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Dipirona para cães: tudo o que é importante saber

  • março 16, 2021
  • 09:00
A dipirona é um remédio de ação anti inflamatória e de ação analgésica, de uso muito comum pelos seres humanos. Contudo, será que a dipirona para cães é indicada? Continue acompanhando o texto e descubra se você pode dar dipirona para cachorro!

A dipirona é um remédio de ação anti inflamatória e de ação analgésica, de uso muito comum pelos seres humanos. Contudo, será que a dipirona para cães é indicada?

Continue acompanhando o texto e descubra se você pode dar dipirona para cachorro!

Cachorro pode tomar dipirona?

A dipirona é um medicamento muito comum na caixinha de primeiros socorros de muitas pessoas.

Porém, ao notar alguma alteração na saúde do pet, como dermatite em cachorro ou algum indício de que o pet esteja com dor, uma dúvida muito comum entre os tutores de cães é – pode dar dipirona para cachorro?

A resposta é sim. A  dipirona para cães com dor ou a dipirona para cães com febre pode ser dada, porém somente quando receitada pelo médico veterinário.

Vale lembrar que os cães possuem dificuldade em metabolizar alguns medicamentos, como paracetamol e ibuprofeno, portanto nunca devem ser administrados!

Analgésico para cães: dipirona

A dipirona atua apenas como um analgésico para cachorros, não tratando a doença em si. 

Portanto, para não colocar em risco a vida do seu pet, desconfiando de qualquer sintoma, leve-o o mais rápido possível para uma avaliação com um veterinário.

Ele fará exames e conseguirá descobrir a origem do problema, já que doenças mais sérias, como uma úlcera de córneas em cães, dentre tantas outras, devem receber tratamentos diferenciados. Muitas vezes administrar um medicamento como a dipirona, pode mascarar a doença, uma vez que você achará que o problema foi resolvido e apenas o sintoma não está mais aparecendo.

Dipirona para cães: efeitos colaterais

A administração da dose incorreta de dipirona humana para cães, sem recomendação veterinária, pode trazer efeitos colaterais, como vômitos, diarréia, gastrite, entre muitos outros sintomas. 

Portanto, nunca pratique a automedicação em seu pet. Qual a dose de dipirona para cães?

Como já citado, para saber a dosagem de dipirona para cães, além da frequência, é necessário uma orientação de um veterinário. 

Dipirona: dosagem para cães

Como todo remédio, a dipirona é metabolizada pelo fígado. Logo, a dosagem de dipirona para filhotes de cães será diferente da dosagem de dipirona para cães adultos, por exemplo. Aqui vale também o alerta de não utilizar a receita de um pet para medicar o outro.

Portanto, por mais que você queira ajudar, não é recomendado medicar seu amiguinho com dosagens que encontramos na internet.

Dipirona: em gotas ou em comprimido?

A forma como a dipirona será administrada vai depender de cada pet. Às vezes, a dipirona em gotas para cães pode ser a melhor alternativa. Porém, se o volume for muito grande, a dipirona em comprimido para cães será recomendada. 

Você sabe quais os petiscos podem ser ofertados aos pets e quais são alimentos proibidos para eles?  Baixe nosso material e entenda o que você pode dar para o seu pet comer, por que cães e gatos tem necessidades nutricionais diferentes e outras informações muito importantes para a saúde do seu animalzinho.

Substâncias proibidas para cachorros: conheças algumas

Algumas substâncias são extremamente proibidas para os cãezinhos. Conheça algumas:

  • Tylenol: o uso pode levar à intoxicação e lesões aos órgãos do pet, como o fígado;
  • AAS Infantil e/ou adulto: esse medicamento contém ácido acetilsalicílico, e os cães não possuem a enzima hepática responsável pela metabolização e eliminação do composto. Ou seja, é um medicamento tóxico para eles.
  • Aspirina: a aspirina também contém ácido acetilsalicílico, que como já dito é tóxico aos pets. 
  • Dorflex: o dorflex é outro medicamento que não pode ser dado aos cães, já que contêm orfenadrina e cafeína em sua composição, que são altamente tóxicos para os pets.

Precisa de ajuda para cuidar do seu amiguinho? Entre em contato com a Inova e agende uma consulta!

Leia também: Câncer em cachorro tem cura 

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A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

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