Minicoelho: entenda quais são os cuidados

O minicoelho é uma versão menor, ainda mais graciosa e fofa do pet que já é conhecido por todos e faz um grande sucesso entre as crianças. Conheça mais sobre os cuidados que essa espécie exige. Como cuidar de minicoelho? Ao decidir ter um pet, com certeza, várias dúvidas sobre a criação e alimentação passam pela cabeça de um tutor. Em relação ao minicoelho não é diferente, e os interessados, provavelmente, passam bastante tempo pesquisando sobre como cuidar das raças de coelho mini. Esse pet não dá muito trabalho, pois é pequeno, costumam ser silenciosos, não precisa passear na rua, nem tomar banho, mas é claro que exige alguns cuidados únicos da espécie. Ambiente: Gaiola ou Cercado O coelho não deve ficar solto pela casa, pois pode acabar fazendo suas necessidades fisiológicas em qualquer lugar, roendo algum fio ou sofrendo um acidente. Os coelhos podem viver em gaiolas ou cercados, que devem conter algum tipo de substrato, como jornal, tapete higiênico, serragem e até mesmo pallets de madeira. Se for utilizado jornal, deve ser limpa todos os dias. Caso utilize serragem, pode ser feita de forma parcial ou total a cada 2 ou 3 dias. A falta de limpeza da gaiola ou do cercado sujo pode prejudicar a saúde do pet, aumentando as chances de infecções. O tamanho da gaiola ou do cercado para minicoelho deve ser de pelo menos 60x40x40cm, com espaço para o comedouro e bebedouro. Também é preciso que uma parte da gaiola ou do cercado para minicoelho (⅓) seja preparado para que o pet possa deitar e descansar. A gaiola ou cercado também deve conter brinquedos e uma casinha para minicoelho. Passeio O minicoelho precisa ficar na gaiola ou no cercado por segurança, mas é importante que todos os dias ele tenha um tempo fora da gaiola, para se exercitar e brincar. Antes de tirá-lo da gaiola ou do cercado, é preciso verificar se não há nenhum buraco onde ele possa se enfiar ou fios que possa roer. Se estiver tudo certo, é o momento de tirá-lo do local e deixá-lo livre. O que um minicoelho pode comer? Os coelhos são herbívoros, por isso, devem ser alimentados com verduras de cor escura, feno, alfafa e ração própria. As verduras devem estar secas ao serem oferecidas. Para complementar a alimentação, podem ser oferecidos aveia em flocos, feno, alfafa, verduras escuras, como espinafre, rúcula, couve, ramagem de cenoura ou beterraba, erva-doce, almeirão, chicória, entre outros, desde que sejam folhas verde escuro. A cenoura que é tão conhecida como alimentação dos coelhos de tamanho normal, deve ser oferecida aos minicoelhos apenas como petisco, pois pode causar constipação. Unhas e dentes Os dentes do minicoelho nunca param de crescer e os brinquedos certos servem para que se faça o desgaste necessário. As unhas também crescem rapidamente, o pet pode desgastá-la no piso onde fará seus passeios ou o tutor pode comprar um cortador de unha específico para apará-las. É importante cortar apenas a parte branca! Caso prefira, é possível procurar um profissional para fazer esse corte. Leia mais: Gravidez e pets Como cuidar de um cágado Como segurar o minicoelho? Eles são pets sensíveis, por isso, é preciso segurá-los com cuidado para não machucar. Não se deve segurar um minicoelho pela barriga, debaixo dos bracinhos ou pelas orelhas. A pessoa deve dar apoio, deixando-o com as quatro patas em suas mãos. Para saber se está segurando corretamente, basta se atentar ao pet. Se estiver confortável, ele ficará quieto, mas caso esteja desconfortável, vai espernear e pode acabar arranhando quem estiver tentando segurá-lo. Quanto tempo vive um minicoelho? Saber a expectativa de vida deste pet é muito importante para entender as necessidades e como oferecer a melhor qualidade de vida para o seu amiguinho. Eles costumam viver de 6 a 8 anos, mas podem ultrapassar um pouco esse tempo. Minicoelhos: doenças mais comuns Cada espécie de pet é mais propensa a desenvolver e apresentar certos tipos de doenças, com os minicoelhos e coelhos em geral isso não é diferente. Confira as doenças mais comuns dos coelhos: Cocciose hepática É mais grave em coelhos filhotes, principalmente os que estão entre o segundo e quarto mês de vida. É causada por um protozoário do gênero Eimeria. Os principais sintomas são apatia, inchaço no ventre, diarréia, pelos arrepiados e prostração. Mixomatose Os principais sintomas da mixomatose são febre, falta de apetite, fraqueza, perda de peso, inflamação ocular, corrimento nasal e tumores nas orelhas, bocas e nariz. É altamente contagiosa e perigosa, por isso a prevenção e a vacinação são as melhores formas de proteger o coelho. Sarna auricular É uma doença parasitária que afeta a parte interna dos ouvidos. Os sintomas principais são coçar o ouvido com as patas, inflamação e irritação no interior dos ouvidos. Minicoelho: raças Assim como com cachorros, gatos e outros pets, também existem várias raças de coelhos mini. Conheça as mais famosas: Coelho mini lop; Coelho mini lion; Minicoelho netherland; Coelho mini rex; Coelho-pigmeu da Bacia de Columbia; Coelho Angorá (mini) Inglês; Jersey Wooly; Holland lop; Britannia Petite. Ficou encantado com o coelho mini e quer ter um? Não se esqueça dos cuidados essenciais com o pet, pode ser interessante agendar uma consulta prévia com o veterinário para conhecer mais sobre o manejo. E, em caso de ele apresentar qualquer sinal diferente, não deixe de procurar a Inova para um atendimento especializado.

O minicoelho é uma versão menor, ainda mais graciosa e fofa do pet que já é conhecido por todos e faz um grande sucesso entre as crianças. Conheça mais sobre os cuidados que essa espécie exige. Como cuidar de minicoelho? Ao decidir ter um pet, com certeza, várias dúvidas sobre a criação e alimentação passam […]

Vacinas para gatos: confira o calendário completo

Assim como nós, os felinos também precisam ser vacinados, como uma forma de prevenção a diversas doenças. Porém, esse é um assunto que pode gerar muitas dúvidas, principalmente, quanto à periodicidade. Por isso, preparamos um texto completo sobre vacinas para gatos. Confira! Vacinas para gatos: qual a sua importância? As vacinas para gato são responsáveis por produzir anticorpos – células de defesa – no organismo do felino, ou seja, são uma forma de prevenção contra diversas doenças, como a FELV (leucemia felina) e outras que são muito comuns entre os bichanos. E olha, a vacina não protege somente os gatinhos não, hein? Hoje, já sabemos que diversas enfermidades podem passar do pet para as pessoas e a vacinação garante também uma convivência saudável entre pets e humanos. Para saber qual a idade para vacinar gatos, é importante uma visita a um veterinário. Porém, é certo que esses imunizantes devem estar presentes na rotina desde o início da vida do pet, começando, geralmente, a partir dos 45 dias de vida do felino. As vacinas para gatos filhotes, por exemplo, irão protegê-los caso eles tenham contato com alguma patologia, não deixando que males se instalem no organismo ainda frágil do filhote. Mas, mesmo depois que o gato crescer, é importante que ele tome as doses de reforço anualmente, para continuar protegido contra as doenças. Tabela de vacinas para gatos O calendário de vacinas para gatos é diferente dos cachorros, por isso, é preciso estar atento. Uma visita ao veterinário irá sanar diversas dúvidas que rondam a cabeça dos tutores em relação a quais vacinas são importantes para o pet e ainda o calendário a ser seguido. Isso porque o protocolo vacinal dos gatos é feito de forma individual, levando em conta o histórico e estilo de vida do felino. Além disso, é muito importante a realização de exames de check-up e os testes para FIV e FELV. Existem 3 tipos de vacinas para os gatos: V3, V4 e V5. Vacina V3 para gatos A vacina V3 felina (vacina tríplice – trivalente) protege o pet contra duas doenças respiratórias, rinotraqueíte felina e a calicivirose felina, além da panleucopenia felina (que pode causar danos ao sistema digestivo e sanguíneo). Vacina v4 para gatos A vacina V4 felina (vacina quádrupla) irá trazer os mesmos benefícios da V3, além de proteger contra a clamidiose, que é uma doença infecciosa, que atinge os olhos dos animais e pode acometer os seres humanos. Vacina v5 para gatos Já a vacina V5 felina (vacina quíntupla) é a mais completa: traz os mesmos benefícios da V4, e também protege contra a FELV (leucemia felina). Vacina de raiva para gatos Além das vacinas V3, V4 e V5, os gatos também precisam ser vacinados contra a raiva, já que essa doença pode levar o pet à morte, além de poder contaminar seres humanos. Além disso, é sempre importante lembrar que as vacinas devem ser anuais. Não basta vacinar seu amiguinho apenas quando filhote, pois a imunidade não é vitalícia. Para a proteção se estender, algumas vacinas devem ser reaplicadas e somente um médico veterinário poderá te orientar quanto a periodicidade. O veterinário especializado em Medicina Felina também vai te orientar em como levar o gato para vacinar e como segurar um gato para vacinar, alguns bichanos são mais calmos e tranquilos em relação ao transporte, mas alguns são mais ariscos. Leia mais: Acne felina Doença do gato Vacina para gatos: preço Após essas informações, você deve estar se perguntando: “Quanto custa para vacinar um gato?”. Mas, saber quanto custa a vacina para gato irá depender da localidade, já que o preço médio pode variar e o território brasileiro tem muitas peculiaridades. Tabela 2022 - Valor sujeito a alteração. Vacina para gatos: reações Assim como nas crianças, as vacinas para gatos podem provocar algumas reações após a aplicação, como febre, diarreia e até mesmo vômito. No geral, elas tendem a passar em até 24 horas, mas se você observar que seu gatinho apresentou algum sintoma após a vacinação, é recomendado que ligue para a clínica ou leve-o até o veterinário. A medicação sem prescrição médica não é recomendada, já que pode trazer consequências ainda piores à saúde do pet. Leia mais: Dipirona para gatos Onde fazer a vacinação de cães e gatos em Sorocaba? Quem estiver procurando por vacinação de gatos em Sorocaba pode contar com a Inova. A Inova Veterinária tem a missão de promover saúde e bem-estar para os seus pacientes, e transmitir seguranças aos tutores. Por isso, possui um corpo clínico e de apoio competente e qualificado para lidar com os pets com o cuidado e respeito que merecem. Possui duas unidades para atendimento: Unidade Nogueira Padilha: Hospital 24h: possui consultórios disponíveis para emergências, centro cirúrgico, sala de raio-x e ultrassonografia, laboratório, internação e unidade de terapia intensiva (UTI); Clínica de especialidades: é um espaço desenvolvido para oferecer mais conforto aos atendimentos de rotina de todos os pets, com consultórios equipados e planejados, recepção e consultório exclusivo para felinos, ambulatório central para aplicações e coletas, e centro cirúrgico odontológico. Unidade Campolim: Clínica especializada em vacina e para atendimentos de rotina de todos os pets, com consultórios equipados e planejados, ambulatório central e espaço de reabilitação. Com um time de especialistas voltados para os pets, a Inova possui todas as vacinas necessárias e realiza a vacinação de cães e gatos em Sorocaba. A Inova atende apenas moradores de Sorocaba? Apesar de estar localizada em Sorocaba, a Inova atende pets de todo o país e, principalmente, as cidades vizinhas, pois é um centro de referência na região de Votorantim, Itu, Alumínio, Piedade, Salto, São Roque, Boituva e Araçoiaba da Serra. Vacina anticoncepcional para gatos: não arrisque a vida do seu amiguinho Infelizmente, é muito comum a busca de vacina para o cio de gato. Por isso, viemos trazer um grande alerta: ela pode colocar a vida do seu pet em risco! A vacina para gato não pegar cria pode levar a sérias infecções e a formação de tumores no seu gatinho, já que contém altas taxas de hormônios. Então, nem pense em pesquisar como aplicar vacina em gato para não engravidar ou vacina abortiva para gatos. O assunto é sério e demanda atenção e responsabilidade! A castração de gatos sempre será o melhor caminho para cuidar da saúde do seu pet. As vantagens da cirurgia de castração vão muito além do controle populacional dos felinos. Ela também previne o risco de aparecer problemas sérios de saúde. E vale lembrar que para castrar o gato precisa estar vacinado. Então, mantenha a carteirinha de vacinação do seu pet em dia! Aqui na Inova, contamos com diversos profissionais capacitados para cuidar da saúde do seu felino. Entre em contato e agende uma visita! *Valores de referência no ano de 2022, no interior do estado de São Paulo.

Assim como nós, os felinos também precisam ser vacinados, como uma forma de prevenção a diversas doenças.  Porém, esse é um assunto que pode gerar muitas dúvidas, principalmente, quanto à periodicidade. Por isso, preparamos um texto completo sobre vacinas para gatos. Confira! Vacinas para gatos: qual a sua importância?  As vacinas para gato são responsáveis […]

Cinomose: sabia que essa doença traz riscos graves para o seu pet?

A cinomose é uma doença que traz riscos graves, além de ser altamente contagiosa entre os cães. Por isso, é importante estar por dentro do assunto para saber como cuidar do seu amiguinho e prevenir que essa doença o acometa. Entenda! Cinomose: o que é? Se você é tutor de um cãozinho, provavelmente já ouviu falar sobre a doença. Mas você sabe ao pé da letra o que é cinomose? Conhecida como cinomose canina, essa é uma doença causada pelo vírus da família Paramyxovirus, do gênero Morbilivírus. Esse problema não afeta outros animais domésticos, como os gatos e pássaros, mas é altamente contagioso entre os cães. No geral, é uma doença que costuma acometer pets filhotes que ainda não tomaram todas as vacinas. Porém, também pode acometer pets mais velhos que não recebem o reforço anual da vacina múltipla (V8 e V10). Cinomose: transmissão A transmissão da cinomose em cachorro ocorre pelo contato direto ou indireto com pets contaminados, por meio das vias aéreas ou em contato com objetos contaminados. Por isso, se você tiver mais de um amiguinho em casa, e algum deles estiver contaminado, é importante mantê-los isolados. Outro ponto importante é que esse vírus pode sobreviver até 3 meses no ambiente. Por isso, diante do diagnóstico da doença, é preciso redobrar a atenção com a higienização dos ambientes, com o uso de desinfetantes. Cinomose pega em humanos? Não, a cinomose não afeta os seres humanos. Porém, é preciso ter cuidado, já que um indivíduo pode ser sim um transmissor da doença (mesmo sem ser afetado por ele), ao ter contato com o vírus, como por exemplo em roupas e objetos. Então, se você teve contato com um pet doente, tenha muita atenção para não levar o vírus para dentro da sua casa e adoecer o seu amiguinho. Cinomose: sintomas Um cachorro com cinomose geralmente começa a apresentar sintomas rapidamente após o contato com a doença. Ou seja, é uma doença de evolução rápida. Os primeiros sintomas da cinomose são na parte respiratória, trazendo sinais como: Cachorro com febre; Tosse; Dificuldade em respirar, dentre outros. Posteriormente, o sistema gastrointestinal é atingido: vômitos, diarreia, dor abdominal e falta de apetite são sinais mais sérios da doença. Cinomose: fase terminal As fases neurológicas e cutâneas já são casos avançados, em que o pet pode apresentar convulsões, paralisias, hábito de andar em círculos, presença de bolinhas com pus na pele (semelhante a alguns tipos de dermatite em cachorro), dentre outros sintomas. Não há como saber quanto tempo dura a fase neurológica da cinomose, mas nesse estágio, infelizmente, há pouca chance de sobrevivência. E, quando acontece, é certo que o pet fique com algumas sequelas. Diante de qualquer sintoma, é necessário levar o pet a uma consulta com um veterinário o mais rápido possível, já que essa doença costuma ser fatal para muitos cães, por isso é necessário fazer o diagnóstico correto, com o auxílio de exames e iniciar o tratamento indicado o quanto antes. E apesar de também existirem casos de cães que não chegam a apresentar sintomas de cinomose, não deixa de ser perigoso, já que ele pode ter contato com outros pets e transmitir a doença. Por isso, visitas rotineiras ao veterinário são recomendadas para não colocar em risco nenhum amiguinho. Cinomose: tratamento A maior dúvida dos tutores após o diagnóstico é se a cinomose tem cura. Infelizmente, não existe nenhum remédio para cinomose para combater especificamente esse vírus. Por isso, o percentual de cura da doença costuma ser baixo, principalmente nos casos em que o sistema neurológico já foi afetado. A utilização de remédio caseiro para cinomose também não é recomendada, podendo agravar ainda mais o quadro do seu amiguinho. O que costuma ser tratado são os sintomas e infecções que essa doença traz, com o uso de medicamentos indicados pelo veterinário. Por isso, não há como prever quanto tempo para recuperação da cinomose, já que isso dependerá do sistema imunológico de cada pet, além da fase em que a doença se encontra. Ovo cru cura cinomose? Um mito muito comum é de que o ovo cru cura a cinomose, mas saiba que isso não é verdade! Já comentamos que a doença é causada por um vírus, logo o ovo não tem o poder de curar o problema. É necessário, portanto, procurar atendimento veterinário para curar os sintomas primários e secundários. Cinomose: prevenção é o melhor caminho sempre Apesar de não ter tratamento específico para a doença, é possível preveni-la. E olha, é algo que sempre falamos por aqui, hein: seguir o calendário de imunização corretamente! A vacina para cinomose faz parte do pacote de vacinas Puppy, V8 e V10. Em filhotes, estima-se três a quatro doses da vacina dependendo da idade do paciente ao iniciar o protocolo. Antes de 10 semanas de vida iniciamos o protocolo com Puppy, seguida de 3 doses de V10 com intervalo de 21 dias. Após 10 semanas de vida realizamos 3 doses de V10 com intervalo de 21 dias. Antes do término da vacinação, não são recomendados passeios com o pet em locais com possibilidade de exposição ao vírus (presença de pets não vacinados), como parques, pet shop, pet garden, etc. Após isso, deve ocorrer o reforço anual da vacina, para que o pet continue prevenido. A vacinação é um ato de amor e cuidado, portanto, fique atento e confira se o calendário de imunização do seu amiguinho está atualizado. Precisando de ajuda, conte com a Inova!

A cinomose é uma doença que traz riscos graves, além de ser altamente contagiosa entre os cães. Existem 5 fases da cinomose, por isso é importante estar por dentro do assunto para saber como cuidar do seu amiguinho e prevenir que essa doença o acometa. Entenda! Cinomose: o que é? Se você é tutor de […]

Dermatite em cachorro: quais são as principais causas?

A dermatite em cachorro, também conhecida como dermatite canina, pode acometer qualquer cão, independente da idade e raça. Entenda quando aquela coceirinha do seu cachorro deixa de ser normal, quais as principais causas e como tratar a dermatite em cachorro. Dermatite em cachorro: o que é? Você olha para o seu pet e ele está o dia inteiro com aquela coceira insistente, para lá e pra cá? No primeiro momento, é até comum desconfiar que ele está com alguma pulga ou carrapatos. Porém, descartada essa ideia, o problema pode se tratar de dermatite em cachorro. Mas o que é dermatite em cachorro? A dermatite seborreica em cachorro é caracterizada por uma inflamação ou infecção na pele do pet, causada por diferentes agentes. Ela pode durar horas, dias ou meses. Tudo dependerá da causa do problema. É importante reconhecer o problema o mais rápido possível, para que você possa procurar ajuda especializada para o seu amigo de quatro patas. Dermatite em cachorro: Shih Tzu e Golden Retriever Essa doença pode acometer qualquer cão, mas ela é mais comum em pets que possuem pelos de grande comprimento, como o Shih Tzu e o Golden Retriever. Uma pelagem longa, ou até mesmo muitas dobrinhas no corpo, é o ambiente perfeito para que a dermatite em cachorro ocorra. O que causa dermatite em cachorro? Reconhecido o problema, é preciso entender o que causa dermatite em cachorro. A dermatite em cachorro pode ser causada por diversos fatores, como genéticos e hormonais. Porém, ela pode ser dividida em alguns casos: Dermatite alérgica em cachorro A dermatite alérgica em cachorro pode ser causada por picadas de pulgas, mosquitos, carrapatos, poeira, produtos de limpeza e até mesmo determinados alimentos. Dermatite atópica em cachorro O pet que tem dermatite atópica geralmente possui uma predisposição genética para isso. Ela é causada por substâncias que estão no ambiente que ele vive, como poeira, ácaro, pólen, entre outras. Dermatite por infecção bacteriana Também conhecida como dermatite úmida em cachorro, pode ser causada por falha nos banhos, doenças autoimunes e até mesmo infecções. Dermatite acral por lambedura Você já notou seu pet estressado, lambendo as patinhas com frequência? Cuidado, isso pode se tratar da dermatite acral por lambedura. Essa doença causa feridas no seu amiguinho e, dependendo do nível de estresse e ansiedade do cachorro, são recomendados remédios como antidepressivos ou ansiolíticos. Dermatite em cachorro: sintomas Os sintomas mais comuns da dermatite canina são: Coceira constante; Vermelhidão na pele; Queda de pelo; Pele seca ou com descamação; Feridas com ou sem pus; Em casos mais graves, é possível notar até a presença do cachorro com febre. Notando a presença de alguns desses sintomas, o ideal é procurar um veterinário de confiança o mais breve possível, para que ele possa recomendar o tratamento para dermatite em cachorro. que saberá o que é bom para dermatite em cachorro e como tratar a dermatite em cachorro. Dermatite em cachorro: como tratar? Diante do problema, uma visita ao veterinário para saber como curar dermatite em cachorro é essencial. Dermatite em cachorro: tratamento O tratamento da doença consiste em remédio para dermatite canina, dependendo do grau de seriedade do problema. Além disso, são feitos diversos exames para entender a raiz do problema, suas causas e consequências. Após o diagnóstico da doença, muitos tutores se perguntam como dar banho em cachorro com dermatite, já que pode ser uma tarefa um pouco mais delicada. No geral, é recomendado o uso de shampoo para dermatite em cachorro durante toda a vida do pet, além de cuidados específicos na secagem do pelo do cão. Dermatite em cachorro: remédio caseiro É importante lembrar que o uso de remédio caseiro para dermatite em cachorro não é recomendado, podendo agravar ainda mais o quadro do pet. Por isso, não dê remédio sem prescrição. O ideal, como já dito, é procurar ajuda especializada para o seu pet o mais rápido possível e entender qual o tratamento indicado para o caso do seu pet especificamente. Aqui na Inova contamos com um time completo de veterinários e especialista em dermatologia canina. Precisando, basta entrar em contato conosco! Ficaremos muito felizes em receber você e seu pet.

A dermatite canina pode acometer qualquer cão, independentemente da idade e raça. Entenda quando aquela coceirinha do seu cachorro deixa de ser normal, quais as principais causas e como tratar a dermatite em cachorro.  Dermatite atópica em cachorro: o que é? Você olha para o seu pet e ele está o dia inteiro com aquela […]

Lipidose hepática em gatos: causas, sintomas e tratamento

Sem dúvidas, o fígado é um dos órgãos mais importantes do organismo dos gatos, já que ele tem a capacidade de sintetizar nutrientes, auxiliar na digestão e desintoxicar o corpo. Por esse motivo, a lipidose hepática em gatos deve ser tão temida. Se tratando de uma doença grave, pode levar a sérias complicações e afetar diretamente a qualidade de vida dos bichanos, em casos extremos levando ao óbito. Devido a isso, é de extrema importância ter o conhecimento sobre a lipidose hepática felina, a fim de saber fazer o diagnóstico precocemente e evitar problemas futuros. Para que você tenha mais informações sobre o tema, preparamos um texto com tudo que precisa saber sobre essa doença do gato. Confira: O que é lipidose hepática em gatos? Como dito anteriormente, o fígado tem a função de remover substâncias tóxicas do organismo. Por esse motivo, esse órgão acaba ficando suscetível a danos de diferentes fontes, o que pode causar a lipidose hepática em gatos. Essa patologia é ocasionada quando há o acúmulo de gordura no fígado, não sendo uma doença tão rara quanto muitas pessoas pensam. Com os lipídios acumulados, o órgão passa a apresentar mau funcionamento e, dessa forma, afeta todo o resto do organismo do animal. Com o fígado prejudicado, a tendência é que o bichano adoeça e vá apresentando uma série de sintomas. Conheça os sintomas da lipidose hepática em gatos Os sintomas apresentados por gatos com lipidose hepática são muito semelhantes a outras patologias. Por isso, caso o felino tenha alguma alteração, é muito importante levá- lo ao veterinário para se fazer um exame completo. Entre os principais sintomas da lipidose hepática em gatos, se destacam: Anorexia; Vômito; Apatia; Diminuição do apetite; Perda de peso repentina; Diarreia; Salivação excessiva; Fraqueza; Icterícia (mucosas e pele amarelada). Outros sinais deste distúrbio hepático podem ser a mudança na coloração da urina para um líquido de aspecto preto, gengivas brancas ou o acúmulo de líquidos no abdômen. O que causa a lipidose hepática em gatos? Apesar de a doença ter a sua causa ligada ao acúmulo de gorduras, a lipidose hepática em gatos não é um problema que afeta somente os felinos obesos. Na verdade, a nutrição inadequada é a maior causa dessa patologia. Por exemplo, quando os bichanos ficam muito tempo sem comer, mais de 48 horas é considerado um grande alerta pois são os felinos que estão mais propensos a desenvolver a doença. Por isso, oferecer uma boa alimentação, com uma ração de qualidade, é a principal forma de evitar a lipidose hepática. Outros fatores que podem influenciar no desenvolvimento da lipidose hepática em gatos: Idade: essa doença é mais comum em gatos jovens; Raça: algumas raças, como os siameses, são mais propensos a ter a doença; Uso de medicações: o uso excessivo de alguns remédios pode causar o desenvolvimento da patologia. Leia mais sobre: Gato filhote Lipidose hepática em gatos: tratamento A primeira etapa para iniciar um tratamento de gato com lipidose hepática é o diagnóstico, ou seja, deve-se levar o felino ao hospital veterinário assim que ele começar a apresentar os sintomas da doença. Com o resultado dos exames, o veterinário irá iniciar o tratamento de lipidose felina, que consiste em equilibrar a alimentação do pet. Será indicada uma dieta específica, que deverá ser seguida à risca para proporcionar a recuperação do animal. É FUNDAMENTAL que o pet se alimente, caso ele esteja recusando, o passo mais importante do tratamento é a colocação de uma sonda alimentar para garantir a nutrição. Essa sonda pode ser nasoesofágica ou esofágica, dependendo da avaliação do veterinário. Em muitos casos, pode ser solicitado o uso da ração para gatos com lipidose hepática, que possui, em sua composição, os nutrientes e vitaminas necessários para tratar da doença. Suspeita que o seu gato está com lipidose hepática? Não perca tempo e traga-o para a Inova para um diagnóstico! Leia também: Acne felina

Sem dúvidas, o fígado é um dos órgãos mais importantes do organismo dos gatos, já que ele tem a capacidade de sintetizar nutrientes, auxiliar na digestão e desintoxicar o corpo. Por esse motivo, a lipidose hepática em gatos deve ser tão temida.  Se tratando de uma doença grave, pode levar a sérias complicações e afetar […]

Acupuntura cães e gatos: saiba tudo sobre essa prática

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Se você tem um pet, é muito provável que já tenha ouvido falar em acupuntura em cães e gatos. Essa terapia, assim como acontece com os humanos, traz uma série de benefícios para os animais. Leia o texto abaixo e entenda as vantagens dessa prática. O que é a acupuntura em cães e gatos? A […]

Fisioterapia em cães: entenda como pode ajudar o seu pet

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Assim como ocorre para os humanos, a fisioterapia em cães é uma das especialidades que mais garantem uma boa qualidade de vida para os pets.  É indicada para alívio de dores articulares e musculares, que vão se tornando cada vez mais comuns à medida que os cães vão ficando mais velhos.  Leia o texto abaixo […]

Piodermite canina: saiba tudo sobre essa doença

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Você notou que o seu amiguinho anda se coçando muito e até mesmo apresenta algumas feridas em sua pele? Esse problema pode ser a piodermite canina, uma infecção bacteriana muito comum entre os cães.  E para esclarecer as dúvidas mais comuns entre os tutores, preparamos um texto completo sobre o assunto. Continue lendo e entenda.  […]

Eletroquimioterapia em cães e gatos: saiba tudo!

Eletroquimioterapia em cães e gatos

Assim como nos seres humanos, o câncer também pode acometer os pets. Porém, atualmente, já existem diversas opções de tratamento da doença, como a eletroquimioterapia em cães e gatos.  Confira o texto e entenda mais sobre o assunto. O que é a eletroquimioterapia?  Atualmente, é muito comum aparecerem doenças, como cânceres e tumores, em pets. […]

Castração cachorro: muitos benefícios para o seu pet

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Se você possui um pet, já deve ter considerado a castração do seu cachorro. Embora muitas pessoas imaginem que essa prática seja mais adequada às cadelas, ela  oferece uma série de benefícios para o pet independentemente do seu sexo.  Leia mais neste texto para entender mais sobre castração do cachorro. Como é a castração de […]