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Cachorro fezes gelatinosa com sangue

  • setembro 28, 2021
  • 10:00
É certo que encontrar sangue nas fezes do pet pode causar espanto para muitos tutores. Entretanto, esse sinal pode indicar diferentes problemas, como vermes, por exemplo, que devem ser acompanhados por um médico veterinário. Continue acompanhando o texto e entenda mais sobre cachorro: fezes gelatinosa com sangue. Sangue nas fezes do cachorro: o que pode ser? Um cachorro fazendo coco com sangue pode apresentar inúmeras causas de problemas, alguns não tão graves e outros mais preocupantes. A primeira etapa para descobrir o que pode estar causando o problema é realizar uma tarefa que pode não ser tão agradável, mas é extremamente necessária: identificar o tipo de sangue nas fezes do cachorro. Existem dois tipos: melena e hematoquezia, que se diferenciam pelo tipo de cor. Sangue do tipo melena Fezes de cachorro com sangue do tipo melena tem a seguinte característica: sangue e fezes de coloração escura com mau cheiro. Isso porque o sangramento começa no sistema digestivo superior, podendo ser um sinal de alerta para um problema mais grave. Sangue do tipo hematoquezia Já um cachorro com sangue nas fezes do tipo hematoquezia possui características um pouco diferentes. O sangue tem cor de vermelho vivo. Ou seja, um sangue fresco, que provém do sistema digestivo inferior. Muitas pessoas relatam, inclusive, episódios de cachorro evacuando sangue puro, sem a presença de fezes. Na maioria dos casos de hematoquezia, o cão apresenta diarreia (fezes amolecidas) acompanhada de sangue vivo. Sangue nas fezes de cachorro: conheça as possíveis causas Agora que você já sabe definir o cocô de cachorro com sangue, chegou a hora de entender as possíveis causas. No caso de sangue do tipo melena, os problemas mais comuns são: Parasitas; Tumores ou câncer; Úlcera intestinal; Pancreatite canina; Insuficiência renal; Complicações pós-cirúrgicas; Problemas na coagulação do sangue; Úlceras pépticas (ferida que se desenvolve na mucosa do esôfago, estômago ou intestino delgado). Agora, em casos de sangue do tipo hematoquezia, podemos citar: Parvovirose; Lesões retais, principalmente em casos de ingestão de materiais não digeríveis; Bactérias, protozoários ou parasitas intestinais, como por exemplo a giárdia; Gastroenterite hemorrágica; Alergias ou intolerâncias alimentares; Estresse; Hemorróidas; Doenças inflamatórias intestinais, dentre outras doenças; Por serem doenças tão distintas entre si, diante de qualquer sintoma, o recomendado é procurar um médico veterinário o mais rápido possível, a fim de realizar exames clínicos e laboratoriais para chegar ao diagnóstico correto e dar início ao tratamento. Fezes de cachorro gelatinosa com sangue: cuidado com o verme em cachorro Como o nome já diz, a doença se trata de um quadro de verminose nos pets. O problema pode ocorrer independentemente da idade do pet. Dentre as formas de contrair vermes, podemos citar: Ao passear e explorar parques, praças e outros gramados, o seu amiguinho pode acabar pegando algum parasita que vive na grama e na terra do ambiente; Lambidas – se os ovos de verme grudam no pelo do seu pet e ele lambe o local, ele também pode acabar contraindo algum parasita; Picadas de mosquitos. Um cachorro com fezes gelatinosa com sangue e vômito pode indicar sinais da doença. Porém, outros sinais como febre, perda de apetite e fraqueza também são indícios de que algo não vai bem. Remédio de verme para cachorro: quando administrar? De modo geral, pode-se dizer que o tempo varia: entre 3 a 6 meses, ou até mesmo um ano. Porém, um veterinário de confiança que conheça o histórico de saúde e os hábitos do seu amiguinho pode te ajudar da melhor maneira. Sangue nas fezes do cachorro: tratamento Feito o diagnóstico correto do problema, o veterinário é responsável por determinar o melhor tratamento de acordo com o caso, como um remédio para cachorro com diarreia com sangue. Isso porque, como vimos acima, um cachorro com diarreia com sangue pode ter inúmeras causas. Diante de problemas mais graves, pode até mesmo ser necessário internação e intervenção cirúrgica, uma vez que podem apresentar riscos fatais ao pet. Portanto, realizar exames de rotina, seguir uma dieta balanceada com exercícios físicos na rotina, aplicar vermífugos periodicamente e seguir o calendário correto de vacinação são ações que ajudam a prevenir que o problema apareça no seu amiguinho. E, precisando de atendimento médico veterinário, conte com a Inova para te ajudar. Estamos funcionando 24 horas por dia, inclusive aos finais de semana e feriados. Venha nos visitar! Leia também: Hematoparasitose; Cinomose.

É certo que encontrar sangue nas fezes do pet pode causar espanto para muitos tutores.

Entretanto, esse sinal pode indicar diferentes problemas, como vermes, por exemplo, que devem ser acompanhados por um médico veterinário.

Continue acompanhando o texto e entenda mais sobre cachorro: fezes gelatinosa com sangue.

Sangue nas fezes do cachorro: o que pode ser?

Um cachorro fazendo coco com sangue pode apresentar inúmeras causas de problemas, alguns não tão graves e outros mais preocupantes.

A primeira etapa para descobrir o que pode estar causando o problema é realizar uma tarefa que pode não ser tão agradável, mas é extremamente necessária: identificar o tipo de sangue nas fezes do cachorro.

Existem dois tipos: melena e hematoquezia, que se diferenciam pelo tipo de cor.

Sangue do tipo melena

Fezes de cachorro com sangue do tipo melena tem a seguinte característica: sangue e fezes de coloração escura com mau cheiro.

Isso porque o sangramento começa no sistema digestivo superior, podendo ser um sinal de alerta para um problema mais grave. 

Sangue do tipo hematoquezia

Já um cachorro com sangue nas fezes do tipo hematoquezia possui características um pouco diferentes. 

O sangue tem cor de vermelho vivo. Ou seja, um sangue fresco, que provém do sistema digestivo inferior. Muitas pessoas relatam, inclusive, episódios de cachorro evacuando sangue puro, sem a presença de fezes. Na maioria dos casos de hematoquezia, o cão apresenta diarreia (fezes amolecidas) acompanhada de sangue vivo.  

Sangue nas fezes de cachorro: conheça as possíveis causas

Agora que você já sabe definir o cocô de cachorro com sangue, chegou a hora de entender as possíveis causas. 

No caso de sangue do tipo melena, os problemas mais comuns são:

  • Parasitas;
  • Tumores ou câncer;
  • Úlcera intestinal;
  • Pancreatite canina;
  • Insuficiência renal;
  • Complicações pós-cirúrgicas;
  • Problemas na coagulação do sangue;
  • Úlceras pépticas (ferida que se desenvolve na mucosa do esôfago, estômago ou intestino delgado).

Agora, em casos de sangue do tipo hematoquezia, podemos citar:

  • Parvovirose;
  • Lesões retais, principalmente em casos de ingestão de materiais não digeríveis;
  • Bactérias, protozoários ou parasitas intestinais, como por exemplo a giárdia;
  • Gastroenterite hemorrágica;
  • Alergias ou intolerâncias alimentares;
  • Estresse;
  • Hemorróidas;
  • Doenças inflamatórias intestinais, dentre outras doenças;

Por serem doenças tão distintas entre si, diante de qualquer sintoma, o recomendado é procurar um médico veterinário o mais rápido possível, a fim de realizar exames clínicos e laboratoriais para chegar ao diagnóstico correto e dar início ao tratamento. 

Fezes de cachorro gelatinosa com sangue: cuidado com o verme em cachorro

Como o nome já diz, a doença se trata de um quadro de verminose nos pets. 

O problema pode ocorrer independentemente da idade do pet. Dentre as formas de contrair vermes, podemos citar:

  • Ao passear e explorar parques, praças e outros gramados, o seu amiguinho pode acabar pegando algum parasita que vive na grama e na terra do ambiente;
  • Lambidas – se os ovos de verme grudam no pelo do seu pet e ele lambe o local, ele também pode acabar contraindo algum parasita;
  • Picadas de mosquitos.

Um cachorro com fezes gelatinosa com sangue e vômito pode indicar sinais da doença. Porém, outros sinais como febre, perda de apetite e fraqueza também são indícios de que algo não vai bem. 

Remédio de verme para cachorro: quando administrar?

De modo geral, pode-se dizer que o tempo varia: entre 3 a 6 meses, ou até mesmo um ano. 

Porém, um veterinário de confiança que conheça o histórico de saúde e os hábitos do seu amiguinho pode te ajudar da melhor maneira.

Sangue nas fezes do cachorro: tratamento

Feito o diagnóstico correto do problema, o veterinário é responsável por determinar o melhor tratamento de acordo com o caso, como um remédio para cachorro com diarreia com sangue.

Isso porque, como vimos acima, um cachorro com diarreia com sangue pode ter inúmeras causas.

Diante de problemas mais graves, pode até mesmo ser necessário internação e intervenção cirúrgica, uma vez que podem apresentar riscos fatais ao pet.

Portanto, realizar exames de rotina, seguir uma dieta balanceada com exercícios físicos na rotina, aplicar vermífugos periodicamente e seguir o calendário correto de vacinação são ações que ajudam a prevenir que o problema apareça no seu amiguinho.

E, precisando de atendimento médico veterinário, conte com a Inova para te ajudar.

Estamos funcionando 24 horas por dia, inclusive aos finais de semana e feriados.

Venha nos visitar!

Leia também:

  • Hematoparasitose;
  • Cinomose.

Leia também:

A esporotricose felina é uma doença comum entre os gatos e é uma das mais graves que podem atingir os bichanos, mas, mesmo assim, muitos tutores nunca ouviram falar nessa enfermidade. Se esse é o seu caso, continue lendo e entenda mais sobre o assunto. Esporotricose felina: o que é? A esporotricose felina é um tipo de micose causada por um fungo do gênero Sporothrix, que costuma estar presente no solo, palha, vegetais, espinhos e madeiras. A transmissão costuma acontecer quando o gato possui alguma ferida aberta no corpo ou por espinhos que perfuram ou arranham a pele dele. Também conhecida como a ‘doença do jardineiro’, é uma zoonose, ou seja, a esporotricose passa para humanos. Esporotricose felina: sintomas Uma vez que o pet foi contaminado, o seu tutor pode notar os primeiros sintomas como uma área avermelhada, que logo cresce e abre. São feridas que não cicatrizam, mesmo tratadas. Essa doença se apresenta em fases, entenda o que acontece em cada uma: Esporotricose cutânea É a primeira fase da doença, onde tudo começa. Surgem feridas avermelhadas e com pus, na sequência, aparecem nódulos, também avermelhados. É comum que o tutor acredite que o pet esteve envolvido em alguma briga, mas, diferente das feridas originárias de brigas, as da esporotricose não cicatrizam e vão ficando pior com o tempo. Esporotricose linfocutânea Sem o tratamento adequado, a esporotricose em felinos evolui para úlceras com secreções. Como se tornam mais profundas, começam a comprometer o sistema linfático do pet. Esporotricose disseminada É o último estágio da esporotricose felina, quando o fungo já se espalhou pelo corpo e pode-se notar lesões ulceradas no pet. Nessa fase, é possível que a doença acometa os órgãos internos, o que torna a recuperação ainda mais difícil. O felino costuma apresentar febre, falta de apetite, apatia, alterações e secreção nasal. Leia mais: Acupuntura em cães e Gatos Acne felina Esporotricose felina: diagnóstico A esporotricose felina pode ser confundida com outras condições ou com um simples machucado. Ao notar qualquer ferida no corpo do gato, o ideal é que o tutor leve o animal a um veterinário, pois ele saberá como tratar esporotricose felina. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais fácil será o tratamento e haverá mais chances de cura. É importante que o tutor relate o histórico do felino, se ele tem contato com terra ou se esteve envolvido em alguma briga recentemente. Esses fatos ajudarão o veterinário a chegar a um diagnóstico mais rapidamente. Ele também fará exames de cultura de fungos, citológico e histopatológico, que irão indicar a presença do fungo, procurar possíveis tumores e avaliar a razão das lesões. Esporotricose felina: tratamento Após o diagnóstico, o veterinário seguirá com o tratamento para esporotricose felina, mas esse é um processo demorado e o pet levará algum tempo para estar curado. O mais importante e que acalma os tutores, é saber que a esporotricose felina tem cura. O tratamento para esporotricose em felinos pode ser feito com antifúngicos orais e antibióticos, dependendo do grau de infecção. Também pode ser prescrita uma pomada para esporotricose felina, com aplicação nas feridas para ajudar com a cicatrização. Todo o tratamento deve ser seguido corretamente, para que o bichano melhore mais rapidamente. Para tratar o felino, é importante que o tutor use luvas e higienize as mãos corretamente antes e após os cuidados, evitando a transmissão. Leia também: Doença do gato Como prevenir a esporotricose felina? A esporotricose felina não tem uma vacina de prevenção, portanto, o melhor meio de prevenir o contágio é impedir o pet de sair às ruas, assim, evita que ele tenha contato com um gato doente ou brinquem em ambientes de terra, onde possa estar contaminado com o fungo. Castrar o pet pode ser uma solução, pois além de prevenir outras doenças, também o deixa mais calmo, com menos vontade de fugir de casa. Levar o pet para visitas regulares ao veterinário também é muito importante. Dessa forma, caso o animal esteja com esporotricose felina ou qualquer outra doença, poderá ser diagnosticado rapidamente, o que faz toda a diferença no tratamento. Conte com a Inova nesse processo e agende uma consulta!

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