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Síndrome de cushing em cães: conheça sintomas e tratamento

Você já ouviu falar na síndrome de cushing? O nome pode parecer meio estranho a princípio, mas saiba que essa é uma doença bastante comum nos cães, trazendo diversos sintomas que podem atrapalhar a qualidade de vida do seu amiguinho. Entenda mais sobre o assunto no texto abaixo. Síndrome de Cushing: o que é? Antes de mais nada, vamos entender um pouco mais sobre o que é síndrome de cushing. Também conhecida como hiperadrenocorticismo, a síndrome de cushing em cães é uma doença hormonal, que atinge o sistema endócrino, produzindo altos níveis de corticoide. E apesar do corticoide ter função essencial no funcionamento do organismo, já que atua como anti-inflamatório, em níveis mais altos a substância pode desencadear o hipermetabolismo (quebra excessiva) de lipídeos, carboidratos e proteínas, enfraquecendo o sistema imunológico e deixando o pet suscetível a outras doenças, como o diabetes. Síndrome de cushing: causas Agora que você já entendeu o que é a síndrome de cushing, chegou a hora de entender o que provoca a doença. Dentre as causas da síndrome de cushing nos cães, podemos dividi-las em duas: influência de fatores externos e influência de fatores internos (causada por um problema do organismo). Síndrome de cushing: endógeno As causas endógenas, ou seja, quando a síndrome vem de um problema do próprio organismo, geralmente são atribuídas a tumores nas glândulas hipófise ou tumores nas glândulas adrenais, fazendo com que haja uma produção aumentada de corticóide no organismo do pet. Síndrome de cushing: exógeno Falando agora de causas exógenas, que são causadas por fatores externos ao organismo, temos o uso prolongado e/ou em doses altas de medicamentos de glicocorticóides e corticosteróides. Síndrome de cushing: sintomas A grande confusão causada pelos tutores ao se depararem com a síndrome é confundi-la com o envelhecimento natural do pet, como: Ingerir mais água e comida que o normal; Aumento da micção; Ganho de peso, podendo levar a obesidade canina, já que também se torna mais difícil emagrecer; Distensão abdominal; Hipertensão arterial; Perda de pelos; Fraqueza muscular; Alterações na coloração da pele, ficando mais escura; Feridas na pele, dentre outros. Sintomas como cachorro com febre e cachorro com tosse não são comuns, mas é necessário ficar atento a outros sinais, já que alguns cães têm predisposição a apresentar a doença, como cães adultos e idosos, e algumas raças como yorkshire, poodle, spitz, pastor alemão, boston terrier, dentre outros. Síndrome de cushing: diagnóstico Assim como qualquer doença, o diagnóstico deve ser feito por um médico veterinário, mais especificamente um endocrinologista, que solicitará exames como testes laboratoriais (de urina e de sangue) e exames de imagem diante da suspeita da doença. Síndrome de Cushing tem cura? O tratamento da síndrome de cushing deve ser recomendado pelo veterinário responsável pelo caso e vai de acordo com a causa da doença. Ou seja: por mais que a sua intenção seja boa, nada de procurar tratamento caseiro para síndrome de cushing em cães, pois isso pode agravar ainda mais o problema. Em casos de presença de tumor, por exemplo, o tratamento pode ser cirúrgico. Em outros casos, o uso de medicamentos para síndrome de cushing podem ser recomendados para regular a produção de cortisol. Em termos de alimentação, também pode ser recomendada uma dieta para cães com síndrome de cushing, pensada especialmente para aumentar o sistema imunológico do pet, que fica enfraquecido por conta da doença. De qualquer maneira, realizar check ups periódicos é fundamental para que, em casos dessas e de outras doenças, sejam diagnosticadas o mais breve possível para que o tratamento adequado comece o quanto antes. Dessa forma, maiores serão as chances de cura do pet. A saúde do seu amiguinho está em dia? Precisando de ajuda, estamos prontos para te atender, 24 horas por dia, de domingo a domingo!

Você já ouviu falar na síndrome de cushing? O nome pode parecer meio estranho a princípio, mas saiba que essa é uma doença bastante comum nos cães, trazendo diversos sintomas que podem atrapalhar a qualidade de vida do seu amiguinho.  Entenda mais sobre o assunto no texto abaixo. Síndrome de Cushing: o que é? Antes […]

Cachorro idoso: 6 dicas importantes para melhorar a qualidade de vida

Seu pet chegou à terceira idade e se tornou um cachorro idoso? Confira algumas dicas importantes para melhorar a qualidade de vida do seu amiguinho nessa fase da vida! COM QUANTOS ANOS UM CACHORRO SE TORNA IDOSO? A gente sabe: aos olhos dos tutores, os cãezinhos serão eternos bebês! Porém, a terceira idade também chega para os cães, e é importante ficar atento a isso, pois cuidados especiais serão necessários para garantir a qualidade de vida e mais anos ao seu pet. O que muita gente não sabe é quando um cão se torna idoso. A verdade é que seu amiguinho já atinge a terceira idade a partir dos 7 anos de vida. Porém, existem alguns sinais comuns que o seu amiguinho chegou a idade sênior: Alterações na pele (calos na patinha e pelos esbranquiçados); Problemas urinários (podendo fazer xixi fora do local correto por conta disso); Aumento ou perda de peso; Aparecimento de tártaro; Tumores (relativamente comum em cães de mais idade); Alteração no olfato; Perda gradativa da audição e visão (paciente cegos devem passar por avaliação oftalmológica); Cansaço; Artrose e osteoporose, causando dificuldade de locomoção, dentre outros sinais. De qualquer maneira, um médico veterinário de confiança saberá identificar a chegada da terceira idade no seu amiguinho por meio de check-ups e exames periódicos, além dos cuidados especiais que o tutor deve atribuir a sua vida e a de seu pet nessa etapa. COMO CUIDAR DE CACHORRO IDOSO: SAIBA COMO SE PREPARAR É provável que o seu cachorrinho tenha sido seu companheiro durante toda a vida. Por isso, nada mais justo e honroso do que proporcionar a ele o melhor que você pode oferecer em termos de cuidados, carinho e companheirismo. Assim como nós, a terceira idade dos pets demanda cuidados especiais, já que o sistema físico e imunológico já não é mais o mesmo, ficando mais suscetíveis a doenças e problemas de saúde, como cachorro com febre e cachorro com tosse, por exemplo. E sabemos também que de acordo com a raça alguns problemas podem ser mais comuns, como nas articulações. Os pelos também costumam mudar, tornando-se brancos e mais opacos – sim, eles também ficam grisalhos! Além disso, muitos apresentam dificuldade de locomoção, sendo comum vermos um cachorro idoso com dificuldade de andar, além de deficiência na visão e audição. E se você está procurando dicas sobre como cuidar do seu pet idoso, saiba que está no lugar certo, já que trouxemos algumas delas para você: 1- Ração para cachorro idoso – a alimentação tem que mudar! Com a mudança da idade, a digestão fica mais lenta e a absorção dos nutrientes pode ser mais difícil. Logo, a alimentação deve mudar também. Por isso, é fundamental que a comida para o seu cachorro idoso seja prescrita com a orientação de um veterinário da área, que saberá quais as necessidades do pet e analisará se não existem questões que podem surgir com a idade, como o cachorro idoso emagrecendo por conta de problemas dentários que são muito comuns nessa fase, podendo prescrever uma ração para cachorro idoso mais macia e orientando uma consulta com um veterinário especializado em odontologia. 2- O uso de vitaminas pode ser necessário A vitamina para cachorro idoso costuma ser indicada quando a ração não é suficiente para fornecer os nutrientes necessários ao pet, sendo necessário suplementar. Mais uma vez reforçamos a importância de manter os exames do seu amiguinho em dia, já que é por meio deles que é possível identificar problemas como esse. 3- Não esqueça dos exercícios físicos É comum ouvirmos relatos de tutores dizendo que seu cachorro idoso dorme muito! rs Mas não é por esse motivo que você deve se esquecer das brincadeiras e atividades físicas do seu pet. Seja uma caminhada ou brincar com a bolinha, eles são fundamentais para manter seu amiguinho ativo e prevenir problemas como obesidade canina, que também pode aparecer nos idosos. 4- Cuide da higiene do seu amiguinho Os banhos devem continuar! E para garantir o melhor conforto ao seu pet, opte por fazer isso em dias com a temperatura mais amena. Quanto à higiene bucal, é importante, mais do que nunca, evitar o acúmulo de tártaro, que em casos graves podem culminar na queda dos dentes e dificultar a alimentação. A limpeza da orelha também é importante, evitando doenças como a otite em cães. O ideal é fazer a limpeza uma vez por semana, com produtos específicos indicados pelo médico veterinário, sempre com a ajuda de um algodão ou gaze e nunca com um cotonete, já que isso pode machucar seu pet. 5- Invista em utensílios que vão ajudar o dia a dia do seu pet Existem diversos utensílios que podem melhorar o dia a dia do seu pet com a chegada da terceira idade, principalmente para aqueles que possuem problemas de locomoção: Meia antiderrapante para cachorro idoso; Fralda para cachorro idoso; Tapete antiderrapante, dentre muitos outros! Enfim, vale conversar com o veterinário responsável para entender o que pode ser indicado para melhorar a qualidade de vida do seu amiguinho nessa etapa! A avaliação será bem personalizada pois vai depender das condições gerais de saúde do seu pet, assim como a raça, que também vai influenciar. 6- Faça check-ups periódicos e mantenha a vacinação em dia Essa é uma das dicas mais importantes: mantenha a saúde do seu amiguinho em dia! Para isso, check- ups de 6 em 6 meses podem ser necessários, além de exames complementares e de manter a carteirinha de vacinação em dia. Isso é crucial para manter o bem-estar do seu amiguinho e garantir mais anos de vida com qualidade pela frente! Você sabe quais os petiscos podem ser ofertados aos pets e quais são alimentos proibidos para eles?  Baixe nosso material e entenda o que você pode dar para o seu pet comer, por que cães e gatos tem necessidades nutricionais diferentes e outras informações muito importantes para a saúde do seu animalzinho. CHECK-UP PARA CACHORRO IDOSO Pensando em oferecer facilidade para os tutores e saúde para o seu cão idoso, a Inova desenvolveu um Programa de Medicina Veterinária Preventiva, chamado Inova Vida +7, com um check-up especialmente desenhado para cães a partir de 7 anos. É um check-up completo com todos os exames necessários para esse momento mais as vacinas indicadas. Confira: 1 Consulta com Clínico Geral (2 retornos inclusos – se necessário); 1 Exame Perfil Endócrino (que inclui além do hemograma, bioquímicos renais, hepáticos e o colesterol e triglicérides usado para triar doenças endócrinas); 1 Exame de urina; 1 Ecocardiograma; 1 Eletrocardiograma; 1 Radiografia de tórax; 1 Ultrassom abdominal; 2 Vacinas: V10; Raiva.

Seu pet chegou à terceira idade e se tornou um cachorro idoso? Confira algumas dicas importantes para melhorar a qualidade de vida do seu amiguinho nessa fase da vida! Com quantos anos um cachorro se torna idoso? A gente sabe: aos olhos dos tutores, os cãezinhos serão eternos bebês! Porém, a terceira idade também chega […]

Ruptura de ligamento cruzado em cães: o que é?

A ruptura de ligamento cruzado em cães costuma causar muitas dúvidas nos tutores, por não ser um problema tão conhecido. Para te ajudar, preparamos um texto completo sobre o assunto. Confira! Ruptura de ligamento cruzado em cães: o que é? Se você tem dúvida sobre o que é a ruptura de ligamento cruzado cranial em cães, vamos te explicar: também conhecida como RLCCr, esse problema pode ser repentino ou por degeneração, causando uma instabilidade na articulação fêmoro-tíbio-patelar (joelho) do pet, e sendo também uma das maiores causadoras da MAD (Moléstia Articular Degenerativa ou Osteoartrite) em cães. Nos cães mais jovens, geralmente é um rompimento repentino, já que são mais ativos e podem acabar se machucando enquanto correm e/ou pulam. Em cães mais velhos, o rompimento costuma ser por degeneração, principalmente se estiverem com o peso acima do adequado. Por afetar a locomoção do pet, também acaba afetando sua qualidade de vida. Logo, é extremamente importante tratar o caso com a seriedade que ele precisa, sempre acompanhado de um médico veterinário para prestar auxílio. Qual a importância do ligamento cruzado em cães? O ligamento cruzado em cães impede que a tíbia - osso localizado na parte anterior da perna - gire para dentro do corpo, prevenindo a hiperextensão do joelho. Ou seja, ele é fundamental para manter a estabilidade e integridade do joelho do pet. Ruptura de ligamento cruzado em cães: sintomas e causas Um dos principais sintomas do problema é quando o cão começa a mancar, devido à dor do rompimento. Justamente por causar muita dor, é comum alguns pets "gritarem" ou chorarem, principalmente se o tutor tocar no local, ou tentar esticar a perna lesionada. Dentre as causas, podemos citar: Ruptura repentina, provocada por atividades como correr e pular; Ruptura degenerativa, muito associada a cães sedentários e obesos; Instabilidade da patela do joelho; Doenças auto-imunes; Deformidade do joelho (joelho mais para dentro ou joelho mais para fora). Caso você desconfie que o seu amiguinho esteja com algum problema no joelho, podendo ser uma ruptura de ligamento cruzado, é necessário levá-lo o mais rápido possível a um veterinário de confiança - preferencialmente um especialista em ortopedia. Ruptura de ligamento cruzado em cães: diagnóstico O diagnóstico do problema pode ser feito por meio de um exame físico, usando a palpação do joelho. Um raio-x também será importante para avaliar o grau do problema, além do histórico de saúde do pet. Caso a ruptura já tenha acontecido há algum tempo, um ultrassom do joelho ou exame de ressonância magnética podem ser necessários. Ruptura de ligamento cruzado em cães: tratamento Assim como a dermatite em cachorro e a úlcera de córnea em cães, a ruptura de ligamento cruzado também tem tratamento. A cirurgia de ruptura de ligamento cruzado em cães costuma ser a mais utilizada, a fim de restabelecer a estabilidade da articulação. Para isso, existem algumas técnicas, que são escolhidas de acordo com a idade do pet, seu histórico de saúde e a condição de seu joelho. Dentre elas, estão: Extracapsular: essa técnica não restaura o ligamento, sendo mais rápidas e não indicada para cães de porte maior; Intracapsular: nessa técnica, o ligamento é restaurado com tecido ou implante; Osteotomia: a osteotomia é a técnica mais moderna, sendo a osteotomia de nivelamento do platô tibial (TPLO) uma das mais utilizadas, porém não é recomendada para filhotes. Ela irá alterar o grau de inclinação do platô tibial em relação ao ligamento patelar, permitindo o uso da articulação do joelho sem usar o ligamento rompido. Caso não seja possível realizar a cirurgia, devido a alguma comorbidade ou idade avançada, o veterinário pode prescrever alternativas para aliviar a dor e dar mais qualidade de vida ao pet. É importante lembrar que, se o problema não for tratado, a ruptura pode causar artrose em um curto espaço de tempo. Recuperação após a cirurgia Após realizar a cirurgia, pode ser que seu pet tenha que fazer fisioterapia, para movimentar aquela articulação que foi atingida. Também é importante ficar de olho no seu amiguinho para que ele não corra ou pule nesse período, ou se sua casa tiver escadas, deixá-lo no andar térreo, para que a recuperação aconteça da melhor maneira possível. Ruptura de ligamento cruzado em cães: prevenção Muitos tutores buscam maneiras de prevenir a ruptura de ligamento cruzado em cães, e a boa notícia é que há sim algumas maneiras de preveni-lo. Por exemplo, é importante que seu cãozinho fique dentro do peso recomendado e faça caminhadas regulares acompanhado do tutor, para não se tornar sedentário. Check-ups regulares também são essenciais, para prevenir essa e outras doenças. Você já levou o seu amiguinho a uma visita veterinária esse ano? Entre em contato conosco e venha nos visitar!

A ruptura de ligamento cruzado em cães costuma causar muitas dúvidas nos tutores, por não ser um problema tão conhecido. Para te ajudar, preparamos um texto completo sobre o assunto. Confira!  Ruptura de ligamento cruzado em cães: o que é? Se você tem dúvida sobre o que é a ruptura de ligamento cruzado cranial em […]

Dipirona para cães: tudo o que é importante saber

A dipirona é um remédio de ação anti inflamatória e de ação analgésica, de uso muito comum pelos seres humanos. Contudo, será que a dipirona para cães é indicada? Continue acompanhando o texto e descubra se você pode dar dipirona para cachorro!

A dipirona é um remédio de ação anti inflamatória e de ação analgésica, de uso muito comum pelos seres humanos. Contudo, será que a dipirona para cães é indicada? Continue acompanhando o texto e descubra se você pode dar dipirona para cachorro! Cachorro pode tomar dipirona? A dipirona é um medicamento muito comum na caixinha […]

Úlcera de córnea em cães: tem tratamento?

A Ceratite Ulcerativa, popularmente conhecida como úlcera de córnea em cães, é uma doença que vem se tornando muito comum, principalmente em pets de pequeno porte. Se você desconfia que seu amiguinho de quatro patas está com a doença e quer saber como tratar a úlcera de córnea em cães, acompanhe o texto. Úlcera de córnea em cães: o que é? A úlcera é qualquer ferida que acomete tecidos do corpo (como pele, estômago, etc). Sendo, a úlcera no olho uma lesão que leva a inflamação da córnea. Essa doença é muito comum, e pode ser dividida em superficial ou profunda. A úlcera de córnea profunda em cães é mais perigosa pois, se não tratada, pode levar a cegueira no pet. Também é válido lembrar que muitas úlceras superficiais acabam se tornando profundas, já que os cães tendem a coçar a região, podendo machucar ainda mais o local ou levar a uma infecção secundária. Por isso, é importante ter muito cuidado com a progressão da doença. Úlcera de córnea em cães: shih tzu As causas de úlcera de córnea em cães podem ser diversas: Como trauma no local; Infecções oculares; Contato com substâncias químicas (exemplo: produtos de limpeza); Deficiência lacrimal; Cílios ou pêlos virados para dentro da pálpebra (Entrópio, distiquíase ou cílios ectópicos); Doenças pré-existentes na córnea, entre outros. Porém, é certo que os cães de olhos “saltados”, como o shih tzu, são os que mais sofrem com a doença. Por terem os olhos mais expostos, o trauma acaba acontecendo mais facilmente, resultando na úlcera de córnea em cães. Úlcera de córnea em cães: sintomas Antes de saber como curar úlcera de córnea em cães, é necessário verificar se o pet realmente tem a doença. Para isso, além de realizar um teste de úlcera de córnea em cães no veterinário, alguns sintomas também podem ser observados. Diferente de outras doenças, que os sintomas podem ser cachorro com febre ou cachorro com tosse, a úlcera de córnea em cães causa: Lacrimejamento em excesso; Dores nos olhos; Secreção; Olhos vermelhos; Coceira nos olhos; Sensibilidade à luz; Piscadas em excesso; Dificuldade de abrir os olhos. Notando algum desses sintomas, leve o seu pet ao veterinário o mais rápido possível, para dar início a um tratamento úlcera de córnea em cães. Úlcera de córnea: tratamento em cães A úlcera de córnea em cães tem tratamento, e deve ser feito o quanto antes possível, para não causar nenhum dano à visão do pet. Úlcera de córnea em cães: como tratar Esqueça o remédio caseiro para úlcera de córnea em cães. Somente um veterinário especializado saberá como tratar, indicando o melhor colírio, pomada ou outro tratamento para úlcera de córnea em cães. Vale lembrar, mais uma vez, que medicar o seu pet sem a indicação de um especialista pode piorar a situação. Úlcera de córnea em cães: colírio Para o tratamento, geralmente será prescrito um colírio para úlcera de córnea em cães, além do uso do colar elizabetano (ou colar cirúrgico) para evitar que o pet coce e machuque ainda mais a região. Siga sempre a prescrição médica para que o problema não evolua e possa deixar seu pet cego. . Cirurgia de úlcera de córnea em cães: valor Em casos mais sérios, o colírio com antibiótico para úlcera de córnea em cães não basta, tendo que recorrer a cirurgia de úlcera de córnea em cães. Feito o procedimento, é necessário um acompanhamento veterinário pós cirúrgico com retornos de consulta e empenho dos tutores em cumprir corretamente a prescrição. Seguindo as orientações a úlcera de córnea deve cicatrizar. O preço varia de acordo com a seriedade do caso, exames e remédios a serem utilizados após a cirurgia. Seu pet está precisando de atendimento oftalmológico? Conte com a ajuda do time de especialistas da Inova! Entre em contato conosco hoje mesmo!

A Ceratite Ulcerativa, popularmente conhecida como úlcera de córnea em cães, é uma doença que vem se tornando muito comum, principalmente em pets de pequeno porte. Se você desconfia que seu amiguinho de quatro patas está com a doença e quer saber como tratar a úlcera de córnea em cães, acompanhe o texto. Úlcera de […]

Como saber se o cachorro está com febre?

Uma das dúvidas de quem acaba de adotar um cão é sobre as doenças que o pet pode ter, como por exemplo, como saber se o cachorro está com febre. Bom, ao contrário de nós, seres humanos, os cães não avisam quando estão doentes, portanto é necessário prestar muita atenção para perceber algo errado. A febre, por exemplo, quando acontece nos cachorros, pode indicar algo fora do comum, que vai muito além da alta temperatura e pode ser extremamente prejudicial para a vida do animal. Por isso, leia o texto abaixo e descubra como saber se o seu cachorro está com febre e o que fazer quando isso acontecer! COMO SABER SE O CACHORRO ESTÁ COM FEBRE: CONHEÇA OS PRIMEIROS SINTOMAS! Conforme seu pet vai se desenvolvendo, é normal que você perceba alguns traços da personalidade e do comportamento do seu cão e, se você quer saber se o seu cachorro está com febre, isso é a primeira coisa que muda quando eles não estão na temperatura normal de cachorro, é possível perceber uma mudança no comportamento e na disposição do pet. Na maioria das vezes, os sintomas de febre em cachorro levam os animais a ficar mais apáticos e quietos, assim como quando estão com cinomose. Além disso, a condição de febre também pode afetar a aparência do focinho, que fica mais seco, sendo possível sentir, a respiração do cão muito mais quente do que se estava acostumado. COMO SABER SE O CACHORRO ESTÁ COM FEBRE: COMO MEDIR A TEMPERATURA? Caso o seu cão esteja dando indícios de estar com febre, saiba que é possível medir a temperatura sem precisar visitar um veterinário. Você pode utilizar um termômetro digital, mas nunca um de mercúrio, que pode ser prejudicial para o pet. Confira como saber se meu cachorro está com febre medindo a temperatura: 1- Mantenha o cachorro em uma posição confortável; 2- Introduza o termômetro digital no ânus do animal, com muito cuidado, até encostar na parede anal; 3- Por fim, aperte o botão para inicializar o termômetro digital e aguarde para que a ferramenta detecte a temperatura do cão. O ideal é fazer isso com a ajuda de outra pessoa, já que o cão pode ficar incomodado e acabar não deixando que você introduza o aparelho. Porém, caso não queira tentar, leve-o a um veterinário, que irá realizar esse procedimento para medir a temperatura e detectar a febre. COMO SABER SE O MEU CACHORRO ESTÁ COM FEBRE: QUAL É A TEMPERATURA NORMAL DE CACHORRO? Essa é a dúvida de muitos tutores de primeira viagem. Afinal, qual é a temperatura normal de cachorro? Bom, ao contrário dos seres humanos, os animais costumam ter uma temperatura mais alta mesmo. Enquanto para nós, 36ºC é normal, para os cães, entre 38ºC e 39,3ºC é considerado absolutamente normal. Se estiver com mais do que isso, provavelmente está com febre e precisa ser encaminhado, o quanto antes, a um hospital veterinário. MEU CACHORRO ESTÁ COM FEBRE. O QUE PODE SER? A febre, assim como nos seres humanos, é um mecanismo de defesa do organismo dos cães para avisar que há algo errado. Pode ser desencadeada por diversos problemas, que vão desde viroses leves até doenças fatais, portanto, não deve ser ignorada. Infecções por bactérias e vírus estão entre as principais causadoras de febre em cachorros, variando o seu nível de complicação de acordo com o tipo de vírus ou bactéria que contaminou o animal. Doenças que afetam o sistema imunológico dos cachorros também podem ser causadoras de febre e ter ela como primeiro sintoma. São exemplos a meningite, lúpus, a vasculite, entre outras. Até mesmo a raiva, uma das doenças mais perigosas para os cães, pode ter a febre como um dos primeiros sintomas, portanto, saiba que, assim que seu cão estiver com indícios de estar com febre, a visita a um veterinário é indispensável!

Uma das dúvidas de quem acaba de adotar um cão é sobre as doenças que o pet pode ter, como por exemplo, como saber se o cachorro está com febre. Bom, ao contrário de nós, seres humanos, os cães não avisam quando estão doentes, portanto é necessário prestar muita atenção para perceber algo errado. A […]

Cachorro vomitando sangue: o que pode ser?

Um cachorro vomitando sangue é sempre motivo de atenção, pois, pode estar associado a algum problema sério na saúde do pet. Da mesma maneira de que para os humanos, é um sinal de alerta vermelho do organismo, um pet vomitando sangue deve ser levado imediatamente para uma avaliação veterinária. Leia e saiba o que fazer! CACHORRO VOMITANDO SANGUE: A PRIMEIRA COISA QUE SE DEVE FAZER É OBSERVAR! Se o seu cachorro estiver vomitando sangue, saiba que a primeira coisa que deve fazer é observar a consistência e a coloração do sangue, já que, ao contrário do que a maioria das pessoas pensam, nem todo sangue expelido pelo cão vem dos órgãos internos. Ele também pode vir de algum ferimento da boca, onde o sangue é engolido e o pet pode colocar para fora posteriormente. Nesse caso o sangue costuma se apresentar mais escuro e em coágulos sendo um caso menos preocupante. Se o vômito de sangue do cachorro apresentar pontos de sangue brilhantes, como se fosse “fresco”, é muito improvável que o problema seja gastrointestinal, que geralmente apresenta um sangue com a “cor de café” (vômito de cachorro coagulado) e também pode aparecer nas fezes. Essas observações são importantes e ajudarão o veterinário a investigar o motivo pelo qual o seu cachorro vomitou sangue! QUANDO O CACHORRO VOMITA SANGUE: QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS CAUSAS? Além de problemas gastrointestinais, existem diversas outras causas que podem resultar no vômito com sangue do cachorro. Confira: 1- Ingestão de objetos pontiagudos e estranhos; 2- Intoxicação por veneno; 3- Verminose; 4- Coagulopatia (distúrbio muito comum de coagulação do sangue); 5- Cinomose; 6- Lesões internas; 7- Câncer; 8- Infecções; 9- Síndrome do intestino irritado; 10- Transtornos autoimunes. O QUE FAZER QUANDO O CACHORRO ESTÁ VOMITANDO SANGUE? Se o seu pet estiver vomitando sangue, você deve levá-lo imediatamente ao veterinário. Caso tente dar algum remédio caseiro para vômito de cachorro com sangue por conta própria e ele não for o ideal para aquela situação, saiba que isso pode agravar ainda mais o problema e fazer com que seu pet sinta um desconforto ainda maior. Portanto, a ajuda profissional, nesse momento, é mais do que essencial, sendo necessário, na maioria das vezes, que o cão passe por uma radiografia, ultrassonografia e um exame de sangue para fazer uma avaliação completa das funções renais e hepáticas do pet, a fim de identificar o problema. Além das características do vômito de cachorro com sangue, também é importante que você passe outras informações para o veterinário, como por exemplo, quando foi a última vermifugação do animal (para descartar a verminose), se sumiu algo de casa nos últimos dias e, principalmente, levar todos os exames que o pet fez nos últimos tempos, para que assim o profissional consiga analisar quaisquer mudanças em seu quadro de saúde. A partir dessas informações, o veterinário identificará a razão pela qual o seu cachorro está vomitando sangue coagulado ou normal e recomendar o tratamento e os medicamentos adequados. COMO PREVENIR O VÔMITO COM SANGUE EM CACHORROS? Na grande maioria das vezes, o cachorro vomitando sangue é algo inesperado, o que aumenta ainda mais a importância de se fazer check-ups periódicos, a fim de identificar precocemente infecções ou doenças que podem, de alguma maneira, causar o vômito com sangue. Também é importante observar a rotina e o comportamento do seu pet, assim como o ambiente em que ele está vivendo. É essencial ter a informação do que ele come, se ele gosta de comer plantas que, por algum motivo, podem fazer mal ao seu organismo, qual pet ou ser humano passa mais tempo com ele e, principalmente, se ele gosta de mastigar objetos e outras coisas que não são alimentos, sendo necessário reduzir ao máximo potenciais causadores do problema.

Um cachorro vomitando sangue é sempre motivo de atenção, pois, pode estar associado a algum problema sério na saúde do pet. Da mesma maneira de que para os humanos, é um sinal de alerta vermelho do organismo, um pet vomitando sangue deve ser levado imediatamente para uma avaliação veterinária. Leia e saiba o que fazer! […]

Tártaro em cães: complicações e tratamento

Assim como nós, os nossos amigos de 4 patas também precisam de uma atenção especial à saúde bucal. O tártaro em cães, por exemplo, é um assunto que deve ser levado a sério pois, se não tratado, pode levar a perda dos dentes de forma precoce ou até mesmo a outras doenças graves. Entenda mais sobre as causas e tratamento do tártaro em cães no texto abaixo! TÁRTARO EM CÃES: O QUE É E POR QUE ACONTECE? Assim como nos humanos, o tártaro em cães é o acúmulo de sujeira nos dentes devido a falta de limpeza e escovação, formando uma placa bacteriana. COMO PREVENIR O TÁRTARO EM CÃES? Existem muitas dúvidas sobre como limpar o dente dos cachorros e prevenir o tártaro em cães. O ideal é realizar a escovação dos dentes do seu pet diariamente utilizando escovas adequadas ao porte do pet e pastas específicas para cães. A ração deve ser a base da alimentação do cãozinho, evitando oferecer a ele alimentos inadequados que facilitam a formação do tártaro em cachorros. TÁRTARO EM CÃES: COMO IDENTIFICAR? Muitas pessoas ainda tem dúvidas sobre como identificar o tártaro em cães. O mau-hálito e manchas amareladas nos dentes são sinais de que é necessário dar uma atenção maior a higiene bucal do seu cãozinho. A presença de dor é um sinal de tártaro avançado em cães. TÁRTARO EM CÃES: COMPLICAÇÕES E TRATAMENTO A saúde do seu pet é um assunto sério, por isso, nunca recorra a remédios caseiros para tártaro em cães sem a orientação de um especialista veterinário. Além da escovação diária, como citamos acima, é fundamental o acompanhamento feito por um veterinário de confiança, que examinará os dentes do pet e fará a limpeza, se necessário. Se não tratado, o tártaro pode ser a porta de entrada para doenças mais graves, como infecções renais, infecções cardíacas e, até mesmo infecções generalizadas nos cães. Que tal aproveitar o final do ano para fazer um check-up completo do seu amiguinho aqui na Inova? Agende uma consulta hoje mesmo! Leia também: Obesidade canina: como evitar e cuidar desse problema

Assim como nós, os nossos amigos de 4 patas também precisam de uma atenção especial à saúde bucal. O tártaro em cães, por exemplo, é um assunto que deve ser levado a sério pois, se não tratado, pode levar a perda dos dentes de forma precoce ou até mesmo a outras doenças graves.  Entenda mais […]

Doença do carrapato em cachorros?! Descubra o que é!

A doença do carrapato é uma doença muito temida por quem possui cachorros, isso porque ela é considerada muito perigosa pelos veterinários e por muitas vezes os tutores recebem informação de forma incompleta. Saiba tudo sobre ela! Afinal, o que é a doença do carrapato? Também conhecida como erliquiose e babesiose, a doença do carrapato […]

Câncer de mama em cachorro: guia completo

O câncer de mama em cachorros é uma das principais neoplasias que atingem esses pets. Segundo o Conselho Federal de Medicina Veterinária, essa doença atinge cerca de 45% das fêmeas caninas no país. Uma boa notícia é que, quando se manifesta de forma benigna, não prejudica em nada a qualidade de vida do pet, ou seja, possui tratamento e recuperação rápida. Porém, mesmo nos casos de tumor maligno é muito importante fazer o diagnóstico precoce da doença para aumentar as chances de cura. Aproveitando a corrente do #OutubroRosa, confira, no texto abaixo, tudo sobre o tumor de mama em cadelas! QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS FATORES PARA OCORRER O CÂNCER DE MAMA EM CADELAS? O câncer é caracterizado como um crescimento desordenado de células no organismo. No caso do tumor de mama em cachorro, essa multiplicação celular ocorre nas glândulas mamárias do pet . É mais comum em fêmeas, principalmente por conta da produção de hormônios como estrógeno e progesterona, porém, essa patologia também pode atingir os cachorros machos, sendo essencial que a prevenção aconteça para ambos os sexos. Essa disfunção hormonal citada anteriormente está muito atrelada a gravidez psicológica, outro problema muito comum, e é um dos principais fatores que podem levar ao desenvolvimento desse tipo de tumor em cães, juntamente com a ingestão de medicamentos hormonais, como anticoncepcionais. Além disso, quando as fêmeas entram no período de cio, de forma natural, acabam tendo uma grande descarga hormonal no organismo, o que também pode levar ao aparecimento da neoplasia (isso demonstra a importância da castração precoce dos pets). Fora esses, existem outros fatores como o sobrepeso, a obesidade canina e a idade avançada, que também podem contribuir para o surgimentos dos tumores. QUAIS OS SINAIS MAIS COMUNS DO CÂNCER DE MAMA EM CACHORRO? Como acentuamos anteriormente, o diagnóstico precoce do câncer de mama é essencial para garantir a eficácia do tratamento da doença. Por esse motivo, é muito importante prestar bastante atenção no aparecimento de possíveis sintomas de câncer de mama em cachorro, como por exemplo: 1- Inchaço ou dilatação nas mamas; 2- Dor ou incômodo na região com frequência; 3- Presença de secreções; 4- Caroços nas glândulas mamárias. Vale lembrar que nem sempre é possível ver esses sinais ao olho nu, aumentando ainda mais a importância de realizar exames clínicos regulares no pet. Câncer de mama em cachorro guia completo COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO PRECOCE DO CÂNCER DE MAMA EM CADELAS? De modo geral, a análise clínica costuma ser realizada através da palpação da região, sendo possível encontrar nódulos que comprovem o desenvolvimento da doença, assim como a análise do histórico e dos fatores de risco do pet. Além disso, para que se tenha um diagnóstico mais completo, podem ser solicitados exames de imagem, como tomografias, radiografias de tórax e ultrassonografias do abdômen. Esses exames fornecem informações muito importantes para que o tratamento possa ser definido. É através deles, inclusive, que é possível saber, caso a neoplasia seja confirmada, se o tumor está se espalhando para outras partes do corpo, o que agrava ainda mais a situação do animal. Portanto, ao identificar os sinais do câncer de mama em cadela, é recolhido um material do corpo para que seja feita a biópsia, que será capaz de fazer com que o veterinário possa dizer se o tumor é benigno ou maligno, além de outros dados essenciais para saber se aquele câncer de mama tem cura.

O câncer de mama em cachorros é uma das principais neoplasias que atingem esses pets. Segundo o Conselho Federal de Medicina Veterinária, essa doença atinge cerca de 45% das fêmeas caninas no país.