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Gatos gripados? Pode ser rinotraqueíte viral felina

  • setembro 2, 2025
  • 10:00
Gato filhote com rinotraqueíte felina envolto em cobertor.

Gripe felina? É assim que é conhecida a rinotraqueíte felina, que acomete o sistema respiratório dos pets. É uma doença que traz sintomas muito semelhantes ao resfriado dos seres humanos.

Secreção nasal ou espirros podem ser sintomas, por isso é importante estar atento ao comportamento do seu companheiro.

Entenda mais sobre o assunto.

O que é a rinotraqueíte felina?

A rinotraqueíte felina é uma infecção viral que afeta principalmente o sistema respiratório superior dos gatos, incluindo nariz, garganta, olhos e, em casos mais graves, pulmões. 

Causada pelo herpesvírus felino tipo 1 (FHV-1), um vírus altamente contagioso e específico de felinos, essa doença pode se manifestar de forma aguda ou crônica e é mais comum em épocas frias, como o inverno. 

Embora não seja transmissível para humanos ou cães, pode ser grave em filhotes, gatos idosos ou imunossuprimidos se não tratada adequadamente.

Rinotraqueíte felina: transmissão pode ser direta ou indireta

A transmissão da doença pode acontecer de duas formas principais:

  • Contato direto: através de secreções (olhos, nariz, saliva) de um gato infectado.
  • Contato indireto: por meio de objetos contaminados, como comedouros, bebedouros, caixas de areia ou caminhas, além de gotículas no ar liberadas por espirros.

O período de incubação do vírus varia de 2 a 6 dias, ou seja, os sintomas podem aparecer poucos dias após o contato com o vírus. 

Se você tem mais de um gatinho em casa, é importante isolar o felino doente e higienizar bem o ambiente para evitar a disseminação.

Fique atento! Gatos que se recuperaram podem se tornar portadores assintomáticos, com o vírus permanecendo latente em seu organismo. 

Podendo ser reativado em situações de estresse ou queda de imunidade, transmitindo-o a outros felinos. Por isso, é essencial manter a vacinação em dia e higienizar bem o ambiente.

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Rinotraqueíte felina passa para cachorros?

A rinotraqueíte é uma doença altamente contagiosa que ataca o aparelho respiratório dos felinos, mas não atinge os cães. 

Mas a rinotraqueíte felina passa para o humano? Não, por ser uma doença do gato, ela também não é transmitida para os seres humanos.  

Rinotraqueíte felina: sintomas são muito perceptíveis

Os sintomas da doença explicam muito o fato desse problema ser conhecido por muitos como gripe felina.

E assim como a FELV (leucemia felina) e a panleucopenia, os sinais da rinotraqueíte felina não costumam passar despercebidos pelos tutores. 

Dentre os sintomas da rinotraqueíte felina, como letargia, dificuldade para respirar e úlceras na córnea (em casos mais avançados), também podemos citar:

Espirros;
Tosse;
Secreção nasal;
Conjuntivite; 
Salivação;
Falta de apetite e anemia;
Febre, dentre outros.

Diante de qualquer um desses sinais, recomenda-se que o tutor leve o felino a uma consulta com um veterinário o mais rápido possível, para que o diagnóstico correto seja feito com ajuda de exames indicados.

  • Em casos em que o gatinho não quer se alimentar nem beber água, por exemplo, pode ser indicado alimentá-lo com papinhas ou até mesmo fazer a hidratação intravenosa, com o uso de soros.

Isso porque a falta de alimentação e hidratação podem levar o pet a um quadro de lipidose hepática, podendo ser fatal para o felino que já encontra-se debilitado por conta da doença.

A rinotraqueíte felina é grave? Pode levar o pet a óbito?

Em casos leves, a rinotraqueíte felina pode se assemelhar a um resfriado comum, com recuperação em 7 a 10 dias. 

No entanto, em filhotes, gatos idosos ou imunossuprimidos, ou se não tratada, a doença pode evoluir para complicações graves, como:

  • Pneumonia;
  • Úlceras oculares (que podem causar cegueira);
  • Sinusite crônica;
  • Perda de olfato;
  • Comprometimento permanente das vias respiratórias.

Sem tratamento adequado, essas complicações podem, sim, levar o pet a óbito. Por isso, ao notar qualquer sintoma, leve seu gatinho imediatamente a um veterinário especializado na Inova Hospital Veterinário 24h.

Diagnóstico da rinotraqueíte felina

O diagnóstico preciso é imprescindível para saber como tratar rinotraqueíte viral felina, visando evitar o surgimento de outras doenças secundárias.

Principalmente, nos momentos em que o pet apresenta imunossupressão ou agravamento dos sinais clínicos.

Para diagnosticar, geralmente, o veterinário realiza uma anamnese completa (histórico de todos os sintomas narrados pelo tutor sobre a situação do felino). 

Assim, é possível identificar quais são os sinais clínicos apresentados pelo gatinho, como se há a presença de secreções oculares, nasais ou da mucosa oral do felino e etc.

O profissional também pode solicitar outros exames complementares como hemograma, raio-x de tórax, PCR ou outros, conforme cada caso.

Esses testes ajudam a descartar outras doenças concomitantes, como calicivirose, clamidiose ou bordetelose.

Rinotraqueíte felina, calicivirose felina e Clamidiose: existe diferença?

Muitos tutores não sabem, mas a rinotraqueíte felina pode ocorrer sozinha ou como parte do complexo respiratório felino, quando o gato é infectado simultaneamente pelo herpesvírus, calicivirus e/ou Chlamydophila felis (uma bactéria). 

Essas infecções, quando combinadas, podem agravar o quadro clínico e dificultar o tratamento. As diferenças incluem:

  • Herpesvírus (FHV-1): causa secreção nasal, espirros e conjuntivite viral. Pode ser agudo ou crônico, com o vírus permanecendo latente.
  • Calicivírus: provoca úlceras dolorosas na boca.
  • Clamidiose: agrava a conjuntivite e pode causar secreções oculares intensas, junto com bactérias como Bordetella bronchiseptica e Mycoplasma spp.

Quando o complexo respiratório felino está presente, os sintomas se combinam, o  pode apresentar espirros, secreção nasal, conjuntivite e úlceras em cavidade oral, além dos demais relatados acima.

Rinotraqueíte felina: tratamento 

Não existe cura definitiva para a rinotraqueíte felina, pois o vírus pode permanecer latente no organismo do gato por toda a vida. 

No entanto, os sintomas podem ser controlados com um tratamento sintomático e de suporte, permitindo que seu gatinho leve uma vida normal. As opções incluem:

  • Medicamentos: antibióticos para infecções secundárias, antivirais,, antitérmicos, colírios ou pomadas oftálmicas para conjuntivite.
  • Cuidados de suporte: nebulização, lavagem nasal, limpeza dos olhos com soro fisiológico, alimentação adequada (como papinhas em casos de falta de apetite) e fluidoterapia (hidratação intravenosa com soros) se necessário.

O tratamento deve ser individualizado e realizado por um veterinário especializado em medicina felina. 

Rinotraqueíte felina pode matar?

Apesar de ser um problema mais simples de se tratar, muitos gatinhos que não recebem o tratamento adequado acabam morrendo, infelizmente. 

Por isso, é importante manter os check-ups em dia e, diante de qualquer mudança na aparência do pet ou algum outro sintoma, leve o seu amiguinho ao veterinário o mais rápido possível, para que o tratamento tenha início o quanto antes.

Leia sobre:

Acne felina

Tempo de recuperação

Em casos leves, a recuperação da rinotraqueíte felina ocorre de 7 a 10 dias, mas em casos graves ou crônicos, pode levar de 2 a 3 semanas até os sintomas desaparecerem. 

Como o vírus pode permanecer latente e ser reativado em momentos de estresse ou imunidade baixa, é essencial monitorar o gatinho ao longo da vida.

O uso de remédio para tratar rinotraqueíte felina pode ser indicado de acordo com cada caso, mas por não existir um tratamento que seja 100% eficaz no combate do vírus, a prevenção é imprescindível.

A prevenção é sempre o melhor remédio

Embora não haja um medicamento que elimine completamente o FHV-1, a prevenção é a melhor forma de proteger seu gatinho. 

A vacina múltipla (V3, V4 ou V5) aplicada em filhotes e com reforços anuais, é essencial para prevenir a rinotraqueíte felina e reduzir a gravidade dos sintomas, embora não garanta proteção total. 

Outras medidas incluem:

  • Manter o calendário de vacinação em dia;
  • Evitar contato com gatos doentes;
  • Higienizar regularmente comedouros, bebedouros e caixas de areia;
  • Proporcionar um ambiente tranquilo e enriquecido para reduzir o estresse.

O calendário de imunização do seu companheiro está em dia? Se não está, é importante resolver o assunto para que ele não seja acometido por nenhuma doença que poderia ter sido prevenida.


Dúvidas frequentes sobre rinotraqueíte viral felina

Quais os sintomas da rinotraqueíte viral felina?

Os principais sintomas incluem espirros, secreção nasal e ocular, febre, falta de apetite e, em casos graves, úlceras na córnea.

Rinotraqueíte felina passa para humanos ou cachorros?

Não. A doença é exclusiva dos felinos e não é transmitida para pessoas nem para cães.

Rinotraqueíte viral felina tem cura?

Não existe cura definitiva, mas com tratamento adequado, é possível controlar os sintomas e proporcionar boa qualidade de vida ao gato.

Como tratar rinotraqueíte viral felina?

O tratamento inclui antivirais, antibióticos para infecções secundárias, nebulização, fluidoterapia e cuidados oftalmológicos.

A vacina previne a rinotraqueíte felina?

Sim, a vacina múltipla é a principal forma de prevenção. Mesmo que não elimine o vírus, ela reduz a gravidade e frequência dos sintomas.

Inova: ofereça o melhor para o seu pet

Inova nasceu com a missão de promover a saúde e bem-estar para nossos pacientes e transmitir segurança aos tutores. 

Oferece a mais elevada competência técnica do corpo clínico e corpo de apoio, com um atendimento de excelência e medicina humanizada aos pacientes e seus tutores.

A Inova conta com profissionais especializados em medicina felina para atender as necessidades do seu pet, desde a lipidose hepática em gatos, esporotricose felina até exames mais simples de rotina. 

Também contamos com uma infraestrutura preparada nos conceitos Cat Friendly, com a qual você encontra em um hospital veterinário para gatos, ou seja, com recepção, consultório e internação exclusivos para os felinos.

A equipe é treinada e preparada para o manejo ideal dos bichanos. Além disso, realizamos diversos exames em nosso hospital e vacinas para gatos, evitando o estresse de deslocamento do pet para laboratórios externos.

Seu pet apresentou algum sintoma ou deu algum sinal de que não está muito bem? Não importa a hora, procure o plantão de veterinário para gatos 24 horas da Inova.

Estamos à disposição para oferecer sempre os melhores tratamentos e cuidados para o seu felino.

Não importa a hora, procure o plantão veterinário 24h da Inova Hospital Veterinário.

Agende uma consulta e venha nos visitar!

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