a diabetes pode causar catarata nos cães? Como dito acima, a diabetes canina pode ter como consequência o aparecimento da catarata nos cães. Mas você sabe por que isso acontece? De forma geral, a diabetes é caracterizada pelo aumento da glicose no sangue (hiperglicemia), causando alterações metabólicas que modificam as proteínas do cristalino dos olhos que se transformam em sorbitol, aumentando o influxo de água no local. Esse aumento de água irá provocar a quebra das fibras da lente e uma ruptura da estrutura normal, resultando em uma visão turva, ou até mesmo na perda da visão. Por isso a extrema necessidade de evitar oscilações glicêmicas, fazendo o controle da insulina no pet. Porém, em casos em que a catarata já acometeu o olho do pet, buscar atendimento médico veterinário, mais especificamente um veterinário oftalmologista, é de suma importância para definir a conduta correta de tratamento, que costuma ser exclusivamente cirúrgica. Cirurgia catarata em cachorro: entenda o tratamento Realizado o diagnóstico da doença por meio de exames clínicos e de imagem, o tratamento é exclusivamente cirúrgico, não sendo recomendado o uso de medicamentos como o colírio para catarata de cachorro, por exemplo. Infelizmente, a catarata é um problema que não tem cura, já que uma vez que a lente se torna opaca, é necessário removê-la ou substituí-la por meio de uma cirurgia. E, apesar de uma cirurgia bem sucedida trazer de volta a qualidade de vida do seu amiguinho, o procedimento não é garantia de devolução completa da visão do pet. De qualquer forma, é muito importante contar com uma equipe veterinária de confiança, que saberá qual o procedimento mais indicado no caso, já que nem todos os cães estão aptos a realizar a cirurgia, sendo necessário realizar exames prévios. Mas, e quanto à cirurgia de catarata em cães diabéticos, será que ela pode ser realizada? A resposta é sim! É claro que, para que ela seja realizada de forma segura, a taxa de glicemia deve estar controlada no pet por, pelo menos, três meses, seguindo o tratamento adequado para diabetes indicado pelo veterinário. Com todos os exames em dia, a cirurgia pode ser realizada e trazer muitos benefícios ao pet. Isso porque, se não tratada, a catarata pode causar inflamação intraocular e glaucoma, como já dissemos acima. Porém, o mais aconselhável, no momento em que se recebe o diagnóstico de diabetes, é fazer o acompanhamento com o veterinário oftalmologista para prevenir o aparecimento da catarata ou até mesmo tratá-la o mais precocemente possível. Cirurgia de catarata canina: pós-operatório é a chave do sucesso Para que a cirurgia seja bem sucedida, o pós-operatório deve ser seguido criteriosamente, evitando assim inflamações e infecções no local. Para isso, podem ser recomendados medicamentos, como colírios, e o uso do colar elisabetano, impedindo que o pet coce o local. Precisa de ajuda para cuidar do seu amiguinho? Entre em contato com a Inova e agende uma visita!

Conteúdo revisado pela equipe médica da Inova Hospital Veterinário 24h, composta por médicos-veterinários com formação em clínica geral, vacinação e cuidados preventivos. Seu amiguinho tem diabetes, e você notou que o olho dele (a) começou a ficar com uma coloração azulada e/ou esbranquiçada, recebendo o diagnóstico de catarata canina? Em muitos casos, o tratamento acaba […]

Diabetes em cachorro: sintomas e tratamento para o seu pet

A diabetes é uma doença crônica caracterizada pelo aumento dos níveis de açúcar no sangue, mas engana-se quem pensa que esse problema é exclusivamente dos seres humanos. Continue lendo e entenda tudo sobre diabetes em cachorro! Diabetes em cães: entenda a doença É isso mesmo: a diabetes mellitus em cães também pode acontecer, e o problema é muito semelhante a doença que também pode acometer os seres humanos. Resumidamente, o organismo - mais precisamente o pâncreas - para de produzir insulina, ou até mesmo produz em uma quantidade reduzida e insuficiente, aumentando o nível de glicose no sangue, culminando na hiperglicemia. Esse problema, além de deixar o pet sem energia, também pode causar uma série de complicações mais sérias, como a cegueira. O que causa diabetes em cachorro? Muitos tutores não sabem, mas o sedentarismo, atrelado a alta ingestão de gordura, pode levar não só a obesidade canina, como também o aparecimento do diabetes, causando glicemia alta em cães. Porém, outros fatores como o genético, a administração inadequada de medicamentos, fatores hormonais e até mesmo a pancreatite, que é uma inflamação no pâncreas, podem causar diabetes. A endocrinologia veterinária é a especialidade responsável pelo diagnóstico e tratamento de doenças hormonais nos pets, sendo de suma importância realizar check ups periódicos, a fim de descobrir se o organismo do pet vem funcionando bem como um todo, prevenindo ou fazendo o tratamento precoce dessa e de outras doenças. Quais os sintomas de diabetes em cachorro? Está desconfiado (a) que o seu cachorro tem diabetes? Apesar do problema ser mais comum em pets de meia idade ou mais velhos, todos os cães podem apresentar a doença. Por isso, confira quais são os sintomas de diabete em cães: Aumento da frequência urinária; Sede excessiva, sendo comum queixas como “meu cachorro bebe muita água”; Aumento do apetite; Cansaço excessivo; Sedentarismo. Alguns tutores também podem notar formiga na urina do cachorro, fato que pode ser explicado pelo aumento da glicose no xixi do pet. Sintomas como cachorro com febre e cachorro com tosse não são comuns, porém em casos mais avançados o cachorro diabetico pode apresentar cegueira, insuficiência renal, lentidão no processo de cicatrização de machucados, dentre outros problemas. Se você notar que o seu pet apresenta alguns desses sintomas de diabetes em cachorro, o mais indicado é procurar um veterinário de confiança o mais rápido possível, para que o diagnóstico e o tratamento sejam feitos o quanto antes. Cachorro com diabetes: como cuidar? Assim como qualquer doença, um pet com diabetes precisa de cuidados especiais. Entenda! Diabetes em cachorro: tratamento Realizado o diagnóstico com base em sinais clínicos e exames laboratoriais, um médico veterinário é o mais indicado quando o assunto é como tratar diabetes em cachorro. A doença infelizmente não tem cura, porém alguns cuidados como a aplicação de injeções de insulina no pet, exercícios físicos/brincadeiras e uma dieta equilibrada são fundamentais para melhorar a qualidade de vida do seu amiguinho. A castração, além de ser um ato de amor e prevenir diversas doenças, também é muito indicada no tratamento de diabetes nas fêmeas, já que a progesterona interfere na ação da insulina. Cachorro com diabetes: o que pode comer? Se o seu amiguinho tem diabetes, pode ser interessante também consultar um nutricionista veterinário, que prescreverá uma dieta adequada para o pet. A ideia é evitar oscilações glicêmicas e fazer o controle do peso. Por isso, alimentos gordurosos e com açúcar não devem fazer parte da dieta. Outra dica é ter regularidade nos horários das refeições, e não variar o tamanho das porções. Essas mudanças de hábitos são necessárias para garantir conforto e saúde ao seu pet. Tem como prevenir diabetes em cães? Pode parecer clichê, mas manter uma rotina regular de exercícios físicos e/ou brincadeiras, uma dieta equilibrada e as visitas ao veterinário em dia são fundamentais na prevenção não só da diabetes, como também de outras doenças. A saúde do seu amiguinho está em dia? Caso ainda não tenha feito uma visita ao veterinário esse ano, entre em contato conosco. Ficaremos felizes em receber vocês!

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Síndrome de cushing em cães: conheça sintomas e tratamento

Você já ouviu falar na síndrome de cushing? O nome pode parecer meio estranho a princípio, mas saiba que essa é uma doença bastante comum nos cães, trazendo diversos sintomas que podem atrapalhar a qualidade de vida do seu amiguinho. Entenda mais sobre o assunto no texto abaixo. Síndrome de Cushing: o que é? Antes de mais nada, vamos entender um pouco mais sobre o que é síndrome de cushing. Também conhecida como hiperadrenocorticismo, a síndrome de cushing em cães é uma doença hormonal, que atinge o sistema endócrino, produzindo altos níveis de corticoide. E apesar do corticoide ter função essencial no funcionamento do organismo, já que atua como anti-inflamatório, em níveis mais altos a substância pode desencadear o hipermetabolismo (quebra excessiva) de lipídeos, carboidratos e proteínas, enfraquecendo o sistema imunológico e deixando o pet suscetível a outras doenças, como o diabetes. Síndrome de cushing: causas Agora que você já entendeu o que é a síndrome de cushing, chegou a hora de entender o que provoca a doença. Dentre as causas da síndrome de cushing nos cães, podemos dividi-las em duas: influência de fatores externos e influência de fatores internos (causada por um problema do organismo). Síndrome de cushing: endógeno As causas endógenas, ou seja, quando a síndrome vem de um problema do próprio organismo, geralmente são atribuídas a tumores nas glândulas hipófise ou tumores nas glândulas adrenais, fazendo com que haja uma produção aumentada de corticóide no organismo do pet. Síndrome de cushing: exógeno Falando agora de causas exógenas, que são causadas por fatores externos ao organismo, temos o uso prolongado e/ou em doses altas de medicamentos de glicocorticóides e corticosteróides. Síndrome de cushing: sintomas A grande confusão causada pelos tutores ao se depararem com a síndrome é confundi-la com o envelhecimento natural do pet, como: Ingerir mais água e comida que o normal; Aumento da micção; Ganho de peso, podendo levar a obesidade canina, já que também se torna mais difícil emagrecer; Distensão abdominal; Hipertensão arterial; Perda de pelos; Fraqueza muscular; Alterações na coloração da pele, ficando mais escura; Feridas na pele, dentre outros. Sintomas como cachorro com febre e cachorro com tosse não são comuns, mas é necessário ficar atento a outros sinais, já que alguns cães têm predisposição a apresentar a doença, como cães adultos e idosos, e algumas raças como yorkshire, poodle, spitz, pastor alemão, boston terrier, dentre outros. Síndrome de cushing: diagnóstico Assim como qualquer doença, o diagnóstico deve ser feito por um médico veterinário, mais especificamente um endocrinologista, que solicitará exames como testes laboratoriais (de urina e de sangue) e exames de imagem diante da suspeita da doença. Síndrome de Cushing tem cura? O tratamento da síndrome de cushing deve ser recomendado pelo veterinário responsável pelo caso e vai de acordo com a causa da doença. Ou seja: por mais que a sua intenção seja boa, nada de procurar tratamento caseiro para síndrome de cushing em cães, pois isso pode agravar ainda mais o problema. Em casos de presença de tumor, por exemplo, o tratamento pode ser cirúrgico. Em outros casos, o uso de medicamentos para síndrome de cushing podem ser recomendados para regular a produção de cortisol. Em termos de alimentação, também pode ser recomendada uma dieta para cães com síndrome de cushing, pensada especialmente para aumentar o sistema imunológico do pet, que fica enfraquecido por conta da doença. De qualquer maneira, realizar check ups periódicos é fundamental para que, em casos dessas e de outras doenças, sejam diagnosticadas o mais breve possível para que o tratamento adequado comece o quanto antes. Dessa forma, maiores serão as chances de cura do pet. A saúde do seu amiguinho está em dia? Precisando de ajuda, estamos prontos para te atender, 24 horas por dia, de domingo a domingo!

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Cachorro idoso: 6 dicas importantes para melhorar a qualidade de vida

Seu pet chegou à terceira idade e se tornou um cachorro idoso? Confira algumas dicas importantes para melhorar a qualidade de vida do seu amiguinho nessa fase da vida! COM QUANTOS ANOS UM CACHORRO SE TORNA IDOSO? A gente sabe: aos olhos dos tutores, os cãezinhos serão eternos bebês! Porém, a terceira idade também chega para os cães, e é importante ficar atento a isso, pois cuidados especiais serão necessários para garantir a qualidade de vida e mais anos ao seu pet. O que muita gente não sabe é quando um cão se torna idoso. A verdade é que seu amiguinho já atinge a terceira idade a partir dos 7 anos de vida. Porém, existem alguns sinais comuns que o seu amiguinho chegou a idade sênior: Alterações na pele (calos na patinha e pelos esbranquiçados); Problemas urinários (podendo fazer xixi fora do local correto por conta disso); Aumento ou perda de peso; Aparecimento de tártaro; Tumores (relativamente comum em cães de mais idade); Alteração no olfato; Perda gradativa da audição e visão (paciente cegos devem passar por avaliação oftalmológica); Cansaço; Artrose e osteoporose, causando dificuldade de locomoção, dentre outros sinais. De qualquer maneira, um médico veterinário de confiança saberá identificar a chegada da terceira idade no seu amiguinho por meio de check-ups e exames periódicos, além dos cuidados especiais que o tutor deve atribuir a sua vida e a de seu pet nessa etapa. COMO CUIDAR DE CACHORRO IDOSO: SAIBA COMO SE PREPARAR É provável que o seu cachorrinho tenha sido seu companheiro durante toda a vida. Por isso, nada mais justo e honroso do que proporcionar a ele o melhor que você pode oferecer em termos de cuidados, carinho e companheirismo. Assim como nós, a terceira idade dos pets demanda cuidados especiais, já que o sistema físico e imunológico já não é mais o mesmo, ficando mais suscetíveis a doenças e problemas de saúde, como cachorro com febre e cachorro com tosse, por exemplo. E sabemos também que de acordo com a raça alguns problemas podem ser mais comuns, como nas articulações. Os pelos também costumam mudar, tornando-se brancos e mais opacos – sim, eles também ficam grisalhos! Além disso, muitos apresentam dificuldade de locomoção, sendo comum vermos um cachorro idoso com dificuldade de andar, além de deficiência na visão e audição. E se você está procurando dicas sobre como cuidar do seu pet idoso, saiba que está no lugar certo, já que trouxemos algumas delas para você: 1- Ração para cachorro idoso – a alimentação tem que mudar! Com a mudança da idade, a digestão fica mais lenta e a absorção dos nutrientes pode ser mais difícil. Logo, a alimentação deve mudar também. Por isso, é fundamental que a comida para o seu cachorro idoso seja prescrita com a orientação de um veterinário da área, que saberá quais as necessidades do pet e analisará se não existem questões que podem surgir com a idade, como o cachorro idoso emagrecendo por conta de problemas dentários que são muito comuns nessa fase, podendo prescrever uma ração para cachorro idoso mais macia e orientando uma consulta com um veterinário especializado em odontologia. 2- O uso de vitaminas pode ser necessário A vitamina para cachorro idoso costuma ser indicada quando a ração não é suficiente para fornecer os nutrientes necessários ao pet, sendo necessário suplementar. Mais uma vez reforçamos a importância de manter os exames do seu amiguinho em dia, já que é por meio deles que é possível identificar problemas como esse. 3- Não esqueça dos exercícios físicos É comum ouvirmos relatos de tutores dizendo que seu cachorro idoso dorme muito! rs Mas não é por esse motivo que você deve se esquecer das brincadeiras e atividades físicas do seu pet. Seja uma caminhada ou brincar com a bolinha, eles são fundamentais para manter seu amiguinho ativo e prevenir problemas como obesidade canina, que também pode aparecer nos idosos. 4- Cuide da higiene do seu amiguinho Os banhos devem continuar! E para garantir o melhor conforto ao seu pet, opte por fazer isso em dias com a temperatura mais amena. Quanto à higiene bucal, é importante, mais do que nunca, evitar o acúmulo de tártaro, que em casos graves podem culminar na queda dos dentes e dificultar a alimentação. A limpeza da orelha também é importante, evitando doenças como a otite em cães. O ideal é fazer a limpeza uma vez por semana, com produtos específicos indicados pelo médico veterinário, sempre com a ajuda de um algodão ou gaze e nunca com um cotonete, já que isso pode machucar seu pet. 5- Invista em utensílios que vão ajudar o dia a dia do seu pet Existem diversos utensílios que podem melhorar o dia a dia do seu pet com a chegada da terceira idade, principalmente para aqueles que possuem problemas de locomoção: Meia antiderrapante para cachorro idoso; Fralda para cachorro idoso; Tapete antiderrapante, dentre muitos outros! Enfim, vale conversar com o veterinário responsável para entender o que pode ser indicado para melhorar a qualidade de vida do seu amiguinho nessa etapa! A avaliação será bem personalizada pois vai depender das condições gerais de saúde do seu pet, assim como a raça, que também vai influenciar. 6- Faça check-ups periódicos e mantenha a vacinação em dia Essa é uma das dicas mais importantes: mantenha a saúde do seu amiguinho em dia! Para isso, check- ups de 6 em 6 meses podem ser necessários, além de exames complementares e de manter a carteirinha de vacinação em dia. Isso é crucial para manter o bem-estar do seu amiguinho e garantir mais anos de vida com qualidade pela frente! Você sabe quais os petiscos podem ser ofertados aos pets e quais são alimentos proibidos para eles?  Baixe nosso material e entenda o que você pode dar para o seu pet comer, por que cães e gatos tem necessidades nutricionais diferentes e outras informações muito importantes para a saúde do seu animalzinho. CHECK-UP PARA CACHORRO IDOSO Pensando em oferecer facilidade para os tutores e saúde para o seu cão idoso, a Inova desenvolveu um Programa de Medicina Veterinária Preventiva, chamado Inova Vida +7, com um check-up especialmente desenhado para cães a partir de 7 anos. É um check-up completo com todos os exames necessários para esse momento mais as vacinas indicadas. Confira: 1 Consulta com Clínico Geral (2 retornos inclusos – se necessário); 1 Exame Perfil Endócrino (que inclui além do hemograma, bioquímicos renais, hepáticos e o colesterol e triglicérides usado para triar doenças endócrinas); 1 Exame de urina; 1 Ecocardiograma; 1 Eletrocardiograma; 1 Radiografia de tórax; 1 Ultrassom abdominal; 2 Vacinas: V10; Raiva.

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Ruptura de ligamento cruzado em cães: o que é?

A ruptura de ligamento cruzado em cães costuma causar muitas dúvidas nos tutores, por não ser um problema tão conhecido. Para te ajudar, preparamos um texto completo sobre o assunto. Confira! Ruptura de ligamento cruzado em cães: o que é? Se você tem dúvida sobre o que é a ruptura de ligamento cruzado cranial em cães, vamos te explicar: também conhecida como RLCCr, esse problema pode ser repentino ou por degeneração, causando uma instabilidade na articulação fêmoro-tíbio-patelar (joelho) do pet, e sendo também uma das maiores causadoras da MAD (Moléstia Articular Degenerativa ou Osteoartrite) em cães. Nos cães mais jovens, geralmente é um rompimento repentino, já que são mais ativos e podem acabar se machucando enquanto correm e/ou pulam. Em cães mais velhos, o rompimento costuma ser por degeneração, principalmente se estiverem com o peso acima do adequado. Por afetar a locomoção do pet, também acaba afetando sua qualidade de vida. Logo, é extremamente importante tratar o caso com a seriedade que ele precisa, sempre acompanhado de um médico veterinário para prestar auxílio. Qual a importância do ligamento cruzado em cães? O ligamento cruzado em cães impede que a tíbia - osso localizado na parte anterior da perna - gire para dentro do corpo, prevenindo a hiperextensão do joelho. Ou seja, ele é fundamental para manter a estabilidade e integridade do joelho do pet. Ruptura de ligamento cruzado em cães: sintomas e causas Um dos principais sintomas do problema é quando o cão começa a mancar, devido à dor do rompimento. Justamente por causar muita dor, é comum alguns pets "gritarem" ou chorarem, principalmente se o tutor tocar no local, ou tentar esticar a perna lesionada. Dentre as causas, podemos citar: Ruptura repentina, provocada por atividades como correr e pular; Ruptura degenerativa, muito associada a cães sedentários e obesos; Instabilidade da patela do joelho; Doenças auto-imunes; Deformidade do joelho (joelho mais para dentro ou joelho mais para fora). Caso você desconfie que o seu amiguinho esteja com algum problema no joelho, podendo ser uma ruptura de ligamento cruzado, é necessário levá-lo o mais rápido possível a um veterinário de confiança - preferencialmente um especialista em ortopedia. Ruptura de ligamento cruzado em cães: diagnóstico O diagnóstico do problema pode ser feito por meio de um exame físico, usando a palpação do joelho. Um raio-x também será importante para avaliar o grau do problema, além do histórico de saúde do pet. Caso a ruptura já tenha acontecido há algum tempo, um ultrassom do joelho ou exame de ressonância magnética podem ser necessários. Ruptura de ligamento cruzado em cães: tratamento Assim como a dermatite em cachorro e a úlcera de córnea em cães, a ruptura de ligamento cruzado também tem tratamento. A cirurgia de ruptura de ligamento cruzado em cães costuma ser a mais utilizada, a fim de restabelecer a estabilidade da articulação. Para isso, existem algumas técnicas, que são escolhidas de acordo com a idade do pet, seu histórico de saúde e a condição de seu joelho. Dentre elas, estão: Extracapsular: essa técnica não restaura o ligamento, sendo mais rápidas e não indicada para cães de porte maior; Intracapsular: nessa técnica, o ligamento é restaurado com tecido ou implante; Osteotomia: a osteotomia é a técnica mais moderna, sendo a osteotomia de nivelamento do platô tibial (TPLO) uma das mais utilizadas, porém não é recomendada para filhotes. Ela irá alterar o grau de inclinação do platô tibial em relação ao ligamento patelar, permitindo o uso da articulação do joelho sem usar o ligamento rompido. Caso não seja possível realizar a cirurgia, devido a alguma comorbidade ou idade avançada, o veterinário pode prescrever alternativas para aliviar a dor e dar mais qualidade de vida ao pet. É importante lembrar que, se o problema não for tratado, a ruptura pode causar artrose em um curto espaço de tempo. Recuperação após a cirurgia Após realizar a cirurgia, pode ser que seu pet tenha que fazer fisioterapia, para movimentar aquela articulação que foi atingida. Também é importante ficar de olho no seu amiguinho para que ele não corra ou pule nesse período, ou se sua casa tiver escadas, deixá-lo no andar térreo, para que a recuperação aconteça da melhor maneira possível. Ruptura de ligamento cruzado em cães: prevenção Muitos tutores buscam maneiras de prevenir a ruptura de ligamento cruzado em cães, e a boa notícia é que há sim algumas maneiras de preveni-lo. Por exemplo, é importante que seu cãozinho fique dentro do peso recomendado e faça caminhadas regulares acompanhado do tutor, para não se tornar sedentário. Check-ups regulares também são essenciais, para prevenir essa e outras doenças. Você já levou o seu amiguinho a uma visita veterinária esse ano? Entre em contato conosco e venha nos visitar!

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Dipirona para cães: tudo o que é importante saber

A dipirona é um remédio de ação anti inflamatória e de ação analgésica, de uso muito comum pelos seres humanos. Contudo, será que a dipirona para cães é indicada? Continue acompanhando o texto e descubra se você pode dar dipirona para cachorro!

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Úlcera de córnea em cães: tem tratamento?

A Ceratite Ulcerativa, popularmente conhecida como úlcera de córnea em cães, é uma doença que vem se tornando muito comum, principalmente em pets de pequeno porte. Se você desconfia que seu amiguinho de quatro patas está com a doença e quer saber como tratar a úlcera de córnea em cães, acompanhe o texto. Úlcera de córnea em cães: o que é? A úlcera é qualquer ferida que acomete tecidos do corpo (como pele, estômago, etc). Sendo, a úlcera no olho uma lesão que leva a inflamação da córnea. Essa doença é muito comum, e pode ser dividida em superficial ou profunda. A úlcera de córnea profunda em cães é mais perigosa pois, se não tratada, pode levar a cegueira no pet. Também é válido lembrar que muitas úlceras superficiais acabam se tornando profundas, já que os cães tendem a coçar a região, podendo machucar ainda mais o local ou levar a uma infecção secundária. Por isso, é importante ter muito cuidado com a progressão da doença. Úlcera de córnea em cães: shih tzu As causas de úlcera de córnea em cães podem ser diversas: Como trauma no local; Infecções oculares; Contato com substâncias químicas (exemplo: produtos de limpeza); Deficiência lacrimal; Cílios ou pêlos virados para dentro da pálpebra (Entrópio, distiquíase ou cílios ectópicos); Doenças pré-existentes na córnea, entre outros. Porém, é certo que os cães de olhos “saltados”, como o shih tzu, são os que mais sofrem com a doença. Por terem os olhos mais expostos, o trauma acaba acontecendo mais facilmente, resultando na úlcera de córnea em cães. Úlcera de córnea em cães: sintomas Antes de saber como curar úlcera de córnea em cães, é necessário verificar se o pet realmente tem a doença. Para isso, além de realizar um teste de úlcera de córnea em cães no veterinário, alguns sintomas também podem ser observados. Diferente de outras doenças, que os sintomas podem ser cachorro com febre ou cachorro com tosse, a úlcera de córnea em cães causa: Lacrimejamento em excesso; Dores nos olhos; Secreção; Olhos vermelhos; Coceira nos olhos; Sensibilidade à luz; Piscadas em excesso; Dificuldade de abrir os olhos. Notando algum desses sintomas, leve o seu pet ao veterinário o mais rápido possível, para dar início a um tratamento úlcera de córnea em cães. Úlcera de córnea: tratamento em cães A úlcera de córnea em cães tem tratamento, e deve ser feito o quanto antes possível, para não causar nenhum dano à visão do pet. Úlcera de córnea em cães: como tratar Esqueça o remédio caseiro para úlcera de córnea em cães. Somente um veterinário especializado saberá como tratar, indicando o melhor colírio, pomada ou outro tratamento para úlcera de córnea em cães. Vale lembrar, mais uma vez, que medicar o seu pet sem a indicação de um especialista pode piorar a situação. Úlcera de córnea em cães: colírio Para o tratamento, geralmente será prescrito um colírio para úlcera de córnea em cães, além do uso do colar elizabetano (ou colar cirúrgico) para evitar que o pet coce e machuque ainda mais a região. Siga sempre a prescrição médica para que o problema não evolua e possa deixar seu pet cego. . Cirurgia de úlcera de córnea em cães: valor Em casos mais sérios, o colírio com antibiótico para úlcera de córnea em cães não basta, tendo que recorrer a cirurgia de úlcera de córnea em cães. Feito o procedimento, é necessário um acompanhamento veterinário pós cirúrgico com retornos de consulta e empenho dos tutores em cumprir corretamente a prescrição. Seguindo as orientações a úlcera de córnea deve cicatrizar. O preço varia de acordo com a seriedade do caso, exames e remédios a serem utilizados após a cirurgia. Seu pet está precisando de atendimento oftalmológico? Conte com a ajuda do time de especialistas da Inova! Entre em contato conosco hoje mesmo!

Conteúdo revisado pela equipe médica da Inova Hospital Veterinário 24h, composta por médicos-veterinários com formação em clínica geral, vacinação e cuidados preventivos. A Ceratite Ulcerativa, popularmente conhecida como úlcera de córnea em cães, é uma doença que vem se tornando muito comum, principalmente em pets de pequeno porte. Se você desconfia que seu amiguinho de […]

Gravidez e pets: mitos e verdades

Gerar uma vida é sempre um momento especial! Porém, muitas pessoas que já tem um pet na família ficam preocupadas com o processo de adaptação, já que não querem correr o risco de deixar de dar atenção para nenhum dos dois. Além disso, existem muitas dúvidas sobre doenças que os pets podem transmitir aos bebês durante a gestação. Neste post, trouxemos alguns mitos e verdades sobre gravidez x pets. Confira! GRAVIDEZ X PETS: É SEGURO? Tomados os devidos cuidados, os pets são ótimos companheiros durante os 9 meses de gestação, além de poderem ser bons amigos do o bebê que está a caminho. As doenças causadas por animais ao homem (chamadas de zoonoses), por exemplo, só são transmitidas se o pet estiver infectado, mas isso dificilmente acontece se o pet é estiver bem de saúde.. Isso inclui estar com todas as vacinas em dia, fazer check-ups regularmente, tomar banhos com a frequência indicada pelo veterinário e ter uma alimentação adequada e balanceada. GRAVIDEZ X PETS: CONFIRA MAIS ALGUNS MITOS E VERDADES Para entender mais sobre o assunto e sanar algumas dúvidas, separamos alguns mitos e verdades sobre gravidez x pets. Crianças e gestantes devem evitar o contato com animais de estimação: mito! Conviver com animais de estimação é muito benéfico e estando a grávida, não há porque evitar a convivência se o bebê e o pet estão com a saúde em dia. Os pets ajudam a desenvolver a curiosidade, dão segurança e muito amor! Conviver com pets diminui o estresse: verdade! Alguns estudos, como o realizado pelo Instituto de Pesquisa Médica Baker, já comprovou que pessoas que convivem com pets são menos propensas a sofrer com estresse. E evitar o estresse é muito importante durante a gestação, tanto para a saúde da mãe, quanto a do bebê! Gestantes não devem fazer a limpeza de gaiolas de hamsters: verdade! Se você está esperando um bebê e tem um hamster em casa, é aconselhado que você não faça a limpeza da gaiola do pet. O perigo está no vírus Lymphocytic choriomeningitis, que pode ser transmitido pela urina do pet e que pode provocar doenças congênitas no bebê. Mas calma! De modo geral, é muito difícil um pet roedor transmitir alguma doença. Isso pode acontecer se ele já tiver sido contaminado antes de chegar em sua casa, por isso é importante se atentar ao locais onde são criados e levá-lo para check-ups e avaliações periódicas com o veterinário. Pets transmitem doenças respiratórias, como asma: mito! As doenças respiratórias não são transmissíveis. O que acontece é que os ambientes com animais devem ser higienizados frequentemente para não desencadear nenhuma crise em pessoas que já tem esse problema, e claro, para a saúde daquele pet. Gatos podem transmitir toxoplasmose: verdade! Sim, ele também pode, assim como alimentos mal higienizados e água contaminada, que são os grandes causadores da doença! A toxoplasmose é uma doença causada por um protozoário chamado toxoplasma gondii, sendo o gato um hospedeiro definitivo desse protozoário, podendo transmiti-lo pelas fezes. Para evitar contaminação, é indicado que outro membro da família limpe o local onde o gatinho fica. Caso não seja possível, é indicado o uso de luvas e pazinha para limpar as fezes do pet, além de higienizar as mãos após terminar. O primeiro contato do pet com o novo membro da família deve ser monitorado: verdade! A gente entende a ansiedade de apresentar o bebê ao novo membro da família, mas é importante que esse contato seja monitorado e nada forçado! Deixe que eles se reconheçam no tempo de cada um, sempre monitorando para evitar acidentes e estranhamentos de ambas as partes. Tem um bebê a caminho na sua casa? Conte com a Inova para dar toda a assistência que esse momento precisa! Entre em contato com a gente!

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Como saber se o cachorro está com febre?

Uma das dúvidas de quem acaba de adotar um cão é sobre as doenças que o pet pode ter, como por exemplo, como saber se o cachorro está com febre. Bom, ao contrário de nós, seres humanos, os cães não avisam quando estão doentes, portanto é necessário prestar muita atenção para perceber algo errado. A febre, por exemplo, quando acontece nos cachorros, pode indicar algo fora do comum, que vai muito além da alta temperatura e pode ser extremamente prejudicial para a vida do animal. Por isso, leia o texto abaixo e descubra como saber se o seu cachorro está com febre e o que fazer quando isso acontecer! COMO SABER SE O CACHORRO ESTÁ COM FEBRE: CONHEÇA OS PRIMEIROS SINTOMAS! Conforme seu pet vai se desenvolvendo, é normal que você perceba alguns traços da personalidade e do comportamento do seu cão e, se você quer saber se o seu cachorro está com febre, isso é a primeira coisa que muda quando eles não estão na temperatura normal de cachorro, é possível perceber uma mudança no comportamento e na disposição do pet. Na maioria das vezes, os sintomas de febre em cachorro levam os animais a ficar mais apáticos e quietos, assim como quando estão com cinomose. Além disso, a condição de febre também pode afetar a aparência do focinho, que fica mais seco, sendo possível sentir, a respiração do cão muito mais quente do que se estava acostumado. COMO SABER SE O CACHORRO ESTÁ COM FEBRE: COMO MEDIR A TEMPERATURA? Caso o seu cão esteja dando indícios de estar com febre, saiba que é possível medir a temperatura sem precisar visitar um veterinário. Você pode utilizar um termômetro digital, mas nunca um de mercúrio, que pode ser prejudicial para o pet. Confira como saber se meu cachorro está com febre medindo a temperatura: 1- Mantenha o cachorro em uma posição confortável; 2- Introduza o termômetro digital no ânus do animal, com muito cuidado, até encostar na parede anal; 3- Por fim, aperte o botão para inicializar o termômetro digital e aguarde para que a ferramenta detecte a temperatura do cão. O ideal é fazer isso com a ajuda de outra pessoa, já que o cão pode ficar incomodado e acabar não deixando que você introduza o aparelho. Porém, caso não queira tentar, leve-o a um veterinário, que irá realizar esse procedimento para medir a temperatura e detectar a febre. COMO SABER SE O MEU CACHORRO ESTÁ COM FEBRE: QUAL É A TEMPERATURA NORMAL DE CACHORRO? Essa é a dúvida de muitos tutores de primeira viagem. Afinal, qual é a temperatura normal de cachorro? Bom, ao contrário dos seres humanos, os animais costumam ter uma temperatura mais alta mesmo. Enquanto para nós, 36ºC é normal, para os cães, entre 38ºC e 39,3ºC é considerado absolutamente normal. Se estiver com mais do que isso, provavelmente está com febre e precisa ser encaminhado, o quanto antes, a um hospital veterinário. MEU CACHORRO ESTÁ COM FEBRE. O QUE PODE SER? A febre, assim como nos seres humanos, é um mecanismo de defesa do organismo dos cães para avisar que há algo errado. Pode ser desencadeada por diversos problemas, que vão desde viroses leves até doenças fatais, portanto, não deve ser ignorada. Infecções por bactérias e vírus estão entre as principais causadoras de febre em cachorros, variando o seu nível de complicação de acordo com o tipo de vírus ou bactéria que contaminou o animal. Doenças que afetam o sistema imunológico dos cachorros também podem ser causadoras de febre e ter ela como primeiro sintoma. São exemplos a meningite, lúpus, a vasculite, entre outras. Até mesmo a raiva, uma das doenças mais perigosas para os cães, pode ter a febre como um dos primeiros sintomas, portanto, saiba que, assim que seu cão estiver com indícios de estar com febre, a visita a um veterinário é indispensável!

Conteúdo revisado pela equipe médica da Inova Hospital Veterinário 24h, composta por médicos-veterinários com formação em clínica geral, vacinação e cuidados preventivos. Uma das dúvidas de quem acaba de adotar um cão é sobre as doenças que o pet pode ter, como por exemplo, como saber se o cachorro está com febre. Bom, ao contrário […]