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Gripe canina: reconheça os sintomas e saiba como é o tratamento

  • setembro 24, 2024
  • 10:00
Veterinário e cachorro em sala de clínica.

Assim como ocorre com os tutores, a gripe canina também pode afetar os pets no outono e no inverno.

Apesar de geralmente não ser grave, o tutor deve levá-lo ao veterinário o quanto antes para receber os devidos cuidados e evitar que se torne em um problema grave.

Além disso, a transmissão da gripe canina ocorre de forma semelhante à gripe humana. Portanto, é considerada uma doença contagiosa entre os cães.

Então, para aprender o que deve ser feito em caso de suspeita, acompanhe este conteúdo e conheça como deve ser seguido o protocolo de cuidados.

Neste artigo, vamos abordar sobre sintomas de gripe canina, tratamento, causas e recuperação do pet. 

Boa leitura!

O que é gripe canina?

É uma doença respiratória que ocorre pela transmissão do vírus Parainfluenza canina ou da Bordetella bronchiseptica.

Quando a gripe canina é causada pelo vírus, não corre risco de contaminação em humanos. Isso porque o material genético do RNA não consegue se replicar em pessoas.

Contudo, existe uma chance da bactéria acometer pessoas imunossuprimidas, isto é, que têm o sistema imunológico enfraquecido.

Isso pode acontecer por causa de doenças autoimunes, tratamentos com medicamentos imunossupressores ou até mesmo transplantes de órgãos.

Por isso, nesse caso, podemos dizer que a gripe canina passa para humanos.

A transmissão da doença ocorre principalmente pelo contato direto com cachorros doentes.

No entanto, também pode ocorrer de forma indireta por meio de comedouros e bebedouros compartilhados, assim como brinquedos, mantas e outros objetos.

Contudo, é possível que a contaminação também ocorra pelo ar, assim como acontece entre os humanos.

Cães de raças braquicefálicas podem apresentar uma incidência maior da doença, por causa da estrutura das vias aéreas que facilita a instalação de vírus e bactérias. 

Contudo, não existe uma comprovação científica de que certas raças estão mais suscetíveis à gripe canina.

Gripe canina: sintomas

Existem 2 sinais clínicos que são os mais característicos da doença: a tosse de cachorro seca e contínua e a mímica de vômito.

Veja abaixo quais são todos os sintomas da gripe canina:

Gripe canina: sintomas
Tosse seca
Mímica de vômito
Secreção nasal
Letargia
Perda de apetite
Dificuldade de respirar
Respiração ruidosa

A gripe canina pode ser confundida com outras condições, como o colapso de traqueia, a bronquite crônica e a pneumonia.

Para você não ficar com dúvidas, vamos explicar rapidamente a diferença entre elas:

  • O colapso de traqueia em cães provoca o enfraquecimento e a redução da traqueia, o que obstrui a passagem de ar e dificulta a respiração;
  • Já a bronquite crônica possui origem alérgica ou infecciosa, que leva ao acúmulo de muco nas vias aéreas, e os cães apresentam tosse persistente e podem apresentar secreção nasal;
  • Enquanto a pneumonia em cães é uma inflamação ou infecção nos pulmões, decorrente principalmente de bactérias. Mas também pode ocorrer por causa de vírus ou fungos, sendo esta a forma mais rara.

Leia mais sobre: 

Como saber se o cachorro está com febre? 

Como é feito o diagnóstico da gripe canina?

Na clínica, o veterinário realizará o diagnóstico por meio de uma anamnese e avaliação dos sintomas, juntamente a realização de exames complementares, como:

  • Exame físico: avaliação física completa, observando sintomas como tosse, febre, secreção nasal e outros sinais respiratórios;
  • Citologia da secreção nasal: envolve a coleta de amostras de secreção do nariz do cão e a análise microscópica dessas células;
  • Cultura e Antibiograma: é um teste laboratorial que avalia a sensibilidade de bactérias a diferentes antibióticos;
  • PCR (Reação em Cadeia da Polimerase): é um teste molecular que detecta o material genético do vírus (RNA) nas amostras respiratórias do cão.
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Como tratar gripe canina?

A tosse dos canis, como também é chamada, é considerada uma doença auto-limitante, isto é, o pet se cura sozinho nos casos mais leves.

Mas, caso o pet esteja mais debilitado, pode ser necessário recorrer ao uso de anti-inflamatórios orais e inalatórios, além de nebulização para limpar a via respiratória.

É importante ressaltar que o tutor não deve administrar antigripais humanos para seus pets. Os medicamentos devem ser específicos para cachorros.

E quanto tempo dura a gripe canina? Geralmente, desaparece entre alguns dias até 3 semanas.

Além disso, para evitar a contaminação para outros cães, o pet deve ficar isolado por, pelo menos, 15 dias após o diagnóstico.

Por isso, é essencial levar o pet para o veterinário e garantir que receba os cuidados necessários.

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A gripe canina pode matar?

Apesar de ser uma doença altamente contagiosa, geralmente, não é fatal. Se o seu pet for saudável, dificilmente sucumbirá à doença.

Além disso, é indispensável levar seu pet ao veterinário para descartar qualquer outro diagnóstico e seguir com os cuidados necessários.

Receber orientações dos veterinários com regularidade ajuda a evitar a propagação da doença para outros cães, já que a gripe pode ser transmitida antes mesmo da apresentação dos sintomas.

Conheça o checkup feito para o seu pet! Entre em contato com a gente.

Como evitar a infecção da gripe canina?

O cuidado mais recomendado é aplicar a vacina da gripe canina, contudo, é importante que o pet não esteja doente.

A vacina melhora a resistência e a melhora contra a doença, o que ajuda a minimizar os sintomas.

Além disso, é importante reforçar as doses anualmente, para deixar o pet sempre protegido.

Caso seu pet tenha ficado doente, mas já tenha se recuperado completamente, é necessário limpar todo o ambiente de convívio do pet, assim como os objetos.

Também é essencial evitar o contato com pets doentes, mesmo que ele já esteja vacinado, porque existe a possibilidade de reinfecção. 

Afinal, a vacina para gripe canina não garante imunidade contra a doença, apenas fortalece o cachorro para combatê-la.

Apesar disso, a doença não apresenta riscos graves de forma direta à saúde do pet. 

Contudo, é importante ficar alerta, porque a gripe pode diminuir a imunidade e deixar o cãozinho suscetível a outras doenças, principalmente idosos e filhotes.

Inova Veterinária 

Seja qual for a condição do seu pet, a Inova Veterinária possui uma equipe de atendimento 24 horas para lidar com emergências.

Também realizamos consultas com agendamento com o clínico geral e realizamos diferentes exames para diagnosticar corretamente seu pet, como:

  • Ambulatório;
  • Exame cardiológico;
  • Diagnóstico por imagem;
  • Laboratório;
  • Internação e UTI;
  • E muito mais!

E para oferecer um tratamento completo e adequado, possuímos uma equipe de veterinários de diferentes especialidades, como Cardiologia, Dermatologia, Oftalmologia, Neurologia, Nefrologia, Psiquiatria, entre outras.

Precisa de ajuda? Agende uma consulta!

Temos duas unidades em Sorocaba para atendimento:

Unidade Nogueira Padilha: Hospital 24h e Clínica de Especialidades

Rua Cel. Nogueira Padilha, 1770, Vila Hortência – Sorocaba, SP.

Unidade Campolim: Clínica de Vacinas e Especialidades

Av. Gisele Constantino, 1495, Pq. Campolim – Sorocaba, SP.

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A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

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