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Dirofilariose canina: entenda o que é essa zoonose grave

  • setembro 12, 2023
  • 12:46
Quem é tutor de um cão, provavelmente, já ouviu falar sobre a dirofilariose canina. Conhecida também como verme do coração, essa é uma doença parasitária comum entre os cães, causada por um parasita nematoide. Veja no texto todas as informações sobre a doença e como proteger o seu amiguinho. O que é dirofilariose canina? A dirofilariose canina é uma doença transmitida por meio da picada de diversas espécies de mosquitos (como o Aedes aegypti, transmissor da dengue), que tenham picado um outro cão infectado antes. De acordo com a American Heartworm Society, o ciclo da dirofilariose canina (verme do coração) se inicia quando um mosquito pica e se alimenta de sangue de um cão infectado. Os vermes bebês levam de 10 a 14 dias para chegar ao estágio infeccioso. Sendo assim, ao picar um outro pet, que não está infectado, deposita larvas infectantes na superfície da sua pele e elas entram no seu novo hospedeiro pelo local da picada do mosquito. Depois que o pet está infectado, leva aproximadamente 6 meses para as larvas se tornarem vermes adultos, que podem viver de 5 a 7 anos em cachorros. Por ser transmitida por mosquitos, é uma doença mais comum na época do calor, pois é quando há uma maior quantidade desses insetos, já que eles se desenvolvem e reproduzem nessa época. A dirofilariose canina também é uma zoonose, ou seja, uma doença que pode ser transmitida do pet para o ser humano, caso os cuidados necessários não sejam tomados. Leia mais: Pancoleucopenia felina Doença do gato Dirofilariose canina: sintomas Na sua fase inicial, é comum que os cães não apresentem sintomas ou apresentem de forma bem leve, momento que a doença ainda não levanta suspeitas. Mas, conforme o tempo vai passando e a infecção vai progredindo, os cães entram em um estágio mais avançado e começam a apresentar alguns sintomas como: Tosse leve; Relutância de realizar exercícios físicos; Fadiga; Diminuição do apetite; Perda de peso. Com a evolução dos parasitas, novos sintomas começam a aparecer: Insuficiência cardíaca; Barriga inchada por conta do líquido no abdômen. À medida que a dirofilariose canina vai progredindo, é possível que cause um bloqueio do fluxo sanguíneo no coração do pet, o que pode gerar um colapso cardiovascular. Quando o bloqueio acontece, os tutores podem percebê-lo, pois o cão não consegue respirar direito, sua urina fica escura e suas gengivas ficam pálidas. Caso note algo diferente em seu pet, a recomendação é procurar um veterinário urgentemente, pois apenas a cirurgia para remoção do bloqueio conseguirá salvá-lo. Você pode querer saber mais: Leishmaniose Pet transmite doença? Dirofilariose canina: tratamento Assim como qualquer outra doença, quanto mais cedo ocorrer o diagnóstico da dirofilariose canina, melhor será o tratamento e maiores serão as chances de recuperação. Mas a boa notícia é que a dirofilariose canina tem cura e o diagnóstico é feito por exame de sangue, que indicará se o pet tem ou não a doença. O protocolo de tratamento da dirofilariose canina deve ser criado apenas pelo veterinário e não é recomendado que o tutor tente medicar o pet em casa. O tratamento para o verme do coração será realizado com remédios na quantidade indicada pelo veterinário, podendo ser necessário o uso de medicamentos para o coração. Isso acontece quando a doença avança bastante, chegando em fases prejudiciais. Também é possível que adulticidas e microfilaricidas sejam utilizados, tudo irá depender da fase em que a doença foi diagnosticada e o quão grave está. Como é uma doença que ataca, principalmente, o coração do pet, podem ocorrer casos nos quais ele precise tomar remédios para o resto da vida. Leia também: Alimento que cachorro não pode comer Verme em cachorro Dirofilariose canina: prevenção Depois de ler e saber mais sobre a doença, é provável que os tutores queiram saber como prevenir a dirofilariose canina. Como é transmitida pela picada do mosquito, a melhor prevenção da dirofilariose canina é utilizar coleiras, sprays ou pipetas com ação repelente, para evitar a picada do inseto. Dirofilariose canina: vermifugação Podemos também evitar a progressão da doença por meio da vermifugação preventiva. A vermifugação é por uma medicação oral, que deve ser administrada periodicamente. Esse vermicida/antiparasitário injetável é chamado de ProHeart SP-12 e protege seu cachorro por um período de 12 meses. Quer prevenir o seu pet? A lista de aplicação para o ProHeart acontecerá em setembro de 2022, para se inscrever basta nos enviar alguns dados: - Nome completo do tutor; - Telefone com o DDD; - Nome do pet; - Peso do pet. Seu pet está apresentando um dos sintomas citados no texto? Não perca tempo e procure a Inova para uma avaliação.

Você que é um apaixonado por cães, assim como nós, já deve ter ouvido falar sobre a dirofilariose canina. Essa zoonose é também conhecida como a doença do verme do coração.

Essa é uma doença parasitária comum entre os cães, causada pelo parasita nematoide. 

No texto a seguir, traremos informações sobre a doença e como proteger o seu amiguinho. Continue conosco. Boa leitura!

O que é dirofilariose canina?

A dirofilariose canina é uma enfermidade que se propaga pela picada de várias espécies de mosquitos, incluindo o Aedes aegypti, que também é transmissor da dengue, desde que esses mosquitos tenham picado previamente um cão já infectado.

É causada pelo verme Dirofilaria immitis, um parasita nematoide semelhante a uma lombriga. Quando o mosquito infectado pica o cão, o parasita afeta o sistema circulatório do pet.

Quando atinge a idade adulta, este parasita se instala no coração do seu hospedeiro, causando diversas alterações cardíacas que refletem no restante do organismo, podendo até ser fatal.

De acordo com a American Heartworm Society, o ciclo da dirofilariose se inicia quando um mosquito pica e se alimenta de sangue de um cão infectado. Os vermes bebês levam de 10 a 14 dias para chegar ao estágio infeccioso.

Sendo assim, ao picar um outro pet, que não está infectado, deposita larvas infectantes na superfície da sua pele e elas entram no seu novo hospedeiro pelo local da picada do mosquito.

Depois que o pet está infectado, leva aproximadamente 6 meses para as larvas se tornarem vermes adultos, que podem viver de 5 a 7 anos em cachorros.  

Por ser transmitida por mosquitos, é uma doença mais comum na época do calor, pois é quando há uma maior quantidade desses insetos, já que eles se desenvolvem e reproduzem nessa época. 

A dirofilariose canina também é uma zoonose, ou seja, uma doença que pode ser transmitida do pet para o ser humano, caso os cuidados necessários não sejam tomados. 

Dirofilariose canina: sintomas

À medida que a dirofilariose canina vai progredindo, é possível causar um bloqueio do fluxo sanguíneo no coração do pet, o que pode gerar um colapso cardiovascular. 

Quando o bloqueio acontece, os tutores podem percebê-lo, pois o cão não consegue respirar direito, sua urina fica escura e suas gengivas ficam pálidas. 

Caso note algo diferente em seu pet, a recomendação é procurar um veterinário urgentemente, pois apenas a cirurgia para remoção do bloqueio conseguirá salvá-lo. 

Como é feito o diagnóstico?

É muito importante a realização de check-ups anuais e que os tutores fiquem atentos aos sintomas que possam surgir. Quanto antes for diagnosticada a doença, melhores serão as chances de tratamento com sucesso.

É muito importante a realização de check-ups anuais e que os tutores fiquem atentos aos sintomas que possam surgir. Quanto antes for diagnosticada a doença, melhores serão as chances de tratamento com sucesso.

A boa notícia é que a dirofilariose canina tem cura e o diagnóstico é feito a partir de exames sorológicos. O hemograma com pesquisa de hematozoários também pode diagnosticar a presença de microfilárias no sangue.

Um ecocardiograma e um raio-x do tórax podem diagnosticar e avaliar o nível da doença, assim como o teste rápido (4DX). 

Dirofilariose canina: tratamento

O tratamento consiste em acompanhamento com o médico veterinário, que indicará o uso de antibióticos, associados a outros medicamentos, caso necessário.

A duração varia de caso para caso, podendo se estender até 10 meses ou mais.

O protocolo de tratamento da dirofilariose canina deve ser criado apenas pelo veterinário e não é recomendado que o tutor tente medicar o pet em casa. 

O tratamento para a doença do verme do coração será realizado com remédios nas quantidades indicadas pelo médico veterinário, podendo ser necessário o uso de medicamentos para o coração. Essa indicação acontece quando a doença avança bastante, chegando em fases prejudiciais. 

Existem situações em que é necessário realizar a remoção cirúrgica dos parasitas, pois eles podem se aglomerar e bloquear os vasos sanguíneos. Como resultado, o tratamento da dirofilariose é sempre personalizado e complexo.

Também é possível que adulticidas e microfilaricidas sejam utilizados, tudo irá depender da fase em que a doença foi diagnosticada e o quão grave está. 

Como é uma doença que ataca, principalmente, o coração do pet, podem ocorrer casos nos quais ele precise tomar remédios para o resto da vida. 

Dirofilariose canina: prevenção

Após ler e saber mais sobre a doença, é provável estar se perguntando: mas como  prevenir a dirofilariose canina?

Como a doença é transmitida pela picada do mosquito, a melhor prevenção da dirofilariose canina é utilizar coleiras, sprays ou pipetas com ação repelente, para evitar a picada do inseto. 

Dirofilariose canina: vermifugação

Existem medicamentos orais (vermífugo para dirofilariose canina), que podem ser administrados de forma mensal indicados pelos veterinários.

Outra forma de proteger seu pet dessa doença é com o ProHeart, medicamento injetável aplicado anualmente de forma subcutânea pelo veterinário.

Recomendado para cães com idade igual ou superior a 6 meses.

Leia também: 

  • Doença do carrapato
  • Leishmaniose

Conheça a Inova

A Inova nasceu com a missão de promover a saúde e bem-estar para nossos pacientes e transmitir segurança aos tutores. 

Oferece a mais elevada competência técnica do corpo clínico e corpo de apoio, com um atendimento de excelência e medicina humanizada aos pacientes e seus tutores.

Nossas unidades contam com profissionais especializados e uma equipe de Veterinárias Cardiologistas para atender as necessidades do seu pet, desde casos mais graves, como uma consulta de rotina.

Seu pet apresentou algum sintoma ou sinal de que algo não está bem? Não importa a hora, procure o plantão Veterinário 24h da Inova Hospital Veterinário.

Nossas unidades estão localizadas:

  • Unidade Nogueira Padilha: Rua Cel. Nogueira Padilha, 1770, Vila Hortência – Sorocaba, SP.
  • Unidade Campolim: Av. Gisele Constantino, 1495, Pq. Campolim – Sorocaba, SP.

Conte sempre com a Inova para cuidar do seu amigo quando ele mais precisar. Agende uma consulta e venha nos visitar!

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A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

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